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Neuropeptídeos

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 20/10/2011 by Joe

Imagine como o sistema imunológico tem que se defender contra o ataque constante a que se vê acometido. Se lhe parece que as bactérias assassinas, as enfermidades gerais e as gripes malignas são permiciosas, você se surpreenderá quando souber que as pesquisas médicas e clínicas concluiram que o inimigo mais temido pelo organismo não são os micróbios, mas sim os pensamentos e palavras ditas a cada dia.

Quer mais?

Há um nutriente de efeitos terapêuticos mais eficaz que as vitaminas, os minerais, as enzimas, os remédios naturais e as ervas medicinais: o amor!

O cérebro trabalha constantemente, todos os dias do ano e a toda hora, não fecha nos feriados e nem tira férias. A princípio é o computador que dirige o organismo e regula praticamente cada uma das funções do metabolismo e seu equilíbrio químico.  Desde o sistema nervoso até a atividade sexual, passando por mil atividades que nem temos ideia, o cérebro é quem manda e está constantemente criando, automatizando, regulando, equilibrando e mantendo todo o organismo a cada momento do dia.

A ciência já comprovou que, quando temos um pensamento, o cérebro produz substâncias que abrem o que se poderia chamar de “janela” para a atuação dos sentimentos.

Quando o pensamento é concluído a “janela” se fecha. Por exemplo, quando vemos a pessoa amada, essa sensação incrível que percorre o corpo não é outra coisa senão uma substância química. Quando nos excitamos sexualmente, o nosso corpo é levado a liberar outra substância química. E quando alguém tenta nos assaltar, e vem a vontade de reagir, de ter conosco uma arma para desintegrar o bandido, esta ira que sentimos, esse ácido corrosivo que aparece no sistema circulatório, no estômago, essa sensação, é outra substância enviada pelo cérebro.

Essas substâncias todas, segregadas pelos cérebro, chamam-se neuropeptídeos.

A biologia levou anos pesquisando este campo e ainda continua. O que sabemos até agora é que, quando temos um pensamento, o cérebro produz substâncias que afetam nosso corpo, e o que sentimos é produzido pela assimilação desses neuropeptídeos.

E é aqui que a coisa se torna inquietante!

A ciência médica fez uma descoberta transcendental na última década que passou praticamente despercebida. Já era sabido que as células do sistema imunológico, como todas as demais, têm compartimentos de descarga em sua membrana para assimilar diversas substâncias. O que se descobriu foi que, na membrana de cada um dos linfócitos que defendem o corpo de bactérias, virus, fungos, parasitas, câncer e de todas as enfermidades, existe um ponto concreto de carga que recebe dos neuropeptídeos.

O que importa ao sistema imunológico é aquilo que se passa em nossa mente, daí a importância dos pensamentos!

O cérebro só cria a doença que conhece, e o nosso temor em ter uma uma doença é o precursor da criação dela. Somos responsáveis pelos nossos sentimentos mais interiores. As palavras nos afetam mais que as armas. Uma ofensa pode nos matar, porque tudo isso deprime nosso sistema imunológico.

E isso não é tudo!

Já sabemos que o sistema imunológico fica algum tempo “escutando” nossos monólogos internos, raivas, mágoas, as ofenças que escutamos, o amor que nos negamos, enquanto nenhuma célula ou órgão do organismo monitorar e responder com uma ação concreta a estas pragas danosas, elas vão se acumulando no órgão que estiver mais fraco.

A resposta do sistema imunológico está condicionada ao pensamento. Ele não só escuta, mas reage de acordo com o pensamento a este diálogo emocional. As células que defendem nosso organismo têm pontos receptores de neuropeptídeos, as substâncias que produzimos no cérebro com cada pensamento. E a resposta do nosso organismo aos germes patógenos ou ofensas varia dependendo de que se fortaleça ou debilite o amor por nós mesmos, o que dará força a nosso sistema imunológico para nos defender e nos manter saudáveis.

