Arquivo para Vírus

Aprendiz

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 09/10/2014 by Joe

Elis Rejane Busanello 1

Eu não sabia, mas antes do câncer, eu já estava doente. Porém, duas doenças me limitaram mais do que a quimioterapia e a cirurgia. Os nomes delas são “Não Posso” e “Não Consigo”.

Quando eu estava atacada pelo vírus “Não posso”, eu dizia e agia assim:

– “Não posso tirar foto de lado… porque meu nariz e queixo são pontudos”.

– “Não posso usar saia curta… porque meus joelhos são muito grossos”.

– “Não posso sorrir muito em foto… porque meu bigode chinês aparece”.

– “Não posso andar de avião… porque tenho medo”.

– “Não posso ter plantas em casa… porque não sei cuidar”.

E assim eu permanecia, doente de mim mesma!

Quando eu estava atacada pelo vírus “Não consigo”, eu dizia e agia assim:

– “Não consigo ficar bem nas fotos… porque sempre arregalo os olhos”.

– “Não consigo posar para fotos… porque tenho vergonha”.

– “Não consigo sorrir pra valer… porque meus dentes não são bonitos”.

– “Não consigo ler livros… porque me dão sono”.

– “Não consigo fazer caridade regularmente… porque não tenho tempo”.

E assim eu seguia, impondo-me limites…

Quantas vezes reclamei da oleosidade do meu cabelo, do quanto ele era fino e pesado. A escova não durava nada! Fiz até permanente para dar volume, fiquei parecendo um poodle.

Hoje, depois de encarar a doença, cheguei à conclusão que o câncer mata muita coisa realmente, entre elas, preguiça, vergonha, solidão, hipocrisia, medos, futilidades, culpas, limitações, radicalismos, carência, dependências, autocrítica, intolerância, baixa autoestima e muito mais!

Nesse processo, conheci estas frases e elas definem o que acredito hoje:

“O que somos é um presente de Deus. O que nos tornamos é o nosso presente para ele”.

“Não aprendi a voar. Isto é para os pássaros. Mas aprendi a me sentir como se estivesse voando”.

“Descobri que a gente pode sorrir por fora e por dentro”.

“Ser diferente é muito diferente de ser esquisito, feio ou anormal”.

“O silêncio pode ser melhor do que mil palavras”.

“Conhecer a mim mesma é um aprendizado constante”.

“Existe mais beleza nos processos e nas atitudes do que nas formas”.

É certo que o câncer muda a vida da gente, porém, eu discordo que ele seja um presente. Ele é uma oportunidade! Mas até quando precisaremos dele para percebermos as belezas que existem em nós e à nossa volta?

“Viver
E não ter a vergonha de ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser um eterno aprendiz! “ (Gonzaguinha).

By Elis Rejane Busanello.

Tempo de começar

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/05/2012 by Joe

Todo dia é um novo desafio a vencer. Desafios que, aos olhos de muitos, podem parecer tão simples e, para outros, tão complexos e insuperáveis.

Na verdade, são fases na vida de cada ser humano que jamais devemos esquecer. Cada desafio nos ajuda a não nos tornarmos insensíveis, frios e desinteressados.

Nos servem para valorizar a raça e a nossa condição de humanos; aceitar que temos direito a errar, aprender e superar – sem, contudo, deixar que a luta diária se torne a nossa cadeia perpétua.

Dinheiro não é tudo na vida e nem tudo tem preço. Não podemos deixar os valores fundamentais morrerem.

É preciso resgatar a família e, de verdade, dedicar o tempo de que precisam nossos filhos, irmãos, esposas, maridos, mães, pais, avós; resgatar a verdadeira amizade, essa que não morre nunca, porque não tem compromisso nem laços sanguíneos e surge livre e espontânea, sem pedir nem exigir nada; resgatar a confiança das pessoas; acreditar na palavra empenhada e cultivar, praticar e propagar a honestidade; exigir o que é justo, fazer valer os nossos direitos e respeitar os direitos dos outros.

Nunca foi tão necessário voltar a acreditar; nos tornarmos homens e mulheres de fé, que acreditem num tempo melhor para as novas gerações.

