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Prioridades

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 09/09/2013 by Joe

Flor rara

Havia uma jovem que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe rendia um bom salário e uma família unida. O problema é que ela não conseguia conciliar tudo isso.

O trabalho e os afazeres lhe ocupavam quase todo o tempo e ela estava sempre em débito em alguma área. Se o trabalho lhe consumia tempo demais, ela tirava dos filhos; se surgiam imprevistos, ela deixava de lado o marido.

E assim, as pessoas que ela amava eram deixadas para depois, até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: uma flor muito rara, da qual só havia um exemplar em todo o mundo. A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual.

Mas o tempo foi passando, os problemas surgindo, o trabalho consumindo todo o seu tempo, e a sua vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor rara. Ela chegava em casa, e a flor ainda estava lá, não mostrava sinal de fraqueza ou morte; apenas estava lá, linda, perfumada. Então, ela passava direto.

Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu.

Nas nossas vidas ocorre algo parecido: sabemos que as coisas boas que conquistamos, todos os nossos sonhos já realizados, estão lá, já garantidos! Mas se não estabelecermos prioridades, se não dirigirmos um grau de atenção a elas, um dia morrerão, bem debaixo de nossos narizes!

É preciso saber priorizar!

Desconheço a autoria.

Força de vontade

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 08/07/2013 by Joe

Força de vontade

Quando você tem que vencer um limite, uma dificuldade, como por exemplo, ficar acordado até mais tarde, aprender uma nova lição, cumprir uma obrigação, tentar uma vaga na faculdade, pleitear um aumento de salário, conquistar um novo amor, comprar uma casa nova, parar de fumar, etc., você está exercitando a sua força de vontade.

A força de vontade é o instrumento do agir. Ela deriva do que alguns estudiosos chamam de instinto, e desenvolve mecanismos para que você consiga conquistar seus objetivos e ideais, desenvolve a iniciativa própria. A força de vontade, aliada à inteligência, é um grande instrumento, é um impulso comandado pelo apelo do querer, das necessidades mentais!

Mas a força de vontade pode ser sufocada ou inibida por repressões, decepções, comodismo, falta de estímulo ou de motivação. Um exemplo são os gordinhos compulsivos. Eles precisam emagrecer porque comem demais e o que não devem, mesmo sem fome ou apetite. Mas não conseguem. Falta força de vontade. Mas quando eles recebem um estímulo que desperta o “querer” emagrecer, eles acionam a força de vontade e conseguem.

A força de vontade pode ser acionada a qualquer tempo para entrar em ação, sempre que você estiver motivado ou estimulado. Ela pode trazer a disciplina e o sucesso.

Concluindo: força de vontade é o poder de ação do querer, projetando o ser para o movimento.

Desconheço a autoria.

Autossabotagem

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 19/02/2013 by Joe

Depressão

Para cada situação negativa que mantemos na nossa vida, existem “ganhos secundários”. São algumas aparentes vantagens que o nosso inconsciente encontra para nos manter em uma situação de sofrimento. Parece sem lógica, mas é assim que funciona. Vou explicar melhor esse processo.

Atendi, durante um tempo, uma mulher que era advogada, funcionária pública concursada, que estava de licença médica por ter desenvolvido uma depressão. Durante os atendimentos, entre outras questões, ela relatou uma grande insatisfação com o trabalho dela, que desejava encontrar outra coisa, mas não sabia exatamente o que. Sentia muito medo de deixar a segurança do salário do emprego público. Pensava inclusive em trabalhar como terapeuta, mas ainda não tinha nenhum tipo de preparo. Era apenas um desejo por enquanto.

O estado depressivo foi rapidamente melhorando com o passar das sessões. E foi aí que surgiu um “problema”. Ela sentia que uma parte dela não queria de forma alguma se curar, para não ter que voltar ao trabalho que a deixava tão insatisfeita. O medo de voltar era grande. A depressão trazia um “ganho” secundário de mantê-la afastada. Tivemos que aprofundar e trabalhar bastante esse medo para que isso não viesse a sabotar o seu progresso. Eu lembro que ela chegou a ficar muito bem, mas ainda precisava fazer mais sessões. Acabou não entrando mais em contato. Não sei se depois ela voltou a trabalhar.

