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O poder de ter e dar

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30/06/2013 by Joe

Ter e dar

As únicas coisas que você pode ter de verdade são aquelas que você é capaz de dar. Aquilo que você não é capaz de dar somente o aprisiona.

Você só sabe verdadeiramente algo quando é capaz de ensiná-lo. Você só conhece o amor quando é capaz de dá-lo. Você só conhece a felicidade quando consegue levá-la aos outros. Você só terá abundância quando acrescentar valor à vida de outros.

Isto não quer dizer que temos que dar tudo que temos, mas, acima de tudo, é a habilidade e disposição para dar que nos traz tudo isso. Você consegue imaginar algo mais miserável que ter tudo no mundo e não ter com quem dividir?

O que quer que você esteja segurando e escondendo do mundo – suas habilidades, seus pensamentos, sua paixão, seu conhecimento, seu entusiasmo, sua coragem – está segurando você.

As riquezas que você possui, sejam elas materiais, intelectuais ou espirituais, não têm valor nenhum se você não usá-las!

Pense nisso neste início de semana!

Desconheço a autoria.

Faz de conta…

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 09/01/2012 by Joe

Recentemente uma professora, que veio da Polônia para o Brasil ainda muito jovem, proferia uma palestra e, com muita lucidez, trazia pontos importantes para reflexão dos ouvintes.

– “Já vivi o bastante para presenciar três períodos distintos no comportamento das pessoas”, dizia ela.

“O primeiro momento eu vivi na infância, quando aprendi com meus pais que era preciso ser. Ser honesta, ser educada, ser digna, ser respeitosa, ser amiga, ser leal”.

“Algumas décadas mais tarde fui testemunha da fase do ter. Era preciso ter. Ter boa aparência, ter dinheiro, ter status, ter coisas, ter, ter e ter…”

“Atualmente estou presenciando a fase do faz de conta!”

Analisando sob esse ponto de vista chegaremos à conclusão que a professora tem razão. Hoje, as pessoas fazem de conta que está tudo bem.

Pais fazem de conta que educam, professores fazem de conta que ensinam, alunos fazem de conta que aprendem…

Profissionais fazem de conta que são competentes, governantes fazem de conta que se preocupam com o povo e o povo faz de conta que acredita…

Pessoas fazem de conta que são honestas, líderes religiosos se passam por representantes de Deus, e fiéis fazem de conta que têm fé…

Doentes fazem de conta que têm saúde, políticos fazem de conta que são dignos e a justiça faz de conta que é imparcial…

Traficantes se passam por cidadãos de bem e consumidores de drogas fazem de conta que não contribuem com esse mercado do crime…

Pais fazem de conta que não sabem que seus filhos usam drogas, que se prostituem, que estão se matando aos poucos, e os filhos fazem de conta que não sabem que os pais sabem…

Corruptos se fazem passar por idealistas e terroristas fazem de conta que são justiceiros…

E a maioria da população faz de conta que está tudo bem…

Mas uma coisa é certa: não podemos fazer de conta quando nos olhamos no espelho da própria consciência! Podemos até arranjar desculpas para explicar nosso faz de conta, mas não justificamos!

Importante salientar, todavia, que essa representação no dia-a-dia, esse faz de conta causa prejuízos para aqueles que lançam mão desse tipo de comportamento. A pessoa que age assim termina confundindo a si mesma e caindo num vazio, pois nem ela mesma sabe quem é, de fato, e acaba se traindo em algum momento. E isso é extremamente cansativo e desgastante.

A pessoa que vive de aparências, ou finge ser quem não é, corre sérios riscos de entrar em depressão. Isto é perfeitamente compreensível, graças à batalha que trava consigo mesma e o desgaste para manter uma realidade falsa.

Se é fácil enganar os outros, é impossível enganar a própria consciência.

Raras são as pessoas realmente autênticas. Por isso elas se destacam nos ambientes em que se movimentam. São aquelas que não representam, apenas são o que são, sem fazer de conta. São profissionais éticos e competentes, amigos leais, pais zelosos na educação dos filhos, políticos honestos, religiosos fiéis aos ensinos que ministram.

São, enfim, pessoas especiais, descomplicadas, de atitudes simples, mas coerentes e, acima de tudo, fiéis consigo mesmas.

Por todas essas razões vale a pena ser quem se é, ainda que isso não agrade os outros.

Afinal, não é aos outros que prestaremos contas das nossas ações, mas sim, à nossa própria consciência!

Desconheço o autor.

Somos aquilo que consumimos

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 03/08/2011 by Joe

A linha entre o “ser” e o “ter” ainda será capaz de gerar muitas discussões neste universo onde, no dia-a-dia, as pessoas procuram relacionar-se .