Mas não é só falar: é preciso assumir o compromisso pessoal, nos transformar em agentes de mudança, nos espalhar na sociedade como um vírus na internet e ver se, de uma vez por todas, conseguimos uma mudança real para a nossa sociedade e deixamos um mundo melhor para os filhos dos nossos netos.

Você e eu sabemos que o tempo é curto.

Então é tempo de começar.

Desconheço a autoria.

O processo de adoecer

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/04/2012 by Joe

Só podemos alterar ou evitar que algo aconteça se conhecermos seu processo, ou sua forma de atuação. O mesmo podemos dizer em relação às doenças. Conhecendo o processo de adoecer podemos nos prevenir ou, ao menos, entender o que acontece em nossa mente e corpo.

O estresse, nosso companheiro diário, realmente é um profundo sinal de alerta do organismo. A expressão corporal constitui o primeiro e mais primitivo meio de comunicação e de defesa que o ser humano dispõe, principalmente nos momentos em que as defesas estejam bloqueadas.

A vinculação entre estado psicológico e baixa das defesas do organismo baseia-se nas alterações orgânicas que as situações do estresse provocam: a maior produção de cortisona (hormônio produzido pelas supra-renais), que ocorre nessas situações, leva à uma maior destruição das células de defesa do organismo.

É muito comum ficarmos com gripe, herpes, ou contrair algum outro vírus quando estamos fragilizados emocionalmente, pois o sistema imunológico é diretamente atingido. A relação entre o estado psicológico e as doenças não ocorre apenas nas situações de estresse, mas também de tristeza, sofrimento intenso, angústia, frustrações e perdas, principalmente quando acontecem repetidas vezes. Ou seja, toda sobrecarga que gera tensão emocional, que é a primeira fase do adoecer, como descrito abaixo, pode ser a causa de uma doença.

O Processo de adoecer é lento e passa por quatro fases:

– Primeira fase: tensão emocional.
– Segunda fase: distúrbio funcional.
– Terceira fase: alteração celular, ocorrendo alterações laboratoriais nessa fase.
– Quarta fase: destruição celular, onde ocorre a lesão celular, ou a doença propriamente dita.

Ou seja, quando há tensão (primeira fase), dependendo da intensidade, repetição ou duração do conflito, seja consigo mesmo, ou com alguma situação, é suficiente para originar transtornos funcionais (segunda fase); e estes, se repetidos e insistentes, alteram a vida celular (terceira fase), onde encontramos alterados os resultados de exames, acarretando a lesão orgânica, que é a quarta fase, ou a doença em si.

É preciso salientar que o processo de adoecer começa muito antes de ser diagnosticado em exames, o que só ocorre na terceira fase, por isso ser tão frequente descobrir uma doença já em estado avançado, onde anteriormente não constava em nenhum exame.

Mas como evitar uma doença, se quando diagnosticada através de exames, já pode ser tarde? Cuidando de nossas emoções. O trabalho de prevenção é atuar antes desse processo chegar na quarta fase. E cada um de nós pode evitar que exista uma sobrecarga de tensão emocional, identificando as situações conflitantes assim que elas aconteçam. Por isso se torna tão importante a expressão das emoções. Quantas vezes não sentimos algo e ignoramos, bloqueamos e negamos?

Hoje não temos mais como evitar o estresse ou a ansiedade, mas podemos identificar imediatamente quando estamos nos sentindo sobrecarregados e nos permitirmos parar um pouco para respirar. Em quantas situações não identificamos nosso cansaço e continuamos sem tempo sequer para respirar? Continuamos nos sobrecarregando sem nos darmos conta das consequências, ignorando os sinais que recebemos. Pensamos muito mais no momento presente esquecendo-nos que tudo que fazemos e, principalmente, sentimos, têm consequências que nem sempre são possíveis de serem revertidas.

O ser humano corre tanto para quê? Qual o sentido? Geralmente para acumular bens materiais, buscar poder, sucesso… O que muitas vezes está apenas encobrindo a necessidade de reconhecimento, de sentir-se uma pessoa de valor. Sim, tudo isso é muito gratificante, mas em determinados casos, qual o preço? Pagar com a vida ou a saúde?

