Arquivo para Ventos

O que eu sonhei

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 28/07/2015 by Joe

O que eu sonhei

Se amanhã, o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo.

Porque a força de dentro é maior. Maior que todo o mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários.

É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim.

O destino da felicidade me foi traçado no berço!

By Caio Fernando Abreu.

A vida é cíclica

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/10/2013 by Joe

A vida é cíclica

O mundo moderno nos convida à correria e, em função disso, não temos tempo de observar a natureza, nossa grande mestra. Quem olha o mar e percebe as marés, as ondas e os ventos, pode verificar como tudo tem seu ciclo.

O dia e a noite, as estações do ano, o sol e a chuva, a vida e a morte. O ser humano, com sua sede de poder, procura imobilizar a vida e torná-la certinha, rígida como uma estátua. Mas a vida é dinâmica. Hoje você está bem, amanhã pode não estar…

A vida flui como as ondas do mar e, como um surfista, você precisa aprender a aproveitar suas subidas e descidas, mergulhar e retornar à tona, manter-se na superfície de acordo com o movimento da água.

Quando você resolve eliminar de sua vida o fluxo das ondas e permanecer apenas como observador passivo, você está anulando a sua força vital! Afinal, a vida é uma interminável aventura. E a sabedoria está em saber surfar nas ondas da vida.

Roberto Shinyashiki, em trecho extraído do livro “O Sucesso é Ser Feliz”.

A era dos descobrimentos

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 02/10/2013 by Joe

Era dos descobrimentos

Há mais de quinhentos e cinquenta anos, o Brasil e o mundo entravam na rota dos grandes descobrimentos. Naquela época, o melhor instrumento para a descoberta de novos continentes eram apenas as caravelas levadas pelo vento.

Hoje o grande descobrimento passa a ser você, e um dos instrumentos a serem utilizados é o autoconhecimento aplicado à sua vida diária. Para que isso ocorra de forma eficaz, é preciso determinação e coragem na transformação do seu eu interior refletindo no seu eu exterior. É preciso praticar todos os dias, pois esta é uma boa maneira de você se entender e, ao mesmo tempo, compreender as coisas que ocorrem à sua volta.

Com o autoconhecimento, o mundo fica mais tranquilo e você entenderá com maior clareza os mistérios e os segredos mágicos da vida. É sempre bom lembrar que, às vezes, escondemos segredos no nosso inconsciente que, mais tarde, viram traumas e bloqueios no mundo consciente. Quando temos a oportunidade de nos conhecermos melhor, abrimos um campo fértil para a correção de rotas para a nova vida, dando um norte mais preciso e brilhante em nossa trajetória de luz.

Está na hora de você se descobrir e ter uma vida mais feliz, pilotando o destino com suas próprias mãos.

Ou você prefere continuar navegando ao sabor dos ventos?

By Adonai Zanoni de Medeiros, conferencista e consultor.

A montanha da vida

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13/08/2013 by Joe

A montanha da vida

A vida pode ser comparada à conquista de uma montanha. Como a vida, ela possui altos e baixos. Para ser conquistada, deve merecer detalhada observação, a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso.

Todo alpinista sabe que deve ter equipamento apropriado. Quanto mais alta a montanha, maiores os cuidados e mais detalhados os preparativos. No momento da escalada, o início parece ser fácil. Quanto mais subimos, mais árduo vai se tornando o caminho. Chegando a uma primeira etapa, necessitamos de toda a força para prosseguir. O importante é perseguir o ideal: chegar ao topo.

À medida que subimos, o panorama que se descortina é maravilhoso. As paisagens se desdobram à vista, mostrando-nos o verde intenso das árvores, as rochas pontiagudas desafiando o céu. Lá embaixo, as casas dos homens, tão pequenas…

É dali, do alto, que percebemos que os nossos problemas, aqueles que já foram superados são do tamanho daquelas casinhas. Pode acontecer que um pequeno descuido nos faça perder o equilíbrio e rolamos montanha abaixo. Batemos com violência em algum arbusto e podemos ficar presos na quina de uma pedra. É aí que precisamos de um amigo para nos auxiliar. Podemos estar machucados, feridos a ponto de não conseguir, por nós mesmos, sair do lugar. O amigo vem e nos cura os ferimentos. Estende-nos as mãos, puxa-nos e nos auxilia a recomeçar a escalada. Os pés e as mãos vão se firmando, a corda nos prende ao amigo que nos puxa para a subida.

Na longa jornada, os espaços acima vão sendo conquistados dia a dia. Por vezes, o ar parece tão rarefeito que sentimos dificuldade para respirar. O que nos salva é o equipamento certo para este momento. Depois vêm as tempestades de neve e os ventos gélidos, que são os problemas e as dificuldades que ainda não superamos.

