Arquivo para Suiça

Batata rösti de peito de peru com gorgonzola

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/02/2014 by Joe

Batata rösti com peito de peru e gorgonzola

Há tempos postei receitas tendo a batata como ingrediente principal. Sabemos que ela teve origem nas regiões montanhosas da América do Sul, mais precisamente, nas Cordilheiras dos Andes, onde começaram a ser cultivadas pelos índios andinos que viviam nessas áreas há uns 8.000 anos.

Boas fontes de vitamina C, elas são atualmente o quarto alimento mais consumido do mundo, com milhares de variedades de diferentes cores, sabores e tamanhos, sendo utilizadas em receitas no mundo todo. O maior produtor mundial é a China, cuja produção em conjunto com a da Índia corresponde a mais de um terço da produção mundial.

A dica de hoje é mais uma variação da batata rösti que já publiquei anteriormente, um prato muito difundido por toda a Suiça, sendo presente nas casas como acompanhamento de carnes de embutidos, ou como um prato mais leve para ser servido com saladas.

Existem diferentes formas de prepará-la, seja com batata cozida ou crua, com diversos recheios. A tradição suiça manda que seja com queijo e bacon. Aqui no Brasil, o prato caiu no gosto da nossa população e ganhou recheios regionais, como carne seca, linguiça calabresa, presunto, carne moída, camarões, mas sempre com queijos!

Espero que gostem desta versão!

Batata rösti de peito de peru com gorgonzola

Ingredientes

500 g de batata pré-cozida ralada em tiras grandes
200 g de gorgonzola ralado
200 g de peito de peru picado
4 colheres (sopa) de azeite extra virgem
1 colher (sopa) de cebola ralada
1 colher (sopa) de alho triturado
1 colher (sopa) de caldo de galinha
½ xícara (chá) de farinha de trigo

Modo de preparo

Em uma frigideira, doure o alho e a cebola no azeite. Junte a batata ralada, a farinha de trigo e o caldo de galinha e reserve.

Prepare o recheio, misturando o gorgonzola ralado com o peito de peru.

Em uma frigideira pequena de teflon, coloque um pouco de azeite e metade das batatas reservadas, acrescente o recheio, espalhando bem, e cubra com o restante das batatas e frite até dourar. Com a ajuda de um prato, vire e frite as batatas do outro lado.

Sirva com salada verde ou legumes cozidos e temperados.

By Joemir Rosa.

Milkshake de Ovomaltine

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , on 12/11/2011 by Joe

Não gosto de fazer merchandising no meu blog, mas não poderia deixar de colocar esta deliciosa receita, ainda mais nestes dias quentes de primavera!

Ovomaltine tem gosto de infância, tem gosto de festa (sem querer plagiar a outra marca de achocolatado!). Pra começar, Ovomaltine não é achocolatado, pois sua matéria prima é o extrato de malte. Outro detalhe saborosíssimo é a versatilidade do produto: pode ser usado no leite, em tortas, como cobertura de sorvetes e, principalmente, para o preparo do delicioso Milkshake de Ovomaltine, tão famoso numa rede de fast-food.

Para quem não conhece, aqui vai um pouco de história.

A história do tradicional Ovomaltine começou quando o químico suíço Georges Wander pesquisava um complemento alimentar nutritivo e forte e interessou-se pelo extrato de malte, obtido da cevada. Sua morte fez com que seu filho médico, o Dr. Albert, continuasse as pesquisas. Nessa época, em Berna, a desnutrição infantil alcançava padrões alarmantes. Foi então que o doutor desenvolveu a fórmula de um suplemento alimentar, para reforçar a primeira refeição do dia. A fórmula continha extrato de malte de cevada, ovos, leite integral, vitaminas e sais minerais.

Para entusiasmar as crianças a consumí-lo era preciso que o preparado fosse gostoso. Mel e cacau foram acrescentados e a mistura foi batizada de OVO-MALTINE (antigamente era escrito assim, com hífen). O nome surgiu da combinação das palavras “Ovum” (ovo em latim) e “Malt” (malte em francês).

