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A arte de ser feliz

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Na Grécia antiga, quase todas as esculturas eram feitas em bronze ou em mármore.

Os mestres se dividiam segundo suas preferências, mas era tamanho o seu talento que, fosse com pedra, fosse com metal, nunca deixaram de produzir obras-primas de qualidade, habituando o povo grego ao convívio diário com a arte e a beleza.

Os que esculpiam o mármore, contudo, tinham uma superioridade natural sobre todos os demais. Para fazer uma estátua, o artista do bronze construía com sarrafos uma figura humana, com pernas e braços estilizados, e ia “vestindo” esse esqueleto com argila até produzir uma versão acabada da obra que imaginara, de onde então sairia o molde necessário para a fundição definitiva.

Seu trabalho, semelhante ao dos pintores, era acrescentar camada por camada até atingir a forma pretendida – exatamente o inverso, portanto, do caminho seguido pelo artista do mármore, que precisava libertar, lasca após lasca, a forma que estava encerrada dentro da pedra.

Essa mesma ideia foi defendida, muitos séculos depois, por Michelângelo, gênio do Renascimento: “há uma escultura escondida dentro de cada bloco de mármore; para que ela possa vir à luz, o artista só precisa, com paciência e delicadeza, eliminar aquilo que está sobrando”.

“Pois isso que o artista faz com o mármore,” dizia Epicuro, “nós deveríamos fazer com nós mesmos.”

Como essas formas que jazem à espera da mão que as liberte, vivemos encerrados no duro granito das convenções vazias, dos desejos irrealizados e das esperanças enganadoras.

“O sábio deve esculpir sua própria estátua” é um preceito que nunca esteve tão atual quanto agora, neste mundo de puro consumo e aparência. E não se trata de louvar a renúncia e o sacrifício, mas de valorizar, com alegria, aquilo que realmente importa, ou, como disse outro sábio, “não é que eu deva me conformar com pouco, mas sim, se eu não tiver muito, que este pouco me baste”.

Adeptos desse princípio, poetas e filósofos deixaram suas receitas pessoais para uma vida feliz, todas muito parecidas: uma casa cômoda, fresca no verão, aquecida no inverno; a saúde, o bom tempo, a chuva generosa – lá fora; as flores na janela, as frutas da estação, a mesa farta, com sabores simples e sinceros; a mente em paz, o sono tranquilo ao lado de quem se ama; o olhar límpido das crianças; alguns amigos, com alma semelhante à nossa; o sossego, na companhia de muitos livros e de muita música.

Não esperar nada dos poderosos; querer ser o que se é, e não preferir nada mais; não temer o fim, nem desejar que ele chegue; aprender, em suma, a saborear o puro prazer de existir – isso é viver.

By Claudio Moreno.

Inanição intelectual

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Inanição intelectual

Gaston é um homem bonito que atrai quase todas as garotas de sua aldeia. Apenas uma não se sente fascinada por ele: Bela, que vê muito além das aparências. Bela vive a procura de algo maior e acredita que “deve existir algo além do que uma vida sem emoção”. Nesta aventura ela descobre os livros.

Desde que assisti ao musical “A Bela e a Fera” comecei a fazer uma sondagem nas plateias das palestras e convenções de aprendizado que participo. A primeira pergunta que lanço é muito subjetiva: quem tem o hábito de ler com frequência? Sem o compromisso da precisão matemática, posso afirmar que menos de um quarto da plateia levanta a mão. Começo, então, a dialogar com aqueles que levantaram a mão. A maioria, que diz ter o hábito da leitura, lê com frequência jornais e revistas. São poucos os que leem livros.

Indo mais a fundo no questionamento, dirijo a pergunta para aqueles que disseram que leem livros. A pergunta desta vez é: vocês leem muitos livros? Em plateias com mais de 200 pessoas, pode-se contar nos dedos quantos são aqueles que dizem sim. Mas o questionamento derradeiro ainda está por vir: o que são muitos livros? Quantos livros são lidos em um ano? A resposta é surpreendente: quem lê muito, lê entre quatro a oito livros por ano!

Pare para pensar e faça você também a estatística com as pessoas que você convive. São leitores contumazes ou engrossam as estatísticas da inanição intelectual?

Para alguns, os livros não passam de objetos de decoração e se prestam para “dar peso ao ambiente”. Neste processo de coisificação do livro, pouco importa o conteúdo: os livros são adquiridos por metro e a seleção se dá pela capa e pela lombada; quanto maior e mais colorido, melhor. A aparência de velhos e manuseados reforçam a ideia de cultura sólida e conhecimento de berço.

Pessoas inanimadas leem muito pouco e, portanto, evoluem pouco na carreira e na vida. Uma coisa está diretamente ligada à outra. Sem conhecimento as pessoas não brilham. Apagadas, passam a vida nas trevas sem serem percebidas. Um profissional que não lê é um profissional que limita seu conhecimento sistêmico e, consequentemente, tem poucas perspectivas.

