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Para quem você trabalha?

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 01/10/2013 by Joe

Pra quem você trabalha

Recentemente fui servido por um garçom mal-educado. Sua linguagem corporal dizia mais ou menos o seguinte: “quem mandou você vir a este restaurante?”. Ele demorou 20 minutos para me trazer um cappuccino e, quando chegou, metade estava no pires. Conversando, eu lhe perguntei sobre seu trabalho e seu patrão. Aí ele disse: “É claro que não quero trabalhar para esse cretino o resto da vida”.

Infelizmente o nosso garçom esqueceu um aspecto importantíssimo da vida no local de trabalho: a gente não trabalha para o patrão; trabalha para si mesmo.

Nenhum empregador é perfeito, e pode ser que seus colegas sejam preguiçosos. Mas quando você se candidata a um emprego, o seu dever é dar o melhor de si e não prejudicar o cara que assina os cheques no fim do mês.

Quando você só dá 50 por cento do seu esforço, acaba sofrendo muito mais do que o patrão. Este, quando muito, sai perdendo algum dinheiro. Você perde o entusiasmo e a autoestima, além de um bom pedaço da vida.

Algumas pessoas acreditam que há coisas “boas” e coisas “ruins” para fazer na vida. Não é assim. Uma pessoa interessante pode tornar interessante um trabalho tedioso. Gostar do trabalho é uma escolha. Há pessoas que são capazes de transformar as piores atividades num prazer! Elas simplesmente partem do princípio de que o trabalho deve ser interessante, e pronto!

Em poucas palavras: você dá o melhor de si não porque precisa impressionar as pessoas. Dá o melhor porque é a única maneira de gostar do trabalho.

By Andrew Matthews, no livro “Siga seu coração”.

Fazer o que gosta

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30/09/2013 by Joe

Fazer o que gosta

Sua melhor oportunidade de prosperar está em fazer o que você gosta. O amor é uma energia. Tudo o que a gente faz com amor está impregnado dessa “energia de qualidade”, e esse tipo de energia é mais passível de se transformar em dinheiro.

Mas isso não significa ausência de frustração ou de dor. Fazer o que você gosta não é uma receita para uma vida mais fácil, é uma receita para uma vida interessante. O mais provável é que você assuma maiores responsabilidades e tenha mais problemas. Mesmo assim, pode valer a pena!

Quando a gente se interessa pelo que faz, o entusiasmo é o que mais ajuda; afinal, quando a gente está apaixonado, não precisa da motivação de ninguém. Por exemplo: se você abrir o restaurante dos seus sonhos e ninguém aparecer por lá, tente novas receitas, ideias e locações até que o estabelecimento fique lotado.

Se lhe falta capital, leve seu entusiasmo a alguém com mais dinheiro que você e tente uma sociedade. Pode ser que você passe por algumas frustrações, mas, no fundo, você sabe que está avançando.

Decerto é necessário muita determinação, mas a sua paixão é o seu alicerce. A vitalidade provém de um senso de propósito. Você tem o dever para consigo, e para com os demais, de fazer aquilo que o entusiasma. Já existe muita gente morna no mundo, que se queima sem nunca ter se aproximado do fogo.

Porém, é bom lembrar que acompanhar o seu sonho não é nenhuma garantia de viagem fácil. A vida geralmente se torna mais desafiadora, porém, você embarca numa viagem exterior que começa numa viagem interior. E tem oportunidade de florescer – de ver na verdade quem você é.

Em poucas palavras: seja onde for, você não está plantado – você é um ser humano, não uma árvore!

By Andrew Matthews, no livro “Siga seu coração”.

Camarão na moranga

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29/06/2013 by Joe

Camarão na moranga

O camarão na moranga é um prato típico da culinária litorânea brasileira, servido e preparado com uma abóbora do tipo moranga, recheada com camarão e requeijão.

Para entender a história desse prato, vamos primeiro conhecer um pouco do local que deu origem a essa receita tão especial.

Em Ubatuba fica localizada a Ilha Anchieta, a 2ª maior ilha do Litoral Norte paulista, com 828 hectares de exuberante Mata Atlântica em meio a montanhas e praias de águas cristalinas.

O local abrigou, na década de 1930, um presídio político que foi desativado após uma grande rebelião. As ruínas do presídio que ali funcionou de 1904 a 1955, hoje são um grande atrativo turístico para quem visita a Ilha.

Enquanto esteve em funcionamento, mais especificamente no ano de 1945, o presídio recebeu um grupo de presos políticos japoneses. E como é da cultura oriental, esse grupo era bastante dedicado ao trabalho em atividades agrícolas, e assim deram início ao cultivo de legumes e verduras na Ilha Anchieta.

