Arquivo para Vitória

Experiência de vida

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 06/08/2014 by Joe

Experiência de vida

A experiência é uma coisa muito interessante. É nos servindo dela que aprendemos grande parte daquilo que sabemos; por ela orientamos, muitas vezes, os nossos passos; com ela evitamos a repetição de dissabores e procuramos aquilo que já sabemos ser bom. A experiência poderia servir para que a nossa vida fosse muito mais previsível e controlável, mais cômoda e segura, livre de problemas. Uma chatice, enfim…

Felizmente, a natureza possui aspetos desconcertantes que têm o condão de permitir que, apesar de existir a experiência, a nossa vida seja em cada um dos seus momentos uma aventura louca e sem destino previsível. Um deles é que a experiência que adquirimos numa fase da nossa vida não nos serve de nada quando chegamos à fase seguinte.

Apesar da experiência que vamos adquirindo, chegamos, a cada uma das nossas épocas, inexperientes e inseguros como da primeira vez. A vida, na sua magnífica diversidade, vai nos oferecendo constantemente novas situações, para as quais nunca estamos verdadeiramente preparados. Algumas são duras: um fracasso grande, uma doença que veio para ficar, a morte de alguém que nos faz falta… Estas limitações da experiência nos forçam a crescer continuamente; nos mantêm tensos, esforçados. Permitem que tenhamos, constantemente, objetivos diferentes. Dão colorido à nossa vida. É assim que podemos nos manter de algum modo jovens em qualquer idade.

Quem programou este jogo da vida, o fez de forma a que ele tivesse sempre interesse. Subimos de nível, saltamos do material para o espiritual, varia o grau de dificuldade, mudam os adversários e o ambiente, como nos jogos eletrônicos! Não somos poupados de sofrimentos, mas nos é dada a possibilidade de reagir e continuar a avançar. Se temos saudade do que ficou para trás, também nos é permitido sonhar com o que está adiante. Se conservamos o sabor de derrotas que tivemos, também planeamos a vitória que se segue.

No jogo da vida, as derrotas deixam marcas, as feridas doem mesmo, muitas vezes não recuperamos aquilo que perdemos. Estamos ancorados à realidade e, por isso, para nos divertirmos, para nos sentirmos como aventureiros no meio de tudo isto, temos necessidade de coragem. E de não calarmos aquilo que dentro de nós nos chama a um sonho, clama por aventura, pede para fazermos com a vida qualquer coisa que seja grande.

Poderíamos dar ouvidos ao medíocre que quer se instalar em nós. E evitar, por medo e preguiça, as dificuldades, as complicações, os sonhos. Mas evitar o perigo não é, a longo prazo, tão seguro quanto se expor ao perigo. A vida é uma aventura ousada ou, então, não é nada.

By Helen Keller.

Carta ao professor

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 06/02/2014 by Joe

Carta ao professor

Contam que o texto abaixo é parte de uma carta que teria sido enviada por Abraham Lincoln ao professor de seu filho.

“Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor, diga-lhe que, para cada vilão há um herói, que para cada egoísta, há também um líder dedicado; ensine-lhe, por favor, que para cada inimigo haverá também um amigo; ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada; ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória; afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso; faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros do céu, as flores do campo, os montes e os vales.

Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa; ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.

Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros; ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.

Ensine-o a ouvir a todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho; ensine-o a rir quando está triste e explique-lhe que, por vezes, os homens também choram.

Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.

Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço; deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.

Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.

Eu sei que estou a pedir muito, mas veja o que pode fazer, caro professor.”

By Abraham Lincoln.

Ser líder

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/11/2013 by Joe

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Permanecer no topo é, com frequência, mais difícil do que chegar lá em primeiro lugar. Ser líder implica enormes responsabilidades, desafios e vulnerabilidade. Trata-se de uma posição que deve ser encarada com confiança e uma certa dose de humildade.

Só porque você é um vencedor hoje, não significa que o será pelo resto da vida. Só porque você conquistou grandes coisas, não fica imune ao fracasso. Desfrute a vitória, deixe-se abraçar pela glória, e então ache um desafio ainda maior. Leve sua visão para um novo patamar e veja coisas que jamais foram vistas.