Outras pessoas, porém, consideram os livros “alimentos para o cérebro”. Da mesma forma que um veículo, para se movimentar, precisa de combustível; nosso corpo, para se manter ativo, precisa de alimento; a nossa mente, por sua vez, para se manter atualizada, precisa de conhecimento. Os livros cumprem este papel como boa alternativa de informação e pesquisa.

Uma pessoa que lê é uma fonte inesgotável de criatividade, pois quando a informação se transforma em conhecimento, a visão do todo se amplia. Ler um livro é como escalar uma montanha, subir no topo e dali ver o mundo de um novo ângulo, um ângulo superior e sistêmico.

A leitura de livros tem um custo-benefício extremamente vantajoso. Não é preciso empatar muito tempo, e tampouco muito capital, em algo que pode se transformar em um importante diferencial, capaz de impulsionar o sucesso em qualquer carreira. A leitura areja a mente, nutre as ideias e faz brotar o talento de cada um. Se realmente somos os nossos conhecimentos, a informação que ingerimos molda nossa personalidade e contribui na formulação de nossas ideias.

Aquilo que escolhemos para ler e o que resolvemos deixar de lado são, portanto, decisões críticas que tomamos. Qual a utilidade dos detalhes dolorosos de um crime? E a roupa usada por um artista famoso? E a briga entre torcidas após um clássico de futebol? O excesso de informações inúteis funciona como um hipnotismo que aciona o piloto automático e faz com que a pessoa viva na repetição, adormecida e com baixo senso crítico.

O lixo cultural invadiu nossa vida e a informação útil compete em desvantagem com a poluição mental; assim, tudo que absorvemos torna-se parte de nós. Assim, quem está em evolução constante está a cada dia ampliando seu próprio dicionário de mundo.

O mal da humanidade tem nome: inanição intelectual, ou, se preferir, simplesmente ignorância. O tempo é você que faz. Invente um futuro cheio de possibilidades. Vá além de apenas ler bons livros. Comece degustando, depois saboreie e, por fim, devore-os. E bom apetite!

By Silvio Bugelli, consultor, conferencista e educador empresarial. Formado em Administração de Empresas com pós-graduação pela FGV.

Sucesso e fracasso são temporários

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/07/2014 by Joe

Sucesso e fracasso são temporários

Sucesso e fracasso são temporários; o que permanece é a competência!

Não se assuste com a afirmação acima, ela é a mais pura verdade. Todos queremos ter sucesso e lutamos para não fracassar. Não existe nada de errado nisso, mas achar que a vida pessoal ou profissional vai sempre caminhar linearmente é besteira.

Hoje a turbulência do mercado de trabalho só nos deixa uma certeza: a de que nada é definitivo. Ou você ainda pensa que obedecer o chefe é o caminho da felicidade? O ser humano que procurava criar novas possibilidades, se antes era relegado a segundo plano, a partir do ano 2000 emerge como uma mina de ouro para as empresas.

O sucesso é a soma de competência e talento com ação. Imaginar ser um Bill Gates é maravilhoso, melhor ainda é colocar o sonho em prática. Você pode fracassar uma vez, pode cair duas, porém, focando sempre seu objetivo e conquistas (mesmo que venham em gotas), conseguirá alcançar o pódio. Para ter sucesso é preciso ser um empreendedor. Aqui vão algumas dicas para que você possa se tornar uma pessoa desse time:

1- Sucesso não é feito durante o expediente.

Ele é construído à noite, quando você faz um curso, lê, estuda. Vencer na carreira será consequência deste esforço. Planejar e realizar os projetos é fundamental para seu sucesso. E depende de estudo, pesquisa. Hoje, fazer pós graduação já não é mais um diferencial, e sim uma “obrigação” de qualquer profissional que está no mercado. Para ser muito bom tem que fazer mais. Cada vez mais o sucesso está ligado ao processo de aprendizado e da educação. Portanto, nunca pare.

2- Aceite ser o pior aluno da classe.

Fazer um curso sobre o qual não entende muito não é um problema e sim uma solução. Pense que no final do curso você estará dominando um assunto sobre o qual, até então, era um peixe fora d’água. Um profissional de recursos humanos, fazendo um curso de planejamento financeiro, com certeza se sentirá inferiorizado, assim como alguém da área de finanças se sentirá perdido num curso sobre relações humanas. Não importa, o que conta é que passados seis meses, um ano, ele agregará muito valor ao seu potencial. Quebre a cabeça nos trabalhos, não tenha vergonha de perguntar. É desta forma que se aprende. Melhorar o potencial é “somar” cada vez mais capacidades, e isto só pode acontecer adquirindo, absorvendo novidades.

3- Aceite ser um tolo.

