Arquivo para abril, 2014

Escolhas de uma vida

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Escolhas de uma vida

A certa altura do filme “Crimes e Pecados”, o personagem interpretado por Woody Allen diz:

“Nós somos a soma das nossas decisões!”

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazermos uma opção, estamos descartando outra e, de opção em opção, vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar “minha vida”.

Não é tarefa fácil!

No momento em que escolhemos ser médico, estamos abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. Se é a psicologia que se almeja, pouco tempo sobrará para fazer o curso de odontologia.

Não se pode ser tudo!

No amor é a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vai e vem de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar e, através do casamento, fundar uma microempresa, com direito à casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades. As duas opções tem seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços.

Escolha!

Morar em Londres ou numa chácara? Ter filhos ou não? Posar nua ou ralar atrás de um balcão? Correr de kart ou entrar para um convento? Fumar e beber até cair ou virar vegetariano e budista?

Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem disposto e não tê-los quando se está cansado, viver de poesia e dormir em hotel 5 estrelas. No way! Por isso é tão importante o autoconhecimento.

Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é.

Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: ninguém é o mesmo para sempre. Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido.

A estrada é longa e o tempo é curto!

By Pedro Bial.

Estratégias para uma vida melhor

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Estratégias para uma vida melhor

Vivemos reclamando da vida, da sorte, do destino, das pessoas, da falta de amor, da falta de dinheiro, enfim, de uma série de coisas que achamos serem importantes para nossa felicidade.

Mas quanto realmente estamos dispostos a mudar para que consigamos tudo isso e muito mais?

Abaixo, algumas dicas aqui que podem colaborar com a estratégia para chegarmos aos nossos melhores objetivos.

De dentro para fora:

1. Pense sempre de forma positiva. Toda vez que um pensamento negativo vier à sua cabeça, troque-o por outro! Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso do dia para a noite; assim como um “atleta”, treine muito.

2. Não tenha medo de nada nem de ninguém. O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores. Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder ao outro. Fique longe de notícias sobre violência, crimes, fofocas e outros programas de televisão que só exploram a desgraça humana!

3. Não se queixe. Quando você reclama, tal qual um ímã, atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado começa a se materializar quando nos lamentamos. Troque a queixa pela gratidão!

4. Risque a palavra “fracasso” do seu dicionário. Não se permita essa sensação pois, quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para mentes opressoras e agressoras, que vibram com a nossa melancolia. Ignore-as. Fale sempre em “resultados”! Assim, se o resultado não for o esperado, você pode analisar o caminho que o levou até ali e rever onde se desviou dos objetivos!

5. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral. Procure conviver com gente alegre, feliz e próspera!

6. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente. Procure viver com serenidade e, quando tiver vontade de explodir, conte até dez.

7. Viva o presente. O ansioso vive no futuro. O rancoroso vive no passado. Aproveite o aqui e agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer a pena. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.

De fora para dentro:

1. A água purifica. Sempre que puder, vá à praia, a um rio ou a uma cachoeira. Em casa, enquanto toma banho, embaixo do chuveiro, de olhos fechados, imagine que seu cansaço físico e mental estão indo por água abaixo, junto tudo que o aborrece e magoa.

2. Ande descalço quando puder, na terra, de preferência. Em casa, massageie seus pés com um creme depois de um longo dia de trabalho. Escalde-os em água morna. Acrescente um pouco de sal para relaxar mais.

3. Mantenha contato com a natureza; tenha em casa um vaso de plantas, pelo menos. Adote um animal de estimação. Cuide deles com amor e carinho. O amor que dedicamos às plantas e animais acalma o ser humano e funciona como relaxante natural.

4. Ouça músicas que o façam cantar e dançar. Seja qual for o seu estilo preferido, a vibração de uma canção tem o poder de nos fazer sentir vivos, aflorando a nossa emoção e abrindo o nosso canal com alegria.

