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A Sala de Âmbar

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 04/08/2013 by Joe

A Sala de ÂmbarLivro: A Sala de Âmbar
By Steve Berry
Editora Record

Um dos maiores tesouros da humanidade! Ao longo de décadas, historiadores e colecionadores de arte do mundo inteiro estiveram em busca da Sala de Âmbar.

Uma verdadeira obra-prima, composta por painéis de fino âmbar incrustados com inúmeras pedras preciosas, um tesouro avaliado em mais de 250 milhões de dólares, considerada a mais valiosa obra desaparecida do mundo.

A Sala de Âmbar foi construída de 1701 a 1709 por artesãos russos e alemães; milhares de pedaços de âmbar foram utilizados para criar os painéis de revestimento, como um mosaico.

Em 1716, o rei da Prússia, Fredrico I, ofereceu os painéis a Pedro, O Grande, imperador da Rússia, em sinal de amizade entre os reinados. Em 1941, as forças da Alemanha nazista invadiram Leninegrado. Os soldados alemães desmontaram a sala e levaram os painéis para o Palácio de Königsberg (atual Kaliningrado).

Alguns historiadores acreditam que a Sala de Âmbar foi queimada nos bombardeios do final da guerra. No entanto, o desaparecimento dela alimentou a imaginação dos caçadores de recompensas.

É nesse contexto que “A Sala de Âmbar” narra uma verdadeira corrida para a redescoberta desse tesouro, levando-nos a uma viagem pela Europa, visitando lugares históricos, sombris e exóticos.

Numa trama empolgante e ágil, a narrativa nos prende do começo ao fim, com muita aventura, mistério e intrigas, mesclando mitos e história que envolvem esse fabuloso tesouro!

Steve Berry vem no rastro de outros autores, como Dan Brown, onde ficção, arte e história são elementos que nos fazem viajar através de muita aventura, suspense, conspirações e realidade.

Tal qual os livros de Dan Brown (O Código Da Vinci, Anjos e Demônios, O Símbolo Perdido), “A Sala de Âmbar” é daquelas obras para se ler conectado à Internet, pesquisando no Google Street os locais e obras de arte citadas nos livros!

Leitura imperdível!

By Joemir Rosa.

Olhos no futuro

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/06/2013 by Joe

Olhos no futuro

Os acontecimentos do passado são muito bons para aprender com os erros e criar referências de nossas capacidades! Quando você esquece o passado, corre o risco de repetir os mesmos erros. Seus e dos outros.

Na Segunda Guerra Mundial, Hitler levou seus exércitos para o desastre no inverno da Rússia – exatamente como Napoleão havia feito no início do século 19.

O passado pode ser fonte inesgotável de autoconfiança. Quando você olha com orgulho para o passado, lembra de suas vitórias e pode entrar em contato com uma força interior que te leva à superação. Mas, ao mesmo tempo, você deve cuidar para não estimular a nostalgia, ou viver de arrependimentos passados.

Orgulhar-se permanentemente do que já aconteceu também não funciona e pode levar à decadência… nada de frases do tipo: “no meu tempo…” ou “antigamente…”.

O antigamente não existe mais; é só uma lembrança. Não entre nessa de remoer o passado; isso traz ressentimentos. E o ressentimento dói e imobiliza.

O passado deve ser usado para se trabalhar no presente, com olhos no futuro!

By Roberto Shinyashiki, do livro “Os Donos do Futuro”.

Flash mobs

Posted in Videos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/04/2013 by Joe

Flash Mob

Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em certo lugar para realizar determinada ação inusitada, previamente combinada, onde as pessoas se dispersam tão rapidamente quanto se reuniram.

A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou de redes sociais.

Mas quem pensa que os flash mobs são uma fato do mundo moderno, está enganado. O termo surgiu em 1844 e era usado para designar um grupo da sociedade, que usava uma “flash language” (língua rápida). Numa prisão de mulheres na Tasmânia (Australia), a revolta de 300 delas culminou numa rebelião na qual, de repente, viraram de costas para o reverendo local, governador e primeira dama, levantaram as roupas, mostrando as partes íntimas simultaneamente, fazendo um barulho muito alto com as mãos. Um escândalo em pleno século XIX!

Atualmente pode-se entender flash mob como uma intervenção urbana que consiste em um numeroso grupo de pessoas que se reúne repentinamente em um local público, realiza um ato inusitado em conjunto combinado previamente e por um curto espaço de tempo, e depois rapidamente se dispersa.

A história está repleta de exemplos de flash mobs, recurso muito utilizado em manifestações políticas. Na França, a Revolução Francesa, onde o povo, para pressionar a monarquia francesa, tomou de assalto a fortaleza-prisão da Bastilha e invadiu o palácio das Tulherias, fazendo a família real refém.

O mesmo aconteceu com os bolcheviques na Rússia, que pretendiam a formação de uma aliança entre operários e camponeses para colocar fim a autocracia czarista.

Contemporaneamente, em meados de 1968, Paris foi palco de uma revolta estudantil, cujas consequências ultrapassaram em muito as fronteiras da França. Convidado para palestrar na Universidade de Paris X (Paris Oeste – Nanterre La Défense), o psicanalista Wilhelm Reich foi vetado pela administração universitária, o que provocou um protesto organizado por estudantes, que acabaram por tomar o controle da universidade em maio daquele ano.

Seguiu-se então uma série de protestos pela cidade, liderados por Daniel Cohn-Bendit, duramente reprimidos pelas forças da ordem. O movimento se propagou, ao ganhar a simpatia de outros setores da sociedade, incorporando reivindicações trabalhistas, de sindicalistas, professores e comerciários, que contestavam o governo De Gaulle.

Entre maio e junho, cerca de nove milhões de franceses declararam greve. Paris tornou-se uma espécie de campo de batalha e no dia 13 de maio cerca de um milhão e meio de pessoas participaram de uma marcha contra o governo.

Afinal, porém, De Gaulle venceu as eleições em junho, e o movimento estudantil viu-se fraco perante a famosa “maioria silenciosa”. O maio de 1968 é considerada uma das maiores mobilizações políticas do século XX, marcando o início de uma série de revoltas em vários países do mundo, cujas consequências são sentidas até os dias atuais.

O movimento ampliou-se, ultrapassando a esfera do movimento estudantil e incorporando reivindicações de outros grupos sociais, e transformando-se simbolicamente em ponto de ruptura dos paradigmas vigentes até então, nas sociedades ocidentais.

Mais atualmente, porém, os flash mobs se transformaram em eventos musicais, onde músicos e artistas se reunem em um local público para apresentar um múmero musical e se dispersam tão rapidamente quanto chegaram ao local ao final da apresentação.

Uma rápida pesquisa pelo termo flash mob no YouTube pode render horas e horas de vídeos interessantes e divertidos, além de culturais!

O video de hoje é um desses exemplos de flash mob onde um músico está parado numa praça, um chapéu colocado à sua frente, como que esperando uma moeda pra dar início à sua apresentação. Aí, surge uma menina que deposita uma moeda e …. bom, melhor assistirem ao video!

A ação se passa na cidade de Sabadell, na Catalúnia, Espanha e é protagonizada pela Orquestra Sinfônica de Vallès que apresenta Ode à Alegria, de Beethoven!

Quem dera tivéssemos, em nossas cidades, flash mobs desse nível, principalmente numa época em que a nossa música está passando por uma fase de nihilismo total!

By Joemir Rosa.

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