O único objetivo é fazer com que cada um reflita sobre a própria vida, sem ser preciso estar internado num leito de hospital ou inconsciente em uma UTI, onde frequentemente encontramos pessoas desesperadas não pelo último contrato que não conseguiram fechar, mas pelo mais íntimo desejo de estarem perto daqueles que amam.

É quando surge o medo da morte, e quem não está preparado para morrer, com certeza não está preparado para viver.

Quando doentes sentimos medo de não conseguirmos realizar mais o que esperávamos ainda realizar. É o medo da despedida, da finitude, pois nós seres humanos temos a tendência de deixar as coisas mais importantes para amanhã. E quem é jovem adora fazer isso e brincar com a vida e com os próprios sentimentos. Porém, não é a idade avançada que nos faz adoecer, mas sim o acúmulo de mágoas, ressentimentos e conflitos. Por isso temos cada vez mais jovens com doenças muito sérias, e com elas estão aprendendo a reavaliar seus valores, seu jeito de ser, sua maneira de viver.

Enquanto as pessoas não se conscientizarem que paz, harmonia, alegria, não se compra com dinheiro ou poder, a doença continuará a atingir as pessoas para que comecem a dar mais valor naquilo que realmente dá sentido à vida: o amor! Sem ele não somos nada, mas infelizmente muitos só percebem isso quando deitados no leito de um hospital. É quando terão a oportunidade de parar e pensar sem pressa; e perceber que a doença, por pior que seja, sempre nos traz uma mensagem que nos diz: pense, reavalie, mude o que precisa ser mudado, mas seja feliz!

By Rosemeire Zago, psicóloga clínica.

Vida Assistida

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 04/03/2012 by Joe

Livro: Vida Assistida
By Tess Gerritsen
Editora Record

A idealista Toby Harper trabalha no tranquilo turno da noite da emergência do Hospital Springer. O horário permite que ela se dedique à mãe, que sofre de Alzheimer. Mas esta rotina está prestes a desabar, depois que ela admite um homem em condições críticas causadas por uma possível infecção viral do cérebro. O paciente mal responde ao tratamento e, então, desaparece sem deixar pistas.

Antes que Toby possa encontrá-lo, um segundo caso ocorre, revelando um fato terrível: o vírus só pode ser transmitido através da troca direta da tecidos. Seguindo uma pista de mortes que vai de uma jovem prostituta grávida de 16 anos até a sua própria casa, Toby descobre o impensável: a epidemia não aconteceu espontaneamente — alguém a deflagrou.

Vida assistida é mais que um thriller eletrizante. É uma provocante reflexão sobre controversas questões médicas que não devem ser ignoradas. Grande nome do thriller médico, considerada a versão feminina do mestre Robin Cook, seus livros impressionam pela acuidade dos aspectos técnicos e pela equilibrada mescla de ciência e investigação criminal. Sem descuidar da intriga e do mistério.

Com fãs do naipe de Stephen King, Gerritsen transpira autenticidade nesta história sobre uma médica dedicada a investigar as causas de uma epidemia letal.

Imperdível para os fãs de Robin Cook e de thrillers médicos!

By Joemir Rosa.

Neuropeptídeos

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 20/10/2011 by Joe

Imagine como o sistema imunológico tem que se defender contra o ataque constante a que se vê acometido. Se lhe parece que as bactérias assassinas, as enfermidades gerais e as gripes malignas são permiciosas, você se surpreenderá quando souber que as pesquisas médicas e clínicas concluiram que o inimigo mais temido pelo organismo não são os micróbios, mas sim os pensamentos e palavras ditas a cada dia.

Quer mais?

Há um nutriente de efeitos terapêuticos mais eficaz que as vitaminas, os minerais, as enzimas, os remédios naturais e as ervas medicinais: o amor!

O cérebro trabalha constantemente, todos os dias do ano e a toda hora, não fecha nos feriados e nem tira férias. A princípio é o computador que dirige o organismo e regula praticamente cada uma das funções do metabolismo e seu equilíbrio químico.  Desde o sistema nervoso até a atividade sexual, passando por mil atividades que nem temos ideia, o cérebro é quem manda e está constantemente criando, automatizando, regulando, equilibrando e mantendo todo o organismo a cada momento do dia.

