Arquivo para Arco-íris

O que eu sonhei

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 28/07/2015 by Joe

O que eu sonhei

Se amanhã, o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo.

Porque a força de dentro é maior. Maior que todo o mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários.

É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim.

O destino da felicidade me foi traçado no berço!

By Caio Fernando Abreu.

Contentamento

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 07/11/2014 by Joe

Encantamento

Não ponha seus sonhos em lugares altos demais onde suas mãos não poderão alcançá-los.

Mesmo se a vida parece ilimitada, nós possuímos nossos limites e esperar por algo que está muito além pode nos impedir de olhar à nossa volta.

Buscamos longe flores que poderíamos encontrar em nosso jardim, porque o que está distante sempre parece encoberto por uma neblina que elimina toda imperfeição.

Não nos prepararam para aceitar as coisas ou as pessoas como elas chegam, com muita ou pouca bagagem, com força ou sem muita vontade. Então, desenhamos na nossa mente e fotografamos no nosso coração algo que só pode existir atrás da linha da realidade. E nos pomos a esperar…

Nos tornamos, assim, culpados de uma solidão da qual culpamos a vida ou os demais. Nos negamos a aceitar, pedindo ainda que aceitem a nós, e continuamos esperando pelo que o amanhã vai nos trazer.

Envelhecemos sem sair do lugar, sonhando ainda e além, mas sem provar da vida nesses mínimos detalhes, nem sempre coloridos e perfeitos tais raios de arco-íris, mas reais o bastante para nos fazer sentir vivos.

Não… não ponha seus sonhos além do que os seus braços alcançam. Aprenda que ser feliz é buscar o contentamento do prazer de cada instante.

Aprenda a ser flexível e menos exigente. Ria de bom coração quando tiver que rir e não permita que as mágoas te impeçam de viver o minuto seguinte.

Preciosa é a vida e preciosos são os que amamos. Preciosos ainda são aqueles que nos amam, os que cativamos.

Precioso é o hoje, é o que temos, é o que tocamos. É essa realidade, nem todo o tempo bonita, mas ainda assim a nossa contribuição para a história do mundo.

By Letícia Thompson.

Quase…

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/09/2014 by Joe

Quase

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que a fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência; porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.

Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

By Sarah Westphal.

Onde você procura a tal felicidade?

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Onde você procura a felicidade

Há algum tempo entrei na Amazon, a famosa livraria virtual da Internet, e fiz uma pesquisa sobre livros que tratam do assunto “felicidade”. Quase caí para trás com a quantidade de títulos que encontrei: nada menos que 4.695!

Felicidade é, realmente, a grande busca do ser humano. É o que está na origem de todos os nossos desejos, sejam eles quais forem. É para ser felizes que buscamos a prosperidade, o amor da nossa vida, a saúde e a beleza, o sucesso no trabalho, a harmonia em família e tudo o que podemos imaginar.

Mas que difícil é encontrar esta tal felicidade, hein?

Tentar achá-la com a ajuda dos livros, pelo visto, é uma missão tão complicada como procurar uma agulha num palheiro!

Se tanto já se escreveu – e continua se escrevendo – sobre o assunto, é porque não é fácil encontrar a felicidade, mesmo porque, para falar a verdade, felicidade não é o tipo de coisa que se “encontra” nem se “busca” como algo que está fora da gente, como um pote de ouro no final do arco-íris. Não existe felicidade em lugar algum, a não ser dentro de você mesmo! E isso não é uma conclusão só minha, não; é também a de pesquisadores de universidades de vários lugares do mundo, que encontramos com alguma facilidade na Internet.

Quem diria, então: a felicidade é assunto de estudos científicos!

Em alguns desses estudos, chegou-se à conclusão que a felicidade independe de fatores externos como o país em que se vive, a condição financeira que se tem, o trabalho que se faz ou o lugar onde se mora, independemente até mesmo da existência de problemas. Os autores de um deles, Haydeé Cuadra e Ramon Florenzano, pesquisadores da Universidade do Chile, se surpreenderam como algumas pessoas são capazes de enfrentar dificuldades, até mesmo viver sem confortos e facilidades e, mesmo assim, se considerarem felizes.

