Arquivo para Tomate

Mousse de goiaba com calda

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23/08/2014 by Joe

Mousse de goiaba com calda

Já contei a origem da mousse por diversas vezes em receitas passadas. Falei sobre os benefícios da gelatina e como ela é preparada. Então, não vou me repetir. Quem quiser saber mais sobre o assunto, use o Busca no Blog, colocando a palavra “mousse”, sem aspas.

Hoje trago mais uma deliciosa receita, tendo como ingrediente principal a goiaba! Rica em vitamina C, um antioxidante que neutraliza a ação dos radicais livres responsáveis pelo processo de envelhecimento precoce. Rapidamente absorvida pelo intestino delgado, a vitamina C é necessária para a produção de colágeno, a formação dos glóbulos vermelhos do sangue e o metabolismo de alguns aminoácidos. Também facilita a absorção de ferro e aumenta a resistência a infecções.

A quantidade de vitamina C da goiaba é três vezes maior que aquela que o nosso organismo precisa diariamente. E tem quatro vezes mais desse nutriente que as laranjas. Por isso, se você ingerir meia goiaba por dia, já será o suficiente. A recomendação dos especialistas é que a ingestão diária de frutas deva corresponder de três a quatro porções (uma goiaba equivale a uma porção).

Além disso, a goiaba é fonte de licopeno, um elemento predominante no plasma e nos tecidos humanos, sendo encontrado em um número limitado de alimentos de cor vermelha (tomate e seus derivados, melancia, mamão e pitanga são exemplos). É um dos mais potentes antioxidantes, sendo sugerido na prevenção de cânceres e da formação de placas de gorduras nos vasos sanguíneos.

As fibras solúveis ou insolúveis são benéficas na redução do colesterol (especialmente o ruim, LDL) e demais frações de gordura no sangue (como os triglicérides), assim como no controle de taxa de glicose no sangue, na regulação do funcionamento do intestino e no controle da fome. Vale a pena lembrar que somente comer goiabas não é suficiente. O aumento de sua ingestão deve ser gradual e também acompanhado de um proporcional consumo de líquidos.

Bom… informações nutricionais à parte, vamos à mais uma deliciosa sobremesa!

Mousse de goiaba com calda

Ingredientes

Mousse

2 goiabas vermelhas em fatias
1 xícara (chá) de água
½ xícara (chá) de açúcar
1 lata de creme de leite
1 envelope de gelatina incolor sem sabor
4 colheres (sopa) de água

Calda

1 goiaba vermelha picada
1 xícara (chá) de água
½ xícara (chá) de açúcar
folhas de hortelã a gosto

Modo de preparo

Hidrate a gelatina com as 4 colheres de água, de acordo com as instruções da embalagem. No liquidificador, bata a goiaba com a xícara de água e passe por uma peneira para descartar as sementes.

Coloque o creme de novo no liquidificador e junte a gelatina, o açúcar e o creme de leite. Bata bem e, quando estiver um creme homogêneo, ponha em taças de sobremesa. Leve à geladeira por duas horas ou até ficar firme.

Prepare a calda, batendo todos os ingredientes no liquidificador, depois passe pela peneira e leve ao fogo. Deixe ferver por cinco minutos. Na hora de servir, despeje sobre a mousse nas taças e decore com folhas de hortelã ou mais pedacinhos de goiaba.

By Joemir Rosa.

Bauru cremoso de forno

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 04/01/2014 by Joe

Bauru cremoso de forno

Há três semanas eu postei a história, origem e a receita do Bauru, sanduíche que teve sua origem numa lanchonete em São Paulo e que faz sucesso até internacional!

De lá para cá, muitas outras receitas de lanches apareceram, algumas até que levam o nome do primo famoso! Dizem que se levar fatias de tomate é um bauru; se levar apenas queijo e presunto é um misto quente.

Nomenclaturas e outras discussões à parte, resolvemos ir direto ao ponto, ao que importa: uma receita deliciosa e muito fácil de preparar na hora que pintar a fome!

Como sempre, variações existem aos montes e podem ser adaptadas de acordo com o gosto e dieta de cada um. Prepare seu bauru cremoso de forno e troque ingredientes por opções mais light como peito de peru, leite desnatado, pão integral, queijo light, etc.

Bauru cremoso de forno

Ingredientes

1 xícara (chá) de leite
50 g de queijo ralado
2 ovos inteiros
2 colheres (sopa) de margarina
1 pão de forma sem casca
100 g de presunto em fatias
100 g de queijo prato em fatias
2 tomates em rodelas temperados com azeite
sal e orégano a gosto

Modo de preparo

Aqueça o forno a 180ºC. No liquidificador, bata o leite, o queijo ralado, os ovos e a margarina até obter uma mistura homogênea.