Acredita-se que, de tanto andarem descalços e comer peixe cru, aliada à falta de higiene que era muito comum nos presídios da época, acabaram adquirindo várias doenças, entre elas a esquistossomose, conhecida como “barriga d’água”, que é uma infecção por parasitas, muito comum entre pessoas que trabalham no campo.

Um médico local sugeriu que tomassem remédios tradicionais, mas o grupo não aceitou e passaram a plantar abóboras, pois de suas sementes era obtido um poderoso vermífugo e o problema acabou sendo resolvido.

A novidade fez tanto sucesso que os moradores do continente começaram a comprar as abóboras plantadas na ilha e torrar as sementes para comer e curar suas moléstias também.

Ocorreu que, durante uma das travessias da ilha para o continente, uma das abóboras caiu no mar e afundou rapidamente pois havia um furo no lugar do talo. Passadas algumas semanas o fruto reapareceu cerca de 5 km de onde havia afundado, e uma senhora que tinha um restaurante na praia da enseada encontrou o fruto e não pensou duas vezes, colocou a abóbora inteira para ser fervida.

Ao abrir a tal abóbora, descobriu que dentro tinha mais de dois quilos de camarão sete-barbas. Vendo aquilo, e como boa cozinheira que era, teve a brilhante ideia de retirar as sementes e adicionar cheiro-verde, folha de coentro, tomate, alho e cebola.

Estava criado mais um prato típico da culinária caiçara: “Camarão na Moranga”, prato este que passou a fazer parte do cardápio de muitos restaurantes litorâneos espalhados pelo Brasil.

Camarão na moranga

Ingredientes

1 moranga média
1 kg de camarão pequeno limpo
3 camarões grandes com rabo para decorar o prato
4 limões
pimenta a gosto
sal a gosto
100 ml de azeite de dendê
azeite comum
3 tomates
1 cebola média
4 dentes de alho
salsinha picada
cebolinha picada
200 g de creme de leite
250 g de requeijão ou catupiry cremoso
100 g de queijo parmesão ralado

Modo de preparo

Esprema os limões e tempere os camarões juntamente com pimenta e sal a gosto, deixando no tempero por aproximadamente 30 minutos. Não jogue fora esse tempero, pois será usado para temperar os 3 camarões grandes.

Abra uma tampa na moranga, retire todas as sementes, pincele com azeite por dentro e por fora, coloque água quente dentro (mais ou menos até a metade), cubra com papel-alumínio e leve ao forno pré-aquecido até que fique macia.

Enquanto a moranga está no forno, refogue a cebola e o alho no azeite de dendê em uma panela grande. Em seguida coloque os tomates e refogue um pouco mais. Acrescente os camarões, o requeijão e cozinhe por 3 minutos no máximo, para que não fiquem duros. Acrescente o creme de leite sem soro, um pouco de salsinha, cebolinha, o requeijão e um pouco de queijo ralado, mexendo até ficar tudo bem misturado e, em seguida, desligue o fogo.

Tempere os 3 camarões grandes no suco de limão que foi reservado anteriormente.

Se a moranga estiver macia, retire do forno, coloque o recheio e cubra com o restante do queijo ralado, da salsinha e da cebolinha. Leve novamente ao forno para gratinar.

Enquanto isso, refogue os camarões grandes no azeite para decorar a borda da moranga. Retire a moranga do forno, decore com os 3 camarões grandes e sirva esta delícia com arroz branco e farofa.

Sugestões: você poderá fazer algumas variações no modo de preparo e ingredientes. Uma opção é cozinhar a moranga em uma panela grande com água, em vez utilizar o forno. Outra variação que pode ser feita é utilizar mussarela junto ao recheio que fica muito bom também. Seja criativo que o resultado sempre poderá surpreender seus convidados, e sua receita terá sua assinatura.

By Joemir Rosa.

Concessões…

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Concessões

O que leva muitos homens (e mulheres) a aceitar as explicações do cônjuge que chega tarde do trabalho? Não seria mais natural esperar que o companheiro entendesse o nosso cansaço e nos recebesse com carinho redobrado?

Por que nos sentimos na obrigação de participar daquele almoço de domingo com a família se preferíamos ir ao cinema, acordar às 2 da tarde ou encontrar nossos amigos?

Que direito tem o namorado de censurar o comprimento do vestido da namorada? E por que ela concorda em mudar de roupa, interpretando a implicância dele como uma prova de amor?

A reposta a todas essas perguntas é uma só: para evitar atritos com aqueles que amamos.

Fazemos muitas coisas contra nossa vontade porque não temos coragem de arcar com as consequências de um enfrentamento. Tememos as rejeições, as críticas diretas, o julgamento moral.

