Arquivo para dezembro, 2010

Oração de fim de ano

Posted in Astral with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 31/12/2010 by Joe

Senhor Deus, dono do tempo e da eternidade, teu é o hoje e o amanhã, o passado e o futuro.

Ao acabar mais um ano, quero te dizer obrigado por tudo aquilo que recebi de ti.

Obrigado pela vida e pelo amor, pelas flores, pelo ar e pelo sol, pela alegria e pela dor, pelo que foi possível e pelo o que não foi.

Ofereço-te tudo o que fiz neste ano, o trabalho que pude realizar, as coisas que passaram pelas minhas mãos e o que com elas pude construir.

Apresento-te as pessoas que ao longo destes meses amei, as amizades novas e os antigos amores. Os que estão perto de mim e aqueles que pude ajudar, aqueles com quem compartilhei a vida, o trabalho, a dor e a alegria.

Mas também, Senhor, hoje eu quero te pedir perdão…

Perdão pelo tempo perdido, pelo dinheiro mal gasto, pela palavra inútil e o amor desperdiçado.

Perdão pelas obras vazias e pelo trabalho mal feito, perdão por viver sem entusiasmo.

Também pela oração que aos poucos fui adiando e que agora venho apresentar-Te por todos os meus esquecimentos, descuidos e silêncios, novamente Te peço perdão.

Nos próximos dias começaremos um ano novo. Paro a minha vida diante do novo calendário que ainda não se iniciou e Te apresento estes dias que somente Tu sabes se chegarei a vivê-los.

Hoje Te peço por mim, meus parentes e amigos, a paz e a alegria a fortaleza e a prudência, a lucidez e a sabedoria.

Quero viver cada dia com otimismo e bondade, levando a toda parte um coração cheio de compreensão e paz.

Fecha meus ouvidos a toda falsidade e meus lábios às palavras mentirosas, egoístas ou que magoem.

Abre, sim, o meu ser a tudo o que é bom. Que o meu espírito seja repleto de bênçãos para que eu as derrame por onde passar.

Senhor, a meus amigos que lêem esta mensagem, enche-os de sabedoria, paz e amor e que nossa amizade dure para sempre em nossos corações!

Enche-me também de bondade e alegria, para que todas as pessoas que eu encontrar no meu caminho, possam descobrir em mim um pouquinho de Ti.

Dá-nos um ano feliz e ensina-nos a repartir a felicidade!

Amém!

Autoria desconhecida.

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Metas

Posted in Reflexão with tags , , , , on 30/12/2010 by Joe

Se você se importa com os seus objetivos, abandone as condições. Vá diretamente à sua meta.

Seja a sua meta!

As condições frequentemente se disfarçam em tragédias para fugir da responsabilidade.

Por que não simplesmente assumir e criar a experiência que você está procurando?

By Eric Allenbaugh.

Eu acuso!!!

Posted in Atualidade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29/12/2010 by Joe

Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes, assassinado por um aluno em Belo Horizonte.

Meu dever é falar, não quero ser cúmplice (Émile Zola).

Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente (notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que … estudar!).

A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.

O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.

Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de  convivência supostamente democrática.

No início foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento”. Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando…

E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.”

Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno–cliente…

Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”.

Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.

Ao assassino, corretamente, deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal ao autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:

EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;

EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos” e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;

EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;

EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranquilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;

EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;

EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;

EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;

EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;

EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaias;

EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e velha cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;

EU ACUSO os  “cabeça–boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito,

EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;

EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.

EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;

EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;

Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos-clientes serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia.

Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.

A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo.”

Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.

By Igor Pantuzza Wildmann, advogado, doutor em Direito e professor universitário.

Manual para encontrar sua alma gêmea

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/12/2010 by Joe

Atire a primeira pedra quem nunca sonhou em casar e ser feliz para sempre. Mas, quase sempre, a realidade é bem diferente da fantasia. Pensando nisso, a escritora americana Kathy Freston resolveu lançar o livro “A pessoa certa” (Ed. Fontanar), um pequeno guia para facilitar as relações amorosas. Em entrevista, ela revela o caminho para ser feliz no amor.

Por que algumas pessoas têm tanta dificuldade para encontrar um amor?

Kathy Freston: Existem três grandes obstáculos que impedem uma relação feliz. O primeiro é o nosso ego, que quer sempre estar certo e no controle. Pessoas que precisam manter sempre o controle da situação têm mais dificuldade para amar. O segundo é o nosso inconsciente e toda aquela bagagem emocional que temos dificuldade em lidar. O terceiro é idolatrar o amor e os relacionamentos, achando que a vida a dois vai ser a solução de todos os problemas. Isto coloca muita pressão no parceiro, que acaba desistindo da relação.

Como encontrar a pessoal ideal?

