Arquivo de setembro, 2010

A lição do erro

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30/09/2010 by Joe

O discípulo perguntou ao mestre:

– “Mestre, por qual razão quando fazemos alguma coisa, quase nunca conseguimos acertar da primeira vez, e muitas vezes temos de repetí-la várias vezes até que a façamos da maneira certa?”

Ao que o mestre respondeu:

– “É simples! Para aprendermos as várias maneiras de como não fazer alguma coisa”.

Essa lição tão simples pode ter um significado muito profundo em nossas vidas. O medo que temos de errar é, em geral, o medo de sermos rejeitados. Ou por alguém (nosso chefe, nossa família, amigos, pela sociedade), ou por nós mesmos quando fomos muito reprimidos na infância e carregamos essa repressão pela vida afora.

Porém, a partir do momento em que aceitamos o medo da rejeição como alguma coisa que não é nossa, mas que nos foi, de certa forma, colocada goela abaixo (ou melhor, inconsciente abaixo) na vida, podemos aprender coisas fabulosas dela.

Henry Ford dizia:

– “O erro e a derrota são a oportunidade de começar novamente de uma forma mais inteligente”.

Se substituirmos as palavras erro e derrota pela palavra rejeição, talvez fique mais fácil aceitarmos nossas derrotas e erros, não mais como fracassos, mas como lições de vida.

Napoleon Hill dizia:

– “Cada adversidade traz em si uma semente de igual ou maior benefício”.

Sempre focalize no benefício. Lembre-se: aquilo em que focarmos nossa energia é o que mais irá crescer em nossa vida. Qual dos dois, a adversidade ou o benefício você quer que sejam maiores em sua vida?

É exatamente essa a filosofia aplicada pelas pessoas que conseguem grandes feitos, ou mesmo pelas pessoas comuns, mas que conseguem ter uma vida equilibrada entre erros e acertos.

Lembre-se da história tão conhecida de Thomas Edison enquanto trabalhava no desenvolvimento de uma lâmpada elétrica. Lá pelas cinco mil tentativas mal sucedidas, um dia um jovem jornalista o entrevistou, perguntando:

– “Sr. Edison, o senhor já falhou 5.000 vezes. Por que o senhor continua perdendo o seu tempo tentando descobrir uma coisa que não dá certo?”

Ao que Edison respondeu:

– “Meu jovem, você não entendeu. Eu não falhei 5.000 vezes. Eu descobri 5.000 maneiras de não fazer um bulbo acender com a eletricidade. Se eu continuar tentando, logo irei esgotar o estoque de maneiras erradas de fazer isso e encontrarei a maneira correta”.

Bem, caro leitor, você provavelmente está usando algum tipo de luz para ler este artigo. Caso seja a luz de uma lâmpada elétrica, não é tão bom saber que Edison preferiu vencer o medo da rejeição e aprender com ela do que, simplesmente, jogar a toalha?

Ao seu sucesso e autoestima lá em cima!

By Wilson Meiler.

Ação e reação, uma lei universal

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29/09/2010 by Joe

Tenha um bom presente para garantir um bom futuro; faça escolhas ruins e terá um resultado ruim.

Se não fez boas escolhas no passado, tome isso como lição, aprenda! Tome consciência de seus atos e faça melhor na próxima vez, o futuro serve para isso; é a revisão do que se fez comparado com o resultado, é o aprender na prática.

As opções sempre existirão, depende de nós fazermos uma boa avaliação delas antes de decidir. Tudo o que fazemos hoje volta para nós amanhã.

Se quisermos amor, sim, é nossa obrigação e dever ser amor hoje.
Se quisermos respeito, devemos começar a respeitar tudo já.
Se quisermos compreensão, devemos começar a compreender, pois somos únicos e temos nossas próprias formas: de agir, pensar, sentir, etc.

A vida sempre irá devolver no futuro o que dermos hoje a ela.

Seja hoje o que você quiser ter amanhã!

Compreenda essa questão e terá o domínio na prática da lei da ação e reação. É real e cientificamente comprovada. A compreensão do momento atual de sua vida é a garantia de um futuro consciente e talvez muito melhor, pois isso só vai depender do que você vai fazer com essas informações.

Não queira ter sem antes ser: você ficará apenas com vontade de ter e se sentirá frustrado, pois é fisicamente impossível a reação chegar antes da ação. Tudo começa no ser, ou seja, de dentro de você mesmo para o meio ambiente.

Queira, sinta e faça: os resultados só dependem de você. Se você compreender o que acabou de ler, aja e mude a sua vida; reclamar que não tem não faz acontecer.

Desejamos que essas palavras abram novos horizontes em suas mentes e vidas.

