Arquivo para agosto, 2011

O caminho da loucura

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 31/08/2011 by Joe

Quase todos os seres humanos possuem uma característica típica da esquizofrenia: fazem continuamente as mesmas coisas e ficam à espera de resultados diferentes.

Todas as pessoas querem vidas melhores, mais saúde, melhores relacionamentos, mais abundância financeira, mas dia após dia fazem as mesmas coisas, à espera de um milagre, que nunca irá acontecer…

Porque são loucas!!!

Porque acreditam que vão mudar de vida sem buscar uma real transformação interna. O exterior é apenas um reflexo do que carregamos dentro de nós.

Porque acreditam que, se meditarem o suficiente, ou visualizarem coisas positivas serão abençoadas com milhares de coisas boas, sem que elas tenham a necessidade de mudar em si mesmas o que quer que seja.

Já reparou que, à sua volta, na natureza, nada permanece constante? Tudo muda continuamente. A mudança faz parte da natureza Divina.

E, no entanto, você quer mudanças na sua vida, mas fica esperando que elas ocorram sem que você tenha que mudar para isso…

Seja bem-vindo à insanidade!!!

A maior parte das pessoas tem um sonho e faz planos para que este sonho se manifeste, e medita e cria quadros mentais, acreditando na lei da atração e nada acontece!

Nada acontece porque a mudança tem que começar dentro de cada um primeiro!

Um passo importantíssimo que mostra a verdade sobre sua decisão é a ação. Suas ações tem que estar em harmonia e alinhadas com o que você deseja alcançar.

Todo trabalho energético gera uma energia que, se não tiver uma ação para influenciar, se perde e se torna inútil. A ação é que demonstra a verdade. A ação é que faz a diferença. Como dizia Madre Thereza de Calcutá: “A menor das ações é mais nobre que a melhor das intenções.”

Tudo começa com os rótulos que colocamos sobre cada experiência do nosso cotidiano. Porém, qualquer experiência é sempre um aprendizado. O “bom” ou o “mau” é apenas um rótulo que você decide colocar. Todo julgamento é baseado no sistema de crenças que você carrega. E quem te garante que o seu sistema de crenças é o “certo”?

Ame cada experiência, se quiser atrair experiências melhores. Aceite, agradeça e esteja consciente da função Divina de cada situação.

Quem vive no presente com os olhos no passado descobrirá que não tem futuro.

Insanidade é fazer repetidamente as mesmas coisas e esperar resultados diferentes.

Pare de se queixar! Agradeça mais! Reclame menos! Aja de acordo com seus objetivos. Trabalhe com disciplina e consciência!

Desconheço a autoria.

Atitudes

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30/08/2011 by Joe

Percebo que as pessoas que decidem transformar suas vidas desenvolvem um tipo especial de atitude. Elas se empenham em cada ação como se a vida inteira dependesse desse esforço.

Elas vêm a construção do futuro como a única forma de viver, como fazem os oficiais com seus soldados em situações desfavoráveis de batalha. Em outras palavras, decidem queimar as pontes que permitem retroceder.

Nessas decisões radicais é importante assumir, também, um comportamento radical.

Nos grupos de Alcoólicos Anônimos fala-se muito sobre o perigo de tomar um único copo de bebida, pois a decisão de parar de beber tem que vir acompanhada de uma atitude do tipo “tudo ou nada”.

Uma pessoa que é dependente dos pais e resolve morar sozinha não pode mais chegar atrasada ao emprego porque perdeu a hora. Terá, pelo menos, de comprar um despertador eficaz porque não haverá ninguém para acordá-la toda manhã.

Um empresário que está à beira da falência não pode continuar gastando sem nenhum controle.

A decisão de partir para o tudo ou nada é somente o primeiro passo. Depois da decisão precisa haver atitude.

Há pessoas que se casam, mas querem levar a vida de solteiras. Resultado: o casamento fracassa.

Há pessoas que decidem ter filhos, mas querem continuar a viver como se os filhos não existissem. Resultado: teremos crianças órfãs de pais vivos.

Lembre-se que há dois tipos de atitudes: as atitudes “tudo ou nada” e as atitudes “mais ou menos”.

Uma atitude “mais ou menos” sempre leva a um resultado medíocre.

É importante entender com toda clareza que, durante um processo de transformação radical, a atitude de fazer um pouco de cada vez nos trará resultados muito parecidos aos que teríamos se não fizéssemos nada.

Quem quer fazer uma revolução na vida precisa tomar uma atitude radical.

E quando se toma uma decisão radical é preciso continuar caminhando pela estrada que escolhemos com comprometimento, determinação e fé. Nossas atitudes devem ter a mesma intensidade das decisões que tomamos.

Uma atitude “tudo ou nada” é mergulhar em um novo amor como se sua respiração dependesse da respiração do seu companheiro.

É sair da casa dos pais e cuidar de suas responsabilidades como se houvesse apenas você no mundo para pagar suas contas.

É aprender uma nova profissão como se sua vida dependesse dessa empreitada.

