Arquivo para Prestígio

Creme Prestígio

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 06/12/2014 by Joe

Creme Prestígio

O dicionário da língua portuguesa ensina:

Prestígio – s.m. Valor sócio-cultural positivo atribuído a um indivíduo ou a um grupo.
Grande influência exercida por pessoa ou coisa sobre outra ou outras pessoas.
Fig. Sedução, fascinação; poder de atração.

A receita de hoje não tem história, mas tem tradição pela combinação de sabores: chocolate com coco! A essa combinação foi dado o nome de Prestígio por um grande fabricante de chocolates. E não é pra menos, pois o chocolate que leva esse nome tem grande poder de atração, de sedução, de fascinação!

Poucas pessoas se dão ao luxo de desprezarem tal alquimia. Prestígio é sinônimo de coisa gostosa, de sobremesa que enche a boca de água.

Inúmeras são as receitas que levam esse nome. Basta uma rápida pesquisa nos sites de gastronomia, ou nos velhos cadernos receitas de nossas avós e tias, para encontrarmos uma grande variedade de sobremesas que carregam esse nome!

No post de hoje trago uma dessas receitas, que tem sabor muito próximo ao do chocolate produzido em barrinhas. Basta checar, no próprio site do fabricante, os ingredientes utilizados na elaboração desse produto. Aqui, claro, sem aqueles aditivos químicos para mantê-lo conservado por longos meses. Além dos toques de sofisticação na apresentação da sobremesa!

Neste caso, é fazer e comer!

Creme Prestígio

Ingredientes

Creme

1 lata de leite condensado
200 g de coco ralado
1/2 xícara (chá) de glucose de milho (Karo)
5 colheres (sopa) de leite em pó
1/2 lata de creme de leite.

Cobertura

300 g de chocolate meio amargo picado
1/2 lata de creme de leite
lascas de coco para decorar

Modo de preparo

Prepara o creme, misturando, em uma tigela, o leite condensado, o coco ralado, a glucose de milho, o leite em pó e o creme de leite, até formar um creme bem homogêneo. Coloque em taças individuais e leve à geladeira.

Para a cobertura basta derreter o chocolate em banho-maria e misturar o creme de leite. Despeje sobre o creme gelado e leve novamente à geladeira por, no mínimo, duas horas.

Na hora de servir, decore com lascas de coco (ou ralado).

By Joemir Rosa.

A última que morre

Posted in Inspiração, Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 03/10/2014 by Joe

A última que morre

Atualmente há tanta informação para digerir que não sobra espaço na cabeça para questionar ditados já consagrados. Então, seguimos repetindo, dia após dia, frases que nos parecem definitivas, como “a esperança é a última que morre”, sem nos darmos conta de que elas não são definitivas coisa nenhuma. Por que manter um estado de ilusão eterno? Em certas circunstâncias, é muito bom perder a esperança.

Esperança não transforma o mundo. Não muda a sua vida. Apenas oferece um breve conforto, faz de conta que as coisas se arranjarão sozinhas através do pensamento positivo. Mas uma coisa é confiar em bons prognósticos, mentalizar situações agradáveis, e outra bem diferente é ficar esperando milagres. Sem querer ofender ninguém, a esperança se tornou obsoleta.

Você tem esperança de quê? De um mundo melhor, de um país mais justo? Ainda? Ok, gostaríamos que as coisas fossem diferentes, mas a diferença só se efetiva por meio de ações e reações. Quando você tem esperança, tudo o que precisa fazer é ficar sentado aguardando. Já quando ela morre, acaba a morosidade. Você vira a página, troca de capítulo, vai batalhar por outra coisa. Alguém que cansou de esperar é sempre mais produtivo.