By Dr. Richard Schulze, do livro “Common Sense Health and Healing”.

Leia mais sobre o assunto no post “Psiconeuroimunoendocrinologia“.

By Joemir Rosa.

Polvo na cachaça

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29/01/2011 by Joe

Quando falamos em frutos do mar, logo pensamos na variedade de produtos provindos das águas salgadas, nem sempre muito conhecidos, o que leva muita gente a torcer o nariz e dizer “eu não como isso”, mesmo antes de experimentar!

Na categoria “frutos do mar” temos os mariscos, crustáceos, moluscos e outros pequenos animais marinhos, com exceção dos peixes. Todos eles excelentes fontes de nutrientes, vitamina B (essencial para a formação dos glóbulos vermelhos e  manutenção do sistema nervoso), zinco (produção de proteínas, cicatrização e  desenvolvimento dos orgãos do aparelho reprodutor), além de outras vitaminas e sais minerais, incluídas aí as vitaminas B1, B2, niacina, além de selênio, cálcio, magnésio e iodo.

Vale ainda lembrar que os frutos do mar, tais como: lula; siri; caranguejo; camarão; lagosta etc, com exceção dos peixes, são riquíssimos em sódio. Reduzir o consumo desses alimentos é indispensável para quem precisa manter uma dieta moderada de consumo de sódio.

De todos esses frutos do mar, o que causa um certo “nariz torcido” é o polvo. Esse molusco octopode (que possui 8 braços) ainda é visto com estranheza, talvez pelo seu aspecto um tanto bizarro.

Mas, na gastronomia, é uma carne que possui um sabor delicioso, exótico, além de ser muito nutritivo.

A receita deste sábado é bem simples e pode ser saboreada como prato principal, ou como aperitivo.

Espero que gostem e enviem seus comentários, sugestões e preparo e variações da receita!!

Polvo na cachaça

Ingredientes

1 polvo inteiro (2 kg) já limpo
1 ½ xícaras (chá) de cachaça
2 folhas de louro
sal a gosto

1 cebola cortada em fatias finas
6 tomates maduros cortados em cubinhos
2 dentes de alho bem picados
½ xícara (chá) de folhas frescas de manjericão
azeite de oliva a gosto
sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo

Numa panela média, coloque o polvo, a cachaça, o louro e um pouquinho de sal. Tampe e deixe em fogo alto por 10 minutos, mexendo umas 2 vezes até que ele fique rosado e comece a enrolar.

Abaixe o fogo e cozinhe na própria água (ele solta água) por, mais ou menos, 1 hora, até que esteja bem macio. Se secar demais, coloque um pouco de água e espete os tentáculos com um garfo para testar.

Quando estiver no ponto, tire do fogo, escorra, deixe amornar, descarte a pele excedente (principalmente a que envolve a cabeça). Separe os tentáculos e corte o restante em pedaços do tamanho de uma mordida.

Regue o fundo de uma frigideira grande com azeite, junte o polvo em pedaços, deixe dourar de todos os lados, transfira para uma tigela e reserve.

Regue a mesma frigideira com um pouco mais de azeite, junte a cebola, espere começar a dourar. Adicione o alho, aguarde perfumar e então acrescente o tomate, sal, pimenta. Misture bem, aguarde uns 5 minutos até que o tomate esteja macio e perfumado, e junte o manjericão.

Coloque o polvo na frigideira, misture bem e sirva com arroz branco. Acompanhe com um bom vinho branco (Sauvignon Blanc).

Peixe crocante com parmesão

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 20/02/2010 by Joe

Que peixe é gostoso e faz muito bem pra saúde ninguém duvida! Além do saboroso, o consumo de peixe é muito nutritivo e deveria estar sempre em nossa alimentação.