Não tem sentido vencer se isso o torna complacente em relação às novas realizações que você deve empreender. Veja cada conquista como um passo no caminho que leva à coisas maiores. Respire fundo e volte à corrida enquanto seu ímpeto está ainda forte.

Quando você se torna líder, o desafio está apenas começando. Esteja à altura do desafio e suas possibilidades serão extraordinárias.

Desconheço a autoria.

Coxinha de frango picante

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 02/11/2013 by Joe

Coxinha de frango picante

Este salgadinho, muito apreciado por todos nas festas de aniversários, casamentos e nos butecos espalhados por todos os recantos do nosso país, tem sua origem perdida no tempo e na memória do povo brasileiro.

A primeira história nos conta que seria uma derivação dos croquetes europeus. O seu recheio de frango ou galinha é muito popular na culinária francesa; porém, a introdução do catupiry é tipicamente brasileira.

A segunda, publicada no livro “Histórias e Receitas”, de Nadir Cavazin, nos conta que o filho da Princesa Isabel e do Conde D’Eu, uma criança que foi afastada da corte por ter supostos problemas mentais, tinha o frango como prato favorito, mas só comia as coxas. E aconteceu que, um dia, por não ter coxas e frangos suficientes, a cozinheira decidiu transformar um frango inteiro em coxas, desfiando-o e preparando-o como recheio de uma massa de farinha de trigo. O menino aprovou o resultado, e a Imperatriz Tereza Cristina, quando foi visitá-lo, não resistiu, saboreou a guloseima, e gostou tanto que solicitou que o mestre da cozinha imperial aprendesse a receita. Assim, a coxinha ganhou a nobreza.

A terceira história conta que a coxinha teria sido criada em 1810 em uma cidade do sul do Amazonas chamada Tefé. Conta que um grupo de seringueiros foi atacado por índios, e que eles teriam fugido e deixado para trás as galinhas que criavam. Os índios, em comemoração pela vitória, resolveram cozinhar as galinhas e envolvê-las em massa à base de farinha de mandioca.

E a última história nos conta que a coxinha teria sido inventada pelos escravos, que, na falta de alimentos, juntavam os restos de comida, retiravam os ossos das galinhas, envolviam em uma massa e fritavam.

Seja qual for a verdadeira origem deste salgadinho, algumas coisas são certas: ele é delicioso, faz parte da gastronomia brasileira e é impossível comer um só!

E, como todos os pratos, existem inúmeras variações no preparo, dos ingredientes e dos acompanhamentos.

A receita de hoje é focada justamente numa dessas variações, preparada com um recheio deliciosamente picante que vai agradar a todos que já apreciam este aperitivo!

Coxinha de frango picante

Ingredientes

Massa

1 kg de mandioca cozida e amassada
1 colher (sopa) de manteiga
2 ovos
1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
farinha de trigo suficiente para dar o ponto

Recheio

1 kg de peito de frango picado na ponta da faca
1 cebola média ralada
1/3 xícara (chá) de óleo de milho
2 colheres (sopa) de óleo de gergelim torrado
1 colher (sopa) de curry em pó
1 colher (sopa) de folhas de manjericão picadas
1 colher (sopa) de gengibre bem picado ou ralado
1 xícara (chá) de caldo de frango
3 colheres (sopa) de açúcar mascavo
sal e pimenta a gosto
farinha de rosca suficiente para empanar

Modo de preparo

Massa

Leve ao fogo uma panela, coloque a manteiga, a mandioca amassada, os ovos, o queijo e vá adicionando a farinha de trigo, mexendo sempre para que fique uma massa homogênea e vá cozinhando até dar o ponto certo. Este ponto é quando ela desgrudar do fundo da panela. Reserve.

Recheio

Tempere o frango picado com sal e pimenta. Reserve.

Em outra panela, refogue a cebola no óleo de milho, adicione o curry e o óleo de gergelim e misture bem. Junte o frango e refogue.

Adicione as folhas de manjericão, o caldo, o gengibre e o açúcar. Cozinhe em fogo médio até secar o excesso de líquido, deixando o recheio apenas úmido. Acerte o sal e a pimenta.