A ciência já comprovou que, quando temos um pensamento, o cérebro produz substâncias que abrem o que se poderia chamar de “janela” para a atuação dos sentimentos.

Quando o pensamento é concluído a “janela” se fecha. Por exemplo, quando vemos a pessoa amada, essa sensação incrível que percorre o corpo não é outra coisa senão uma substância química. Quando nos excitamos sexualmente, o nosso corpo é levado a liberar outra substância química. E quando alguém tenta nos assaltar, e vem a vontade de reagir, de ter conosco uma arma para desintegrar o bandido, esta ira que sentimos, esse ácido corrosivo que aparece no sistema circulatório, no estômago, essa sensação, é outra substância enviada pelo cérebro.

Essas substâncias todas, segregadas pelos cérebro, chamam-se neuropeptídeos.

A biologia levou anos pesquisando este campo e ainda continua. O que sabemos até agora é que, quando temos um pensamento, o cérebro produz substâncias que afetam nosso corpo, e o que sentimos é produzido pela assimilação desses neuropeptídeos.

E é aqui que a coisa se torna inquietante!

A ciência médica fez uma descoberta transcendental na última década que passou praticamente despercebida. Já era sabido que as células do sistema imunológico, como todas as demais, têm compartimentos de descarga em sua membrana para assimilar diversas substâncias. O que se descobriu foi que, na membrana de cada um dos linfócitos que defendem o corpo de bactérias, virus, fungos, parasitas, câncer e de todas as enfermidades, existe um ponto concreto de carga que recebe dos neuropeptídeos.

O que importa ao sistema imunológico é aquilo que se passa em nossa mente, daí a importância dos pensamentos!

O cérebro só cria a doença que conhece, e o nosso temor em ter uma uma doença é o precursor da criação dela. Somos responsáveis pelos nossos sentimentos mais interiores. As palavras nos afetam mais que as armas. Uma ofensa pode nos matar, porque tudo isso deprime nosso sistema imunológico.

E isso não é tudo!

Já sabemos que o sistema imunológico fica algum tempo “escutando” nossos monólogos internos, raivas, mágoas, as ofenças que escutamos, o amor que nos negamos, enquanto nenhuma célula ou órgão do organismo monitorar e responder com uma ação concreta a estas pragas danosas, elas vão se acumulando no órgão que estiver mais fraco.

A resposta do sistema imunológico está condicionada ao pensamento. Ele não só escuta, mas reage de acordo com o pensamento a este diálogo emocional. As células que defendem nosso organismo têm pontos receptores de neuropeptídeos, as substâncias que produzimos no cérebro com cada pensamento. E a resposta do nosso organismo aos germes patógenos ou ofensas varia dependendo de que se fortaleça ou debilite o amor por nós mesmos, o que dará força a nosso sistema imunológico para nos defender e nos manter saudáveis.

By Dr. Richard Schulze, do livro “Common Sense Health and Healing”.

Leia mais sobre o assunto no post “Psiconeuroimunoendocrinologia“.

By Joemir Rosa.

Como os germes se espalham

Posted in Saúde with tags , , , , , on 16/08/2009 by Joe

Tradução dos créditos iniciais e finais do video:

Germes 2Os germes estão em todos os lugares.
Alguns germes são virus.
Alguns germes são bactérias.
Alguns germes vivem no ar.
Todos os germes adoram lugares que sejam úmidos, quentes e escuros.
É aí que os germes se dividem e se multiplicam melhor.

A estória que vocês verão no video abaixo é verdadeira. As bactérias foram modificadas para parecerem menos amedrontadoras. Aqui elas tem olhos e cantam enquanto se multiplicam.
Então, relaxem e curtam!

Espirro: como os germes se espalham!

Não esqueça: suas mãos carregam muitos germes, mesmo que você não consiga ve-los.

Lave suas mãos várias vezes ao dia.

Use, de preferência, água quente e sabão líquido para obter melhores resultados.

Para evitar espalhar germes você pode também usar o dorso de sua mão quando espirrar. Ou usar as mangas de suas roupas. Melhor contaminar a sua camisa preferida do que seu amigo!

Com germes, assim como tudo mais, o melhor que você fizer acaba retornando para você mesmo!

By Joe.

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