Nosso abraço fraternal a todos.

Intuído por Simone Simões, de Andrey.

Arriscar

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/09/2010 by Joe

Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Eis que ele chegou a uma cabana velha, desmoronando, sem janelas, sem teto. O homem andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.

Olhando ao redor viu uma velha bomba de água, bem enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear, a bombear sem parar. Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostrado, para trás. E notou que ao seu lado havia uma velha garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia:

– “Você precisa primeiro preparar a bomba com toda água desta garrafa, meu amigo. Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir”.

O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava ela! A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu num dilema. Se bebesse aquela água, poderia sobreviver. Mas, se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá do fundo do poço, toda água que quisesse. Ou talvez não.

Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar vir a ter água fresca, fria, ou beber a água da velha garrafa e desprezar a mensagem? Deveria perder toda aquela água, na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não sabia quando?

Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear… e a bomba pôs-se a ranger e chiar sem fim. E nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando…

Então, começou a surgir um fiozinho de água; depois, um pequeno fluxo e, finalmente, a água jorrou com abundância! Para alívio do homem, a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina.

Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente. Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante. Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante. Encheu-a até o gargalo, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota:

– “Creia-me, funciona. Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta.”

Quantas vezes temos medo de iniciar um novo projeto pois este demandará um enorme investimento de tempo, recursos, preparo e conhecimento? Quantos ficam parados, satisfazendo- se com resultados medíocres, quando poderiam conquistar significativas vitórias???

By Charlles Swindoll.

Viver é subir uma escada rolante pelo lado que desce.

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 27/09/2010 by Joe

Ouvindo esta frase, imaginei qualquer pessoa nessa acrobacia que as crianças fazem ou tentam fazer: escalar aqueles degraus que nos puxam inexoravelmente para baixo. Perigo, loucura, inocência, ou uma boa metáfora do que fazemos diariamente?

Poucas vezes me deram um símbolo tão adequado para a vida, sobretudo naqueles períodos difíceis em que até pensar em sair da cama dá vontade de desistir. Tudo o que gostaríamos de fazer é tapar a cabeça e dormir, sem pensar em nada, fingindo que não estamos nem aí! Porque Tanatos, isto é, a voz do poço e da morte, nos convoca a cada minuto para que, enfim, nos entreguemos e acomodemos. Só que acomodar-se é abrir a porta a tudo aquilo que nos faz cúmplices do negativo. Descansaremos, sim, mas tornando-nos filhos do tédio e amantes da pusilanimidade, personagens do teatro daqueles que constantemente desperdiçam os seus próprios talentos e dificultam a vida dos outros.

E o desperdício da nossa vida, talentos e oportunidades é o único débito que, no final, não se poderá saldar: estaremos no arquivo-morto. Não que não tenhamos vontade ou motivos para desistir: corrupção, violência, drogas, doença, problemas no emprego, dramas na família, buracos na alma, solidão no casamento a que também nos acomodamos… tudo isso nos sufoca. Sobretudo, se pertencermos ao grupo cujo lema é: “Pensar, nem pensar… e a vida que se lixe”…

A escada rolante chama-nos para o fundo: não dou mais um passo, não luto, não me sacrifico mais. Para quê mudar, se a maior parte das pessoas nem pensa nisso e vive da mesma maneira, e da mesma maneira vai morrer? Não vive (nem morrerá) da mesma maneira! Porque só nessa batalha consigo mesmo, percebendo engodos e superando barreiras, podemos também saborear a vida. Que até nos surpreende quando não se esperava, oferecendo-nos novos caminhos e novos desafios.

Mesmo que pareça quase uma condenação, a ideia de que “viver é subir uma escada rolante pelo lado que desce” é que nos permite sentir que, afinal, não somos assim tão insignificantes e tão incapazes.

Então, vamos à escada rolante: aqui e ali até conseguimos saltar degraus de dois em dois, como quando éramos crianças e muito mais livres, mais ousados e mais interessantes. E porque não? Na pior das hipóteses, caímos, magoamo-nos por dentro e por fora, e podemos ainda uma vez mais … recomeçar!

By Lya Luft.

Scorpions

Posted in Música with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/09/2010 by Joe

Há quatro décadas na estrada, o grupo, formado pelos músicos Klaus Meine (vocal), Rudolf Schenker (guitarra), Paweł Mąciwoda (baixo), James Kottak (bateria), além de Matthias, atravessou gerações e influenciou grandes nomes do rock como Iron Maiden, Bon Jovi e Metallica. Álbuns clássicos como “Blackout” e “Love At First Sting”, e os hits “No Pain, No Gain”, “Wind of Change”, “Still Loving You” e “Rock You Like a Hurricane” não só lançaram o grupo ao sucesso mundial, como fizeram a história do rock alemão.