Em 1904 começou a produzí-lo na cidade de Berna, voltado totalmente para crianças e como um produto medicinal. Pouco depois, em 1909, o produto já era exportado para a Inglaterra. Porém, sem muito apoio na Suíça, a marca começou a buscar mão-de-obra capacitada para produzir o Ovomaltine em outros países da Europa.

Logo em seguida abriu escritórios na Itália e na Inglaterra, de onde passou a exportá-lo para os Estados Unidos. Dois anos mais tarde passou a fabricar o produto na cidade de Villa Park, estado americano de Illinois, para atender a alta demanda.

Durante a Primeira Guerra Mundial as vendas caíram devido a estagnação da economia no velho continente. Foi aí que surgiu a grande idéia de adicionar chocolate na fórmula do produto. Nos anos seguintes, devido ao seu incrível sabor e valor nutricional, o produto se tornou extremamente popular em toda a Europa. No final da década de 30 a marca se expandiu para muitos outros países, passando a ser chamado de Ovaltine na Inglaterra, América e Ásia.

No Brasil o produto chegou somente em 1930 com o nome de Ovomaltine Tipo Suíço. Naquela época era importado da matriz na Suíça. Em 1956, a Wander, empresa proprietária da marca, inaugurou sua fábrica em Resende, estado do Rio de Janeiro, e começou a produção nacional. O produto se tornou extremamente popular devido a uma estratégia bem sucedida da empresa, após ser incluído, em 1958, como ingrediente de um dos produtos da rede de lanchonetes Bob’s, o milkshake de Ovomaltine.

Bom … então vamos à simples, porém deliciosa receita deste famoso milkshake!

Milkshake de Ovomaltine

Ingredientes

4 colheres (sopa) bem cheias de Ovomaltine
100 ml (meio copo) de leite bem gelado
4 bolas de sorvete de creme

Modo de preparo

Bata o sorvete com o leite no liquidificador até adquirir uma consistência cremosa. Não bata muito para não ficar mole. Acrescente o Ovomaltine e bata rapidamente para não dissolver os flocos crocantes. Coloque em copos ou taças. Polvilhe com mais Ovolmatine e sirva em seguida.

By Joemir Rosa.

Batata rösti

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , on 09/07/2011 by Joe

Rösti (lê-se râsti) em suíço-alemão significa “crocante e dourado”. Antigamente era um prato muito consumido nas fazendas, principalmente no café-da-manhã, servido com leite. Hoje é difundido por toda a Suíça e é uma refeição presente nas casas, principalmente como acompanhamento de carnes e embutidos, ou então como um prato leve para o jantar – quando enriquecido com outros ingredientes, como queijo e bacon – ao lado de uma salada.

Existem diferentes maneiras de prepará-lo, com batata crua ou cozida, dependendo de cada região do país. Além disso, a tradição manda serví-lo em um prato especial de cerâmica.

Aqui no Brasil o prato foi incrementado com recheios especiais, dependendo do gosto e da criatividade de cada um. Claro que pode ser servido sem recheios, também.

Siga fielmente as instruções abaixo, principalmente no que diz respeito ao tempo de geladeira, para que fiquem bem rösti, ou seja, crocantes e douradas.

Batatas rösti

Ingredientes

1 kg de batatas Asterix com casca
300 g de peito de frango cozido e desfiado
1 colher (sopa) de azeite
1/2 cebola ralada
1 tomate médio sem pele e sem sementes, picado
200 g de requeijão cremoso tipo Catupiry®
1 envelope de caldo de galinha em pó
sal e pimenta-do-reino a gosto
50 g de queijo parmesão ralado

Modo de preparo

Numa panela com água fervente cozinhe as batatas com casca por 20 minutos. Recomenda-se o uso da batata Asterix por possuir menor quantidade de água que os outros tipos. Elas devem ficar um pouco duras, tipo “al dente“. Retire as batatas da água e deixe-as esfriar naturalmente. Depois que esfriarem, coloque-as na geladeira e deixe descansarem por 12 horas.

Retire as batatas cozidas da geladeira e descasque-as ainda geladas, para que não virem um purê. Depois, sobre uma assadeira e com o auxílio de um ralador de legumes, rale-as no ralo grosso, sempre no mesmo sentido, de cima para baixo. Desta forma, as lascas ficam iguais e mais longas. Tempere as batatas raladas com caldo de galinha em pó a gosto.