KF: Os homens reclamam que as mulheres não prestam e elas lamentam que não existem mais homens bons. Isto não é verdade. É tudo uma questão das leis da energia e da atração. Se você realmente acredita que vai achar alguém que vale a pena, certamente vai encontrar. Se você acha que não merece ser amado, mesmo que inconscientemente, só vai atrair relações desastrosas. Acho que os solteiros, principalmente as mulheres, precisam acabar com essa paranoia de que precisam encontrar uma pessoa a todo custo. Correr atrás do amor não dá certo, você acaba parecendo uma pessoa louca e desesperada.

As pessoas costumam ter expectativas irreais sobre o amor?

KF: Sim. A maioria das pessoas acha que o relacionamento vai ser transformador, que vai melhorar tudo para a melhor. Mas isto não é verdade. O que somos é o que levamos para a relação. Se alguém está deprimido e improdutivo, certamente terá um relacionamento difícil e deprimente. Poucas pessoas lembram também que as relações são cheias de obstáculos. Só que isso é bom, porque nos torna pessoas melhores.

Como saber se estamos com a pessoa certa?

KF: Sua alma gêmea é aquela pessoa que vai incentivá-lo a dar o seu melhor, te transformar na “melhor versão de você mesmo”. É aquela pessoa que te dará força, que vai querer compartilhar os detalhes da sua vida, te motivar, te inspirar a ser generoso e amigo. Muitas vezes, é aquela pessoa que desperta qualidades positivas transformadoras. A atração sexual é importante, mas não é tudo.

Que conselho você daria para quem está passando por dificuldades no relacionamento?

KF: Terminar uma relação é uma decisão difícil, dolorosa e complicada. Por isso, pense muito antes de tomar esta decisão. Se o término é inevitável, tente acabar o relacionamento com gentileza e amor. Depois do fim, faça um verdadeiro balanço. De nada adianta começar uma relação nova carregando os mesmos vícios do passado. É importante lembrar que, no fundo, as pessoas mudam muito pouco. É possível mudar o corte de cabelo, as roupas ou um hábito mais superficial, mas não dá para transformar valores ou até mesmo a evolução pessoal do outro.

By Kathy Freston, escritora, lançando seu livro “A pessoa certa” (Ed. Fontanar).

Fome, sede e vontade de ler

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 27/12/2010 by Joe

Os biólogos, cientistas, cientificistas – enfim, qualquer estudioso do corpo humano – não cansam de afirmar e reafirmar a perfeição do corpo humano. A mais completa máquina já criada. O complexo sistema de células, órgãos, substâncias que sintetizam a perfeição. Pois tratemos de discordar.

O corpo necessita de combustíveis. Se precisamos de água, temos sede. De comida, temos fome. Nunca paramos de respirar. Por que nos falta uma necessidade de ler? Aliás, não há sequer um nome pra isso. Simplesmente “a necessidade de ler”. Algo como a manutenção da intelectualidade, ou da saúde do cérebro. Ler. Ler como quem mata a sede. Como quem avança sobre um prato de comida. Um copo de água bem gelada e uma Clarice. Uma lasanha e um Machado. Para todos os dias, arroz, feijão e Allan Poe.

A falta de leitura deveria ser retratada em fotografia premiada pela National Geographic. Concorrentes do “Foto do Ano de 2011”: O menino faminto da Etiópia, a baleia encalhada da Antártida e o Sem-livro do Brasil. Deveria estar estampado na cara do sujeito: “Sou subletrado”.

Não se justifica com a situação do nosso país. Não se trata aqui da falta de incentivo e de educação, já notória e discutida. Mas de atitude.

Os jovens – ah, sempre os jovens – não conseguem, ou não querem, enxergar o benefício da leitura. Qualquer leitura. E os jovens crescem, ou já cresceram, subletrados. Daí a pergunta: e se houvesse uma necessidade física? Penso que ainda há o que mudar na estrutura humana. Que tal essa dica? Hein!!

Na falta de uma terminologia melhor, fica a “fome de leitura”, ou a FOMURA. O menino grita: “Manhêêê, to com uma fomura danada”. E ela vem correndo com a Ruth Rocha, que é pro menino parar de reclamar. O pai, no meio da noite, acorda com o choro do bebê. Dá a mamadeira, troca a fralda e lê o Ziraldo enquanto o neném não consegue sozinho. O casal de namorados vai sair à noite. Jantar, choppinho ou leitura? O rapaz mais afoito sugeriria um João Ubaldo. O divorciado um Nabokov. O mais esperto um Vinícius (sim, elas ainda adoram!).  E a combinação vinho, massa e Drummond? Irresistível.

O sonho enfim se concretizaria com o obeso-literato. Aquele que, de madrugada, assalta a estante. Acha que não faz mal um Parnasianismozinho durante as refeições. Vai ao médico, o letricionista, que lhe passa uma dieta à base de romance. Nada muito pesado. Depois das 20 horas, só Sidney Sheldon. Mas cai em tentação e é flagrado com “Crime e Castigo” nas mãos. A família se preocupa. Tornou-se um livrólatra. Só o L.A. (Livrólatras Anônimos) poderá salvá-lo.