É abraçar o novo emprego como se essa fosse a última oportunidade de sua vida.

Porque é preciso correr atrás de nossos objetivos com a determinação de um faminto que anseia por um prato de comida.

Buscar a água como um homem perdido no deserto.

Dançar a música da vida como se seu corpo e sua alma fossem os instrumentos dessa música!

Afinal, se você romper as grades da gaiola, mas não bater as asas para valer, jamais poderá voar de verdade!

By Roberto Shinyashiki.

Você tem certeza?

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , on 29/08/2011 by Joe

Já aconteceu de você ter perdido alguma coisa e, finalmente, achá-la exatamente no lugar onde você tinha certeza absoluta que ela não ia estar?

Que outras coisas na sua vida você pode não estar rotineiramente enxergando, porque tem certeza que não estão lá?

Quantas ideias criativas nunca aparecem porque você já tem certeza do que funciona e do que não?

Quantos clientes você deixa de contatar porque você tem certeza que eles não estão interessados?

Será que a certeza está limitando você? Será que sua certeza é realmente certeza? Ou simplesmente falta de vontade de explorar novas opções?

Existem momentos em que devemos agir e pensar com certeza e determinação, mas muitas vezes o que julgamos ser certeza é pura teimosia e suposição.

Suas certezas resultam, na maioria das vezes, de suas experiências anteriores. Mas leve sempre em conta que existe um universo de oportunidades além dessas experiências.

Sim, é mais fácil rejeitar novas idéias sem considerá-las ou explorá-las…

Mas, se você já sabe tudo, como é possível aprender?

É ótimo ter certeza e confiança. Só não deixe a certeza cegá-lo para o real potencial das suas possibilidades. Trate-as bem!

By Raúl Candeloro, escritor e palestrante.

Liberdade absoluta

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 28/08/2011 by Joe

Meu território é o da Liberdade Absoluta. Eu venho é para semear discórdia, quebrar paradigmas, espicaçar padrões.

Não trago nenhuma resposta: só te faço perguntas!

Quero mexer na tua cabeça, por fora e por dentro – respeitosamente.

Quero fazer um cafuné maluco e delicioso nos teus neurônios enrolados. Passar um pente fino nos caracóis da tradição.

Assim como Ele, não vim trazer a Paz. Não venho te propor sossego.

Eu te convido a ter coragem!

Eu te convido a um salto profundo!

By Edson Marques.

Risotto al funghi secchi

Posted in Receitas with tags , , , , on 27/08/2011 by Joe

O risotto al funghi secchi, ou risoto de cogumelos secos, é um prato único, muito fácil de ser preparado e que tem charme e sabor especiais. Trata-se de um prato típico da culinária italiana e que pode ser servido junto com uma carne vermelha grelhada ou apenas com uma boa salada verde.

Funghi (cogumelo, em italiano) é uma das jóias da gastronomia. Além de ter um sabor próprio, combina com uma variedade incrível de ingredientes. Para este prato é interessante que se use o arroz arbóreo, usado nos tradicionais risotos italianos, mas se você não encontrá-lo, use o arroz comum mesmo.

Só para lembrar, o cogumelo faz parte da alimentação humana desde a antiguidade: os egípcios o serviam ao Faraó, enquanto gregos e romanos o colocavam à mesa em seus famosos banquetes. Registros históricos revelam que cogumelos foram usados não só com propósitos benignos.

O Papa Clemente VII (1478 – 1534) foi morto com uma refeição preparada à base de “Amanita phalloides”, um cogumelo altamente tóxico. Buda morreu, de acordo com a lenda, após jantar com um camponês pobre que saiu a coletar cogumelos e os ofereceu de boa-fé ao mestre. Daí, fica a lição: todos os cogumelos são comestíveis, mas alguns, apenas uma vez!

Portanto, vá ao supermercado e compre um pacote de cogumelos secos. Pode ser daqueles chilenos, vendidos em pacotinhos com 30 gramas, ou então do tipo “porcini”, que são mais caros, mas muito superiores. Particularmente, não recomendo “shitake” por serem um tanto sem gosto e o efeito não fica bom neste risoto.

A receita é bem simples e fácil de preparar.

Risotto al funghi secchi

Ingredientes

2 xícaras (chá) de arroz arbóreo
1 xícara (chá) de funghi secchi
100 gr de manteiga
1 cebola ralada
1 xícara (chá) de vinho branco
3 xícaras (chá) de caldo de carne quente
1 colher (café) de açafrão
queijo ralado a gosto

Modo de preparo

Ponha o funghi em uma tigela e cubra com água quente. Deixe hidratar por 30 minutos. Retire e escorra o funghi, coe a água e reserve os dois, separadamente.

Aqueça metade da manteiga e refogue a cebola. Junte o arroz, o açafrão e refogue bem. Adicione o vinho e mexa até evaporar. Acrescente a água do funghi e, com uma colher de pau, mexa até quase secar. Adicione aos poucos o caldo de carne e mexa de vez em quando com a colher. Quando começar a secar adicione mais caldo.