Refogue o frango cozido e desfiado com o azeite, a cebola e o tomate. Tempere com o sal e a pimenta-do-reino e retire do fogo. Junte o requeijão e misture até formar uma pasta.

Em uma frigideira grande anti-aderente espalhe um pouco de azeite e coloque metade das batatas raladas preenchendo o fundo da frigideira. Vá fritando e virando várias vezes até formar uma crosta dourada. Reserve.

Repita a operação com a outra metade das batatas. Quando estiver no mesmo ponto, dourada e crocante, coloque o recheio, espalhando e moldando bem e o queijo parmesão ralado.

Cubra este recheio com a primeira porção de batatas que estavam reservadas. Passe um pouco de manteiga nas bordas das batatas para que fiquem mais crocantes. Leve a frigideira para o fogo alto por mais uns 5 minutos, vire utilizando um prato raso, e volte ao fogo por mais 5 minutos até que fique dourada. Sirva a seguir com saladas verdes.

Outro recheios que ficam ótimos também:

– filet mignon em iscas, temperado com sal e pimenta-do-reino, salteado na frigideira com um pouco de azeite. Coloque champignons, molho madeira e deixe reduzir. Na hora de montar, coloque o recheio sobre a primeira camada de batatas e fatias de queijo cheddar por cima. Cubra com a segunda camada de batatas.

– carne seca dessalgada, cozida e desfiada. Misture com requeijão na hora de montar.

– peito de frango cozido, desfiado e queijo brie.

– camarão salteado na manteiga e cobertos com Catupiry na montagem.

– queijo, presunto e fatias de tomate temperado com sal e orégano.

By Joemir Rosa.

Por que os países são diferentes?

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 06/07/2011 by Joe

Investigações demonstram que a diferença entre os países pobres e os ricos não é a idade. Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que tem mais de 2.000 anos e ainda são muito pobres.

Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que apenas 150 anos atrás eram desconhecidos, hoje são países desenvolvidos e ricos. A diferença entre países pobres e ricos tampouco está nos recursos naturais disponíveis.

O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial. Este país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima de todo o mundo e exportando produtos manufaturados.

Outro exemplo é a Suíça, que não produz cacau, mas  tem o melhor chocolate do mundo. Em seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Não obstante, produz laticínios da melhor qualidade. É um país pequeno que oferece uma imagem de segurança, ordem e trabalho, transformando-o no caixa-forte do mundo.

Executivos de países ricos que se relacionam com países pobres evidenciam que não existe diferença intelectual realmente significativa. A raça, a cor da pele tampouco são importantes: imigrantes qualificados como preguiçosos em seus países de origem são a força produtiva de países europeus ricos.

Onde está, então, a diferença?

A diferença é a atitude das pessoas, moldada no decorrer dos anos pela educação e pela cultura.

Ao analisar a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios de vida:

1. A ética, como princípio básico.
2. A integridade.
3. A responsabilidade.
4. O respeito às leis.
5. O respeito pelos direitos dos demais cidadãos.
6. O amor pelo trabalho.
7. O esforço para economizar e investir.
8. O desejo de superar.
9. A pontualidade.

Nos países pobres apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária.

Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco. Somos pobres porque nos falta atitude. Nos falta vontade para cumprir e assumir esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.

Somos assim por querer tomar vantajem sobre tudo e todos.

Somos assim por ver algo que está mal e dizer: “deixa como está”!

Devemos ter atitudes e memória viva. Só assim mudaremos o Brasil de hoje!

Provavelmente você é uma dessas pessoas que faz a diferença e luta para mudar nossa sociedade corrupta e sem princípios. Mas não esqueça que ainda existem muitos necessitando entender que a falta de princípios é a raiz da miséria.

Os pensamentos geram atitudes.
Atitudes geram hábitos.
Hábitos geram um estilo de vida.
Estilo de vida é o reflexo do caráter.
O caráter de um povo é o reflexo daquilo que ele pensa.
E seus representantes no governo, por isto, não pensam diferente.

Nós somos o que pensamos e não o que pensamos que somos.

By Jorcelangelo L. Conti.