Ao longo de suas vidas, os integrantes do Scorpions se envolveram em lutas contra diversos problemas sociais ao redor do mundo. Durante a aclamada turnê “Humanity – Hour 1”, em 2007, os músicos tocaram para mais de 150.000 fãs em shows no Brasil, fazendo uma campanha maciça com o Greenpeace para proteger as florestas tropicais do mundo.

Foram a primeira banda de rock do ocidente a se apresentar na então União Soviética, cuja a turnê virou o documentário “To Russia With Love”. Além de cooperar com instituições beneficentes, a banda faz questão de usar sua notoriedade para se envolver em projetos sociais e shows com mensagens de conscientização para as pessoas por meio da música.

O Scorpions foi fundado como uma banda de escola em 1965, pelo guitarrista e atual líder Rudolf Schenker em Sarstedt, Lower Saxony, na Alemanha. O vocalista Klaus Meine aderiu ao grupo em 1969 e, após o primeiro sucesso internacional nos anos 70, Matthias Jabs assumiu como guitarrista, tornando-se membro permanente da banda a partir de 1979.

No início da década de 1990, os músicos ganharam maior destaque com o álbum Crazy World, graças à canção “Wind of Change”, inspirada nas mudanças político-sociais ocorridas no Leste Europeu e também no fim da Guerra Fria. Além de “Wind of Change”, Crazy World trazia “Tease Me, Please Me”, “Don´t Believe Her”, “Send Me an Angel” e “Hit Between the Eyes” que virou tema do filme Freejack estrelado pelo cantor Mick Jagger.

Em 2000, o grupo lançou Moment Of Glory, resultado da brilhante parceria entre os Scorpions e a Orquestra Filarmônica de Berlim. Na época, os maiores sucessos da banda ganharam arranjos clássicos de uma das mais importantes orquestras do mundo. O álbum foi aclamado pelos fãs e pela crítica e conta com as participações especiais do italiano Zucchero, Lyn Liechty e Ray Wilson.

E, depois de cinco anos sem lançar nenhum disco, o Scorpions volta com tudo em Unbreakable. As faixas “New Generation”, “Deep and Dark” e “Through My Eyes” merecem destaque, além da bela “Remember the Good Times”. A bem sucedida Unbreakable Tour passou pelo Brasil em 2005 com shows em São Paulo, Vitória e Porto Alegre. Neste meio tempo, o baixista Pawel Maciwoda entrou no lugar de Ralph Rieckermann.

Em 2007, a banda lançou Humanity – Hour I, um álbum com um hard rock moderno, baseado em temas importantes e, sobretudo, repleto de mensagens e alertas à humanidade. A turnê do álbum veio ao Brasil em agosto do mesmo ano passando por Manaus – cujo show com 40 mil pessoas foi gravado para ser lançado em DVD -, Recife e São Paulo.

No início de 2010, o grupo lançou o DVD Amazônia – Live in the Jungle, com o apoio do Greenpeace. O DVD contém partes do show gravado em Manaus em 2007 e o show de Recife em 2008, além de contar com um documentário do Greenpeace com o sobrevôo da banda sobre a Amazônia. Parte das vendas do DVD será convertida em fundos para a preservação da floresta.

Ainda em janeiro deste ano, o Scorpions anuncia o fim de suas atividades e a última grande turnê denominada “Get Your Sting and Blackout”, que deverá durar entre 2 e 3 anos, passando por todos os continentes para promover recém lançado e último álbum da banda denominado Sting in The Tail! Fizeram a despedida no Brasil no último dia 24 de Setembro!

No video abaixo, um dos momentos mais marcantes de sua carreira: Wind of Change, com Scorpions e a Orquestra Filarmônica de Berlim! Uma das obras mais lindas que já ouvi!

By Joe.

Manjar branco

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/09/2010 by Joe

A história deste doce é, no mínimo, curiosa!

Contam que, em meados do século XVI, uma princesa portuguesa, d. Maria, levou de Lisboa a Nápoles a seguinte receita de “manjar branco”:

“Tomareis o peito de uma galinha preta e pô-lo-eis a cozer sem sal, senão na água, e há de ser não muito cozida, para que se possam tirar as fêveras inteiras. (…) E para este peito é mister um arretel de arroz (…) e uma camada de leite deitada no tacho, e sete onças de açúcar. E tomareis a galinha e darlhe-eis três machucadas num gral, e deitá-la-eis a farinha de arroz e (…) o sal com que se tempere, muito bem mexido.