Hoje, nas escolas, existem dois tipos de alunos: o tolo e o esperto. Quando você faz uma pós, um curso de especialização ou seja lá o que for, mesmo que seus colegas queiram assinar o trabalho que você fez sozinho, aceite e faça mais do que o professor pediu. Surpreenda-o. Aceite pesquisar sozinho, deixe os espertos assinarem, agregue conhecimento. Se a sua empresa está implantando um programa de qualidade total e as reuniões têm de ser fora do expediente, seja tolo, fique na reunião, não faça como os espertos, não vá para casa. Cada vez mais, dar algo além do combinado fará a diferença.

4- Trabalhe com campeões.

Os campeões vão ensinar você a ser um campeão. Os medianos vão te ajudar a “quebrar galhos”, “apagar incêndios”. O campeão vai exigir que você seja sempre melhor, ele vai te motivar. Fazer você buscar sempre mais, ser o melhor. Um importante consultor de marketing sempre fala da importância do cavalo, ou seja, não adianta você ser um bom jóquei se está montando um cavalo pangaré. Não adianta ser só competente. A empresa, o local de trabalho também tem que ” ter competência”, são elas que irão investir no seu potencial. Seu talento só será desenvolvido ao trabalhar com os campeões, por isso, não perca tempo com os “mais ou menos”.

5 – Tenha metas claras.

A história da humanidade é uma coleção infinita de vidas desperdiçadas. Amores que não criam relacionamentos gratificantes, talentos que não se transformam em carreiras de sucesso. Os seus objetivos vão ajudar a manter o foco e evitar o desperdício de tempo, energia e dinheiro.

6 – Eleve as suas expectativas.

Os campeões sempre querem escalar a próxima montanha. Acomodação é sinal de pré-falência; pessoas com sonhos grandes olham para o futuro e criam energia para crescerem. Os perdedores dizem: “isso não é para nós”. Os vencedores procuram uma forma de realizar o seu objetivo. Comemore cada vitória, mas no dia seguinte parta para uma nova viagem.

7 – Tenha um orientador.

Viver é ter de decidir no meio da neblina, com a consciência de que o resultado das nossas decisões vai ser conhecido somente quando pouco restar a ser feito. Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e bem sucedido, para lhe orientar nos momentos de indecisão.

8 – Pague o preço do seu sonho.

Sonhar é o primeiro passo, porém, depois do sonho vem o trabalho. Ninguém consegue nada de graça na vida. O pódium é daqueles que aprendem a lutar por suas metas. É muito melhor investir no sacrifício da realização do que administrar a eterna dor da frustração.

9 – Amplie os seus relacionamentos profissionais.

Os amigos são a melhor referência em um momento de crise e a melhor fonte de oportunidades no momento de expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos. Invista em seu networking.

10 – Aprenda a trabalhar em velocidade.

O ritmo do mundo só vai acelerar. Você já observou como as pessoas sobem e descem a um ritmo frenético? Quem aprender a produzir sob pressão vai levar uma vantagem infinita.

11 – Seja organizado e planeje bem antes de iniciar a mudança.

Os arquitetos gostam muito de conhecer bem as pessoas, discutir muito o projeto antes de iniciar a obra. Fazer tudo de supetão leva a um desgaste desnecessário. A melhor ação é sempre a análise consistente do novo projeto de vida.

12 – Celebre as vitórias.

Compartilhe seu sucesso com pessoas queridas. Mesmo as pequenas conquistas devem ser celebrada com alegria. Grite, chore, encha-se de energia para os próximos desafios.

13 – Realize.

Estabeleça um objetivo e parta para a ação. Ficar imaginando como seria bom ver seu sonho realizado não vai torná-lo realidade. Planejar e cumprir o passo-a-passo é que permitirá o sucesso da empreitada.

14 – Relacione-se.

Relacionar-se com as pessoas é uma das qualidades mais exigidas de um profissional, pois é convivendo que aprendemos a compreender e ajudar. Duas características que todos os líderes devem ter de sobra.

15 – Delegue.

Confiar no parceiro com o qual trabalha é a grande virtude de um líder; só assim os dois poderão crescer dentro da empresa. Se você não treinar alguém para o seu cargo, permanecerá onde está para sempre, pois ninguém saberá fazer melhor do que você. Para subir é necessário delegar.

16 – Seja utópico e lute pela sua utopia.

Já pensou a vida sem o avião? Se Santos Dumont não acreditasse em sua utopia é provável que esse instrumento tão comum ainda não fizesse parte de nosso cotidiano. Portanto, acredite na sua utopia e mãos à obra.

By Roberto Shinyashiki, psiquiatra e consultor organizacional, autor de diversos livros.

Acredite que você pode

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 08/07/2014 by Joe

Acredite que você pode

Muitas vezes perdemos oportunidades por não acreditarmos que podemos ir mais longe, como quando as coisas não saem de acordo com o esperado, ou quando seu tempo foge entre suas mãos e nada dá certo. E agora, o que fazer?