Fondues

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 11/06/2011 by Joe

Fondue au fromage

Inverno! Sábado de frio e preguiça de sair de casa. Melhor convidar os amigos e ficar no ninho, papeando, jogando cartas, tomando uns aperitivos e …. fome! E agora? Ligar para um disk pizza de novo? Que tal variar e servir uma iguaria simples e, ao mesmo tempo, exótica? Então é hora de preparar um bom fondue!

O fondue de queijos aparentemente surgiu como uma decorrência do inverno nos alpes suíços, não apenas por se constituir em uma forma de convívio em torno de um rechaud, mas também porque, justamente no inverno, havia estoques de queijo e pão nas despensas, que costumavam envelhecer e ficar duros após ficarem guardados por meses a fio, enquanto as trilhas e estradas estavam abarrotadas de neve.

Assim, surgiu o hábito de derreter o queijo misturado com vinho e “Kirsch” (uma aguardente de cerejas) e espetar o pão dormido em garfos para mergulhá-los no queijo “fondant”, ou seja, em fundição.

Existem variações de receitas, principalmente quanto aos tipos de queijos que podem ser utilizados na preparação do fondue de queijos. A que indico aqui é uma das mais comuns no Brasil, e também uma das mais deliciosas.

Fondue de queijos   

Ingredientes

250g de queijo Gruyère
250g de queijo Emmental
1 dente de alho
Pimenta-do-reino a gosto
1 pitada de noz-moscada
1 colher de chá de amido de milho
1 cálice (20 ml) de Kirsch (ou Conhaque)
3/4 de copo de vinho branco seco (cerca de 150 ml)

Modo de preparo

Passe o alho nos lados e fundo da panela. Rale os queijos no grosso e junte o Kirsch (ou conhaque) e o vinho branco com o amido de milho dissolvido. Acrescente a noz-moscada e a pimenta do reino.

Sobre o rechaud, tendo o cuidado de manter a chama sempre baixa, inicie o processo de fundir a massa até que a mesma esteja homogênea e na temperatura ideal para ser degustada. No caso de utilização de panela de vidro, você poderá usar o microondas, usando a potência alta por 2 minutos.

Acompanhamentos

Pão italiano cortado em cubos
Pão francês (dormido) cortado em cubos
Florzinhas de couve-flor ou brócolis
Cenoura cortada em cubinhos (somente aferventada)
Espetar os acompanhamentos com os garfos especiais para fondue e mergulhar na mistura aquecida.

Sirva com um bom vinho branco frutado, aromático, um Riesling, ou um Sauvignon Blanc, na temperatura ideal!!

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Fondue Bourguignonne

O fondue de carne foi uma criação dos operários da Borgonha. Como os vinhateiros tinham que comer no meio dos vinhedos, criaram uma solução, que era manter um pote com óleo em ebulição no meio do campo que estava sendo trabalhado. Na hora em que conseguiam fazer suas refeições mergulhavam pedaços de carne neste pote e fritavam-na. Daí surgiu a Fondue Bourguignonne, da Borgonha.

Bem mais simples que a fondue de queijos, as receitas variam quanto ao tipo de carnes: bovina, frango, porco, linguiça são as mais comuns. No mais, os molhos que acompanham também variam de acordo com o seu paladar: molho tártaro, rosé, maionese e até, simplesmente, molho de soja!

Fondue de carnes

Ingredientes

300 g de filé mignon ou maminha por pessoa
óleo de milho
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Corte a carne em cubos de, mais ou menos, 2 a 3 cm. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Retire a carne da geladeira 30 minutos antes de servir. Coloque-a numa tigela e cubra até a hora de servir. Coloque um prato para cada convidado e talheres. Embora algumas pessoas costumem se servir diretamente com o garfo utilizado para a fritura da carne, aconselho que haja outro garfo ao lado do prato, não só por motivos de higiene, mas também para evitar acidentes. O garfo sai extremamente quente da panela e, se levado à boca, pode queimar. Assim, após a fritura da carne, esta deve colocada no prato com o auxílio do garfo individual e mergulhada no molho escolhido, para então ser consumida.