Então, pô-lo-eis no fogo e (…) a tempo batereis. Quando estiver cozido, deitar-lhe-eis o açúcar e, se não for muito doce, poder-lhe-eis lançar mais; e, como for cozido, tirai o tacho fora e enchei as escudelas e deitai-lhe açúcar pisado por cima”.

A receita faz parte dos quatro cadernos manuscritos que ela levou consigo por ocasião de seu casamento com Alexandre de Farnésio, terceiro duque de Parma, Piacenza e Guastella.

A história do manjar branco é excepcional para entendermos as mudanças na cozinha ocidental. Ainda que esse seja um doce de que nem todos gostam, sua presença nas mesas portuguesas e brasileiras é uma tradição. De uma receita praticamente medieval, à base de galinha, como a da princesa portuguesa, o manjar branco se transformou lentamente no doce de coco com calda de ameixa dos dias de hoje.

Em 1680, a receita de d. Maria já havia se transformado. Além de peito de galinha, levava açúcar, leite e água de flor – o sal já havia sido suprimido. Em 1780 o manjar branco foi descrito por um cozinheiro francês que trabalhava na corte de Lisboa como “manjar à portuguesa”. Levava ainda peito de galinha, farinha de arroz, açúcar em “pó” e leite. A receita atravessou o Atlântico e apareceu no primeiro livro de cozinha publicado no Brasil, “O Cozinheiro Imperial”, de 1841. Dessa forma, a sobremesa associa-se à história de Portugal e do Brasil e reflete tempos, sabores e saberes culinários de diferentes períodos.

Em seu livro “Açúcar”, Gilberto Freyre fala muito sobre a influência africana na cozinha brasileira, e o manjar branco é um dos melhores exemplos dessa influência. Ao longo do século XIX, ele perdeu o peito de galinha, mas ganhou o leite de coco. Não perdeu a cor, mas ganhou inimigos ferrenhos que o comparam com o pudim de leite. Pobre comparação! O manjar branco continua gostoso como sempre, com sua majestade imperial e histórica.

E lá em casa o manjar é “hors concours” nas mesas de grande parte da família! Muito gostoso, até sem calda!

Manjar branco

Ingredientes

1 litro de leite
2 vidros (400 ml) de leite de coco
1 lata de leite condensado
5 colheres (sopa) de amido de milho

Para a calda de ameixas

300 gr de ameixas pretas sem caroços
3 xícaras (chá) de vinho tinto
2 xícaras (chá) de açúcar
2 pedaços de canela em pau
gotas de essência de baunilha para aromatizar

Modo de preparo

Dilua o amido de milho em uma xícara de leite e reserve. Em uma panela misture o leite restante, o leite de coco e o leite condensado. Leve ao fogo, vá mexendo até ferver. Retire momentaneamente do fogo, junte o amido de milho diluída no leite e volte ao fogo, mexendo sempre para não embolotar (caso isso aconteça, bata no liquidificador), até obter a consistência de um mingau grosso.

Molhe uma forma de bolo com buraco no meio e despeje o manjar. Leve à geladeira até a hora de servir.

Para a calda de ameixas, coloque, em uma panela, as ameixas, o vinho tinto, o açúcar, a canela em pau e algumas gotas de baunilha e deixe cozinhar em fogo médio até a ameixa ficar macia e a calda engrossar.

Na hora de servir retire o manjar da geladeira, desenforme e sirva com a calda de ameixas.

Eu, particularmente, ainda gosto de polvilhar coco ralado por cima!

By Joe.

Revolução da alma

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/09/2010 by Joe

Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue a sua alegria, a sua paz, a sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém!

Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.

A razão de ser da sua vida é você mesmo.

A sua paz interior deve ser a sua meta de vida; quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda falta algo, mesmo tendo tudo, remeta o seu pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe dentro de si.

Pare de procurar a sua felicidade cada dia mais longe.

Não tenha objetivos longe demais das suas mãos, abrace aqueles que estão ao seu alcance hoje.

Se está desesperado devido a problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busque no seu interior a resposta para se acalmar; você é reflexo do que pensa diariamente. Pare de pensar mal de si mesmo, e seja o seu próprio melhor amigo, sempre.

Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso de aprovação para o mundo, que tem o melhor para lhe oferecer.

Com um sorriso as pessoas terão melhor impressão sua, e você estará afirmando para si mesmo, que está “pronto” para ser feliz.

Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar que a felicidade chegue sem trabalho. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.

Agradeça tudo aquilo que está na sua vida, neste momento, incluindo nessa gratidão, a dor.

A nossa compreensão do universo ainda é muito pequena para julgarmos o que quer que seja na nossa vida.

By Paulo Roberto Gaefke.

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