O arroz deve ficar úmido e al dente, ou seja, macio, porém firme. No final do cozimento junte a manteiga restante e o queijo ralado. Mexa e tampe a panela por cinco minutos. Sirva em seguida.

Sirva acompanhado de medalhões de filé mignon ao molho Madeira ( veja a receita neste post ).

By Joemir Rosa.

A vaquinha

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/08/2011 by Joe

Um mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita.

Durante o percurso, ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, com as pessoas que mal conhecemos.

Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar. Sem calçamento, casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas. O mestre então, aproximou-se do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou:

– “Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e sua família sobrevivem aqui?”

E o senhor respondeu:

– “Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos; a outra parte nós produzimos queijo e coalhada para nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo”.

O sábio agradeceu pela informação, contemplou o lugar por uns momentos, despediu-se e foi embora. No meio do caminho ordenou ao seu discípulo:

– “Pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá para baixo!”

O jovem arregalou os olhos, espantado, e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência da família. Mas, como percebeu o silêncio absoluto do mestre, foi cumprir a ordem. Empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.

Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos, até que, um belo dia, ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo para aquela família, pedir perdão e ajudá-los. E assim o fez.

Quando se aproximava do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, um carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado, imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver.

Apertou o passo e logo foi recebido por um caseiro muito simpático, e então perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos. O caseiro respondeu:

– “Continuam morando aqui”.

Espantado, ele entrou na casa e viu que era a mesma família que visitara antes com o mestre. Reconheceu o senhor, dono da vaquinha, elogiou o local e perguntou:

– “Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida?”

E o senhor, entusiasmado, respondeu:

– “Nós tínhamos uma vaquinha que nos dava todo o sustento da família, mas um dia ela caiu no precipício e morreu. Daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. Assim, alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora!

A história termina aqui, mas deixo um ponto de reflexão:

Todos nós temos uma “vaquinha” que nos dá alguma coisa básica para a nossa sobrevivência e uma convivência com a rotina!

Descubra qual é a sua!

Aproveite este restinho de ano pra empurrar a sua vaquinha morro abaixo e construir algo de novo! Sem desafios não há conquistas!!

Pense nisso!

Desconheço a autoria.

O esforço individual

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/08/2011 by Joe

Você já pensou no valor do esforço individual?

Uma demonstração desse valor foi realizada numa noite escura, sem estrelas, durante um comício patriótico no Coliseu de Los Angeles. Havia cerca de cem mil pessoas reunidas no local, quando o presidente avisou que todas as luzes seriam apagadas. Disse que, embora ficassem na mais completa escuridão, não havia motivos para receios.

Quando as luzes se apagaram e as trevas tomaram conta do ambiente, ele riscou um fósforo e perguntou à multidão:

– “Quem estiver vendo esta pequenina luz queira exclamar ‘sim’!”

Um vozerio ensurdecedor partiu da assistência. Todos percebiam aquela minúscula chama. O silêncio se fez novamente e o homem falou:

– “Assim também fulgura um ato de bondade num mundo de maldade.”

E insistindo em suas idéias, lançou um desafio:

– “Vejamos agora o que acontece se cada um de nós acender um palito de fósforo.”

Num instante, quase cem mil minúsculas chamas banharam de luz a imensa arena, fruto da colaboração de cem mil indivíduos, cada um fazendo a parte que lhe tocava. Essa foi a maneira singela que o homem utilizou para despertar nos indivíduos o valor do esforço pessoal.

Geralmente, na busca de soluções para os problemas, imaginamos que somente grandes feitos poderão ter um resultado eficiente. Quando olhamos uma imensa montanha, por exemplo, concluímos que muito trabalho foi preciso para que ela tomasse as dimensões que possui, mas nos esquecemos de que ela é formada de pequenos grãos de areia.

Olhando o mundo sob esse ponto de vista, e fazendo a parte que nos cabe, em pouco tempo teríamos um mundo melhor. Mas se pensarmos que somos incapazes de mudar o mundo, o mundo permanecerá como está por muito tempo. Todos temos valores íntimos a explorar. Todos temos condições de contribuir com uma parcela para a melhoria do mundo em que vivemos.

Como pudemos perceber, um palito de fósforo aceso é capaz de derrotar as trevas. Pode ser uma pequena chama, mas a sua claridade é percebida à grande distância.

Jesus falou das possibilidades individuais de cada um com a recomendação:

– “Brilhe a Vossa Luz!”

Assim, quando a situação se apresentar nublada em derredor podemos acender a nossa pequena chama e romper com a escuridão. Não importa a situação em que estamos colocados, sempre poderemos fazer algo de bom em benefício de todos.

Cada indivíduo é uma engrenagem inteligente agindo no contexto da máquina social. E a máquina somente funcionará em harmonia e atingirá seus objetivos se todas as peças cumprirem a parte que lhes cabe.

By George Bernard Shaw.

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