Unte um refratário (26 x 16 cm) com margarina, coloque uma camada de pão, a metade do creme, o presunto, o queijo prato, as rodelas de tomate temperadas e termine com fatias de pão.

Cubra com o restante do creme, salpique com orégano e leve ao forno por, aproximadamente, 20 minutos ou até que o queijo se derreta e o pão esteja crocante.

By Joemir Rosa.

O que realmente faz bem!

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/12/2013 by Joe

O que nos faz bem

Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere…

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.

Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.

Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir nova em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos. Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheia de ideias.

Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais… os médicos deveriam proibir – como doem!

Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependida de nada. Acordar de manhã arrependida do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde! E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda! Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.

Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!

Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.

Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada!

By Martha Medeiros.

Bauru

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14/12/2013 by Joe

Bauru

Muitas pessoas no mundo todo saboreiam o sanduíche Bauru e nem imaginam que o lanche foi batizado com este nome por causa de um bauruense.

A receita, embora simples e hoje conhecida internacionalmente, foi inventada em 1933 pelo então estudante de direito Casimiro Pinto Neto, o Bauru, apelido que recebeu dos amigos quando chegou à capital por causa da sua cidade de origem, no interior de São Paulo. Casimiro, na época, era um dos frequentadores da famosa lanchonete paulistana – o Ponto Chic – instalado no largo do Paissandu, considerado naquela época como o centro novo e elegante de São Paulo.

Numa noite, chegando atrasado ao Ponto Chic para um compromisso, Casimiro quis comer algo rápido e substancioso. Chamou Carlos, o principal sanduicheiro da casa, e orientou, com base num livreto sobre alimentação para crianças:

– “Abra um pão francês, retire o miolo e ponha dentro queijo derretido”.

Enquanto Carlos anotava, Bauru comentou:

– “Está faltando proteína nisso”.

Deu então a ordem:

– “Acrescente umas fatias de rosbife”.

O sanduicheiro se afastava, quando Bauru completou a receita:

– “Carlos, bota também umas fatias de tomate”.

Quando Bauru estava comendo o segundo sanduíche, um amigo chegou, pegou um pedaço de seu lanche, gostou e gritou para o garçom:

– “Me vê um destes do Bauru!”

A partir daí, os amigos foram experimentando e o nome foi ficando. Todos quando iam pedir, falavam:

– “Me dê um do Bauru”, “…me dê um Bauru”, e assim ficou o nome para o sanduíche inventado por Casimiro Pinto Neto … Sua Excelência, o Bauru!!!

Com a intenção de deixar o lanche ainda mais saboroso, os chefes de cozinha foram adicionando, nas últimas décadas, novos ingredientes à receita original do Bauru. Assim, o lanche passou a incluir, além de tomates frescos, fatias de pepino curtido em vinagre de vinho branco (picles) e vários tipos de queijo.

E hoje eu trago a receita original deste lanche famoso e muito saboroso!

De passagem por São Paulo, não deixe de visitar o Ponto Chic e experimentar esse e outros deliciosos pratos preparados pela casa.

Bauru

Ingredientes

250 gramas de rosbife cortado fino
80 g de queijo prato
80 g de queijo suíço
80 g de queijo estepe
10 g de queijo provolone
3 copos de água
1/2 colher de sopa de manteiga
6 rodelas de tomate
6 fatias de pepino*
3 pães franceses
sal a gosto

* Antes de começar a preparar o sanduíche, é preciso deixá-lo por quatro dias em uma conserva de vinagre de vinho branco.

Modo de preparo

Leve uma panela ao fogo, com três copos de água. Acrescente a manteiga e aqueça, até que se forme uma camada de óleo por cima. Baixe o fogo. Coloque primeiro o queijo provolone na água. Em seguida, vá acrescentando os outros queijos, aos poucos, e vá mexendo sempre e acrescentando água quando necessário, até que se forme uma pasta uniforme.

Corte um pão ao meio, no sentido do comprimento. Em uma das partes, coloque quatro fatias do rosbife, temperadas com sal (na hora). Sobre o rosbife, disponha duas rodelas de tomate e duas fatias de pepino. Retire um pouco do miolo da outra parte do pão e acrescente um terço do queijo fundido, quente.

Feche o sanduíche e corte no sentido diagonal. Repita o procedimento com os outros dois pães e sirva imediatamente.

By Joemir Rosa.