Agora é o momento de agir. Desafie a si mesmo e faça do tempo o seu aliado, coloque para fora as suas qualidades e use suas habilidades, assim você pode fazer a diferença nesse exato momento. Acredite que você pode ser mais, se dar mais. Creia no seu sucesso e não crie obstáculos em sua mente, mas comece a agir! Você tem talento, só precisa exercitá-los.

Não deixe que o medo de errar te detenha e te faça parar no tempo, mas seja corajosa, acredite no seu potencial!

A melhor hora para tomar atitudes, para mudar as coisas e fazer tudo dar certo é quando tudo está indo contra você, pois o melhor impulso para falta de coragem é a ação. Não fique sentado se lamentando, levante-se e faça algo!

Use esse tempo difícil a seu favor, faça tudo novo e acredite que você pode sair dessa e seguir em frente para uma vida de grandes conquistas.

Tudo passará a dar certo, quando você começar a entender que o que você determinar você poderá alcançar, basta acreditar em si mesmo.

Saiba que suas ações no seu tempo determinam o seu futuro, pois as melhores conquistas acontecem quando agimos com atitudes corajosas em situações desencorajantes.

O que você pode fazer, nesse exato momento, para chegar mais longe?

Acredite em você e comece a agir… já.

Desconheço a autoria.

Mandamentos da felicidade

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Mandamentos da felicidade

Quem não quer ser feliz e bem sucedido? Todos querem. No entanto, somente 5% da população tem o poder de alcançar o potencial para vencer, enquanto 95% jamais atingirá os seus objetivos.

As pessoas de sucesso aprenderam a controlar seus pensamentos, emoções, ações e superaram crenças autodestrutivas. Elas descobriram (ou re-descobriram) seu espírito, missão, propósito e caminho na vida. E têm a coragem de definir objetivos e viver seus sonhos. Elas dominam o poder pessoal!

Quem toma posse do seu poder pessoal não espera que outra pessoa corresponda às suas expectativas, nem coloca a responsabilidade da sua felicidade nas mãos de quem quer que seja. É capaz de exercer a sua capacidade de escolha diante dos acontecimentos e decide que atitude tomar diante de cada situação.

Então qual é o segredo? Por que a prosperidade e a felicidade chegam para uns e não para outros?

É necessário aprender a se conhecer melhor e identificar qualidades e defeitos, como são as reações em determinadas situações e onde é possível melhorar. Existe uma infinidade de atitudes que, muitas vezes, deixamos de lado e não percebemos que contribuem para afastar nossa felicidade.

Creia, você é o único responsável pela sua imagem e, através de ações simples, você pode até mudar o rumo da sua vida. Basta treinar! Veja alguns mandamentos da felicidade que podem ajudar a mudar sua vida.

Ame

Não me refiro apenas ao amor entre homem e mulher ou entre pais e filhos. Mais do que isso, é o amor a todos os próximos: pessoas, animais, à natureza em geral. Parece que nos dias atuais este sentimento está meio esquecido, banalizado. Um casal não pode afirmar que existe amor se convive em clima de brigas e rupturas constantes. Tente ser feliz ao menos um pouco, todos os dias.

É ilusão achar que vai ser feliz amanhã ou no futuro, quando vier o aumento esperado, quando as contas estiverem todas pagas, quando a aposentadoria chegar… Novos desafios sempre surgirão. Não seja egoísta e individualista, dê a mão… Pratique o amor sempre!

Aceite

Aceite os outros do jeito como são. Assim como você, são pessoas únicas. Não aceitá-los pode resultar em atritos, raiva, e até em separação. Antes de criticar, primeiro olhe para os seus defeitinhos.

Sorria

Quando rimos há um desdobramento de nossa aura. Todos gostamos de conviver com pessoas sorridentes, bem humoradas, alto astrais. Se gostamos de estar perto de pessoas alegres, o mesmo vale para atrairmos os outros. Fale sorrindo, até mesmo pelo telefone. Você vai notar que a batalha do dia-a-dia não será tão dura quanto parece. A pessoa bem humorada consegue resolver com mais facilidade seus problemas, pois supera logo os momentos ruins.

Além disso, consegue emanar uma energia positiva nos ambientes em que se encontra. Aprenda a acordar de bom humor, diga “bom dia” com aquela vontade de que o seu dia seja maravilhoso.

Pense positivo

A medicina já provou que as pessoas otimistas vivem muito mais e melhor. Quem pensa positivo consegue superar mais facilmente os problemas, pois sabe que cedo ou tarde conseguirá o que quer. Assim não se estressa.

Pare de reclamar

Quem gosta de ficar perto de alguém que só reclama? Ninguém tem vocação para “muro das lamentações”, pois já tem problemas suficientes para ouvir os alheios. Além disso, quem reclama atrai todas as energias negativas do ambiente, pois fica indefesa, sem luz própria. Assim, além de não chegar a lugar algum, fica cada vez mais “carregada”. Quem quer construir alguma coisa vai à luta, não fica reclamando.