Se escorregarmos numa ladeira de incertezas, podemos usar as nossas habilidades para parar e voltar de novo. Se cairmos num buraco de falsidade de alguém que estava coberto de neve, sabemos a técnica para nos levantar sem torcer o pé e sem machucar quem esteja por perto.

Para a escalada da montanha da vida, é preciso aprender a subir e descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem. Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha.

Para os alpinistas, os mais altos picos são os que mais os atraem. Eles desejam alcançar o topo e se esmeram. Preparam-se durante meses, selecionam equipe, material e depois se dispõem para a grande conquista.

Todos nós temos um desejo, um sonho, um objetivo, um verdadeiro Everest. E este Everest não tem 8.848 metros de altitude, nem está entre a China e o Nepal: este Everest está dentro de nós!

É preciso ir em busca deste Everest, de nossa mais profunda realização.

By Waldemar Niclevicz, alpinista, palestrante

Sobre o amor e os relacionamentos

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Amor e relacionamentos

É sempre difícil e bastante complicado falar de amor e de relacionamentos, pois os temas envolvem sempre duas e, em algumas situações, mais de duas pessoas.

Aprendemos muitas coisas sobre o amor, a maioria delas distantes do verdadeiro amor. Muitas pessoas, ainda em seu narcisismo, buscam desesperadamente sua alma gêmea, pois não suportam as diferenças indiscutíveis e, a meu ver, maravilhosas que existem entre todos nós.

Com todas essas regrinhas que inventaram sobre o verdadeiro amor e a melhor forma de se relacionar, conseguimos apenas frieza e separações. O amor se torna impossível com tantas regras para cumprir, sem falar no narcisismo que impera em nossa civilização. Todo amor começa a partir da atração sensual. Às vezes, inventamos algumas coisas para negar essa afirmação, para disfarçar esse fato, mas indiscutivelmente esse é o fato.

No início há romance, troca de promessas (normalmente impossíveis de serem cumpridas), sedução e, como toda paixão, é carregada de irrealidade. Nessa etapa você vê apenas uma parte da pessoa, não vê sua totalidade e isso faz com que você não viva a realidade. Com o passar do tempo, as duas realidades começam a se manifestar e é aí que se inicia uma outra etapa do relacionamento, quanto mais você conhece o ser amado, mais você entra em contato com a loucura – a sua e a do outro.

Nesse momento, a raiva e todos os sentimentos negativos que você abriga dentro de seu coração começam a aflorar. Pronto, a neurose está instalada. O tempo vai passando em meio a decepções e abraços, até que cada um se torna um hábito para o outro – o romance foi embora. O que fazer agora? O que era para me fazer mais feliz começa a me fazer infeliz. É nesse momento que o amor passa pelo maior dos testes: se é de fato amor ele sobrevive… se não for, ele passará.

Se o amor existir, você começa uma outra etapa e poderá amar ainda mais a pessoa que está ao seu lado. Nesse momento é preciso aceitação. O amor é, na verdade, a união do seu mais profundo ser com o que há de mais profundo no outro. Há uma união no plano da alma que está além da paixão e da personalidade.

Kahlil Gibran tem um poema que diz: “Deixem que haja espaços na união de vocês. E deixem que os ventos dos céus dancem entre vocês. Amem um ao outro, mas não tornem o amor uma obrigação. Ao contrário, deixem que ele seja um mar em movimento entre as praias de suas almas.”

A partir de então, o amor tende somente a se aprofundar. Mas estou falando de amor, por favor, não de tempo juntos, não de aceitação de violência, invasão e desrespeito. Falo do amor que respeita os limites do outro, onde cada um tem seu próprio espaço, seu próprio gosto, sua própria vida e muitas vezes sua própria casa. Quando a invasão começa a instalar-se em um relacionamento, o amor está fadado ao fim.

As pessoas que desejam verdadeiramente a felicidade devem traçar claramente seus limites e o outro deve aceitar ou não. É isso que chamo de aceitação. Não a submissão ou obediência – isso é oposto ao amor. Somente entre duas liberdades é possível ver o amor crescer. E se ambos – amor e liberdade – puderem lhe pertencer, você conseguiu conquistar o melhor que a vida pode oferecer.

By Eunice Ferrari.

Navegar

Posted in Inspiração with tags , , , , , on 03/01/2011 by Joe

Daqui vinte anos você estará mais decepcionado pelas coisas que você não fez do que pelas coisas que você fez.

Portanto livre-se dos limites. Navegue longe dos portos seguros. Pegue os ventos da aventura em suas velas.

Explore.

Sonhe.

Descubra!

By Mark Twain.

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