Nas reuniões com o grupo de viciados em literatura, ele conta sua saga: “Bem, comecei aos 10 anos. Como todo mundo. Fadas, chapéus, narizes que cresciam. Depois eu parti pros livros menores. Mas quando você menos espera, já está devorando um Jorge Amado numa sentada só”. Um “ooh” ecoa na sala. Senhoras comentam entre si. “Tão novinho e tão letrado né!”

Bibliotecas lotadas. Um silêncio ensurdecedor. Filas enormes para entrar. É muita gente morrendo de fomura. Consegue uma mesa, pede o menu.

– Por favor, me vê duas Cecílias. E pro menino pode ser um Lobato, que ele adora!!

– Senhor! Nossas Cecílias acabaram.

– O quê? E o que você sugere?

– Nosso Eça é legítimo, senhor! E temos Camões.

– É que os portugueses são caros né! E meu médico me proibiu Camões durante a semana.

– Algum Andrade?

– Não sei. Não sei. To indeciso ainda.

Depois de alguns minutos pensando e testando a paciência do rapaz que lhe servia…

– Ah, vou de Paulo coelho mesmo … é só pra matar a fomura.

By Fabiano Cambota, líder e vocalista da Banda Pedra Letícia.

Natal Digital

Posted in Humor with tags , , , , , , , , , , , , , , on 26/12/2010 by Joe

Todas as histórias que envolvem o Natal, desde o anúncio de que Maria ficaria grávida até o nascimento de Jesus, passando pela visita dos três reis magos, são muito bem conhecidas de todos.

Mas já pararam pra pensar como seriam todas essas histórias nos dias de hoje? Com a Internet, celulares, Facebook, Twitter, YouTube, Google Maps, Wikipedia, GMail, Foursquare, Amazon, etc, será que o espírito natalino continuaria sendo o mesmo?

Aposto que sim! Os tempos mudam, o sentimento continua o mesmo!

Vejam o video que nos mostra como seria o Natal Digital!!

By Joe.

Panetone com sorvete

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , on 25/12/2010 by Joe

Numa rápida pesquisa na Internet sobre a origem do panetone, encontramos três diferentes versões.

A primeira delas tem origem em uma história de amor. Tudo teria começado no século 15, quando um jovem milanês chamado Toni, membro da família Atellini, se apaixonou pela linda filha do padeiro, que por sua vez não aprovava o namoro.

Para impressionar o padeiro, o rapaz disfarçou-se de ajudante de padeiro e, passados alguns dias de trabalho, inventou um maravilhoso pão naturalmente fermentado e com frutas, de extrema delicadeza e de sabor especial. Sem falar na forma do pão, totalmente diferente, moldada no formato de uma cúpula de igreja. O jovem presenteou o futuro sogro com o pão.

O sucesso do pão foi imediato e a nova iguaria passou a ser conhecida como o pão da padaria do Toni, depois pão do Toni e com o tempo, simplesmente, Panetone. Desse dia em diante a padaria ganhou muito movimento, o que fez a família ficar rica.

A segunda versão diz que ele foi inventado pelo mestre-cuca Gian Galeazzo Visconti, primeiro duque de Milão, que preparou a iguaria para uma festa em 1395.

A última versão conta que um certo Ughetto resolveu se empregar em uma padaria para poder ficar pertinho da sua amada, Adalgisa, filha do dono. Ali ele teria inventado o panetone, entre 1300 e 1400. Feliz com a novidade, o padeiro permitiu que Ughetto se casasse com Adalgisa. História mais ou menos parecida com a primeira versão.

Histórias à parte, a verdade é que o panetone realmente pegou e virou um dos símbolos da gastronomia natalina. De vários sabores, recheios variados, adaptado às diferentes regiões do mundo, o panetone está sempre presente à mesa na noite de Natal!

A receita de hoje é muito simples, porém não menos saborosa. Trata-se de uma sobremesa fácil de preparar e bem conveniente para estes dias e noites quentes de verão!

Vamos a ela!

Panetone com sorvete

Ingredientes

1 panetone de 1 kg
1 pote de sorvete de creme (ou de sua preferência)
1 lata de creme de leite
1 tablete de chocolate ao leite

Modo de preparo

Corte uma fatia da parte inferior do panetone e, com as mãos, retire uma boa quantia da parte interna do panetone, deixando uns 2 cm de espessura. Tome cuidado para não furar a casca.

Em uma tigela, misture a massa retirada com o sorvete (deixe o sorvete na geladeira algum tempo antes de misturá-lo com o panetone para que fique cremoso). Preencha o panetone com a mistura e recoloque a fatia cortada. Leve ao freezer.

Antes de servir, derreta o chocolate em barra em banho-maria e misture com o creme de leite. Distribua esse creme sobre o panetone, decorando a gosto, com nozes, cerejas ou damascos.

By Joe.

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