Arquivo para abril, 2011

Casquinhas de siri

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , on 30/04/2011 by Joe

A casquinha de siri é um prato muito tradicional na cozinha popular brasileira. Em geral são receitas de frutos do mar e peixes feitas na casca do siri. Não se sabe a origem da casquinha de siri como recipiente para elaborar receitas gastronômicas, mas outros países como a Espanha, Portugal e França também as usam com as espécies de crustáceos marinhos de lá. Sendo um produto marinho 100% natural, o efeito visual do prato fica atraente e prático na hora de saborear a entrada.

A título de curiosidade, o siri é encontrado em mangues, estuários, lagunas costeiras e na plataforma continental em profundidades de até 90 metros.

Nas receitas mais tradicionais, a carne do siri azul é usada como base, que tem uma carne branca muito delicada e saborosa. Além da carne de siri, podem ser usados outros produtos nobres como base na sua preparação, tais como: camarão, lagostim, bacalhau, cação, salmão e qualquer tipo de carne de peixe desfiada. Estes produtos podem ser combinados com alcaparras, azeitonas, verduras refogadas, etc. Podem ser levadas ao forno, gratinar ou fritar.

Uma casquinha é composta de quitina cristalizada com carbonato de cálcio, são produtos 100% naturais, neutros. Devidamente higienizadas não possuem odor, nem transferem sabor algum. Na teoria, poderiam ser ingeridas sem nenhum risco para a saúde.

É muito importante que as casquinhas de siri sejam muito bem higienizadas. Isto é, a remoção dos restos orgânicos e a esterilização da casquinha.

Mas, se não quiser ter esse trabalho todo, podem ser usadas casquinhas descartáveis, feitas de material plástico.

Histórias à parte, a casquinha de siri é uma prato saborosíssimo, que pode ser servido como entrada ou até mesmo como petisco, acompanhado de uma cerveja estupidamente gelada!

Aqui, uma receita muito prática e fácil de preparar, cujo resultado final é surpreendente! Só experimentando pra dizer!!!

Casquinhas de Siri

Ingredientes

250 g de carne de siri
suco de 1 limão
1 cebola bem picadinha
2 dentes de alho bem picados
6 colheres de sopa de azeite
4 tomates picados, sem pele e sem sementes
1 xícara (chá) de leite de coco
páprica picante a gosto
sal a gosto
salsinha picada
6 colheres de sopa de farinha de rosca
4 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
pedacinhos de manteiga

Para acompanhamento

manteiga a gosto
farinha de rosca a gosto

Modo de preparo

Tempere a carne de siri com o limão e deixe descansar por 5 minutos. Doure a cebola e o alho no azeite, junte os tomates picados e o siri, misture bem e refogue por 10 minutos.

Acrescente o leite de coco e tempere com a páprica picante, o sal e a salsinha picada. Junte 4 colheres de farinha de rosca e retire do fogo. Recheie 10 a 12 casquinhas (podem ser casquinhas de plástico ou do tipo descartáveis), e cubra com uma mistura de 2 colheres de sopa de farinha de rosca e o queijo parmesão ralado. Coloque pedacinhos de manteiga e leve ao forno médio até gratinar.

Derreta manteiga em uma outra panela e doure a farinha de rosca. Sirva como acompanhamento.

By Joe.

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Respeito pelo próximo

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/04/2011 by Joe

Muito se fala em respeito pelo próximo, mas será que as pessoas sabem o significado real disto? Você sabe o significado disto? Se sabe, você age assim em seu dia-a-dia? Você se respeita e respeita as pessoas que estão à sua volta?

Vamos, então, conferir algumas definições de ‘Respeito pelo Próximo‘ para ver se você está em dia ou se as pessoas com as quais você convive diariamente estão em dia.

Claro que a lista pode incluir muitas outras definições!

Respeito pelo próximo é :

– Dizer “muito obrigado”, “por favor”, “com licença”.

– É responder um e-mail mesmo que seja com uma resposta ‘negativa’.

– É admirar aquele que faz sucesso e não desdenhar o trabalho dele.

– É saber o que falar e quando falar.

– É ser educado e gentil, mesmo quando te apetece ‘esganar’ o mundo.

– É responder um torpedo de um (a) amigo (a) que tentou te contatar.

– É, se não puder atender um telefonema, ligar assim que possível para saber do que se trata.

– É saber compreender quando o outro diz “não”!

– É também saber dizer “não”!

– É não ir à casa das pessoas sem ser convidado.

– É saber se portar em um lugar, mesmo não se sentindo nada à vontade.