5. Não deixe que a saudade o sufoque, que a rotina o acomode, que o medo o impeça de tentar. Liberte-se! Sempre que puder, livre-se da rotina e pegue a estrada, nem que seja por um único dia. Conheça novos lugares e novas pessoas. Viva a vida real!

6. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque “embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.”

7. O medo nos afasta das derrotas, mas das vitórias também!

Desconheço a autoria.

A elegância do comportamento

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/04/2014 by Joe

Elegância de comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E, quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer… porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. É elegante o silêncio, diante de uma rejeição…

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. É elegante a gentileza. Atitudes gentis falam mais que mil imagens.

Abrir a porta para alguém é muito elegante. Dar o lugar para alguém sentar é muito elegante. Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma. Oferecer ajuda é muito elegante. Olhar nos olhos, ao conversar, é essencialmente elegante…

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.

By Martha Medeiros.

The Swingle Singers

Posted in Música with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 27/04/2014 by Joe

The Swingle Singers

O grupo Swingle Singers foi formado, originalmente, em 1962, em Paris. Possui, como identidade, o fato de se apresentar à capela, isto é, sem o uso de instrumentos musicais!

Seu fundador, Ward Swingle, chamou Anne Germain, Jeanette Baucomont e Jean Cussac, além de Christiane Legrand, irmã do compositor Michel Legrand, como soprano líder no grupo original francês. No grupo, havia dois sopranos, dois contraltos, dois tenores e dois baixos.

Em 1973, o grupo original francês se dissolveu e Ward Swingle se mudou para Londres. Lá, ele formou um outro grupo com novos membros ao qual deu o nome de Swingle II. Mais tarde, se apresentaram e gravaram com os nomes de The Swingles, New Swingles até voltarem ao nome original: The Swingle Singers. Desta vez, o grupo nunca se desfez, embora o tempo obrigasse que membros entrassem e saíssem.

Nesta temporada 2013-2014, estão comemorando seu 50º aniversário, com um extenso repertório que abrange pop, rock, jazz, clássicos, todos tendo apenas suas vozes como instrumentos! Durante cinco décadas, o grupo demonstra agilidade vocal e inova em suas apresentações, mesmo com seus membros atuais, mais jovens e tão talentosos quanto o grupo original da década de 1960.

As performances do Swingle Singers levou-os aos mais tradicionais teatros ao redor do mundo, e também à participarem das trilhas sonoras de “Sex and the City” e “Glee”. Os Swingle Singers já ganharam cinco prêmios Grammy e já lançaram mais de 50 trabalhos, dos quais “Ferris Wheels”, um dos mais recentes, inclui arranjos originais de canções de Björk, Joni Mitchell, Annie Lennox , Sting, e os Beach Boys.

No video abaixo, uma linda e talentosa apresentação à capela do não menos maravilhoso “Bolero”, de Ravel!

By Joemir Rosa.

Sopa gratinada de cebolas

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/04/2014 by Joe

Sopa gratinada de cebolas

Em Paris, depois de alguma sessão cultural, tal como uma boa representação teatral, as pessoas tinham por hábito cear com uma sopa gratinada de cebolas. A mais famosa delas era servida no mercado de Paris, o “Les Halles”. Os franceses costumavam tomar sua “soupe à l’oignon” acompanhada apenas de pão ou torradas e vinho tinto.

No Brasil, ficou famosa a sopa de cebolas do Ceasa, criada para alimentar os pedreiros e construtores do Ceasa na década de 60, servida pelo Restaurante do Gouveia, e que acabou caindo na boca do povo – literalmente! – e passou a ser pedida certa entre os paulistanos de todas as classes sociais.

O caldo, bem quente e gratinado, servia para espantar o frio. Até 1994, quando o restaurante fechou, o prato era programa obrigatório nas noites frias de São Paulo. O Restaurante do Gouveia fechou, o do Ceasa também, mas a fama e a qualidade da sopa de cebola permaneceram.

