Arquivo para janeiro, 2014

É mais fácil

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 31/01/2014 by Joe

É mais fácil

É mais fácil ser sincero que fingir. É mais fácil ser verdadeiro que sustentar a mentira. É mais fácil agir que conviver com o arrependimento. É mais fácil fazer direito que voltar atrás e consertar. É mais fácil planejar com antecedência que tentar recuperar o tempo perdido…

É mais fácil alcançar a excelência que tolerar a mediocridade. É mais fácil viver com propósito e determinação que deixar que outros controlem sua vida. É mais fácil acabar o trabalho agora que voltar a ele mais tarde. É mais fácil trabalhar com cooperação e respeito que com trapaças e brigas…

É mais fácil falar o que pensamos que conviver com a injustiça. É mais fácil perguntar e aprender que viver na ignorância…

Depois que tudo está dito e feito, a vida é mais fácil quando a vivemos como deve ser vivida: com propósito, honestidade, esforço, respeito e foco.

Desconheço a autoria.

Mães más

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30/01/2014 by Joe

Mães más

Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.

Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que eles soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e dizer ao dono: “Nós pegamos isto ontem e queremos pagar”.

Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto deles, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por eles, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade pelas suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que eles poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.

Estou contente, venci. Porque, no final, eles venceram também! E, em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:

– “Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo. As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço, mas nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão. Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e “fuçava” nos nossos e-mails). Era quase uma prisão…”

“Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela “violava as leis do trabalho infantil”. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer. Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade e, quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos”.

“A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer. Enquanto todos podiam voltar tarde à noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa tinha sido boa (só para ver como estávamos ao voltar). Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa dela. Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o nosso melhor para sermos “pais maus”, como minha mãe foi. Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: não há suficientes “mães más”.

É verdade… estão faltando “mães más” atualmente!

By Dr. Carlos Hecktheuer, médico psiquiatra.

Motivação é a chave para o sucesso

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29/01/2014 by Joe

Motivação

A motivação é o segredo do entusiasmo e do sucesso. É o aditivo que faz da vontade uma força que não se deixa intimidar. A falta de motivação tem sido a causa de talentos que se perdem, diamantes que permanecem no fundo da terra, em estado bruto, privando o mundo do seu esplendor.

Uma pessoa motivada não abre espaço para pensamentos de derrota, não se deixa desanimar pelo pessimismo, nem se influenciar pelo que os outros pensam. Sabe que algo só é impossível até que alguém o torne possível.

A pessoa motivada não se detém diante das dificuldades. Por isso, responde de uma forma completamente diferente a uma situação de stress do que outra, desmotivada. Situações adversas são encaradas como temporárias e estimulam a pessoa motivada a encontrar respostas aos desafios que surgem em busca do sucesso.

É a motivação que permite que alguém trabalhe horas a fio sem se importar com o cansaço, que faz com que o atleta continue com o treinamento mesmo com os pés doloridos. É o que leva uma pessoa a superar seus limites, como se estivesse sob o efeito de uma substância poderosa e irresistível, transformando o processo de conquistar um objetivo numa aventura maravilhosa.

Em contrapartida, alguém sem motivação e descrente do próprio poder pode ter uma noção do seu potencial, mas não encontra forças para fazer algo dele.

E você? É uma pessoa motivada ou anda achando que o mundo todo está contra você?

Desconheço a autoria.

A consciência de sua missão

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/01/2014 by Joe

Consciência de sua missão

Frequentemente, eu me pergunto:

– “O que cada um de nós está fazendo neste planeta?”

Se a vida for somente tentar aproveitar o máximo possível as horas e minutos, esse filme é bobo. Tenho certeza de que existe um sentido melhor em tudo o que vivemos. Para mim, nossa vinda ao planeta Terra tem basicamente dois motivos: evoluir espiritualmente e aprender a amar melhor.

Todos os nossos bens, na verdade, não são nossos. Somos apenas as nossas almas. E devemos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá para nos aprimorarmos como pessoas.

Portanto, lembre sempre que os seus fracassos são sempre os melhores professores e é nos momentos difíceis que as pessoas precisam encontrar uma razão maior para continuar em frente.

As nossas ações, especialmente quando temos de nos superar, fazem de nós pessoas melhores.

A nossa capacidade de resistir às tentações, aos desânimos para continuar o caminho é que nos torna pessoas especiais. Ninguém veio a esta vida com a missão de juntar dinheiro e comer do bom e do melhor. Ganhar dinheiro e alimentar-se faz parte da vida, mas não pode ser a razão da vida.

Tenho certeza que pessoas como Martin Luther King, Mahatma Ghandi, Nelson Mandela, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Betinho e tantas outras anônimas, que lutaram e lutam para melhorar a vida dos mais fracos e dos mais pobres, não estavam motivadas pela ideia de ganhar dinheiro. O que move essas pessoas generosas a trabalhar diariamente, a não desistir nunca?

A resposta é uma só: a consciência de sua missão nesta vida!

Quando você tem a consciência de que através do seu trabalho você está realizando sua missão, você desenvolve uma força extra, capaz de levá-lo ao cume da montanha mais alta do planeta.

Infelizmente, muita gente se perde nesta viagem e distorce o sentido de sua existência pensando que acumular bens materiais é o objetivo da vida. E quando chega no final do caminho percebe que o caixão não tem gavetas e que ela só vai poder levar daqui o bem que fez às pessoas.

Se você tem estado angustiado sem motivo aparente, está aí um aviso para parar e refletir sobre o seu estilo de vida. Escute a sua alma: ela tem a orientação sobre qual caminho seguir.