Temos medo do abandono e da condenação à solidão.

Preferimos, então, catalogar essas pequenas concessões como perdas menores e seguimos a vida sem pensar muito nelas.

No entanto, ao longo dos anos, a soma de restrições à nossa modesta liberdade cotidiana se transforma num conjunto compacto de mágoa e frustração, que acaba deteriorando os relacionamentos.

Crescemos com a ideia de que ficar só é doloroso, além de socialmente reprovável (tente jantar desacompanhada num restaurante badalado!). Esse equívoco tem levado muita gente a se prender a um casamento falido ou a um namoro doentio.

Quando a relação acaba e somos impelidos a viver sozinhos, temos a oportunidade de experimentar pequenos prazeres solitários: tomar conta do controle remoto da televisão, dormir com três cobertores, ir ao cinema duas vezes num único domingo, usar aquele vestido bem decotado…

Muitas vezes, só essa vivência nos dá a chance de avaliar o quanto eram duras as restrições que aceitávamos passivamente. A descoberta nos deixa menos tolerantes às exigências possessivas, ciumentas e por vezes invejosas impostas pelos elos afetivos usuais.

Junto com a mudança vem a pergunta: “Será que estou ficando egoísta?” Não. Temos o direito de criar uma rotina própria e diferente da praticada por vários grupos familiares e sociais.

Quando somos capazes de compreender o lado rico de estar só, quando perdemos o medo de nos defrontar com nossa solidão, rebelamo-nos contra muitas das pequenas e múltiplas regras de convívio.

Então, nos tornamos mais livres, inclusive para recompor as bases dos relacionamentos que nos aprisionam.

As normas terão de se ajustar aos novos tempos, passando a respeitar mais a individualidade recém-adquirida e a liberdade que vem junto com ela.

Impossível abrir mão de uma conquista tão prazerosa!

By Flávio Gikovate.

Desenvolva seu entusiasmo

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13/03/2013 by Joe

Entusiasmo

Entrei pela primeira vez na lanchonete e restaurante do Fred, e fui atendido por ele mesmo. Colocando a mão enorme sobre o balcão, ele me perguntou:

– “Tudo bem, irmão? O que vai querer hoje?”

– “Você é o Fred?”

– “Sim.”

– “Me disseram que os hambúrgueres aqui são bons.”

– “Irmão, você nunca comeu hambúrgueres assim.”

– “Está bem! Então, quero um.”

Debruçado no balcão, com as mãos trêmulas, achava-se um homem idoso que parecia muito pobre. Depois de Fred trazer o meu hambúrguer, ele foi até o velho e colocou a mão no ombro dele.

– “Tudo bem, Bill?” – perguntou ele.

– “Tudo bem, respondeu o idoso.

– “Vou dar-lhe um prato daquela sopa quente que você tanto gosta.”, ofereceu Fred.

Bill sacudiu a cabeça com gratidão. Outro velho, então, levantou-se e foi arrastando os pés até o balcão. Fred disse:

– “Sr. Brown, cuidado com os carros na avenida. Eles aceleram à noite!”

Depois, acrescentou:

– “Veja o luar sobre o rio. Está lindo hoje.”

Quando paguei minha conta, não pude deixar de comentar:

– “Sabe de uma coisa, amigo? Gostei da maneira como falou àqueles dois senhores de idade. Você os fez sentir que a vida é boa.”

– “E por que não faria isso? A vida é boa. Tenho prazer em viver. Esses são dois velhos tristes, e esta casa é um tipo de lar para eles. De todo modo, gosto de ambos.”

“A pior falência é a do homem que perdeu o entusiasmo. Se o homem perder tudo na vida, menos o entusiasmo, ele voltará a ter sucesso.” – H.W. Arnold.

Descubra as suas necessidades e supra-as. Leve o entusiasmo para a sua vida!

Mantenha o seu nível de energia sempre em alta! Para continuar cheio de energia, mantenha a entrada de energia maior do que a saída. Se estiver tenso e estressado, a tensão constante o esgotará de maneira que a energia vai se dissipar e, com ela, o seu entusiasmo.

De sempre o melhor de si à sua vida! Acredite e aja com entusiasmo sempre! Não fique esperando por milagres …. faça acontecer!

By Norman Vincent Peale, do livro: Seis Atitudes para um Vencedor.

Uma coisa leva a outra

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/01/2013 by Joe

Uma coisa leva a outra

O Universo recompensa o esforço, não as desculpas!

Quando o meu mundo se mostrava hostil, eu costumava olhar para as pessoas que levavam uma vida fascinante e perguntar:

– “Como a vida delas se tornou tão doce?”