Brinque com as crianças

Estar perto de crianças, brincar com elas, ouvir o que dizem, é estar perto dos anjos. As crianças irradiam um sentimento sincero, puro e, quando amam, amam de verdade. Deve-se aprender com elas a recuperar a espontaneidade e a capacidade de divertir-se.

Cante e dance

A sabedoria popular já diz que “quem canta seus males espanta”. E não é para menos: quando se está contente é comum sair cantarolando pela casa, no chuveiro ou mesmo no trabalho. Isso levanta ainda mais o astral. Se estiver triste comece a cantar, saia para dançar, solte sua energia. Você vai se sentir bem melhor.

Abrace

Crie o hábito de abraçar fortemente as pessoas queridas, como parentes, filhos, amigos. No momento de um abraço sincero, há uma troca de energias e, de forma inconsciente, a pessoa abraçada capta o bom sentimento e o devolve, de forma simbólica, com a retribuição ao abraço.

Um outro hábito que faz muito bem é exteriorizar seu amor ao próximo, dizendo “eu te amo”. Não apenas para a pessoa amada, mas para os pais e filhos, principalmente. Quebre barreiras e fortaleça os laços. Se não consegue dizer pessoalmente, escreva.

Reze

A oração é a melhor forma de comunicação com Deus. Quem ora com bastante fé adquire mais autoconfiança para ir atrás dos seus desejos. Jamais duvide do poder da oração. Crie tempo para recarregar as baterias através da espiritualização, da meditação, da fé e da oração. É neste momento que, muitas vezes, surgem as saídas para as aflições.

Ajude

Ajudar os parentes, amigos e desconhecidos é um ato de amor. A ajuda pode ser um conselho, uma palavra, um gesto, uma atitude e até mesmo em dinheiro. Um ato de atenção para com um desconhecido gera uma força surpreendente capaz de abrir os nossos caminhos. O retorno só pode ser bom.

Abrace uma causa social. Você vai se sentir muito orgulhoso.

Perdoe

Pedir perdão é um ato humano e perdoar é divino. Guardar mágoas é alojar no coração um sentimento tão ruim pelas pessoas que rouba o espaço do amor. Há quem vive remoendo fatos ocorridos há tanto tempo que se esquece de viver a realidade. Fomos criados para evoluir. Cada um tem o livre arbítrio de aprender as lições da vida pela dor ou pelo amor.

Reconheça

Elogie atitudes ou o trabalho de quem convive com você. Crie o hábito de reconhecer o talento de cada um, pois no momento do elogio há uma troca de energias positivas. Parabenize pelas suas conquistas, nas datas especiais e festivas. Isso reforça o carinho que sente por elas.

Organize-se

Manter suas coisas organizadas, como objetos, papéis, roupas, é sinal de vida organizada.

Deseje

Tenha objetivos, imagine aquilo que você quer e vá a luta. A acomodação mata o indivíduo lentamente. Quem deixa de ter uma meta na vida fica estagnado, chato e sem energia. Não deixe nunca de sonhar…

Ame-se

Seja generoso com você. Ninguém é perfeito. Valorize algo de bom em você e admire-se ao máximo. Deixe que surjam sentimentos de amor por si mesmo. Se não, como poderá amar ao próximo? Valorize-se e respeite as suas fraquezas e fragilidades.

Agradeça

Todos os dias… por estar vivo, pelo que é, possui ou gostaria de conquistar. Pense positivo, segure firme as rédeas da sua vida e viva mais feliz!

By Marlene Heuser.

Ter vida secreta é necessidade

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Ter vida secreta é uma necessidade

Ter vida secreta é necessidade, dizem psicólogos, mas o conflito entre desejo e sociedade pode causar sérios traumas!

Um recibo de cartão de crédito esquecido no lugar errado ou um e-mail em aberto na caixa postal do computador poderia ter acabado com tudo: com o casamento, com a carreira bem sucedida e com a reputação de decência que ele construiu numa vida inteira.

Acontece que, por mais de 10 anos, ele radicalmente manteve duas identidades paralelas: uma delas era do homem que vivia numa pacata vila do condado de Westchester e que trabalhava num escritório de Nova York, enquanto que o outro funcionava principalmente nos clubes noturnos, bares de aeroporto e bordéis. O primeiro recebia os clientes calorosamente e acenava aos vizinhos, às vezes apenas poucas horas depois de o outro ter voltado de um encontro de “trabalho” com prostitutas ou traficantes de cocaína.

A gota d’água para o fim dessa situação foi um simples aviso em pop-up pelo computador, num anúncio de um software de segurança eletrônica, advertindo que a vida online dele estava sendo “constantemente monitorada”. Foi o bastante para provocar pânico nesse empreendedor imobiliário de Nova York, que em seguida procurou um terapeuta.