Dificilmente analisamos as desistências por um foco salutar. Elas podem ser o combustível para o início de outro projeto, de um desejo novo. Nem tudo nasceu para dar certo. Algumas coisas são tortas por natureza, são boas uns 25%, e os outros 75% não tem pai-nosso que dê jeito. Ficar paralisado diante de algo que nunca vai mudar é estratégia de preguiçoso. Diante do que não muda, só há uma coisa a fazer: mudar a si mesmo, sacrificando as suas antigas e boas intenções.

Ter esperança de um mundo melhor é um sentimento megalômano. Desista de pensar no mundo, não seja tão ambicioso. Ele nunca vai ser muito melhor do que é, mas seu prédio pode ser, o seu local de trabalho pode ser, já que microcosmos não funcionam à base de esperança, e sim de realizações.

Não que eu proponha radicalizar. A gente pode ter um pouquinho de esperança, claro, desde que ela tenha um prazo de validade, não se transforme numa acomodação vitalícia. Tenha esperança até a página 10. Se a história não avança, não é preciso morrer decrépito segurando o mesmo livro na mão. Ele vai continuar chato, vai continuar engessando você.

O desejo é que deve ser o último a morrer. Ele, sim, merece o prestígio que a esperança, essa velha senhora, ainda pensa que tem.

By Martha Medeiros.

Panetone prestígio

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/12/2013 by Joe

Panetone prestígio

Já contei, anteriormente, a origem do panetone e suas três possíveis versões! E também já postei duas deliciosas receitas (Sorvetone e Panetone recheado de sorvete) preparadas com esse pão recheado que faz a mesa de Natal ficar mais colorida.

O panetone é um tipo de pão muito versátil e pode ser saboreado sozinho, ou pode ser usado como ingrediente para muitas outras versões de sobremesas que podem fazer a diferença na sua ceia de Natal ou de Ano Novo.

A receita de hoje é uma dessas versões, muito simples de preparar, trazendo a receita de um panetone caseiro, muito macio e, além de tudo, com a combinação de chocolate com coco, muito conhecida por aqui pelo nome de “Prestígio”, em alusão a um delicioso chocolate de uma grande fabricante!

Espero que todos curtam essa deliciosa sobremesa, e aproveito para desejar a todos um maravilhoso Natal, junto aos amigos e familiares, num clima de paz, confraternização e amor!

Panetone prestígio

Ingredientes

Massa

2 tabletes de fermento fresco para pão (30 g)
1 colher (sobremesa) de sal
1 xícara (chá) de leite
1 kg de farinha de trigo
6 ovos
1 colher (chá) de essência de panetone
200 g de manteiga
120 g açúcar
100 g de gotas de chocolate ao leite

Recheio

1/2 xícara de chá de leite
2 latas de leite condensado
2 colheres (sopa) de margarina
100 g e 2 colheres (sopa) de coco ralado

Cobertura

100 g de chocolate ao leite picado
3 colheres (sopa) de creme de leite

Modo de preparo

Desmanche os tabletes de fermento com o sal, misturando bem. Adicione o açúcar, a essência de panetone, a margarina, o açúcar, a farinha (aos poucos), os ovos (coloque um a um), um pouco de leite e vá misturando com as mãos numa superfície lisa até que fique no ponto de desgrudar das mãos (acerte o ponto com o leite).

Misture bem as gotas de chocolate ao leite e trabalhe bem a massa para que fique bem incorporada. Deixe a massa descansar por uns 40 minutos.

Depois desse tempo, coloque a massa numa forma própria para panetone, de 500 gramas, e leve para assar em forno pré-aquecido a 180º C.

Enquanto isso, prepare o recheio. Em uma panela, coloque o leite, o leite condensado, a margarina e 100 g de coco ralado. Leve ao fogo, mexendo sempre até começar a aparecer o fundo da panela. Deve ficar um pouco mais mole do que o ponto de enrolar.

Prepare a cobertura, derretendo o chocolate em banho-maria e misture o creme de leite.