“Qual seria o segredo destas pessoas?”, se perguntam eles.

Vou me atrever a responder: posso não ser pesquisadora, cientista e nem psicóloga, mas, como todo ser humano, me interesso por felicidade e tenho lá minhas teorias a respeito. Uma delas é que o conceito de felicidade é pessoal e intransferível. Quer dizer, ninguém pode ser feliz tentando viver a vida dos outros, tendo os mesmos resultados e sucessos que eles têm. E isso, infelizmente, é o que as pessoas mais fazem! Elas se espelham em profissionais poderosos, em modelos deslumbrantes, em pares românticos de novela e outros modelos de felicidade achando que, se obtiverem os mesmos resultados, serão felizes. E como é muito difícil viver a vida dos outros, dá no que dá: elas se sentem infelizes.

Outra teoria que tenho sobre a felicidade é que ela vem de uma disposição interior, uma capacidade para ter satisfação com o que se é aqui e agora. Olhe à sua volta e você encontrará alguém que se mostra satisfeito com o que faz, a vida que leva, o seu dia-a-dia, o seu mundo sem se comparar com o que os outros fazem, vivem ou têm. Pode ser o colega que ganha um salário modesto, mas usufrui tão bem dele que é feliz como um milionário. Pode ser o parente que, no seu modo de ver, leva uma vida dura, mas não deixa de ser entusiasmado por ela.

Não estou insinunando que você deva se satisfazer com pouco: a ideia é que você reconheça o que o satisfaz e se proporcione isso. Não existe aquela frase que diz “Não devo satisfação da minha vida à ninguém”? Pois está aí o mapa da felicidade! Deixe de lado o pote de ouro e questione interiormente onde está a sua satisfação.

Só você pode saber se o calo dói, se a água mata a sede, se a roupa aperta, se a vida satisfaz.

O que impede que você tenha satisfação agora? Onde está sua satisfação? Você já parou para se dar uma satisfação sobre os desejos que não realizou ou abandonou no meio do caminho?

Entenda que ninguém mais pode proporcionar satisfação à você a não ser você mesmo! Assuma isso e você descobrirá que pode ser feliz agora!

By Leila Navarro, palestrante motivacional, autora de cinco livros, vencedora do “8º Prêmio Top of Mind Fornecedores de RH” na categoria “Palestrante do Ano”, em 2005.

Onde você procura a tal felicidade?

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 19/12/2011 by Joe

Num dia desses entrei na Amazon, a famosa livraria virtual da Internet, e fiz uma pesquisa sobre livros que tratam do assunto felicidade. Quase caí para trás com a quantidade de títulos que encontrei: nada menos que 4.695!

Felicidade é, realmente, a grande busca do ser humano. É o que está na origem de todos os nossos desejos, sejam eles quais forem. É para ser felizes que buscamos a prosperidade, o amor da nossa vida, a saúde e a beleza, o sucesso no trabalho, a harmonia em família e tudo o que podemos imaginar.

Mas que difícil é encontrar esta tal felicidade, hein?

Tentar achá-la com a ajuda dos livros, pelo visto, é uma missão tão complicada como procurar uma agulha num palheiro…

Se tanto já se escreveu – e continua se escrevendo – sobre o assunto, é porque não é fácil encontrar a felicidade, mesmo porque, para falar a verdade, felicidade não é o tipo de coisa que se “encontra” nem se “busca” como algo que está fora da gente, como um pote de ouro no final do arco-íris. Não existe felicidade em lugar algum, a não ser dentro de você mesmo! E isso não é uma conclusão só minha, não; é também a de pesquisadores de universidades de vários lugares do mundo, que encontramos com alguma facilidade na Internet.

Quem diria, então: a felicidade é assunto de estudos científicos!