Camarão na moranga

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29/06/2013 by Joe

Camarão na moranga

O camarão na moranga é um prato típico da culinária litorânea brasileira, servido e preparado com uma abóbora do tipo moranga, recheada com camarão e requeijão.

Para entender a história desse prato, vamos primeiro conhecer um pouco do local que deu origem a essa receita tão especial.

Em Ubatuba fica localizada a Ilha Anchieta, a 2ª maior ilha do Litoral Norte paulista, com 828 hectares de exuberante Mata Atlântica em meio a montanhas e praias de águas cristalinas.

O local abrigou, na década de 1930, um presídio político que foi desativado após uma grande rebelião. As ruínas do presídio que ali funcionou de 1904 a 1955, hoje são um grande atrativo turístico para quem visita a Ilha.

Enquanto esteve em funcionamento, mais especificamente no ano de 1945, o presídio recebeu um grupo de presos políticos japoneses. E como é da cultura oriental, esse grupo era bastante dedicado ao trabalho em atividades agrícolas, e assim deram início ao cultivo de legumes e verduras na Ilha Anchieta.

Acredita-se que, de tanto andarem descalços e comer peixe cru, aliada à falta de higiene que era muito comum nos presídios da época, acabaram adquirindo várias doenças, entre elas a esquistossomose, conhecida como “barriga d’água”, que é uma infecção por parasitas, muito comum entre pessoas que trabalham no campo.

Um médico local sugeriu que tomassem remédios tradicionais, mas o grupo não aceitou e passaram a plantar abóboras, pois de suas sementes era obtido um poderoso vermífugo e o problema acabou sendo resolvido.

A novidade fez tanto sucesso que os moradores do continente começaram a comprar as abóboras plantadas na ilha e torrar as sementes para comer e curar suas moléstias também.

Ocorreu que, durante uma das travessias da ilha para o continente, uma das abóboras caiu no mar e afundou rapidamente pois havia um furo no lugar do talo. Passadas algumas semanas o fruto reapareceu cerca de 5 km de onde havia afundado, e uma senhora que tinha um restaurante na praia da enseada encontrou o fruto e não pensou duas vezes, colocou a abóbora inteira para ser fervida.

Ao abrir a tal abóbora, descobriu que dentro tinha mais de dois quilos de camarão sete-barbas. Vendo aquilo, e como boa cozinheira que era, teve a brilhante ideia de retirar as sementes e adicionar cheiro-verde, folha de coentro, tomate, alho e cebola.

Estava criado mais um prato típico da culinária caiçara: “Camarão na Moranga”, prato este que passou a fazer parte do cardápio de muitos restaurantes litorâneos espalhados pelo Brasil.

Camarão na moranga

Ingredientes

1 moranga média
1 kg de camarão pequeno limpo
3 camarões grandes com rabo para decorar o prato
4 limões
pimenta a gosto
sal a gosto
100 ml de azeite de dendê
azeite comum
3 tomates
1 cebola média
4 dentes de alho
salsinha picada
cebolinha picada
200 g de creme de leite
250 g de requeijão ou catupiry cremoso
100 g de queijo parmesão ralado

Modo de preparo

Esprema os limões e tempere os camarões juntamente com pimenta e sal a gosto, deixando no tempero por aproximadamente 30 minutos. Não jogue fora esse tempero, pois será usado para temperar os 3 camarões grandes.

Abra uma tampa na moranga, retire todas as sementes, pincele com azeite por dentro e por fora, coloque água quente dentro (mais ou menos até a metade), cubra com papel-alumínio e leve ao forno pré-aquecido até que fique macia.

Enquanto a moranga está no forno, refogue a cebola e o alho no azeite de dendê em uma panela grande. Em seguida coloque os tomates e refogue um pouco mais. Acrescente os camarões, o requeijão e cozinhe por 3 minutos no máximo, para que não fiquem duros. Acrescente o creme de leite sem soro, um pouco de salsinha, cebolinha, o requeijão e um pouco de queijo ralado, mexendo até ficar tudo bem misturado e, em seguida, desligue o fogo.

Tempere os 3 camarões grandes no suco de limão que foi reservado anteriormente.

Se a moranga estiver macia, retire do forno, coloque o recheio e cubra com o restante do queijo ralado, da salsinha e da cebolinha. Leve novamente ao forno para gratinar.

Enquanto isso, refogue os camarões grandes no azeite para decorar a borda da moranga. Retire a moranga do forno, decore com os 3 camarões grandes e sirva esta delícia com arroz branco e farofa.