A vida dupla desse homem é um exemplo extremo de como a aflição mental pode fragmentar uma identidade, afirma o psiquiatra que atendeu esse paciente, o Dr. Jay S. Kwawer, diretor de educação clínica no Instituto William Alanson White em Nova York. Kwawer discutiu esse caso numa palestra recente.

Os psicólogos dizem que a maioria dos adultos normais está bem preparada para começar uma vida secreta, quem sabe até para mantê-la. E a capacidade de manter um segredo é fundamental para um desenvolvimento social saudável, dizem os especialistas. O desejo de criar outras identidades – e o de se reinventar e o de fingir – podem perfeitamente se prolongar pela vida adulta.

E, nos últimos anos, pesquisadores concluíram que algumas habilidades psicológicas que servem para muitos evitarem colapsos mentais são as mesmas que podem colocar essas pessoas em risco crescente, quando prolongam essas atividades clandestinas.

“Num sentido bem profundo, você não tem um self, uma identidade, a não ser que tenha um segredo. Nós todos temos aqueles momentos em nossas vidas onde sentimos que estamos nos dissolvendo em nosso grupo social, ou no trabalho ou no casamento. Nesse caso é bom, dá prazer buscar uma atividade secreta, ou algum subterfúgio, para reafirmar nossa identidade, como alguém dissociado do grupo”, afirma o Dr. Daniel M. Wegner, professor de psicologia em Harvard. “E agora estamos descobrindo que algumas pessoas fazem isso de maneira mais eficiente que outras”.

As vidas secretas mais conhecidas são as mais espetaculares –o arquiteto Louis Kahn na verdade teve três vidas; Charles Lindbergh assumidamente teve duas. Mas esses são exemplos exagerados de um comportamento que é extremamente comum e variado, dizem os psicólogos.

Algumas pessoas jogam furtivamente, outras experimentam drogas. Tem gente que experimenta aulas de música, enquanto outras seguem um grupo religioso. E elas guardam seus segredos por diversas razões.

Há também milhares de pessoas – homens e mulheres gays que mantêm casamentos heterossexuais, por exemplo – cuja vergonha ou cuja negação a respeito de suas necessidades elementares os encaminham para excursões clandestinas por outros mundos.

Mas se a vida secreta será ou não destrutiva, concluem os especialistas, isso vai depender tanto da natureza do segredo quanto da estrutura psicológica do indivíduo.

Tudo que é secreto dá mais prazer

Há muito tempo os psicólogos vêm considerando a capacidade de guardar segredos como fundamental para um desenvolvimento saudável. Crianças a partir dos 6 ou 7 anos aprendem a fazer segredo sobre o presente que a mãe receberá no aniversário. Na adolescência e na idade adulta, uma certa fluência com as pequenas mentiras sociais é associada à boa saúde mental.

Os pesquisadores já confirmaram que o segredo pode despertar a atração, ou como colocou Oscar Wilde, “O ato mais banal se torna delicioso se é secreto”.

Um estudo feito com homens e mulheres que vivem no Texas relatou que os relacionamentos passados que continuam vindo à lembrança dessas pessoas freqüentemente são esses relacionamentos secretos.

Num outro estudo, psicólogos em Harvard descobriram que podiam aumentar a atração entre desconhecidos, homens e mulheres, ao estimulá-los a flertar furtivamente, como por debaixo de uma mesa, como parte de um experimento científico.

O impulso de agir como persona inteiramente diferente também é amplamente comum em culturas diferentes, dizem os cientistas sociais, e pode ser motivado tanto pela curiosidade quanto por simples travessura ou então por uma sincera busca espiritual.

Certamente é um conflito familiar para quase todos que já escapuliram temporariamente de seu cotidiano, seja nas férias, a negócios ou quando vai viver num outro país.

“Acontecia frequentemente quando alguém saía de férias no verão e se transformava numa outra pessoa, como quem saía para acampar ou ia para a Europa e se transfigurava, em espírito ou por meio de uma experiência saudável”, diz a dra. Sherry Turkle, socióloga do Instituto de Tecnologia de Massachusetts.

Agora, segundo a especialista, as pessoas frequentemente se transformam em outras pela Internet, sem nem precisar sair da poltrona: um contínuo que fica logo ali, perto de você, pode assinar como fulanodetal@xyz.com.br e navegar por salas de bate-papo como OcaradeArmani, Brisa Suave ou Homem-Trovão.

Recentemente, a dra. Turkle estudou a utilização de jogos interativos online, como o The Sims Online, onde as pessoas estabelecem famílias e comunidades. Após realizar entrevistas detalhadas com 200 jogadores regulares ou eventuais, ela diz que muitas pessoas utilizam os jogos como uma maneira de formar famílias que gostariam de ter tido, ou pelo menos como forma de viver versões alternativas de suas próprias vidas.