O óleo deve ser aquecido primeiramente na chama do fogão para atingir a temperatura necessária. Na França existe um óleo especial para fondue, aromatizado com ervas. O que não impede que se faça em casa o mesmo processo, colocando no óleo, previamente, alguns ramos de ervas aromáticas como tomilho, alecrim, etc, e não esquecendo de retirá-las na hora de aquecimento do óleo. Isto minimiza o cheiro de fritura que pode se espalhar pelo ambiente.

O óleo deve estar suficientemente aquecido para que os pedaços de carne colocados nele fritem com alguma rapidez. Não se aconselha que a mesma panela de fondue seja utilizada para mais que 6 pessoas, pois o acúmulo de pedaços pode fazer com que a temperatura do óleo caia. A carne estará no ponto quando começar a dourar. Pode-se fritar, junto, pedaços de cebola, pimentão, cogumelos, etc. Depois de fritos é só passar por um dos molhos e saborear.

O vinho indicado, neste caso, é um bom tinto, como um Bordeaux jovem, ou os italianos Bardolino e Valpolicella e tintos mais ligeiros da Argentina e do Chile!

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Fondue au Chocolat

Na medida em que os fondues se espalharam pelo mundo, o maitre suíço Konrad Egli, do Restaurant Chalet Suisse, em Nova Iorque, em meados de 1960, criou o fondue de chocolate no intuito de estimular seus clientes a comer algo doce.

Como o fondue de chocolate era tão lúdico quanto os outros , a novidade não demorou a se popularizar e logo ganhou espaço nas mesas de quase todo o planeta.

Aqui, a receita básica, simples e deliciosa!

Fondue de chocolate

Ingredientes

400g de chocolate ao leite em barra
100g de chocolate meio-amargo
1 lata de creme de leite light
1 cálice de licor de Amarula
frutas picadas (bananas, morangos, kiwi, uvas sem caroços, abacaxi)

Modo de preparo

Derreta no microondas o chocolate, colocando num recipiente de vidro, próprio para microondas. Deixe em potência alta por 1 minuto, retire e veja se dá para mexer o chocolate até ficar bem derretido. Caso não dê, leve ao microondas por mais 30 segundos e vá repetindo o procedimento até que o chocolate derreta.

Tire do microondas e leve o chocolate ao fogo médio (do fogão) e misture o licor e o creme de leite. Mexa até ficar com uma consistência cremosa. O importante é mexer sempre para não empelotar.

Quando estiver no ponto é só levar para o rechaud e servir, espetando as frutas com os garfos especiais para fondue e molhando no creme de chocolate. Cuide para que a chama do rechaud fique sempre acesa, mas o mais baixo possível até o fim da degustação.

Mesmo de difícil combinação com vinhos, opte por um Porto 20 anos ou vintage. Ou, ainda, um espanhol Jerez Amontillado.

By Joemir Rosa.

Onze minutos

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 17/10/2010 by Joe

Livro: Onze Minutos
By Paulo Coelho
Editora Planeta do Brasil

Neste livro Paulo Coelho fala de amor e da intensa relação entre corpo e alma. Inspirou-se na vida de uma prostituta brasileira na Suíça para criar a personagem principal do livro, Maria, e assim falar sobre o lado sagrado do sexo.

A Maria da ficção é nordestina e teve uma adolescência pontuada por frustrações no sertão. Ela decide economizar e realizar seu sonho de conhecer o Rio de Janeiro.

Na praia de Copacabana ela conhece um empresário suíço que faz promessas de levá-la para a Europa e torná-la uma estrela. Maria acredita e se muda para a desconhecida Genebra tendo em mãos um contrato assinado. Se ela o tivesse lido com atenção, talvez tivesse percebido a armadilha a tempo – um trabalho semi-escravo de dançarina numa casa noturna. Em pouco tempo ela acaba se tornando prostituta.

“Onze minutos” é um livro que fala de amor, essa palavra tão desgastada, maltratada em sua essência pelos atos humanos cotidianos. É um livro que fala da intensa relação entre corpo e alma, e como atingir a perfeita união e o sentimento duradouro, assim como de sonhos e prostituição.

“Onze Minutos” não se propõe a ser um manual sobre o homem e a mulher diante do mundo ainda desconhecido da relação sexual. É uma análise do meu próprio percurso, sem pretender julgar aquilo que vivi. Custou muito até que eu aprendesse que o encontro físico de dois corpos é mais que uma simples resposta a alguns estímulos físicos. Na verdade, ele carrega consigo toda a carga cultural da humanidade.