Aqui eu quero abrir uma nova perspectiva para o “ser” e o “ter” – a idéia de que não devemos “ser para ter” ou “ter para ser”, mas sim que devemos analisar mais profundamente aquilo que consumimos.

Você está achando estranho eu falar sobre “ter” e “ser” e depois entrar com o que consumimos, não é? Deixe eu explicar o porquê!

Muitas pessoas me dizem: “eu quero ser antes de ter”, – mas ter o quê?

Outras pessoas dizem: “eu quero ter, depois vou ser”, – mas ser o quê?

Todo ser humano se auto-constrói diariamente! Sim, o ser humano se constrói com cada pensamento que emite, com cada ação que pratica e com cada emoção que sente. Todas estas coisas nos são impostas pelas circunstâncias da vida ou nós as geramos individualmente, de acordo com o nosso estado de espírito.

Estamos, assim, exercendo um processo de consumo e utilização daquilo que faz parte de nosso universo. Quando damos muita importância para alguma ingratidão, passamos a consumí-la; quando damos muita importância para alguma tristeza, passamos a consumí-la também e o mesmo ocorrerá com todos os fatores que compõem a nossa existência como amor, ódio, certeza, incerteza, gratidão, ingratidão, esperança, desesperança, alegria, tristeza…

E nossas emoções e sentimentos são como nosso metabolismo: teremos saúde com uma alimentação sadia ou teremos deficiências com uma alimentação incompleta. A falta de algum elemento no consumo de certos alimentos normalmente causará danos ao nosso organismo levando-nos, muitas vezes, a ganhar uma nova companheira de viagem: uma doença.

Nosso alimento é o que refletirá nosso corpo e nossas emoções e sentimentos são o que refletirão nossa alma. Esses dois parceiros fazem sombra um ao outro e, quando se separam, podem causar danos, às vezes, até irreparáveis.

Vamos lá! Observe bem sua vida! Analise tudo que anda consumindo neste momento:

– Você tem mágoas espalhadas pelo seu coração?
– Você tem algum tipo de tristeza guardada a sete chaves no seu pensamento?
– Você tem algo que deveria ter perdoado e não perdoou?
– Você tem alguém que gostaria de rever por aí, mas não procurou?

Entendeu o que eu quis dizer com consumo? Pois é: tudo aquilo que você consumir através de seu metabolismo e de suas emoções um dia se refletirá, da mesma forma, na sua existência.

É hora de escolher e vigiar! É hora de conscientizar seu íntimo que você é aquilo que consome, tanto no corpo como na alma. Dê um basta em tudo que possa poluir sua maneira de ser, seu jeito de felicidade e sua vontade de vencer.

Se você pretende ser uma pessoa nutritiva, consuma coisas nutritivas. Alimente-se de atitudes nutritivas e de pessoas nutritivas. Você pode! Você deve! E, principalmente, você merece, tenha absoluta certeza disso!

By Cesar Romão.

Faz de conta

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14/04/2010 by Joe

Recentemente uma professora que veio da Polônia para o Brasil ainda muito jovem, proferia uma palestra e, com muita lucidez, trazia pontos importantes para reflexão dos ouvintes.

– “Já vivi o bastante para presenciar três períodos distintos no comportamento das pessoas”, dizia ela.

“O primeiro momento eu vivi na infância, quando aprendi com meus pais que era preciso ser. Ser honesta, ser educada, ser digna, ser respeitosa, ser amiga, ser leal”.

“Algumas décadas mais tarde fui testemunha da fase do ter. Era preciso ter. Ter boa aparência, ter dinheiro, ter status, ter coisas, ter, ter e ter…”

“Na atualidade estou presenciando a fase do faz de conta”.

Analisando sob esse ponto de vista chegaremos à conclusão que a professora tem razão. Hoje, as pessoas fazem de conta que está tudo bem.

Pais fazem de conta que educam, professores fazem de conta que ensinam, alunos fazem de conta que aprendem…

Profissionais fazem de conta que são competentes, governantes fazem de conta que se preocupam com o povo e o povo faz de conta que acredita…

Pessoas fazem de conta que são honestas, líderes religiosos se passam por representantes de Deus, e fiéis fazem de conta que têm fé…

Doentes fazem de conta que têm saúde, criminosos fazem de conta que são dignos e a justiça faz de conta que é imparcial…

Traficantes se passam por cidadãos de bem e consumidores de drogas fazem de conta que não contribuem com esse mercado do crime…

Pais fazem de conta que não sabem que seus filhos usam drogas, que se prostituem, que estão se matando aos poucos, e os filhos fazem de conta que não sabem que os pais sabem…

Corruptos se fazem passar por idealistas e terroristas fazem de conta que são justiceiros…

E a maioria da população faz de conta que está tudo bem…

Mas uma coisa é certa: não podemos fazer de conta quando nos olhamos no espelho da própria consciência! Podemos até arranjar desculpas para explicar nosso faz de conta, mas não justificamos.