Uma jovem de 16 anos que vive com um pai abusivo fez uma simulação de seu relacionamento com ele no jogo The Sims Online. No jogo ela se transfigurava, aleatoriamente, em um rapaz de 16 anos, numa jovem mais velha e mais poderosa e numa outra personalidade, mais assertiva, entre outras identidades. Foi como uma filha mais resoluta, diz a Dra. Turkle, que a jovem percebeu que era possível perdoar o pai dela, caso não conseguisse transformá-lo.

“Acho que o que as pessoas estão fazendo agora pela Internet”, diz a cientista, “tem um significado psicológico profundo, pela forma como elas usam outras identidades para expressar problemas e potencialmente resolvê-los, numa região que é relativamente livre de consequências”.

Bloqueando lembranças desagradáveis

Já no mundo aqui fora, lugar tão cheio de perigos e consequências, estudos indicam que a maioria das pessoas considera ser mentalmente exaustivo manter segredos bombásticos por muito tempo. Vidas secretas então, nem se fala…

O simples ato de tentar suprimir a informação cria uma espécie de efeito-rebote, fazendo com que pensamentos sobre um caso extraconjugal, excursões de fim de noite ou uma dívida secreta inundem a consciência, especialmente quando uma pessoa que poderia ser atingida por uma revelação está por perto.

É como acontece com um aparelho de televisão ligado num bar superlotado – o tal lance secreto permanece ligado na mente, atraindo a atenção apesar de esforços conscientes para mudar o foco. Os pensamentos suprimidos retornam até mesmo nos sonhos, de acordo com um estudo publicado recentemente.

A força desse efeito, não há dúvidas, varia de pessoa para pessoa, de acordo com os psiquiatras. Em casos raros, quando as pessoas estão patologicamente sem remorsos, elas não ligam nem percebem o impacto em potencial de seu segredo sobre outras pessoas, e portanto nem sentem a tensão da manutenção do segredo.

Já os que são pagos para viver vidas secretas, como os agentes da inteligência (espiões), pelo menos sabem qual deve ser seu papel, e têm orientações claras que lhes indicam o quanto podem revelar, e para que pessoas exatamente.

Mas, numa série de experiências realizadas na década passada, os psicólogos identificaram um grupo maior de pessoas, batizado de grupo dos repressores (de informação). São de 10% a 15% da população, adeptos da técnica de ignorar ou suprimir a informação que lhes é embaraçosa – pessoas bem capacitadas para manter segredos.

Os repressores de informação apresentam índices baixos nos questionários que medem ansiedade e atitudes defensivas – indicando, por exemplo, que essas pessoas raramente são ressentidas, se preocupam com dinheiro, ou se afligem com pesadelos e dores de cabeça. São pessoas que se avaliam positivamente e que não se atormentam por pouco.

Embora pouco seja conhecido sobre o estágio mental de pessoas assim, alguns psicólogos acreditam que elas aprenderam a bloquear pensamentos aflitivos, distraindo-se com boas recordações. Com o passar do tempo – na verdade, com a prática – isso pode se transformar num hábito, bloqueando o acesso deles a memórias e segredos potencialmente humilhantes.

“Esse talento provavelmente lhes será bem útil na luta diária para evitar pensamentos indesejados de todos os tipos, o que inclui os pensamentos indesejados que surgem das tentativas de suprimir seus segredos na presença de outras pessoas”, diz o Dr. Wegner, de Harvard.

É mais fácil silenciar esses pensamentos. E quanto mais tempo dura essa atividade encoberta, mais difícil poderá ser confessá-la em seguida.

Gays dentro do armário

Em alguns casos, forças bem mais poderosas estão em jogo nesse molde das vidas secretas.

Muitos homens gays e algumas lésbicas casam com parceiros heterossexuais antes de definirem sua identidade sexual, ou até mesmo em desafio a essa identidade.

O objetivo é agradar aos pais, cobrir sua própria vergonha ou querer se tornar mais auto-aceitável ou aceitável para a sociedade, diz o Dr. Richard A. Isay, psiquiatra na Universidade de Cornell que já foi terapeuta de muitos homens gays que estão “no armário”.

“Muito frequentemente”, diz o psiquiatra, “esses homens lutam para não atender aos seus próprios desejos, e começam suas vidas secretas em condição desesperada. No final das contas, esse comportamento força decisões dolorosas sobre como viver, ou como se isolar, junto às famílias que eles adoram”.

“Sei que não busquei ser do jeito que eu sou, ter a orientação sexual que eu tenho, e também sei que sempre fui do jeito que eu sou agora”, foi o que um homem escreveu numa carta publicada no livro de Isay, “Tornar-se Gay”: “Sei que está ficando mais difícil viver nessa concha solitária onde estou, mas não encontro saída fora dela”.

Revelando a vida secreta

Quando a revelação de uma vida secreta vier a destruir ou a envenenar para sempre a vida particular de alguém, as pessoas devem ou assumir e escolher, ou então enfrentarem o risco de uma perturbação mental, conforme dizem muitos terapeutas.