Sugestões: você poderá fazer algumas variações no modo de preparo e ingredientes. Uma opção é cozinhar a moranga em uma panela grande com água, em vez utilizar o forno. Outra variação que pode ser feita é utilizar mussarela junto ao recheio que fica muito bom também. Seja criativo que o resultado sempre poderá surpreender seus convidados, e sua receita terá sua assinatura.

By Joemir Rosa.

Chilli

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 06/04/2013 by Joe

Chilli 3

A culinária mexicana, em termos de variedade de sabores e texturas, é uma das mais ricas do mundo, embora seja por vezes caracterizada por algumas pessoas como gordurosa e condimentada. É uma culinária rica em proteínas, vitaminas e minerais.

Quando os conquistadores espanhóis chegaram à antiga Cidade do México (Tenochtitlán), descobriram que o povo azteca tinha uma dieta específica: comia pratos baseados em milho (como a tortilla mexicana) com algumas ervas e, geralmente, com feijão. De acordo com algumas pesquisas, a mistura de feijões com milho origina um composto de aminoácidos que é muito bom para a dieta.

Mais tarde, os conquistadores adicionaram arroz, carne de vaca e vinho, entre outros ingredientes. Muitas outros produtos foram levadas para o México pelos conquistadores espanhóis: cavalos, porcos, gado bovino, galinhas, cabras e outros animais, além de especiarias como orégano, salsa, canela, pimenta e ainda vários vegetais e frutos.

Muita da culinária mexicana atual tem origem em várias misturas de tradições, ingredientes e criatividade. A maior parte tem base nativa americana, com misturas indígenas e um toque espanhol. Por exemplo, a famosa quesadilla é uma tortilla com base em milho e queijo e com carne de vaca, galinha e/ou porco.

A parte indígena disto – e de muitas outros pratos tradicionais – fica por conta do chilli, ou seja as pimentas e pimentões. A disposição deste tipo de pratos é muito decorativa e colorida. Isto acontece porque a culinária mexicana é rica em vegetais verdes, tais como brócolis, couve-flor e rabanete e em carnes variadas. Os alimentos indígenas do México pré-colombiano incluem chocolate, milho, tomate e baunilha.

A alimentação varia de acordo com a região, dependendo da população indígena original e das influências dos espanhóis e de outros povos a que essas regiões foram expostas. Por exemplo, o norte do México é conhecido pela sua produção de carne de vaca e pratos de carne, enquanto que o sudeste do México é conhecido pelos seus pratos condimentados baseados em vegetais e carne de galinha.

Posteriormente, a culinária mexicana combinou-se com a culinária do sudoeste dos Estados Unidos, formando a culinária tex-mex.

Além de ser carregada de sabores muito marcantes e de aromas que fazem com que você sinta seus alimentos sendo preparados à distância, a culinária mexicana tem sua identidade bem demarcada, o que acabou, mesmo com o passar dos anos, se popularizando em diversos locais do mundo. Hoje em dia é possível encontrar restaurantes mexicanos, tradicionais ou não, em diversas localidades de todo o planeta.

Se você quer conhecer os verdadeiros sabores do México fique atento a esta receita original de chilli. Tenho certeza que todos vão gostar muito!

Chilli

Ingredientes

350 g de bacon em cubinhos
1 colher (sopa) de óleo de soja
1 cebola cortada em cubinhos
4 dentes de alho picados
2 pimentas dedo-de-moça sem sementes picadas
coentro a gosto
300 g de carne moída
100 g de linguiça calabresa cortada em pequenos cubos e sem pele
500 g de feijão carioquinha ou rosinha cozido e escorrido
2 xícaras de molho de tomate
1 tomate maduro em cubos sem pele e sem sementes
sal a gosto
cominho a gosto
4 pedaços de queijo do tipo cheddar ou queijo parmesão ralado grosso
salsa e cebolinha picadas

Modo de preparo

Em uma panela com um pouco de óleo, corte o bacon em cubinhos e frite-os até que fiquem dourados. Cuidado para não fritar demais. Quando estiver no ponto, retire o bacon com ajuda de uma escumadeira, escorra bem e coloque em um prato sobre papel toalha. Reserve.

Na mesma panela, refogue o alho, a cebola e o coentro até que eles fiquem bem dourados. Em seguida, acrescente a carne moída e a linguiça. Vá misturando bem os ingredientes e deixe cozinhar até que fiquem bem cozidos.

Em seguida, adicione o feijão escorrido, o molho de tomate e o tomate cortado em cubinhos. Acerte o sal e coloque a pimenta dedo-de-moça. Misture bem e deixe cozinhar por mais 5 a 10 minutos, mexendo de vez em quando. Por fim, adicione cominho a gosto e misture bem.