Certa vez, uma médica que foi aluna de um curso meu relatou o seguinte caso. Ela trabalhava em um posto de saúde e acompanhou um homem que sofria com turbeculose. Ele passou meses frequentando o posto e seguindo à risca o tratamento; acabou ficando curado. Depois que se curou, falou que surgiu uma tristeza e um grande vazio, por saber que não ia mais ter que ir ao posto de saúde e ter contato com as pessoas de lá. Ele se sentia cuidado.

Havia um ganho em se manter doente. Era certamente uma pessoa carente de atenção familiar. Em alguns casos a doença pode se prolongar por muito tempo, pois inconscientemente não queremos nos libertar dela por causa dos “benefícios” que ela nos trazem. É possível, então, que esse homem venha a desenvolver alguma outra doença para que possa ser novamente cuidado por alguém.

Esses são casos mais extremos de autossabotagem devido a ganhos secundários. Entretanto, isso não ocorre somente nesses casos mais intensos. Em maior ou menor grau, toda situação negativa da qual não conseguimos nos libertar, nos traz algum “ganho” inconsciente. Esses “ganhos”, às vezes, podem ser fáceis de perceber, mas em outros casos podem ser tão estranhos e absurdos que nós não nos damos conta.

Lembro em um determinado momento da minha vida que percebi um pensamento muito sabotador na área profissional. Eu vinha crescendo bastante no trabalho com a EFT como terapeuta e professor da técnica, me libertando de um período de sete anos em que tive uma firma de engenharia que me trouxe enormes prejuízos. De repente, me passou um pensamento: “e se eu realmente me livrar totalmente desses problemas financeiros e crescer a tal ponto de não ter mais que me preocupar com isso?”. O que surgiu foi um sentimento de medo, um vazio, uma sensação de que eu ia ficar sem objetivo na vida.

Isso ocorreu por que, durante anos da minha vida, o meu maior sofrimento era tentar sair das dívidas, mas eu ficava cada vez mais atolado. O meu grande objetivo era acabar com isso. Minha mente era preenchida com essa “luta”. Acabei me apegando a esse personagem que lutava eternamente e não conseguia nada. Resolver a questão financeira seria acabar com esse personagem com quem eu acabei gerando um senso de identificação. Mantê-lo me trazia um “ganho” aparente: ter um objetivo, uma vida preenchida, por mais doloroso que fosse.

É óbvio que eu poderia preencher a minha vida com coisas mais saudáveis. Mas o processo não é racional. Passa por uma lógica inconsciente que nos leva a uma grande autossabotagem.

Uma mulher que se relaciona com um homem que a trai constantemente, ou que bebe muito e é violento, tem sempre “ganhos” em se manter nessas situações. E são vários os possíveis “ganhos”. Vamos ver alguns:

– ser vista como uma mártir, uma pessoa boa, compreensiva e até espiritualizada; ganhar atenção e reconhecimento por isso.

– manter a identidade da vítima (apego ao personagem) e colocar a culpa do seu sofrimento no marido e, dessa forma, não assumir a responsabilidade de mudar. Assumir a responsabilidade pela própria vida é uma libertação, só traz benefícios. Só que o processo de transição de sair da vítima e cair na real pode ser bem doloroso. Além disso, a quem ela vai culpar se, por acaso, se separar e ainda assim não conseguir ser feliz?

– com sua baixa autoestima (sentimentos de menos valia, não merecimento, devido a culpas e rejeições que vem acumulando na vida) ela tem desejos inconscientes de sofrer e se punir e esse relacionamento preenche essa necessidade.