Para começar, o peixe é rico em proteínas, como qualquer outra carne. Por isso, quem quer deixar de lado a carne vermelha, estará bem nutrido comendo peixe. Além disso, tem grande quantidade de minerais, entre eles cálcio, fósforo, iodo e cobalto, e é também fonte das vitaminas A, D e B.

A melhor parte da história é que peixe tem pouca gordura! É claro que existem algumas espécies gordurosas, mas, em geral, o peixe tem bem menos gordura do que carne vermelha e frango, e isso faz com que sua digestão seja mais rápida.

Peixe também é ótimo para quem quer perder peso e controlar o nível de colesterol no sangue! Algumas espécies de peixe, principalmente aqueles de água fria, são ricos em ômega-3, que é um tipo de gordura bastante benéfica à nossa saúde. O ômega 3 diminui o risco de doenças cardíacas, aterosclerose (endurecimento das artérias) e ajuda nas inflamações, no desenvolvimento cerebral e na regeneração das células nervosas. E, por agir nas células nervosas, o ômega-3, encontrado no peixe, ainda pode ajudar no tratamento da depressão, ansiedade e problemas de sono.

Esse tipo de gordura auxilia, ainda, no tratamento da pressão alta, na coagulação do sangue, no alivio das dores causadas pela artrite reumatóide, na proteção da pele contra raios ultravioleta e inflamações.

Por isso, o peixe é um excelente alimento para o desenvolvimento escolar de crianças e adolescentes e não pode faltar na alimentação dos idosos, já que diminui o risco de desenvolvimento do mal de Alzheimer, demência e cansaço mental.

Pode ser introduzido na alimentação da criança (juntamente com carne de boi e frango) assim que esta começar a receber os alimentos complementares (em torno de 6 meses de idade), exceto se houver histórico familiar de alergia ao peixe. Neste caso, sua introdução pode esperar mais um pouco e, quando realizada, deve ser ofertado um tipo de peixe de cada vez, observando as reações da criança.

Uma ótima alternativa é o cação, devido ao fato de não ter espinhos. A introdução de peixe na alimentação da criança é importante, para garantir o suprimento de ferro e proteger-lhe do risco de anemia.

Acredito que todo mundo tem sua receita particular de pratos à base de peixe. Resolvi, então, colocar uma receita deliciosa, preparada no forno (portanto, sem a gordura da fritura) e que fica deliciosa e muito crocante.

Espero que gostem!!!

Peixe crocante com parmesão

Ingredientes

1 xícara de farinha de rosca
1 xícara de queijo parmesão ralado bem fininho
2 colheres de sopa de raspinhas de casca de limão
120 gr de manteiga derretida
4 filés de peixe
farinha de trigo para polvilhar
2 ovos batidos
1 xícara de arroz
1 xícara de ervilhas congeladas, fervidas, escorridas
2 dentes de alho picadinho
1/4 xícara de suco de limão
1/2 xícara de folhas de hortelã fresca
fatias de limão para servir

Modo de preparo

Pré-aqueça o forno em 220°C. Coloque a farinha de rosca, o queijo, as raspas de limão e 80 gr da manteiga derretida numa vasilha e misture bem. Polvilhe os filés de peixe com a farinha de trigo, removendo qualquer excesso. Passe os filés pelo ovo batido e depois pela mistura de queijo e pão. Coloque numa forma forrada com papel alumínio e asse por uns 15 minutos ou até o peixe ficar bem cozido e com uma crosta crocante.

Cozinhe o arroz em bastante água com sal, até ficar al dente. Escorra o excesso. Retorne o arroz para a panela, junte o restante da manteiga, as ervilhas cozidas e levemente amassadas com um garfo, o alho e o suco de limão e refogue em fogo alto por uns 2 minutos. Junte as folhas de hortelã e sirva acompanhado dos filés de peixe.

Enfeite o prato com fatias de limão.

Caso deseje, pode trocar a farinha de rosca por bolachas integrais pulsadas no processador e também, em vez de arroz comum, utilizar orzo (um tipo de arroz italiano).

By Joe.

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