Montagem

Molde as coxinhas com a massa, coloque o recheio e passe na farinha de rosca. Frite por imersão, em óleo bem quente.

Sirva como aperitivo, acompanhado de uma cerveja bem gelada!

By Joemir Rosa.

O que fazemos X Como fazemos

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/10/2013 by Joe

Honestidade e ética

Um certo homem ouviu dizer que óleo de fígado de bacalhau era bom para saúde do seu cachorro. Então, resolveu dar o óleo todos os dias para o animal. Prendia o pobre cachorro entre as pernas e enfiava o óleo goela abaixo do bicho. O animal se rebelava e se debatia furiosamente todas as vezes.

Um dia, o cachorro se soltou e, para espanto do homem, mansamente veio e lambeu a colher de óleo. Foi aí que ele entendeu: o cachorro não lutava contra o óleo, mas sim contra o método usado para lhe dar o óleo.

Muitas vezes o problema não é o que fazemos, mas como fazemos as coisas. Estamos percebendo que o espaço para enganadores está mais estreito, as máscaras estão caindo a cada dia.

Honestidade e ética não podem ser consideradas como virtude ou qualidades do ser humano, mas sim, como pressuposto da conduta cotidiana, ou até mesmo de obrigação dele. Têm de estar embutidas na filosofia de vida de cada um de nós.

Ou você é, ou acabará por ser uma grande enganação!

Porém, com algumas coisas e atitudes embutidas no como você faz, e ninguém poderá tirar-lhe…

a fé no amor, além dos tempos da paz;

a força para transformar a vida;

a esperança de realizar seus sonhos;

a liberdade de mudar de ideia;

a humildade de se saber imperfeito;

a vitória de ter resistido a uma tentação;

a coragem de ser simplesmente você;

a honestidade de assumir seus erros;

a disposição de tentar de novo;

a vontade de enfrentar desafios;

a capacidade de pedir ajuda;

a sensação do dever bem cumprido;

e a certeza de que a vida sempre vale à pena!

Pense nisso e veja como você está fazendo as coisas no seu dia-a-dia!

Desconheço a autoria.

Vencedores

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 19/08/2013 by Joe

Vencedores

Os campeões sabem que para obter um resultado diferente é necessário haver mudanças e a mais importante é a de mentalidade, ou seja, da nossa maneira de pensar.

Precisamos atingir nossos objetivos porque o mais difícil de administrar na vida são o fracasso e o sucesso. Nós todos conhecemos a embriaguez da vitória e a agonia da derrota. Encontramos obstáculos e mais obstáculos. Contudo, com esperança, dignidade, um pouco de loucura e alguma crença em nós mesmos, poderemos dar grandes passos na direção dos nossos objetivos.

Vencedores são aqueles que desistiram de adiar seus sonhos, de repetir os mesmos problemas, e resolveram criar o novo. Porém, grandes derrotas são criadas por pessoas que se apegaram ao passado, que se sentem confiantes demais e, de repente, ficarm ultrapassadas. Não percebem que os outros evoluíram, que a situação mudou e que não sabem mais o que fazer.

Se o seu passado foi feito de vitórias, deixe-o para trás (a não ser nas comemorações com os amigos). Faça um projeto para o futuro e dirija suas atenções para ele.

Lembre-se: derrotas são frutos de pequenas distrações!

Um vencedor é aquele que adota uma postura básica de determinação para vencer.

O vencedor inspira confiança em tudo o que faz. Sabe que ser o primeiro é consigo mesmo e mantém sua palavra, não porque o outro vai cobrá-la (ainda que cobrar algo prometido seja um direito do outro), mas sim porque sempre dá o máximo de si.

Todo mundo conhece um vencedor, ele não tem vergonha de suas limitações, mas principalmente não tem vergonha de comprometer-se com que faz.

Quando não sabe pergunta, quando não pode não promete, quando promete cumpre, quando sabe assume, quando assume faz!

Tornar-se um atleta especial é deixar de ser mais um como os outros. É transformar-se em alguém que sabe ir a fundo no que quer.

O vencedor sabe que um erro é sempre possível e por isso cuida para que ele não aconteça; mas se ocorrer, o vencedor analisa as suas consequências e fica francamente chateado por tê-lo cometido. Mas não procura culpados nem perde seu tempo se escondendo atrás de acusações. Analisa a situação e procura imediatamente solucioná-la.

Está provado: os erros crescem quando você se abate com ele e diminuem quando você os aceita e sabe que precisa melhorar para torná-los cada vez mais raros.

O vencedor está sempre alerta, ligado, atento para percorrer as oportunidades e fazer sempre delas um motivo para comemorações e muitas vitórias.

By Prof. João Gualberto Neiva de Mesquita.

Sentimento de inferioridade

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 15/08/2013 by Joe

Labirinto

Ninguém pode ser bom em tudo. Ao longo de nossa história são inúmeras as situações que, se mal digeridas, acabam gerando em nós um sentimento de inferioridade. São dores, desamores, rejeições, incompreensões, entre outras realidades, que acabam nos marcando negativamente e nos impedindo de ser aquilo que verdadeiramente somos.

Infelizmente, em virtude da ausência de autoconhecimento e do péssimo hábito de se comparar aos outros, muitas vezes, o coração se torna refém do medo e escravo do sentimento de inferioridade. Existem momentos na vida nos quais nos sentimos fracos e inferiorizados, e é natural que isso aconteça. Porém, precisamos aprender a trabalhar tais sentimentos em nós e as consequências que estes imprimem em nosso interior.

Para bem enfrentarmos nossos complexos, precisamos saber quem de fato somos nós, pois necessitamos nos conhecer em profundidade, libertando-nos assim das máscaras e ilusões. Precisamos compreender como funciona nosso coração, para que possamos investir em nossas limitações, procurando superá-las, e cultivar nossas virtudes, buscando aperfeiçoá-las.

Ninguém pode ser bom em tudo, e quem não se assume em sua verdade de “fraqueza, e também, virtude”, correrá o risco de viver constantemente aprisionado em um labirinto interior, encontrando-se com sentimentos e dores que não consegue nomear nem compreender.

As máscaras nos ausentam de nós, ausentando-nos da própria vida, pois, quando vivemos uma superficial ilusão a respeito de nós mesmos, não conseguimos caminhar nem progredir em virtude de não termos aquilo que realmente somos por alicerce.

Quem se conhece compreende que está em construção e consegue ter paciência consigo, não se sentindo inferior diante das virtudes alheias. Dessa forma, também consegue buscar pacientemente, e com ternura, o alvorecer das próprias virtudes.

É sabedoria ter humildade e paciência para se trabalhar. Quem não se ilude a respeito de si, consegue ter a humildade de reconhecer as virtudes dos outros e as fraquezas que lhe são próprias. Quem assim age não se condena a ser o “melhor em tudo”, pois, acaba aprendendo a lidar com as próprias imperfeições, sem se julgar inferior.

Todos temos limites e estamos nos construindo à medida que vivemos; por isso, o brilho dos outros não ofusca o que somos, mas, ao contrário, ilumina-nos na descoberta de nossa essência e lugar. Existem realidades nas quais não somos bons, e existem outras nas quais nos destacamos. Precisamos aprender a investir em nosso positivo e em nossas qualidades, para que, a partir delas, possamos superar nossas fragilidades.

Não somos menores que ninguém, somos o que somos: únicos, amados e capazes de amar. Somos seres de superação, seres que têm um imenso céu para brilhar, e que, em virtude disso, não precisam apagar estrela alguma para que a sua luz se faça real.

Somos cada qual com suas belezas e ausências, um universo onde a felicidade é sempre uma possibilidade real. Na medida em que formos assumindo nossa verdade e encarando de “cabeça erguida” nossa história e aquilo que somos, mais conseguiremos conquistar o território que somos nós, sem nos compararmos nem nos julgarmos inferiores a ninguém.

Assumamos nosso lugar e valor, e assim construamos, com a força e graça de Deus, nossa vitória e liberdade.

By Padre Adriano Zandoná.

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