Descobri que todas elas tinham começado em algum lugar. O começo modesto levou a outra coisa e depois outra. Às vezes podemos cometer o erro de ser demasiados seletivos. Somos capazes de rejeitar uma oferta de trabalho raciocinando:

– “Não é isso que eu quero!”

Se é a única colocação possível no momento, aceite-a, domine-a e veja como ela o conduz de uma coisa a outra. Se você não tem nada grande a seu favor, comece com o pequeno. Mergulhe!

Um empresário americano costuma contar como um amigo seu arranjou seu primeiro emprego nos Estados Unidos. Ele era imigrante. Sem dinheiro e sem falar inglês, candidatou-se a uma vaga de lavador de pratos num restaurante italiano. Antes da entrevista com o patrão, foi ao toalete do estabelecimento e fez a faxina; limpou o rejunte de cada azulejo com uma escova de dentes até que o banheiro ficasse absolutamente impecável. Essa foi a maneira dele demonstrar que levava a sério o serviço de lavar pratos.

O imigrante ficou com o emprego. Uma semana depois, o ajudante de cozinha encarregado das saladas pediu demissão e ele começou a trilhar o caminho que o levaria a ser chef. Penso nele e em sua escova de dentes toda vez que ouço alguém dizer:

– “Não há emprego em lugar nenhum!”

Concluindo: fique onde você puder ficar. Dê o melhor de si na atividade à mão, e a oportunidade começará a procurá-lo. Isso se chama desenvolver uma reputação.

Chama-se “uma coisa leva a outra”!

By Andrew Mattews, do livro “Siga seu coração”.

Frango Xadrez

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13/10/2012 by Joe

A gastronomia chinesa se popularizou por quase todo o mundo. Em qualquer cidade do planeta encontramos, pelo menos, um restaurante chinês.

E entre os pratos mais tradicionais está o Frango Xadrez. O nome é uma criação brasileira e, provavelmente, vem do desenho formado pelos componentes do prato, principalmente os pimentões coloridos, cebolas e frango cortados em quadrados.

Esse prato é derivado do bisavô chinês chamado 宮保鸡丁onde o penúltimo caracter (鸡) representa frango. Na linguagem ocidental, o prato ganha um nome mais fácil de escrever: Frango Kung Pao ou Gong Bao. Daí para Frango Xadrez foram anos e anos de história da gastronomia chinesa no Brasil.

Conta a história que o prato tem sua origem na província de Si Chuan, situada na parte ocidental da China. Dentre os ingredientes que permanecem na receita até hoje estão  o frango, o molho de soja (shoyu) e o amendoim. Os demais ingredientes podem variar de acordo com a região e o gosto dos povos.

Um ítem indispensável na cozinha oriental é a panela wok (鑊), pois permite o preparo deste prato (e de outros) de forma muito prática e rápida. Muito útil até mesmo para o preparo de outras receitas e pratos não orientais.

A receita abaixo é uma versão que mais se adapta ao paladar do brasileiro, mesmo que alguns ingredientes não sejam do gosto da maioria. Algumas variações são encontradas, dependendo do restaurante, como a adição de broto de bambu, por exemplo.

De qualquer forma, trata-se de um prato saboroso, fácil e rápido de preparar, com um toque exótico de temperos. Para agilizar o preparo, deixe todos os ingredientes cortados de antemão.

Espero que gostem!

Frango Xadrez

Ingredientes

1 kg de peito de frango, sem osso e sem pele cortado em pedaços
1 pimentão verde médio cortado em quadrados de 2 cm
1 pimentão vermelho médio cortado em quadrados de 2 cm
3 cebolas grandes cortadas em cruz
2 colheres (sopa) de ketchup
1 xícara (chá) de shoyu
1 colher (sopa) de gengibre ralado
1 xícara (chá) de amendoim torrado sem casca
300 gramas champignon cortados em fatias grossas
1 colher (sopa) de amido de milho
1 colher (sopa) de óleo
sal a gosto

Modo de preparo

Corte o frango em pequenos cubos. Em seguida, na panela wok (se não tiver uma, use uma frigideira grande e funda), aqueça o óleo e frite o frango até que esteja branco por fora. Adicione a cebola, o shoyu, o gengibre e o ketchup. Prove e acerte o sal.

Quando o frango estiver cozido, acrescente os pimentões coloridos. Deixe cozinhar um pouco e acrescente o champignon. Dilua o amido de milho em um pouco de água e adicione à panela, mexendo bem para incorpar o molho. Por fim, coloque o amendoim.

Sirva imediatamente acompanhado de arroz branco, cozido apenas em água e sal, pois o frango já é bem temperado.

Bom apetite!

By Joemir Rosa.

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