– É não comparecer à festas, aniversários e reuniões sociais que você não está minimamente com vontade de ir; assim você não fica de cara feia e, por tão pouco, não estraga a festa alheia.

– É não participar de ‘rodinhas’ de intrigas ou fofocas no trabalho ou em família.

– É tentar manter-se neutro em situações que não lhe dizem respeito.

– É ser educado e não passar à frente das pessoas quando está em uma fila do banco, do correio, ou do café.

– É cuidar da sua própria vida e não da vida dos outros.

– É perceber quando o outro não está a fim de conversar.

– É compreender que, às vezes, as pessoas querem estar sozinhas.

– É respeitar o ‘tempo’ das pessoas.

– É não encostar o ‘outro’ na parede.

– É não acusar injustamente.

– É não por ‘palavras’ na boca dos outros.

– Respeito pelo próximo é também respeitar a si próprio!

Autor desconhecido.

Saudades…

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 27/04/2011 by Joe

Um sentimento tão estranho e inexplicável!

Pode ser suave como uma doce lembrança e, ao mesmo tempo, devastadora como é uma tempestade de neve…

Quem sente saudades recebe uma descarga de vários outros sentimentos, como a alegria, a felicidade de lembrar os bons momentos vividos com as pessoas amadas; lembrar do sorriso dessas pessoas, das brincadeiras e até mesmo dos maus momentos passados e superados.

Uma força positiva irradiante sai do coração e contagia o corpo e a alma. Ao mesmo tempo sente-se também uma grande tristeza, um imenso vazio … como um abismo.

Sente-se uma mágoa em saber que essas pessoas não estão próximas no momento; em saber que elas estão muito, muito longe! E outras nem existem mais neste mundo…

Sinto muita saudades das pessoas que amo e que hoje não estão aqui fisicamente comigo. Mas eu as tenho sempre aqui junto à mim, dentro do meu coração. E todos os dias agradeço à Deus pelas pessoas que existiram e as que existem na minha vida e por elas terem sido e serem tão maravilhosas!

Saudades … somente quem sente poderá realmente saber como ela é!

Desconheço a autoria.

Sociedade dos Poetas Mortos

Posted in Filmes with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/04/2011 by Joe

Dando sequência às reflexões sobre educação, começadas na semana passada, destaco um filme que deve ser visto e discutido pelos educadores brasileiros, aos quais se recomenda atenção para o que ele representa em termos de educação moderna!

O professor John Keating entra na sala de aula assobiando. É o primeiro dia do ano letivo. Ele passa pelos alunos, despertando olhares curiosos e encaminha-se para uma outra porta, de saída para o corredor. Todos seus pupilos ainda estão de sobreaviso, curiosos e sem saber o que fazer. Keating olha para eles e faz um sinal, pedindo que os estudantes o acompanhem. Todos chegam a uma sala de troféus da escola, onde, ao fundo, podem ser vistas fotos de ex-alunos, remontando ao início do século, fazendo-nos voltar ao começo das atividades da escola. Ele pede silêncio e, que a atenção de todos volte-se para os rostos de todos aqueles garotos que frequentaram aquela tradicional instituição de ensino em outros tempos.

O que aconteceu com eles? Para onde foram? O que fizeram de suas vidas? Suas vidas valeram a pena? Perguntas como essas são lançadas aos alunos. Muitos ainda sem saber o que estavam fazendo ali; afinal, não era para estarem estudando literatura inglesa e norte-americana?

Desconforto e desconserto! O personagem do professor Keating, vivido pelo eclético e versátil (além de extremamente talentoso) Robin Williams, conseguiu o que queria. Deixou seus alunos em dúvida. Iniciou seu relacionamento com eles tentando demovê-los de sua passividade, provocando-os a uma reflexão sobre a vida. Afinal, será que estamos fazendo valer nossa existência? “Carpe Diem”, ou seja, “aproveitem seus dias”, passou a ser uma regra de ouro a partir de então para alguns de seus alunos; afinal, “vejam o exemplo daqueles que já estiveram por aqui (retratados naquelas fotografias esmaecidas, amareladas) e pensem se vocês querem que o tempo passe e vocês venham a se tornar ‘comida de vermes’ em seus caixões sem que nada do que tenham feito por aqui tenha repercutido como, acreditem, muitos desses jovens das fotografias o fizeram, deixando passar a vida sem perceber a riqueza contida na mesma!”

“Para fazer com que suas existências tenham valor vocês devem viver com intensidade cada dia que lhes é dado, cada momento que lhes é concedido, cada experiência à qual têm acesso”, diz com sabedoria inconteste o ilustre mestre Keating. Por isso, repete, “Carpe Diem”.