Tudo na vida é um convite para o avanço e a conquista de valores, na harmonia e na glória do bem.

By Roberto Shinyashiki.

Por um fio

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Por um fio

Não foram poucos os cineastas que filmaram o levante das máquinas contra o Homem. Em “2001 – Uma Odisseia no Espaço”, o computador HAL se cansava de computar e partia pra um motim solitário, dominando a nave com sua melancólica agressividade.

Em “Blade Runner”, androides superinteligentes saíam matando quem fosse preciso, em busca de uma recarga que estendesse seus curtos dias sobre a Terra. Em “O Exterminador do Futuro”, os robôs se davam conta de que já não precisavam mais da gente pra passar WD-40 nas juntas e, sem muita explicação, resolviam nos eliminar do planeta. Nos três casos, o embate se dava no futuro distante e o pega pra capar (ou pra desparafusar) era explícito.

Ninguém percebeu que o golpe das engrenagens já estava em marcha – e na surdina – há mais de cem anos. E como perceberia? Que mente anticlimática criaria filme tão triste em que os humanos seriam dominados não por gigantescos computadores, por replicantes perfeitos ou robôs soltando mísseis pelas ventas, mas por este aparelhinho ridículo chamado telefone?

Agora, olhando pra trás, tudo faz sentido; quase podemos ouvir o ruído da nossa liberdade sendo sugada, pouco a pouco, pelos furinhos do bocal. Ora, uma geringonça que permite que você seja encontrado em casa, a qualquer momento, por qualquer pessoa, só podia estar mal-intencionada.

Eis o plano inicial do telefone: jogar uns contra os outros, deixando os funcionários sob o controle dos chefes, as sogras próximas das noras, as ex-namoradas a poucos cliques dos bêbados; os chatos experimentaram um salto no poder de alcance inédito desde a invenção da roda.

Felizmente, enquanto o inimigo estava preso à parede, como um cão à coleira, ladrava, mas não mordia. Bastava sair de casa e o cidadão tornava-se inatingível. Ah, as novas gerações não conhecem o Éden perdido! “Onde está fulano?”, “Saiu”, “Pra onde?”, “Não sei” – e lá ia você com as mãos no bolso, assoviando, livre para beber sua cerveja no bar, para jogar boliche em Mongaguá ou fazer amor em Guadalupe.

Incapaz de nos seguir por aí, a máquina recrutou capangas: secretárias eletrônicas que esperavam o incauto cidadão voltar de suas errâncias para, como bombas-relógio, explodir afazeres, cobranças e más notícias. Bipes que, como drones, podiam bombardear um dos nossos em qualquer canto do globo.

Mesmo com bombas e drones, no entanto, até uns 20 anos atrás, ainda era possível escapar, não ouvir os recados, viver sem bipe. Então veio o golpe mortal, assustador como Daryl Hannah piruetando em direção ao Caçador de Androides, traiçoeiro como o dedo-espeto de mercúrio do Exterminador: o celular!

O verdugo não estava mais apenas em nossos lares: morava em nosso corpo. Não só falava e ouvia como fotografava, filmava, enviava cartas, bilhetes, contas, planilhas, demitia funcionários, terminava casamentos, passava clipes do Justin Bieber, sermões do Edir Macedo e oferecia promoções de operadoras às 8h11 da manhã de domingo.

Lá por 2017, o celular já era ubíquo. Pelas ruas e ônibus, pelas escolas e repartições, parques e praias, só se viam seres humanos curvados, de cabeça baixa, servis como cachorrinhos a babar sobre as telas de cristal líquido, para onde quer que se olhasse – mas quem olhava?

By Antonio Prata, para a Folha de São Paulo.

Frozen yogurt

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/01/2014 by Joe

Frozen Yogurt

O verão está aí e os dias estão infernais! As temperaturas estão acima do normal e os dias e noites estão muito abafados.

E, como sempre, a pedida para enfrentar o calor é o velho e bom sorvete. Desde sua chegado ao mercado brasileiro, o frozen yogurt tem sido uma ótima sobremesa para combater as altas temperaturas. Uma delícia gelada que pode ser preparada em casa, com frutas de todos os tipos, com ou sem calda.

Dizem que o frozen yogurt surgiu no Canadá, mas, industrialmente, teria se expandido nos Estados Unidos, mais precisamente em Boston, a partir do ano de 1972. Em pouco tempo já estava nas principais cidades de todo o país. Hoje em dia, acredita-se que 20% de todos os sorvetes consumidos nos Estados Unidos são frozen yogurt.

E uma curiosidade: por lá é possível encontrar até frozen yogurt para cães. É um frozen yogurt orgânico com banana, amendoins e água.

A receita de hoje é muito saborosa e refrescante e pode ser apreciada com uma variedade enorme de frutas, e até com caldas! Eu, particularmente, prefiro com pêssegos em calda ou morangos.

Frozen yogurt

Ingredientes

300 g de iogurte natural
3 colheres (sopa) de creme de leite em lata
3 colheres (sopa) de leite em pó
170 g de açúcar
250 ml de suco de limão

Modo de preparo

Em um recipiente, coloque o iogurte, o creme de leite sem o soro, o leite em pó e o açúcar e mexa bem até obter uma mistura homogênea.

Em seguida, adicione o suco de limão. Leve para a batedeira e bata a mistura durante 10 minutos. Cubra com um filme-plástico e leve ao freezer por umas 6 horas.

Tire do freezer, deixe amolecer um pouco, e bata novamente até obter a consistência de um creme. Cubra novamente e leve ao freezer até ficar firme.

Sirva acompanhado de frutas frescas ou pêssegos em calda.

By Joemir Rosa.

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