Em alguns desses estudos, chegou-se à conclusão que a felicidade independe de fatores externos como o país em que se vive, a condição financeira que se tem, o trabalho que se faz ou o lugar onde se mora, independemente até mesmo da existência de problemas. Os autores de um deles, Haydeé Cuadra e Ramon Florenzano, pesquisadores da Universidade do Chile se surpreenderam como algumas pessoas são capazes de enfrentar dificuldades, até mesmo viver sem confortos e facilidades e, mesmo assim, se considerarem felizes.

“Qual seria o segredo destas pessoas?”, se perguntam eles.

Vou me atrever a responder… Posso não ser pesquisadora, cientista e nem psicóloga, mas, como todo ser humano, me interesso por felicidade e tenho lá minhas teorias a respeito. Uma delas é que o conceito de felicidade é pessoal e intransferível. Quer dizer, ninguém pode ser feliz tentando viver a vida dos outros, tendo os mesmos resultados e sucessos que eles têm. E isso, infelizmente, é o que as pessoas mais fazem! Elas se espelham em profissionais poderosos, em modelos deslumbrantes, em pares românticos de novela e outros modelos de felicidade achando que se obtiverem os mesmos resultados serão felizes. E como é muito difícil viver a vida dos outros, dá no que dá: elas se sentem infelizes.

Outra teoria que tenho sobre a felicidade é que ela vem de uma disposição interior, uma capacidade para ter satisfação com o que se é aqui e agora. Olhe à sua volta e você encontrará alguém que se mostra satisfeito com o que faz, a vida que leva, o seu dia-a-dia, o seu mundo sem se comparar com o que os outros fazem, vivem ou têm. Pode ser o colega que ganha um salário modesto, mas usufrui tão bem dele que é feliz como um milionário. Pode ser o parente que, no seu modo de ver, leva uma vida dura, mas não deixa de ser entusiasmado por ela.

Não estou insinuando que você deva se satisfazer com pouco: a idéia é que você reconheça o que o satisfaz e se proporcione isso.

Lembra aquela frase que diz “Não devo satisfação da minha vida à ninguém”?

Pois está aí o mapa da felicidade!

Deixe de lado o pote de ouro e questione interiormente onde está a sua satisfação.

Só você pode saber se o calo dói, se a água mata a sede, se a roupa aperta, se a vida satisfaz.

O que impede que você tenha satisfação agora? Onde está sua satisfação?
Você já parou para se dar uma satisfação sobre os desejos que não realizou ou abandonou no meio do caminho?

Entenda que ninguém mais pode proporcionar satisfação à você a não ser você mesmo!

Assuma isso e você descobrirá que pode ser feliz agora!

By Leila Navarro, palestrante motivacional, autora de vários livros.

Muito além de uma porta

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/06/2011 by Joe

Se você encontrar uma porta à sua frente, poderá abri-la ou não. Se você abrir a porta, poderá ou não entrar em uma nova sala. Para entrar, você vai ter que vencer a dúvida, o titubeio ou o medo.

Se você venceu, você deu um grande passo: nesta sala vive-se! Mas também tem um preço: são inúmeras as outras portas que você descobre. O grande segredo é saber quando e qual porta deve ser aberta.

A vida não é rigorosa: ela propicia erros e acertos. Os erros podem ser transformados em acertos quando, com eles, se aprende. Não existe a segurança do acerto eterno.

A vida é generosa: a cada sala em que se vive, descobre-se outras tantas portas. A vida enriquece pra quem se arrisca a abrir novas portas. Ela privilegia quem descobre seus segredos e, generosamente, oferece afortunadas portas.

Mas a vida também pode ser dura e severa: se você não ultrapassar a porta terá sempre a mesma porta pela sua frente. É a repetição perante a criação. É a monotonia cromática perante o arco-íris. É a estagnação da vida.

Para a vida, as portas não são obstáculos, mas diferentes passagens.

By Dr. Içami Tiba  (extraído do livro “Amor, Felicidade & Cia”).

Quase

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/12/2010 by Joe

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que a fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência; porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.

Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

By Sarah Westphal.

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