Arquivo para Quedas

Preocupação

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 27/08/2012 by Joe

Contam que no início do século passado, um saveiro estava sendo puxado por um rebocador, no Rio Niagara, quando o cabo rebentou. As fortes correntezas logo conduziram o barco em direção às cataratas.

Quando estava prestes a cair, o barco encalhou em algumas rochas um pouco acima das quedas. Os dois homens que estavam a bordo foram salvos apenas no dia seguinte. Eles passaram uma noite de terror pois esperavam, a qualquer momento, despencar para a morte.

Isso aconteceu faz quase noventa anos e – dizem – a velha barcaça continua lá, no mesmo lugar, até hoje. Jamais aconteceu a queda prevista. Os dois homens se preocuparam por nada. A esperada queda do barco, que trouxe ansiedade e desespero aos dois homens homens, não aconteceu…

Da mesma forma, a maioria dos problemas que tiram nossa paz e alegria, também não nos atingirão.

A preocupação é como um barco encalhado nas pedras. Ela nunca levará você a lugar algum!

Desconheço a autoria.

Lixos existenciais

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/06/2012 by Joe

Se é verdade que a cada dia basta sua carga, por que então teimamos em carregar para o dia seguinte nossas mágoas e dores?

Há ainda os que carregam para a semana seguinte, o mês seguinte e anos afora… Nos apegamos ao sofrimento, ao ressentimento.

Como nos apegamos a essas coisinhas que guardamos nas nossas gavetas, sabendo inúteis, mas sem coragem para jogar fora. Vivemos com o lixo da existência, quando tudo seria mais claro e límpido com o coração renovado.

As marcas e cicatrizes ficam para nos lembrar da vida, do que fomos, do que fizemos e do que devemos evitar. Não inventaram ainda uma cirurgia plástica da alma, onde podem tirar todas as nossas vivências e nos deixar como novos.

Ainda bem!!!

Não devemos nos esquecer do nosso passado, de onde viemos, do que fizemos, dos caminhos que percorremos.

Não podemos nos esquecer de nossas vitórias, nossas quedas e nossas lutas. Menos ainda das pessoas que encontramos, essas que direcionaram nossas vidas, muitas vezes sem saber.

O que não podemos é carregar dia-a-dia, com teimosia, o ódio, o rancor, as mágoas, o sentimento de derrota e o ressentimento.

Acredite ou não, mas perdoar a quem nos feriu dói mais na pessoa do que o ódio que podemos sentir durante toda uma vida!

As mágoas envelhecidas transparecem no nosso rosto e nos nossos atos e moldam nossa existência.

Precisamos, com muita coragem e ousadia, abrir a gaveta do nosso coração e dizer:

– “Eu não preciso mais disso, isso aqui não me traz nenhum benefício!”

E quando só ficarem a lembrança das alegrias, do bem que nos fizeram, das rosas secas, mas carregadas de amor, mais espaço haverá para novas experiências, novos encontros.

Daí seremos mais leves, mais fáceis de ser carregados, mesmo por aqueles que já nos amam.

Não é a expressão do rosto que mostra o que vai no coração? De coração aberto e limpo nos tornamos mais bonitos e atraentes e as coisas boas começam a acontecer.

Luz atrai, beleza atrai.

Tente a experiência!!!

Sua vida é única e você é único, sua vida merece que, a cada dia, você dê uma chance para que ela seja plena e feliz.

By Leticia Tompson.

Depois da tempestade

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 07/05/2012 by Joe

Depois das grandes tempestades em nossas vidas, às vezes, ao invés da bonança esperada, costumamos fechar a alma para balanço. E, por mais que digamos estar disponíveis ao diálogo, bem no fundo do nosso coração colocamos uma porta.

E esta porta fica tão trancada que, se nós mesmos não a abrirmos, tornar-se-á quase que intransponível. Como se nossa casa tivesse sido saqueada e o medo de que fosse arrombada de novo não nos deixasse viver sossegados.

Visitantes cadastrados até poderiam chegar ao jardim. Mas … passar da soleira, quem disse?

E ficamos tantas vezes nos perguntando o porquê de ninguém se aproximar muito de nós se pensamos, numa atitude de bloqueio à verdade, que estamos dando espaço para que todos nos visitem.

Fingimos não enxergar o letreiro luminoso de “passagem proibida” ou os cadeados enormes que colocamos nos portões e nos muros que erguemos ao redor de nós, porque é duro admitir que temos medo de mais experiências depois que uma, duas, três ou mil delas não deram certo.

Mas se só as pessoas sensíveis enxergam esse bloqueio, e elas são cada vez em número menor, as não tão persistentes se afastam com medo de que soltemos os cães bravos em cima delas e as ponhamos para correr. Assim acabamos, por comodismo, ficando com as pessoas menos perigosas, com aquelas com quem sabemos que nunca chegaremos a ter envolvimento maior, até porque sua percepção não é tão aguçada para penetrar no nosso interior.

