Arquivo para Reengenharia

As duas pulgas

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 11/09/2012 by Joe

Duas pulgas diretoras estavam conversando e, então, uma comentou com a outra:

– “Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas”.

Elas, então, decidiram contratar uma mosca para treinar todas as pulgas a voar e entraram num programa de treinamento de voo e saíram voando.

Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

– “Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam voo rapidamente”.

Elas, então, contrataram uma abelha para lhes ensinar a técnica do chega-suga-voa. Funcionou … mas não resolveu. A primeira pulga explicou por quê:

– “Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez”.

E, então, um pernilongo lhes prestou treinamento para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido … mas por poucos minutos.

Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:

– “Ué, vocês estão enormes! Fizeram plásticas?”

– “Não … entramos num longo programa de treinamento. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento”.

– “E por que é que estão com cara de famintas?”

– “Isso é temporário. Já estamos fazendo treinamento com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar de modo a perceber, com antecedência, a vinda da pata do cachorro. E você?”

– “Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia”.

Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:

– “Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em um programa de treinamento, em uma reengenharia?”

– “Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora”.

– “Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas?”, quiseram saber as pulgonas.

– “Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me disse: não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança!”

Moral da história:

Você não deve focar no problema, mas sim na solução!

Para ser mais eficiente é necessário estudar, analisar e não falar. Muitas vezes, a grande mudança é uma simples questão de reposicionamento, execução e praticidade.
Não queira complicar, seja prático e objetivo.

By Max Gehringer.

Mudanças

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 04/04/2012 by Joe

A única coisa que não muda é que tudo muda o tempo todo. E diante deste cenário, quais têm sido nossas atitudes frente às mudanças?

Em nosso dia-a-dia é comum nos depararmos com pessoas que agem como se vivessem sob uma redoma que lhes impede de ver as coisas de um jeito que não seja apenas o “seu jeito”. Pessoas que querem mudar tudo e todos, mas nunca a si mesmas. Mais do que praticidade, é preciso ter bom senso.

Segundo os especialistas, nos últimos 50 anos tivemos mais mudanças que em toda a história da humanidade. Desde os tempos das cavernas o homem tem inventado e descoberto o fogo, a roda, a máquina a vapor, o computador, o celular, a internet, e tantas outras coisas, mas o que devemos considerar é que não foram estas descobertas em si que fizeram a grande diferença, mas a nossa capacidade de adaptarmo-nos à elas.

Olhe ao seu redor e perceberá que uma das principais causas do fracasso de muitas pessoas, seja na vida pessoal ou no profissional, é resultado de sua incapacidade de aceitar e assimilar mudanças. Por isso, se quisermos estar realmente preparados para as mudanças que certamente virão, precisamos retirar os “filtros” que cobrem nossos olhos, e continuarmos abertos para aprender o tempo todo.

E, se mesmo assim não conseguirmos resistir à tentação de praticarmos os modismos que cercam o mundo corporativo, basta adotarmos as seguintes práticas: melhoria contínua do homem, reengenharia dos valores pessoais, benchmark de pessoas, downsizing de preconceitos e crenças irracionais, marketing das qualidades humanas, qualidade total do ser humano, e aumento da produtividade de emoções sinceras e verdadeiras.

Que tal?

By Marco Fabossi, texto adaptado do livro “Coração de Líder – A Essência do Líder -Coach”.

Mudanças

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/07/2010 by Joe

A única coisa que não muda é que tudo muda o tempo todo. E diante deste cenário, quais têm sido nossas atitudes frente às mudanças?

Em nosso dia-a-dia é comum nos depararmos com pessoas que agem como se vivessem sob uma redoma que lhes impede de ver as coisas de um jeito que não seja apenas o “seu jeito”. Pessoas que querem mudar tudo e todos, mas nunca a si mesmas. Mais do que praticidade, é preciso ter bom senso.

Segundo os especialistas, nos últimos 50 anos tivemos mais mudanças que em toda a história da humanidade. Desde os tempos das cavernas o homem tem inventado e descoberto o fogo, a roda, a máquina a vapor, o computador, o celular, a internet, e tantas outras coisas, mas o que devemos considerar é que não foram estas descobertas em si que fizeram a grande diferença, mas a nossa capacidade de adaptarmo-nos à elas.

Olhe ao seu redor e perceberá que uma das principais causas do fracasso de muitas pessoas, seja na vida pessoal ou no profissional, é resultado de sua incapacidade de aceitar e assimilar mudanças. Por isso, se quisermos estar realmente preparados para as mudanças que certamente virão, precisamos retirar os “filtros” que cobrem nossos olhos, e continuarmos abertos para aprender o tempo todo.

E se mesmo assim não conseguirmos resistir à tentação de praticarmos os modismos que cercam o mundo corporativo, basta adotarmos as seguintes práticas: melhoria contínua do homem, reengenharia dos valores pessoais, benchmark de pessoas, downsizing de preconceitos e crenças irracionais, marketing das qualidades humanas, qualidade total do ser humano, e aumento da produtividade de emoções sinceras e verdadeiras.

Que tal?

Texto adaptado do livro “Coração de Líder – A Essência do Líder-Coach” by Marco Fabossi. Veja site: www.coracaodelider.com.br .

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