Vemos, então, que os “ganhos” secundários em manter um problema podem ser de diversos tipos: receber reconhecimento e atenção; ser cuidado pela família; tirar licença do trabalho e até se aposentar antes do tempo; manter um personagem ao qual estamos muito apegados inconscientemente; preencher a vida com uma causa; culpar os outros pela própria infelicidade e não ter que ver a sua parcela de responsabilidade; punir a si mesmo devido a baixa autoestima; etc.

E você? Que situações difíceis você vem mantendo, e quais os possíveis “ganhos” inconscientes. Faça a pergunta para si mesmo, mantenha a mente aberta para o que pode surgir. Talvez você se espante com as respostas. Trazer isso à luz da consciência é super importante para se libertar.

By André Lima.

A paz que o mundo precisa…

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/12/2012 by Joe

Planeta Terra

A violência eliminou, destruiu crianças inocentes, jovens sonhadores… Separou famílias e só trouxe dor e a revolta.

É preciso eliminar a violência, não só das guerras, mas também dos corações.

É uma cruel violência a falta da escola, o pobre não ter direito à moradia, a criança não ter sobrenome, a saúde fazer adoecer e o salário ser de fome.

O envio de mísseis sobre nações e a má distribuição de renda são diferentes formas da violência.

Quem quer promover a paz respeita o próximo, luta pela igualdade, perdoa a quem ofende e age com solidariedade.

A violência é eliminada quando há justiça para todos; quando Deus está nos corações e a dignidade é restaurada.

Vamos respeitar o ser humano e agir com o amor restaurador …

Vamos eliminar as armas e, em cada canto, plantar uma flor…

Eu quero a paz no mundo, mas não a paz que vem da agressão e nem do silêncio da covardia.

Quero a paz que vem dos corações que se entendem pelos laços do amor que gera a vida e a fraternidade que une os que pensam diferente e que nos faz sermos tratados como gente.

Trabalhando pela paz, penso que faremos um mundo melhor, com mais amor, eu e você…

Tentemos, pelo menos, cada um fazendo um pouco, no final, somando-se os esforços, o mundo será um lugar bem melhor para deixarmos aos nossos filhos!

Vamos começar?

Faça algo pela Paz!!!

Desconheço a autoria.

A elegância do conteúdo

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 20/03/2012 by Joe

De ferramentas tecnológicas qualquer um pode dispor, mas a cereja do bolo chama-se conteúdo. É o que todos buscam freneticamente: vossa majestade, o conteúdo!

Mas onde ele se esconde?

Dentro das pessoas. De algumas delas.

Fico me perguntando como é que vai ser daqui a um tempo, caso não se mantenha o já parco vínculo familiar com a literatura, caso não se dê mais valor a uma educação cultural, caso todos sigam se comunicando com abreviaturas e sem conseguir concluir um raciocínio.

De geração para geração, diminui-se o acesso ao conhecimento histórico, artístico e filosófico. A overdose de informação faz parecer que sabemos tudo, o que é uma ilusão: sabemos muito pouco, e nossos filhos saberão menos ainda. Quem irá optar por ser professor não tendo local decente para trabalhar, nem salário condizente com o ofício, nem respeito suficiente por parte dos alunos? Os minimamente qualificados irão ganhar a vida de outra forma que não numa sala de aula. E sem uma orientação pedagógica de nível e sem informação de categoria, que realmente embase a formação de um ser humano, só o que restará é a vulgaridade e a superficialidade, que já reinam, aliás.

Sei que é uma visão catastrofista e que sempre haverá uma elite intelectual, mas o que deveríamos buscar é justamente a ampliação dessa elite para uma maioria intelectual. A palavra assusta, mas entenda-se como intelectual a atividade pensante, apenas isso, sem rebuscamento.

O fato é que nos tornamos uma sociedade muito irresponsável, que está falhando na transmissão de elegância. Pensar é elegante, ter conhecimento é elegante, ler é elegante, e essa elegância deveria estar ao alcance de qualquer pessoa. Outro dia conversava com um taxista que tinha uma ideia muito clara dos problemas do país, e que falava sobre isso num português correto e sem se valer de palavrões ou comentários grosseiros, e sim com argumentos e com tranquilidade, sem querer convencer a mim, nem a ninguém, sobre o que pensava, apenas estava dando sua opinião de forma cordial. Um sujeito educado, que dirigia de forma igualmente educada. “Morri e reencarnei na Suíça”, pensei.

Isso me fez lembrar de um livro excelente chamado “A Elegância do Ouriço”, de Muriel Barbery, que conta a história de uma zeladora de um prédio sofisticado de Paris. Ela, com sua aparência tosca e exercendo um trabalho depreciado, era mais inteligente e culta do que a maioria esnobe que morava no edifício a que servia. Mas, como temia perder o emprego caso demonstrasse sua erudição, oferecia aos patrões a ignorância que esperavam dela, inclusive falando errado de propósito, para que todos os inquilinos ficassem tranquilos – cada um no seu papel.

A personagem não só tinha uma mente elegante, como possuía também a elegância de não humilhar seus “superiores”, que nada mais eram do que medíocres com dinheiro.

A economia do Brasil vai bem, dizem. Mas pouco valerá se formos uma nação de medíocres com dinheiro.

By Martha Medeiros.

Não aceite menos

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/01/2012 by Joe

Por que será que tanta gente sonha coisas grandiosas, mas acaba aceitando algo muito menor?

Sonha com uma casa rodeada de um belo jardim, mas se conforma com uma casinha bem no meio do cimento?

Sonha com um trabalho bem remunerado, mas aceita um emprego com salário baixo?

Sonha em voltar a ter o mesmo peso de décadas atrás, mas se contenta com dois ou três quilos a menos?

Por que aceitar menos do que você acha que merece? É um desafio a se pensar…

Muitas vêzes as pessoas não têm entusiasmo para lutar pelo que acreditam merecer. Simplesmente acomodam-se ou se deixam levar por opiniões derrotistas. Ou, o que é muito comum, nem lutam para não ter a decepção de fracassar.

Mas o ser humano pode muito mais do que imagina! É tudo uma questão de não ter medo de se colocar à prova, de agir de acordo com os seus sonhos. O grande desafio é ter coragem de se manter fiel ao que você acha que merece e não deixar por menos.

E isso vale para tudo, tanto na vida pessoal como na profissional, familiar ou de negócios!

Tome como exemplo um atleta olímpico. Ele age como quem não aceita menos do que a medalha e trabalha duro para conseguir o pódio.

Portanto, seja persistente. Não se deixe influenciar por palpites, tipo “isso não vai dar certo”!

Você já parou para contemplar o vôo de uma pipa? Ela pode se transformar num ponto colorido no céu, subindo cada vez mais. Deixe essa imagem inspirar a sua vida! Quando nos permitimos ser como pipas, livres para alçar vôos cada vez mais altos, o nosso compromisso é um só: a felicidade!

By Antônio Carlos Teixeira.

Paciência

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 11/08/2011 by Joe

Ahhh, se vendessem paciência nas farmácias e supermercados … muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.

Por muito pouco a madame que parece uma “lady” solta palavrões e berros que lembram as antigas “trabalhadoras do cais”…  E o bem comportado executivo? O “cavalheiro” se transforma numa “besta selvagem” no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar …

Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma “mala sem alça”. Aquela velha amiga uma “alça sem mala”, o emprego uma tortura, a escola uma chatice, o cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela …

Outro dia vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado …

Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.

Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus. A paciência está em falta no mercado e, pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.

Pergunte para alguém que você saiba que é “ansioso demais”, onde ele quer chegar? Qual é a finalidade de sua vida? Surpreenda-se com a falta de metas, com o vazio de sua resposta.

E você? Onde você quer chegar? Está correndo tanto para quê? Por quem? Seu coração vai agüentar? Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar? A empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar?

Será que você conseguiu ler até aqui?

Respire, acalme-se …

O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência…

By Paulo Roberto Gaefke.

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