Importante salientar, todavia, que essa representação no dia-a-dia, esse faz de conta, causa prejuízos para aqueles que lançam mão desse tipo de comportamento.

A pessoa que age assim termina confundindo a si mesma e caindo num vazio, pois nem ela mesma sabe quem é, de fato, e acaba se traindo em algum momento. E isso é extremamente cansativo e desgastante.

A pessoa que vive de aparências ou finge ser quem não é corre sérios riscos de entrar em depressão. Isto é perfeitamente compreensível, graças à batalha que trava consigo mesma e o desgaste para manter uma realidade falsa.

Se é fácil enganar os outros, é impossível enganar a própria consciência.

Raras são as pessoas realmente autênticas. Por isso elas se destacam nos ambientes em que se movimentam. São aquelas que não representam, apenas são o que são, sem fazer de conta. São profissionais éticos e competentes, amigos leais, pais zelosos na educação dos filhos, políticos honestos, religiosos fiéis aos ensinos que ministram.

São, enfim, pessoas especiais, descomplicadas, de atitudes simples, mas coerentes e, acima de tudo, fiéis consigo mesmas.

Por todas essas razões vale a pena ser quem se é, ainda que isso não agrade os outros.

Afinal, não é aos outros que prestaremos contas das nossas ações, mas sim, à nossa própria consciência.

Autoria desconhecida.

Slow X Fast

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/02/2010 by Joe

Há um grande movimento na Europa hoje, chamado Slow Food. A Slow Food International Association, cujo símbolo é um caracol, tem sua base na Itália (veja os sites: www.slowfood.com ou www.slowfoodbrasil.com).

O que o movimento Slow Food prega é que as pessoas devam comer e beber devagar, saboreando os alimentos, “curtindo” seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem pressa e com qualidade.

A idéia é a de se contrapor ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida. A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado Slow Europe como salientou a revista Business Week em uma edição européia.

A base de tudo está no questionamento da “pressa” e da “loucura” gerada pela globalização, pelo apelo à “quantidade do ter” em contraposição à qualidade de vida ou à “qualidade do ser”. Segundo a Business Week os trabalhadores franceses, embora  trabalhem menos horas, (35 por semana) são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses. E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%.

Essa chamada “slow atitude” está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do “Fast” (rápido) e do “Do it Now” (faça já). Portanto, essa “atitude sem-pressa” não significa fazer menos, nem menor produtividade. Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais “qualidade” e “produtividade” com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos “stress”. Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer, das pequenas comunidades, do “local”, presente e concreto em contraposição ao “global” – indefinido e anônimo.

Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé. Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais “leve” e, portanto, mais produtivo, onde seres humanos, felizes, fazem com prazer o que sabem fazer de melhor.

Nesta semana, gostaria que você pensasse um pouco sobre isso. Será que os velhos ditados “Devagar se vai ao longe”, ou ainda “A pressa é inimiga da perfeição” não merecem novamente nossa atenção nestes tempos de desenfreada loucura? Será que nossas empresas não deveriam também pensar em programas sérios de “qualidade sem-pressa” até para aumentar a produtividade e qualidade de nossos produtos e serviços sem a necessária perda da “qualidade do ser”?

No filme “Perfume de Mulher” há uma cena inesquecível, em que um personagem cego, vivido por Al Pacino, tira uma moça para dançar e ela responde:

– “Não posso! Meu noivo vai chegar em poucos minutos!”

– “Mas em um momento se vive uma vida” – responde ele, conduzindo-a num passo de tango. E esta pequena cena é o momento mais bonito do filme.

Algumas pessoas vivem correndo atrás do tempo, mas parece que só alcançam quando morrem enfartados, ou algo assim. Para outros, o tempo demora a passar, ficam ansiosos com o futuro e se esquecem de viver o presente, que é o único tempo que existe. Tempo todo mundo tem, por igual. Ninguém tem mais nem menos que 24 horas por dia. A diferença é o que cada um faz do seu tempo.

Precisamos saber aproveitar cada momento porque, como disse John Lennon:

“A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro”.

Parabéns por ter lido este texto até o final … muitos não o farão porque não podem “perder” o seu tempo neste mundo globalizado. Pense e reflita até que ponto vale a pena deixar de curtir sua família, de ficar com a pessoa amada, de ir à missa nos domingos de manhã, ir pescar no fim de semana! Espero que não seja tarde demais!!!

Texto atribuído a um brasileiro residente na Europa.

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