O Dr. Seth M. Aronson, professor-assistente de psiquiatria na Escola de Medicina de Monte Sinai, já tratou um pediatra que vivia nessa condição. O paciente tinha uma esposa e uma criança pequena em casa, e escapulia pela noite nos bares, visitando prostitutas e até mesmo brigando com os rufiões das mulheres.

Numa das sessões, o homem estava tão bêbado que desmaiou; numa outra, veio acompanhado de uma prostituta. “Era uma daquelas clássicas divisões de personalidade, onde a esposa era perfeita e maravilhosa, e ele buscava se menosprezar com essas outras mulheres”, sendo que as duas vidas não poderiam coexistir por muito tempo, diz Aronson.

Num famoso texto sobre o assunto das vidas duplas, publicado em 1960, o psicanalista inglês Dr. Donald W. Winnicott argumentava que um falso self emergia em determinadas situações em que as crianças são criadas para serem tão intimamente sintonizadas com expectativas alheias que se tornam surdas aos próprios anseios e necessidades.

“Na verdade, é como se elas imolassem, queimassem vivas, partes delas”, diz o Dr. Kwawer do White Institute.

O pediatra tratado por Aronson, por exemplo, foi criado num ambiente fundamentalista cristão em que a mãe dele várias vezes o menosprezava, utilizando comparações com um tio vagabundo e beberrão. O paciente de Kwawer, o tal empreendedor imobiliário, tinha pais que franziam sobrancelhas a qualquer sinal de excessos, e impingiram no filho um forte sentido da necessidade de preservar a imagem da família. Ele se casou cedo, em parte para agradar aos pais.

Os dois homens ainda se submetem ao tratamento psicoterapêutico, mas agora conseguiram integrar suas vidas, segundo seus terapeutas. O pediatra cortou suas atividades extracurriculares, mentalmente voltou para casa e confessou alguns de seus problemas à esposa.

O construtor de imóveis se separou da mulher, mas vive por perto e ajuda na criação dos filhos. A separação causou um período de depressão para todos os envolvidos, diz Dr. Kwawer, mas o homem agora conseguiu recuperar a energia no trabalho e se reconectou com os amigos e com os filhos. Os encontros secretos acabaram, assim como o uso de drogas, e ele se sente novamente no controle da própria vida.

“Ao contrário do que muitas pessoas poderiam pensar”, afirma Kwawer, “frequentemente uma vida secreta pode fazer sair da escuridão aspectos mais vívidos, íntimos e energizados das pessoas”.

“Que atire a primeira pedra quem não tiver seu lado B!” (Joemir Rosa).

By Benedict Carey.

 

Han-Na Chang

Posted in Música with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/01/2014 by Joe

Han-Na Chang

Han-Na Chang está despontando como uma das mais brilhantes maestrinas da sua geração, já tendo estabelecido uma carreira internacional de sucesso também como celista desde que obteve o primeiro lugar e o prêmio de música contemporânea na Quinta Competição Rostropovich Internacional de Cello em Paris em 1994, com apenas 11 anos de idade.

Nascida na Coreia do Sul em 23 de Dezembro de 1982, Han-Na começou a estudar piano aos três anos de idade e celo a partir dos seis anos. Em 1993 sua família mudou-se para os Estados Unidos, onde ela se matriculou na Juilliard School. Logo em seguida, ela começou a ter aulas com o grande professor Mischa Maisky, em Siena, Itália.

Em 1995, ela fez sua estreia tocando Variations on a Rococo Theme de Tchaikovsky e Concerto nº 1 de Camille Saint-Saëns para Celo com o próprio Rostropovich regendo a Orquestra Sinfônica de Londres!

Com sua habilidade e profundo senso de interpretação, Han-Na nos mostra um talento maravilhoso tanto como celista como regente, colocando-a em destaque e uma das mais respeitadas artistas multi-facetadas.

Desde 2007, dedica a maior parte do seu tempo à regência, onde se tornou diretora musical da Orquesta Filarmônica do Catar e principal regente convidada da Orquestra Sinfônica Trondheim, ambas funções logo após o início de suas performances frente as orquestras!

Entre as mais recentes e futuras performances, estão incluídas a Staatskapelle Dresden; Orquestra Sinfônica WDR de Colônia, Alemanha; Orquestra Sinfônica de Bamberger; Sinfônica de Gothenburg; Sinfônica de Seattle, EUA; a Orquestra Real Filarmônica de Liverpool; a Grosses Orchester Graz; a Orquestra do Teatro de San Carlo di Napoli, e as Orquestras Sinfônicas de Singapura, Tokyo e de Tivoli.

Em seu próprio país, a Coreia do Sul, Han-Na ministra música clássica tanto para adultos como para crianças.

O video abaixo nos mostra um pouco do seu talento ímpar!

By Joemir Rosa.

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