Como se vê, trata-se da história de um grupo de jovens alunos que têm o privilégio de trabalhar com um professor visionário, de atitudes inesperadas, que os instigou a pensar por conta própria (o que lhe rende críticas dos colegas e da instituição) e que arrebatou-lhes os corações. Por ter sido aluno dessa escola, Keating teve sua vida acadêmica retratada nos famosos “Year books” das “high schools” norte-americanas e, entre as informações sobre esse nobre aluno, consta uma a respeito de ter participado de uma tal “sociedade dos poetas mortos”. Essa informação desperta a curiosidade dos alunos, que lhe pedem informações acerca das atividades desse grupo. Informados de que se tratava de uma turma de alunos que se reunia para ler poesias e aproveitar tudo aquilo que aqueles grandes escritores tinham produzido para seu próprio prazer e engrandecimento, resolvem fazer com que a “Sociedade” ressurja.

Não é só a sociedade que retoma suas atividades: todos os alunos envolvidos se vêem às voltas com uma verdadeira renovação em suas existências, todos encontram novos interesses e vocações, todos parecem ter despertado de um sono profundo, de uma letargia tão envolvente que parecia tragar-lhes a juventude sem possibilidade de volta.

O professor Keating deu a eles uma oportunidade sem igual e, ao mesmo tempo, fez com que os estudantes fossem se encantando com a literatura (que nos fala daquilo que é essencial, verdadeiramente fundamental em nossas vidas: o amor, a amizade, a paz, a dor e as desilusões). Segundo Keating, estudar para que nos tornemos advogados, engenheiros ou médicos é importante, mas o que torna nossas existências válidas tem a ver com o espírito, com o prazer e, a poesia, a literatura, são fontes riquíssimas nesses quesitos.

Ao lidar com adolescentes, muitas vezes, nós educadores, por conta do excesso de atividades, dos programas extensos que têm que cumprir, das avaliações ou do próprio descaso, deixam de vê-los como pessoas em formação, que alimentam sonhos e fantasias (que muitos de nós parecemos ter esquecido lá atrás, no tempo de nossas próprias juventudes), que planejam verdadeiras revoluções (dizem que quando temos 16 anos queremos incendiar o mundo e que, ao chegarmos a idade adulta, nos tornamos bombeiros; a maturidade é saudável, no entanto, devo dizer que preservar alguns focos de incêndio acesos em nossos corações e mentes também é fundamental. Sonhar é preciso!) e que, necessitam desesperadamente de nosso apoio e orientação, de nosso carinho e atenção.

Keating incorpora nosso idealismo, nossa pureza de princípios. Os alunos simbolizam a força e a vitalidade do novo, dos elementos de transformação que – esperamos –  venham a transformar esse mundo num espaço muito mais justo, mais equilibrado. Há, no entanto, os choques com as forças conservadoras, com a opressão da ordem que não aceita desequilíbrios (mesmo sabendo-se que eles trarão recompensas e melhorias). Nesses confrontos nem sempre o que está por vir é o que gostaríamos que acontecesse.

“Sociedade dos Poetas Mortos” é um filme imperdível para quem ama a educação, para quem alimenta ideais de reformular, para quem tem um profundo respeito e preocupação com essa juventude com que trabalhamos. Discutir esses temas todos, reformular as nossas práticas, alimentar nossos sonhos, rever posturas e condutas e, principalmente, olhar para nós mesmos e para nossos alunos em busca daquilo que nos faça sentir orgulho do que fizemos em nossas vidas!

É um filme que deve ser visto e discutido pelos educadores brasileiros, aos quais se recomenda atenção para o que ele representa em termos de educação moderna (Arnaldo Niskier).

By João Luís de Almeida Machado, professor e educador, mestre em Educação. Autor do livro “Na Sala de Aula com a Sétima Arte – Aprendendo com o Cinema”.

O Guardião do Mosteiro

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/04/2011 by Joe

Certo dia, num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião, foi preciso  encontrar um substituto.

O grande Mestre convocou, então, todos os discípulos para determinar quem seria o novo sentinela. O Mestre, com muita tranquilidade, falou:

– “Assumirá o posto o primeiro monge que resolver o problema que vou apresentar”.

Então, ele posicionou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, colocou um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo e disse apenas isto:

– “Aqui está o problema!”

Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro. O que representaria? O que fazer? Qual era o enigma?

Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e … ZAPT … destruiu tudo, com um só golpe. Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o Mestre disse:

– “Você será o novo guardião do Mosteiro!”.