Hoje a receita original foi patenteada e pertence à Sociedade Pestalozzi de Osasco. A sopa é servida em diversos buffets de sopas em restaurantes de São Paulo e parte das vendas é destinada à Sociedade Pestalozzi.

Aproveito que a temperatura começou a dar sinais de queda e publico uma versão da famosa “Soupe Gratinée à l´Oignon”, de origem francesa, tão saborosa e quente quanto a famosa sopa do Ceasa!

Sopa gratinada de cebolas

Ingredientes

1 kg cebolas médias cortadas em pétalas
4 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de açúcar
4 colheres (sopa) de farinha de trigo
2 litros de caldo de carne (3 tabletes)
1/2 colher (chá) de sal
1 pitada de pimenta-do-reino
1/2 xícara (chá) de vinho branco seco
fatias de pão italiano de 1 cm de espessura, tostadas ou croutons
queijo tipo suíço, gruyère ou parmesão a gosto

Modo de preparo

Em uma panela, aqueça a manteiga em fogo médio, coloque as cebolas, o açúcar e refogue bem, mexendo sem parar, até que fiquem com a cor marrom (isto acontece com a adição do açúcar). Junte a farinha de trigo e cozinhe por um minuto.

Acrescente o caldo de carne, o vinho, o sal e a pimenta-do-reino. Aqueça até atingir o ponto de fervura. Abaixe o fogo e cozinhe lentamente em panela parcialmente tampada por meia hora. Aqueça o forno.

Coloque a sopa em 4 cumbucas refratárias e deposite-as em uma assadeira. Coloque uma fatia de pão em cada uma das cumbucas e cubra com o queijo ralado grosso. Leve ao forno bem quente para gratinar. Sirva imediatamente, colocando as cumbucas sobre pratos individuais.

Sopa de cebola no pão italiano 2Sugestão: prepare a sopa como a receita indica e, na hora de servir, coloque a sopa dentro de pães italianos, sem os miolos, previamente lambuzados com requeijão e queijo parmesão ralado grosso. Leve ao forno por alguns minutos para derreter os queijos.

Sirva a sopa acompanhada de um bom vinho tinto!

By Joemir Rosa.

Saindo do fundo do poço

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/04/2014 by Joe

Saindo do fundo do poço

Um dia, o cavalo de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso, o animal chorou fortemente durante horas enquanto o camponês pensava no que fazer.

Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que o cavalo já estava muito velho e não servia mais para nada, e também o poço já estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o cavalo de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o cavalo.

Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.

O cavalo não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o cavalo aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.

O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu: a cada pá de terra que caía sobre suas costas, o cavalo a sacudia, dava um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram o cavalo chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando!

A vida vai lhe jogar muita terra, todo o tipo de terra. Principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.

Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima! Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante!

Recorde as 5 regras para ser feliz:

1. Liberte o seu coração do ódio.

2. Liberte a sua mente das preocupações.

3. Simplifique a sua vida.

4. Dê mais e espere menos.

5. Ame mais e aceite a terra que lhe jogam, pois ela pode ser a solução, não o problema.

Desconheço a autoria.

Solte a panela

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/04/2014 by Joe

Solte a panela

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.

Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira ardendo em brasas e dela tirou um panelão de comida. Quando a panela já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.

Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor que emanava dela. Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e onde mais a panela encostava. O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.

Começou a urrar muito alto. E quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a panela quente lhe queimava, mais ele a apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.

Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a panela de comida. O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.

Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossas vidas, por muitas vezes abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro e, mesmo assim, ainda as julgamos importantes. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.

Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir. Tenha a coragem e a visão que o urso não teve!

Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.

Solte a panela!!

A sua vida só vai pra frente depois que você se desapega das coisas e pessoas que te levam para trás.

Pensem nisso!!!

Desconheço a autoria.

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