A culinária mexicana é alegre e colorida. Então, sirva o chilli em uma travessa bonita, colorida e decore a mesa da mesma forma. Na hora de servir, adicione o queijo cheddar, que deve estar cortado em 4 pedaços (se preferir, use parmesão ralado grosso). Depois é só acrescentar o bacon aquecido, a salsa e a cebolinha. O chilli está pronto para ser servido e saboreado!

Outro detalhe que não pode faltar: você deve servir este prato acompanhado de nachos de milho e um bom vinho tinto!

By Joemir Rosa.

Cassoulet

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 02/02/2013 by Joe

Cassoulet 1

O cassoulet é uma especialidade gastronômica de origem francesa da região de Languedoc-Roussillon, em especial das cidades de Carcassonne, Castelnaudary e Toulouse.

Originalmente era preparado com feijão seco e carne, principalmente o de ganso, de pato, salsichas, linguiça, carne de porco, e até carne de perdiz ou cordeiro dependendo da temporada do ano ou da variedade local.

Os feijões eram cozidos juntos com as carnes e temperos em um recipiente de barro chamado “cassole“, o que deu origem ao nome do prato, cassoulet.

O que antes era uma comida grosseira para trabalhadores rurais e soldados que defendiam as terras da região (dizem que foi durante a Guerra dos Cem anos, de 1337 a 1453), transformou-se numa das mais importantes e ricas receitas do mundo ocidental.

A combinação básica do cassoulet é composta de feijão branco, carne de porco, tomate, alho, cebola e ervas. Sobre esta base, outros ingredientes foram sendo acrescentados com o decorrer do tempo.

Para Prosper Montagné, um renomado chef de cuisine, autor de muitos livros sobre gastronomia, o cassoulet se divide em uma “Santíssima Trindade”: o “Pai” proviria de Castelnaudary, cidade batizada de “A Capital Mundial do Cassoulet”, no oeste do Languedoc entre Toulouse e Carcassone. O “Filho” proviria de Carcassone, cidade próxima do Golfo do Leão, onde se localiza Marselha. E o “Espírito Santo” proviria de Toulouse.

Os ingredientes estabelecem as diferenças. Em Castelnaudary usam várias partes do porco: lombo, pernil, as linguiças de diferentes formulações, o toucinho fresco, peito e coxas de ganso. Em Carcassone, usa-se o pernil de cordeiro. E em Toulouse são acrescentados mais tipos de linguiças e pedaços de pato.

Basicamente, o similar francês para a nossa popular feijoada, o cassoulet ao longo do tempo sofreu transformações e pode ser preparado de várias maneiras. A receita de hoje é a versão adaptada ao nosso país, com ingredientes facilmente encontrados e não menos saborosa que a original francesa. Apesar de um pouco trabalhosa, o resultado final é saborosíssimo!

Cassoulet

Ingredientes

500 g de feijão branco
150 g de toucinho defumado picado
1 kg de lombo de porco
800 g de linguiça fresca
2 cenouras inteiras
2 cenouras picadas
1 cebola grande com alguns cravos espetados
1 cebola picada
6 dentes de alho descascados, inteiros
5 tomates sem pele e sem sementes
150 ml de vinho branco
1 talo de salsão picado
1 talo de alho poró picado
1 amarrado de ervas (salsa, tomilho, alho poró, salsão e louro)
sal e pimenta-do-reino a gosto
200 g de caldo de frango pronto
farinha de rosca

Modo de preparo

Comece deixando o feijão de molho por 12 horas. Depois desse tempo, cozinhe-o com as cenouras inteiras, a cebola com cravo, 3 dentes de alho e o amarrado de ervas, por 1 hora.

Em uma panela grande, frite o toucinho, em fogo baixo, até que fique crocante e solte bastante gordura. Retire da panela e reserve.

Na gordura que sobrou na panela, frite a linguiça, retire e reserve. Ainda nessa gordura, frite o lombo temperado com sal e pimenta (se preciso, coloque mais um pouco de óleo). Retire e reserve também.

Acrescente a cenoura e a cebola picadas, o salsão, o alho poró e os 3 dentes de alho restantes à panela, e deixe dourar um pouco. Acrescente o vinho branco e o caldo de frango, e deixe reduzir um pouco.

Em seguida, acrescente os tomates e as carnes reservadas e cozinhe por 1 hora e meia (ou até que as carnes fiquem macias).

Em uma outra panela que possa ir ao forno, alterne camadas de feijão, o caldo do cozimento das carnes e as próprias carnes. Salpique a farinha de rosca e leve ao forno por 1 hora.

Sirva bem quente.

By Joemir Rosa.

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