Moral da história :

Não importa qual o problema, ou a natureza dele, mesmo que seja algo belíssimo: se for um problema precisa ser eliminado! Um problema é um problema. Mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou. Por mais lindo que seja, ou tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, tem que ser eliminado!

Muitas pessoas carregam pela vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam um espaço inútil em seus corações e mentes. Espaço esse indispensável para recriar a vida.

Existe um provérbio oriental que diz:

– “Para você beber vinho numa taça cheia de chá é necessário primeiro jogar o chá fora para, então, colocar e beber o vinho.”

Limpe a sua vida, começando pelas gavetas, armários, até chegar às pessoas do passado que não fazem mais sentido estarem ocupando espaço em seu coração. O passado serve como lição, como experiência, como referência. Serve para ser relembrado e não revivido. Use as experiências do passado no presente, para construir o seu futuro. Necessariamente nessa ordem!

Autoria desconhecida.

Bilionários por Acaso: A Criação do Facebook

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/04/2011 by Joe

Livro: Bilionários por Acaso
A Criação do Facebook
By Ben Mezrich
Editora Intrínseca

A excitante história de como dois estudantes desenturmados de Harvard, que tentavam aumentar suas chances com o sexo oposto, criaram o site de relacionamento que se tornou uma das mais poderosas empresas do mundo, o Facebook.

Bilionários por Acaso: A Criação do Facebook é uma aventura real, que envolve investidores poderosos, mulheres maravilhosas, a busca do estrelato social e muitas intrigas. De forma divertida e interessante, narra o fim da inocência no ritmo da criação controversa da rede social que revolucionou a maneira como milhões de pessoas se relacionam.

Antes mesmo de chamar a atenção para a narrativa central, a escrita de Ben Mezrich fisga o leitor por mostrar como a ambiente de Harvard impulsionou a criação da rede. Muito além da atmosfera romântica exibida pelo cinema, as páginas revelam um pouco das tradições locais, da difícil e necessária entrada em clubes exclusivos, das festas sem animação e até das paredes descascadas que aumentam o clima de competição e melancolia.

Foi em uma dessas reuniões de alunos que o nerd com alma de homem de negócios, o brasileiro Eduardo Saverin, e o gênio dos computadores sem nenhuma habilidade social, o norte-americano Mark Zuckerberg, conversaram pela primeira vez e rapidamente se tornaram amigos. À primeira vista, o garoto engomadinho que queria ser aceito e o rapaz fechado de bermudas e sandálias podiam ter pouco em comum, mas os dois compartilhavam algumas características significativas, como a sensação de não se encaixar e a falta de talento com as garotas.

Segundo o livro, o primeiro esboço do que viria a ser o Facebook nasceu quando o programador levou um fora e invadiu o sistema das diversas casas da universidade para reunir fotos de todas as alunas e criar um site no qual os homens poderiam escolher a universitária mais bonita. Mais acessada do que Zuckerberg poderia imaginar, a brincadeira vingativa teve que ser tirada do ar em pouco tempo e trouxe sérios problemas para seu autor. Ainda assim, colocou o rapaz em contato com os gêmeos Winklevoss, atletas endinheirados que procuravam um bom programador para lançar um site de relacionamentos.

O contato não resultou da maneira que os gêmeos gostariam e Zuckerberg pediu a ajuda financeira de Saverin para fazer seu próprio site. O brasileiro embarcou com um investimento inicial de mil dólares para disponibilizar servidores e garantir o funcionamento da rede. Em alguns meses, o sucesso do então The Facebook já atraía investidores de fora da universidade e problemas para a amizade dos dois estudantes.

É inegável que a história de sexo, inveja, traição e muitos milhões de dólares escrita por Mezrich envolve o leitor em sua narrativa: é o tipo de livro que se devora em poucos dias. O grande problema é que, apesar de conter o relato de Eduardo Saverin, que se sentiu traído pelo amigo e sócio, a trama não tem a versão de Zuckerberg, que não concedeu entrevista ao autor. Com isso, o perfume tendencioso tende a tomar conta – mesmo que a obra se utilize do depoimento de outros envolvidos (muitos pediram para ficar no anonimato), ações judiciais e em matérias de jornal para buscar sua isenção.

A história de uma amizade desfeita por conta de um site popular que deveria aproximar as pessoas é o tipo de material que Hollywood não poderia desperdiçar. “A Rede Social”, filme que estreou no final do ano passado em território nacional, tem seu roteiro baseado no livro “Bilionários por Acaso”.

Para quem curte a rede social Facebook, é imperdível!

By Joe.

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