Escrevi este livro para ver se podia dizer, se eu tive coragem de aprender tudo o que a vida quis me ensinar a respeito  (Paulo Coelho).

By Joe.

Batata rösti

Posted in Receitas with tags , , , , on 29/08/2009 by Joe

Batata röstiRösti (lê-se râsti) em suíço-alemão significa “crocante e dourado”. Antigamente era um prato muito consumido nas fazendas, principalmente no café-da-manhã, servido com leite. Hoje é difundido por toda a Suíça e é uma refeição presente nas casas, principalmente como acompanhamento de carnes e embutidos ou então como um prato leve para o jantar – quando enriquecido com outros ingredientes como queijo e bacon – ao lado de uma salada.

Existem diferentes maneiras de prepará-lo, com batata crua ou cozida, dependendo de cada região do país. Além disso, a tradição manda servi-lo em um prato especial de cerâmica.

Aqui no Brasil o prato foi incrementado com recheios especiais, dependendo do gosto e da criatividade de cada um. Claro que pode ser servido sem recheios, também.

Siga fielmente as instruções abaixo, principalmente no que diz respeito ao tempo de geladeira, para que fiquem bem rösti, ou seja, crocantes e douradas.

Batatas Rösti

Ingredientes

1 kg de batata Asterix com casca
300 g de peito de frango cozido e desfiado
1 colher (sopa) de azeite
½ cebola ralada
1 tomate médio sem pele e sem sementes picado
200 g de requeijão cremoso tipo Catupiry®
caldo de galinha em pó
sal e pimenta-do-reino a gosto
50 g de queijo parmesão ralado

Modo de preparo

Numa panela com água fervente cozinhe as batatas com casca por 20 minutos. Recomenda-se o uso da batata Asterix por possuir menor quantidade de água que os outros tipos. Elas devem ficar um pouco duras, tipo al dente. Retire as batatas da água e deixe-as esfriar naturalmente. Depois que esfriarem, coloque-as na geladeira e deixe descansarem por 12 horas.

Retire as batatas cozidas da geladeira e descasque-as ainda geladas, para que não virem um purê. Depois, sobre uma assadeira e com o auxílio de um ralador de legumes, rale-as no ralo grosso, sempre no mesmo sentido, de cima para baixo. Desta forma, as lascas ficam iguais e mais longas. Tempere as batatas raladas com caldo de galinha em pó a gosto.

Refogue o frango cozido e desfiado com o azeite, a cebola e o tomate. Tempere com o sal e a pimenta e retire do fogo. Junte o requeijão e misture até formar uma pasta.

Em uma frigideira grande anti-aderente espalhe um pouco de azeite e coloque metade das batatas raladas preenchendo o fundo da frigideira. Vá fritando e virando várias vezes até formar uma crosta dourada. Reserve.

Repita a operação com a outra metade das batatas. Quando estiver no mesmo ponto, dourada e crocante, coloque o recheio, espalhando e moldando bem e o queijo parmesão ralado.

Cubra este recheio com a primeira porção de batatas que estavam reservadas. Passe um pouco de manteiga nas bordas das batatas para que fiquem mais crocantes. Leve a frigideira para o fogo alto por mais uns 8 minutos, vire utilizando um prato raso, e volte ao fogo por mais 7 minutos até que fique dourada. Sirva a seguir com saladas verdes.

Outro recheios que ficam ótimos também:

– filet mignon em iscas, temperado com sal e pimenta do reino, salteado na frigideira com um pouco de azeite.  Coloque champignons, molho madeira e deixe reduzir. Na hora de montar, coloque o recheio sobre a primeira camada de batatas e fatias de queijo cheddar por cima. Cubra com a segunda camada de batatas.

– carne seca dessalgada, cozida e desfiada. Misture com requeijão na hora de montar.

– peito de frango cozido, desfiado e queijo brie.

– camarão salteado na manteiga e cobertos com Catupiry na montagem.

– queijo, presunto e fatias de tomate temperado com sal e orégano.

By Joe.

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