Quando o panetone estiver assado e mais frio, corte ao meio e espalhe o recheio, formando uma camada alta de uns dois dedos. Feche com a outra parte e, por cima, espalhe a cobertura.

Finalize polvilhando com o coco ralado restante.

By Joemir Rosa.

Emoções

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/10/2013 by Joe

Emoções

Diferentemente dos animais, nós dispomos de uma forma de expressar o que vai na nossa alma: as palavras. É óbvio que, sendo a emoção um fenômeno com importante componente corporal, as palavras por si só não bastam para comunicá-las. Mas certamente são auxiliares valiosos.

Mas, infelizmente, somos condicionados, desde cedo, a não falar sobre o que sentimos, principalmente se esse sentimento for percebido como algo que nos inferioriza. Tudo pode estar minado por dentro, mas deve-se fazer todo o esforço do mundo para se exibir uma fachada de normalidade.

Confessar medos e fraquezas é visto como perigoso para o “prestígio pessoal” e pode parecer um sinal de insegurança. Paradoxalmente, são justamente as pessoas mais seguras e confiantes que têm menor receio de confessar seus temores e falhas.

Uma das mais antigas descobertas da humanidade indica que o ato de confessar o que sentimos é bom para o corpo e para a alma. A tristeza compartilhada e a dor revelada diminuem as tensões geradas pela angústia e pelas perdas. Mas a importância e o benefício de falar sobre os sentimentos não se restringe apenas à dor. É necessário também externar e compartilhar as coisas boas.

Enfim, a questão é que a repressão das emoções – e de sua expressão verbal – não pode ser seletiva; deve-se “por para fora” todos os sentimentos; falar o que realmente se sente, reagir, sentir e externar afeto ou mágoa. Se a emoção não se libera, agarra-se aos órgãos, perturbando seu funcionamento.

O desgosto que se pode exprimir por gemidos e lágrimas é rapidamente esquecido; já o sofrimento mudo remói incessantemente o coração e termina por abatê-lo.

By Dr. Marco Aurélio Dias da Silva, no livro “Quem ama não adoece”.

Professor: profissão do futuro ou sem futuro?

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 15/10/2012 by Joe

Durante uma época importante da vida, muitos jovens se preparam para a escolha de uma carreira profissional, a qual, muitas vezes, será exercida definitivamente.

Mais do que se identificar com a profissão pretendida, grande parte dos futuros profissionais atribuem maior importância ao prestígio e à valorização que a carreira escolhida tem no mercado, com especial foco no retorno financeiro.

Não é surpresa, portanto, observarmos cada vez mais jovens optarem por cursos considerados elitizados, como medicina, direito e engenharia, em detrimento de escolherem cursos de licenciatura. Tanto é que, em recente levantamento realizado pela Fundação Victor Civita, dos 1500 alunos do Ensino Médio de escolas públicas e particulares pesquisados, apenas 2% manifestaram a opção por um curso de licenciatura.

Outro dado importante diz respeito ao perfil daqueles que manifestam o desejo de seguir a carreira de docente: “Mulher, aluna sempre de escola pública, que tirou nota abaixo de 20 (numa escala de zero a 100) no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com renda familiar de até dois salários mínimos e cuja mãe nunca estudou”.

As constatações acima estão diretamente relacionadas às condições reais do atual trabalho docente brasileiro: professores mal-remunerados, sobrecarga de trabalho e falta de segurança para realização das atividades.

Sobre a realidade do trabalho docente, vale ressaltar que não se resume às tarefas desenvolvidas em sala, mas ao tempo que se dedica à preparação das aulas, das atividades pedagógicas intra e extrassala, das provas e dos trabalhos, como também às suas respectivas correções.

Ademais, principalmente no sistema público de ensino, os professores, geralmente, encaram uma jornada laborativa tripla, tudo para garantir a sobrevivência diária.

Para piorar, o contexto de trabalho e a infraestrutura encontrados pelos docentes não são nada animadores: salas de aula superlotadas, falta de recursos humanos e materiais de toda ordem.