Ficamos com aquelas com quem temos menos afinidade e pouca cumplicidade, principalmente aquela que vem do fundo da alma, porque não queremos que ninguém invada a fortaleza inexpugnável dos nossos segredos, onde guardamos as mágoas, os ódios não passados a limpo e os amores mal sucedidos.

Não queremos saber de quem nos leia pensamentos e não pretendemos nos prender a nada, embora digamos sempre o contrário e saibamos que a falta das amarras num porto onde poderemos atracar quando estamos à deriva pode constituir uma bela teoria de liberdade, mas não nos gratifica, pois o ser humano não nasceu para ficar só.

Nós, hoje, mal ou bem, podemos escolher nossos amores e amigos. E que possamos escolher os melhores, e não os mais cômodos.

E que possamos, também, ter alguns inimigos e, entre os nossos conhecidos, pessoas incompatíveis conosco, porque são eles que nos ajudam a superar os nossos limites e nos botam para frente, nem que seja para que lhes mostremos do que e o quanto somos capazes.

Precisamos ter histórias para contar, sejam elas com finais tristes ou felizes. Precisamos passar por experiências que nem sempre são gratificantes, pois uma existência passada em brancas nuvens é uma existência sem frutos.

Um dia, talvez, venhamos a entender melhor os mistérios da vida e, para chegarmos a um determinado ponto, muitas vezes teremos que passar por vários obstáculos.

Talvez entendamos que precisamos nos purificar sofrendo várias provações até conseguir nossos objetivos e receber alguma recompensa.

Algumas doutrinas religiosas e filosóficas tentam explicar porque algumas pessoas sofrem e outras são poupadas e porque alguns de nós encontram suas metades e outros passem a vida inteira a procurá-las.

Mas são explicações que talvez nós leigos, não consigamos facilmente entender. A única coisa que podemos arriscar é que nada acontece por acaso (ou será que acontece?).

Talvez, quando sofremos, estejamos passando por um processo de purificação que nunca será entendido ou aceito por nós enquanto estivermos vivendo a experiência.

Talvez, quando procuramos alguém ou alguma coisa, estejamos nos informando; talvez, quando encontramos tanta gente incompatível conosco, é porque, de alguma maneira, somos ou fomos as pessoas determinadas a surgir em suas vidas, seja para suportá-las, ajudá-las ou para que, através delas, aprendamos alguma lição importante: da serenidade à perseverança, da paciência à fé.

Mas, por mais que apanhemos, que nos escondamos para fugirmos da vida, de nós mesmos, dos machucados e rejeições … tudo passa.

O desespero nunca foi solução para nada, pois, afinal, não há mal que sempre dure e nem bem que nunca acabe.

A vida sempre seguirá dando voltas. Tomara que saibamos aproveitar as ascensões para levantar quem estiver próximo de nós e as quedas para aprendermos a ser humildes.

By Claudia Belucci.

Tacadas

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/08/2011 by Joe

Entendendo alguns princípios básicos de como o Universo funciona, tudo fica mais fácil. Uma das regras diz que “aquilo que você não tenta, não consegue”. Será tão difícil de entender isso? Aquilo que você não tenta, não consegue.

Simples e direta, essa norma parece ser uma das mais difíceis de implantar na mente das pessoas que dizem querer algo. Dizem que querem, mas não tentam sistemática e consistentemente. Dizem que querem, mas assim que surgem os primeiros (e inevitáveis) desafios, desistem. Dizem que querem, mas assim que o programa de TV começa a passar, desligam o cérebro e entram em transe, vivendo outras vidas. Dizem que querem, desde que não tenham que pagar o custo do projeto, em termos de dedicação, horas e suor.

Não importa quantas vezes você diga que quer algo. Se você não fizer repetidamente as coisas que levam você até este algo, nada tenderá a acontecer.

Sabe qual a razão das pessoas desistirem tão rápido de tudo? Ficam desapontadas com as falhas, os tropeços e as quedas intermediárias, entre o ponto no qual estão e o ponto para o qual desejam ir.

Parte das pessoas até tenta, mas assim que as primeiras quedas e fracassos ocorrem, desistem de tudo. Acontece que os fracassos intermediários são absolutamente necessários e devem ser esperados. É uma questão de física e matemática.

Ninguém parece ter explicado para elas, quando crianças, que os tropeços, falhas e quedas são exatamente o caminho que leva ao sucesso! Não há outro caminho.

Lembra-se do conto dos Três Porquinhos? Os dois primeiros porquinhos tiveram suas casas completamente destruídas pelo Lobo Mau, antes que o porquinho chamado “Prático” construísse sua casa com tijolos e cimento. Os fracassos com as casas construídas pelos dois primeiros porquinhos, uma feita de palha, e outra de madeira, mostram que o processo que leva ao sucesso é exatamente o fracasso intermediário.

A falha sempre vai acontecer, sempre vai surgir, porque ela é parte inerente do processo que leva ao sucesso. Deixe-me repetir para que você fixe isso claramente: a falha sempre vai acontecer, por ser parte inerente ao processo que leva ao sucesso.

Quem está nas arquibancadas, assistindo, não tropeça, não cai e não escuta vaias. Se você falhou, fracassou, caiu … é porque ainda está no jogo, ainda está no time que busca a vitória, está dando as tacadas e, com sorte, aprendendo como melhorar seu jogo. É isso o que o jogador de hockey, Wayne Gretzky, tentou explicar quando disse que “você erra 100% das tacadas que não dá”.

Quantos gols Ronaldo teria feito, se não participasse de nenhuma Copa do Mundo?

Quantas corridas Senna teria ganho se não participasse de nenhum grande prêmio?

Pense naquilo em que você teve sucesso no passado, algo que tenha conquistado e que faz parte da sua história de vida. Você teria tido esse sucesso se tivesse ido para um guarda-roupas e se escondido do mundo lá dentro?

Com toda a sinceridade, sua resposta deve ter sido um sonoro “não”.

Você falhará no caminho para o sucesso? Claro que sim. Mas isso é muito bom. Este é um indicador de que você continua no caminho, continua no jogo e continua a avançar. Lembre-se: você erra 100% das tacadas que não dá!

Que tacada você dará agora?

By Aldo Novak.

Tacadas

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , on 23/10/2009 by Joe

TacadaEntendendo alguns princípios básicos de como o Universo funciona, tudo fica mais fácil. Uma das regras diz que aquilo que você não tenta, não consegue. Será tão difícil de entender isso? Aquilo que você não tenta, não consegue.

Simples e direta, essa norma parece ser uma das mais difíceis de implantar na mente das pessoas que dizem querer algo. Dizem que querem, mas não tentam sistemática e consistentemente. Dizem que querem, mas assim que surgem os primeiros (e inevitáveis) desafios, desistem. Dizem que querem, mas assim que o programa de TV começa a passar, desligam o cérebro e entram em transe, vivendo outras vidas. Dizem que querem – desde que não tenham que pagar o custo do projeto, em termos de dedicação, horas e suor.

Não importa quantas vezes você diga que quer algo. Se você não fizer repetidamente as coisas que levam você até este algo, nada tenderá a acontecer.

Sabe qual a razão das pessoas desistirem tão rápido de tudo? Ficam desapontadas com as falhas, os tropeços e as quedas intermediárias, entre o ponto no qual estão e o ponto para o qual desejam ir.

Parte das pessoas até tenta, mas assim que as primeiras quedas e fracassos ocorrem, desistem de tudo. Acontece que os fracassos intermediários são absolutamente necessários e devem ser esperados. É uma questão de física e matemática.

Ninguém parece ter explicado para elas, quando crianças, que os tropeços, falhas e quedas são exatamente o caminho que leva ao sucesso! Não há outro caminho.

Lembra-se do conto dos Três Porquinhos? Os dois primeiros porquinhos tiveram suas casas completamente destruídas pelo Lobo Mau, antes que o porquinho chamado “Prático” construísse sua casa com tijolos e cimento. Os fracassos com as casas construídas pelos dois primeiros porquinhos, uma feita de palha, e outra de madeira, mostram que o processo que leva ao sucesso é exatamente o fracasso intermediário.

A falha sempre vai acontecer, sempre vai surgir, porque ela é parte inerente do processo que leva ao sucesso. Deixe-me repetir para que você fixe isso claramente: a falha sempre vai acontecer, por ser parte inerente ao processo que leva ao sucesso.

Quem está nas arquibancadas, assistindo, não tropeça, não cai e não escuta vaias. Se você falhou, fracassou, caiu… é porque ainda está no jogo, ainda está no time que busca a vitória, está dando as tacadas e, com sorte, aprendendo como melhorar seu jogo. É isso o que o jogador de hockey, Wayne Gretzky, tentou explicar quando disse que “você erra 100% das tacadas que não dá”.

Quantos gols Ronaldinho teria feito, se não participasse de nenhuma Copa do Mundo?

Quantas corridas Senna teria ganho se não participasse de nenhum grande prêmio?

Pense naquilo em que você teve sucesso no passado, algo que tenha conquistado e que faz parte da sua história de vida. Você teria tido esse sucesso se tivesse ido para um guarda-roupas e se escondido do mundo lá dentro?

Com toda a sinceridade, sua resposta deve ter sido um sonoro “não”.

Você falhará no caminho para o sucesso? Claro que sim. Mas isso é muito bom. Este é um indicador de que você continua no caminho, continua no jogo e continua a avançar. Lembre-se: você erra 100% das tacadas que não dá.

Que tacada você dará agora?

By Aldo Novak.

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