A convivência com algum tipo de violência, seja de ordem física ou psicológica, completa o quadro desolador descrito.

Poderíamos nos perguntar, então, se as condições precárias para o exercício da atividade de docência seriam deficiências exclusivas de nosso país.

Embora não as sejam, há exemplos de nações em que o valor e a importância atribuídos à educação e, consequentemente, à formação adequada dos professores, não se restringem a discursos falaciosos.

A propósito, “em países como a Finlândia e a Coréia do Sul, os 20% melhores alunos disputam vagas concorridas para a carreira no magistério. Os salários iniciais são altos, cerca de R$ 4 mil, e podem dobrar em 20 anos”.

Em outra matéria veiculada na Revista Veja, enaltece-se que o alto nível de salário dos professores nos mencionados países é somente uma das estratégias para o recrutamento de bons alunos para a profissão, mas não é a de maior impacto.

Segundo a reportagem, “o que realmente suscita o fascínio dos melhores alunos pela docência diz respeito, acima de tudo, à possibilidade descortinada pela carreira de verem seu talento reconhecido e sua capacidade intelectual estimulada”.

Mesmo que tais considerações relacionadas ao prestígio da profissão docente sejam tecidas sobre países de primeiro mundo, acredito que, no contexto brasileiro, algumas iniciativas podem ter grande peso para reverter o nosso quadro atual.

Como exemplo, podemos considerar um maior investimento do Produto Interno Bruto (PIB) na educação; um aumento no número de bolsas de estudo destinadas a discentes de cursos de licenciatura; a consideração do tempo de estudo, preparo e correções de atividades e provas na carga horária de trabalho docente; entre outras.

Diante do exposto, lanço a seguinte reflexão: se é verdade que o desenvolvimento de um povo é mensurado pelo nível de sua educação, o que acontecerá se continuarmos dentro de um cenário sócio-político-educativo que ainda não oferece, a contento, condições para que tenhamos, de um modo mais amplo, professores qualificados e bem-preparados para o exercício da docência? Que futuro terá nossa nação?

By Luciana Cabrini Simões Calvo, professora da UEM e doutoranda em Estudos da Linguagem da UEL.

Rocambole prestígio de leite em pó

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , on 26/05/2012 by Joe

Rocambole é um bolo fino, salgado ou doce, em forma cilíndrica. Feito com massa comum de bolo, a cobertura é passada sobre o bolo, para que este seja então enrolado sobre si mesmo.

Diferente de um bolo de camadas, o rocambole é feito de uma única peça de bolo. Os recheios podem ser diversos, desde carnes (nos salgados) a doces (como a goiabada e o doce de leite). Em alguns lugares no Brasil é ainda conhecido como bolo-de-rolo.

Contam alguns historiadores que a iguaria tem sua origem em Portugal e chegou ao Brasil primeiramente em Pernambuco. O bolo-de-rolo confunde-se, muitas vezes, com outros tipos de bolos enrolados, como o próprio rocambole.

A história ensina que, quando as damas de Portugal chegaram ao Brasil, elas trouxeram seus utensílios de cozinha; porém, faltaram os ingredientes que estavam acostumadas a usar em seus tradicionais doces, como a pêra, marmelo, amêndoas, pinhões, cravo, canela e gengibre. Então, o jeito foi substituir por caju, goiaba, banana, abacaxi, castanha de caju, amendoim, milho, coco, ingredientes bem mais comuns em terras tupiniquins.

A massa era feita com farinha de trigo, ovos, manteiga e açúcar, e depois era enrolada com uma camada de goiabada derretida, dando a aparência de um rocambole, porém suas camadas de massa e goiabada eram bem mais finas.

Durante muitos anos esse bolo ficou restrito aos senhores de engenho e, posteriormente, aos governadores de Pernambuco, se tornando popular posteriormente. Anos depois, o bolo-de-rolo chegou a ser reconhecido como patrimônio imaterial de Pernambuco.

E, como tudo que cai no gosto popular, começa a sofrer variações nos seu preparo, nos ingredientes e recheios, adaptados à região, clima e gosto.

A receita de hoje é uma dessas variações no preparo, principalmente para quem gosta da combinação chocolate e coco! Acredito que serão poucos os que não irão curtir uma receita de prestígio como essa!

Rocambole prestígio de leite em pó

Ingredientes

Massa

400 gr de leite em pó
2 xícaras (chá) de chocolate em pó
1 lata de leite condensado
2 colheres de água

Recheio

200 g de coco ralado
1 lata de leite condensado
1 colher (sopa) de manteiga

Modo de preparo

Em uma panela misture o coco ralado, o leite condensado e a manteiga. Leve ao fogo brando, mexendo sem parar até soltar do fundo da panela. Deixe esfriar.

Em uma tigela misture o leite em pó, o chocolate em pó, a água e o leite condensado. Misture tudo muito bem e sove até obter uma massa que não grude nas mãos. Coloque essa massa entre duas folhas de filme plástico ou papel alumínio e abra com um rolo, formando um retângulo.

Espalhe o recheio uniformente e enrole como um rocambole. Embrulhe no filme plástico e leve à geladeira por umas 3 horas. Retire do filme plástico, fatie, polvilhe mais um pouco de coco ralado ou leite em pó peneirado fino e sirva em seguida.

By Joemir Rosa.

Pudim prestígio

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , on 03/03/2012 by Joe

Segundo o dicionário:

Prestígio – s.m. Valor sócio-cultural positivo atribuído a um indivíduo ou a um grupo. Grande influência exercida por pessoa ou coisa sobre outra ou outras pessoas. Fig. Sedução, fascinação; poder de atração.

A receita de hoje não tem história, mas tem tradição pela combinação de sabores: chocolate com coco! A essa combinação foi dado o nome de “Prestígio” por um grande fabricante de chocolates. E não é pra menos, pois o chocolate que leva esse nome tem grande poder de atração, de sedução, de fascinação …

Poucas pessoas se dão ao luxo de desprezarem tal alquimia. Prestígio é sinônimo de coisa gostosa, de sobremesa que enche a boca de água.

Inúmeras são as receitas que levam esse nome. Basta uma rápida pesquisa nos sites de gastronomia, ou nos velhos cadernos receitas de nossas avós e tias, para encontrarmos uma grande variedade de sobremesas que carregam esse prestígio!

No post de hoje deixo uma dessas receitas, muito fácil de preparar e melhor ainda de saborear!!!

Pudim prestígio

Ingredientes

Creme branco

1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
1 xícara (chá) de leite
2 colheres (sopa) de amido de milho
100 gramas de coco ralado.

Creme de chocolate

1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
1 xícara (chá) de leite
2 colheres (sopa) de amido de milho
1 colher (sopa) de chocolate em pó
150 g de chocolate ao leite picado

Modo de preparo

Creme branco: no liquidificador, bata o leite condensado, o creme de leite, o leite, o amido de milho e depois misture o coco ralado. Coloque em uma panela, leve ao fogo brando, mexendo sempre até engrossar. Reserve.

Creme de chocolate: no liquidificador, bata o leite condensado, o creme de leite, o amido de milho e o chocolate em pó. Coloque em uma panela, leve ao fogo brando mexendo sempre até engrossar. Desligue o fogo, misture bem o chocolate picado até derreter totalmente.

Montagem: em uma forma grande para pudim, untada com margarina, coloque o creme branco, leve à geladeira por uma hora e depois coloque o creme de chocolate por cima. Leve a geladeira até firmar. Desenforme e sirva decorado com coco ralado, chocolate granulado ou até mesmo calda de chocolate.

By Joemir Rosa.

%d blogueiros gostam disto: