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Atitudes que drenam energias

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Atitudes que drenam energia

Às vezes você se sente cansado, esgotado e não sabe o porquê?

Então, está na hora de avaliar se suas atitudes e pensamentos não estão influenciando a sua saúde física, emocional e mental.

Leia e reflita sober os tópicos abaixo e depois avalie como têm sido suas atitudes e pensamentos… e mude-os!!

1. Pensamentos obsessivos

– Pensar gasta energia e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental – torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2. Sentimentos tóxicos

– Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a autoestima, a alegria e o bom-humor recarregam as energias e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3. Maus hábitos e falta de cuidados com o corpo

– Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4. Fugir do presente

– As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5. Falta de perdão

– Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6. Mentira pessoal

– Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7. Viver a vida do outro

– Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos; mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também a nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8. Bagunça e projetos inacabados

– A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas nos dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livra-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do autoconhecimento, da disciplina e determinação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9. Afastamento da natureza

– A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais. Pise no chão, na terra, na grama. Banhos de cachoeiras são ótimos para reabastecermo-nos!

10. Preguiça e negligência

– E falta de objetivos na vida. Esse ítem não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono…

11. Fanatismo

– Passa um ventinho e a pessoa diz “Ai meu Deus! Tem energia ruim aqui!” Alguém olha para você e logo você fala “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil, manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!

12. Falta de aceitação

– Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’. O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!

Desconheço a autoria.

Han-Na Chang

Posted in Música with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/01/2014 by Joe

Han-Na Chang

Han-Na Chang está despontando como uma das mais brilhantes maestrinas da sua geração, já tendo estabelecido uma carreira internacional de sucesso também como celista desde que obteve o primeiro lugar e o prêmio de música contemporânea na Quinta Competição Rostropovich Internacional de Cello em Paris em 1994, com apenas 11 anos de idade.

Nascida na Coreia do Sul em 23 de Dezembro de 1982, Han-Na começou a estudar piano aos três anos de idade e celo a partir dos seis anos. Em 1993 sua família mudou-se para os Estados Unidos, onde ela se matriculou na Juilliard School. Logo em seguida, ela começou a ter aulas com o grande professor Mischa Maisky, em Siena, Itália.

Em 1995, ela fez sua estreia tocando Variations on a Rococo Theme de Tchaikovsky e Concerto nº 1 de Camille Saint-Saëns para Celo com o próprio Rostropovich regendo a Orquestra Sinfônica de Londres!

Com sua habilidade e profundo senso de interpretação, Han-Na nos mostra um talento maravilhoso tanto como celista como regente, colocando-a em destaque e uma das mais respeitadas artistas multi-facetadas.

Desde 2007, dedica a maior parte do seu tempo à regência, onde se tornou diretora musical da Orquesta Filarmônica do Catar e principal regente convidada da Orquestra Sinfônica Trondheim, ambas funções logo após o início de suas performances frente as orquestras!

Entre as mais recentes e futuras performances, estão incluídas a Staatskapelle Dresden; Orquestra Sinfônica WDR de Colônia, Alemanha; Orquestra Sinfônica de Bamberger; Sinfônica de Gothenburg; Sinfônica de Seattle, EUA; a Orquestra Real Filarmônica de Liverpool; a Grosses Orchester Graz; a Orquestra do Teatro de San Carlo di Napoli, e as Orquestras Sinfônicas de Singapura, Tokyo e de Tivoli.

Em seu próprio país, a Coreia do Sul, Han-Na ministra música clássica tanto para adultos como para crianças.

O video abaixo nos mostra um pouco do seu talento ímpar!

By Joemir Rosa.

Onde você busca o amor?

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 02/01/2014 by Joe

Onde você busca o amor

Temos a mania de achar que amor é algo que se busca!

Buscamos o amor nos bares, na internet, nas paradas de ônibus, nos shoppings. Como num jogo de esconde-esconde, procuramos pelo amor que está oculto dentro das boates, nas salas de aula, nas plateias dos teatros. Ele certamente está por ali, você quase pode sentir seu cheiro, precisa apenas descobri-lo e agarrá-lo o mais rápido possível, pois só o amor constrói, só o amor salva, só o amor traz felicidade.

Há quem acredite que o amor é medicamento. Pelo contrário. Se você está deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproxima, e caso o faça, vai frustrar sua expectativa, porque o amor quer ser recebido com saúde e leveza, ele não suporta a ideia de ser ingerido de quatro em quatro horas, como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da falta de autoestima.

Você já ouviu muitas vezes alguém dizer: “Quando eu menos esperava, quando eu havia desistido de procurar, o amor apareceu.” Claro, o amor não é bobo, quer ser bem tratado, por isso escolhe as pessoas que, antes de tudo, tratam bem de si mesmas.

O amor, ao contrário do que se pensa, não tem de vir antes de tudo: antes de estabilizar a carreira profissional, antes de fazer amigos, de viajar pelo mundo, de curtir a vida. Ele não é uma garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo o mais dará certo. Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores, quando, na verdade, o amor espera primeiro você ser feliz para só então surgir, sem máscara e sem fantasia. É esta a condição. É pegar ou largar!

Para quem acha que isso é chantagem, arrisco-me a sair em defesa do amor: ser feliz é uma exigência razoável, e não é tarefa tão complicada. Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se autoflagelam por causa dos erros que cometem.

Felicidade é serenidade. Não tem nada a ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes encantados. O amor é o prêmio para quem relaxa. “As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando, na realidade, o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas”.

By Martha Medeiros.

Construindo o futuro

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12/12/2013 by Joe

Construindo o futuro

Um dia você vai lembrar de hoje e se perguntar por que teve tanto medo de agir. Um dia você vai olhar para trás e se perguntar por que deixou que tantos pequenos contratempos lhe atingissem. Um dia você vai olhar para trás e se perguntar por que não foi um pouco mais disciplinado e focado.

Se pudesse olhar para trás daqui a dez anos, o que você lamentaria não ter feito? Se pudesse olhar para trás, o que consideraria importante no dia de hoje? E que oportunidades, que passam despercebidas hoje, seriam evidentes no futuro?

Uma vida de real valor e significado é algo que se constrói com o tempo, e não um prêmio que se ganha com sorte ou habilidade. O dia de hoje é uma oportunidade de construir a vida que você quer, uma oportunidade que não voltará.

O futuro é imprevisível, mas uma coisa é certa: você jamais se arrependerá de dar o melhor de si a cada momento.

Desconheço a autoria.

Compartilhando a vida

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Compartilhando e atingindo metas

Uma empresa enviou seus 12 gerentes para um treinamento outdoor, onde uma das tarefas era cruzar um rio. O instrutor pediu, então, para que eles se dividissem em três grupos de quatro pessoas. Foram, então, criados os grupos A, B e C.

O grupo “A” recebeu quatro tambores grandes e vazios, duas grandes toras de madeira, uma pilha de tábuas, um grande rolo de corda grossa e dois remos.

O grupo “B” recebeu dois tambores grandes, uma tora e um rolo de barbante.

Já o grupo “C” não recebeu recurso nenhum para cruzar o rio; eles foram orientados a usar recursos da natureza, caso conseguissem encontrar algum perto do rio ou na floresta.

Em seguida, o instrutor deu uma única instrução: Todos deveriam atravessar o rio em menos de quatro horas!

O grupo “A” não levou mais do que uma hora pra construir uma maravilhosa jangada. Em meia hora, atravessou o rio e chegou em segurança e com os pés enxutos no outro lado do rio, observando os outros grupos em sua luta desesperada para buscarem uma solução.

O grupo “B” teve um pouco mais de dificuldades, demorou um pouco mais, porém, também atravessou o rio.

Enquanto o Grupo “C” tentava atravessar o rio com os poucos recursos que tinha, sendo observados pelos oito gerentes que já haviam chegado ao outro lado, quase desfalecendo de tanto rir.

O Grupo “C’ se agarrou a um emaranhado de galhos e tentava mover-se em direção ao outro lado; porém, a correnteza o levava rio abaixo. Somente reunindo todas as forças que lhe restava foi que o último membro do grupo “C”, o gerente de Logística, todo arranhado e com os óculos quebrados, conseguiu atingir a margem, 200 metros rio abaixo.

Após observar tudo o que acontecera, o instrutor do treinamento perguntou:

– “Então, como vocês se saíram?”

O grupo “A” respondeu em coro:

– “Nós vencemos! Nós vencemos!”

O instrutor, então, respondeu:

– “Penso que vocês não entenderam bem. Vocês não foram solicitados a competir e vencer os outros. A tarefa seria concluída quando os três grupos atravessassem o rio em menos de quatro horas! Essa era a meta!”

Esta é uma situação muito comum nas empresas. Seus colaboradores estão mais preocupados em mostrar que são melhores que os outros, ao invés de empenhados no bem comum e focadas nos objetivos da companhia. É cada um por si.

Na vida social e pessoal, a coisa não é muito diferente. Vemos muitos casais competindo o tempo todo para mostrar quem é o melhor, quem é que manda.

Precisamos parar de encarar a vida como um jogo, e as pessoas como adversários. Precisamos observar e ter uma melhor compreensão dos problemas alheios e encontrarmos muito mais conforto e amizade no abraço de cada um.

Experimente acolher ao invés de julgar, perdoar ao invés de acusar e compreender ao invés de revidar! É difícil, mas é possível e extremamente gratificante.

Afinal, o maior prêmio de nossa existência está na capacidade de compartilharmos a vida!

Desconheço a autoria.

Basta de hipocrisia!

Posted in Atualidade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 19/01/2012 by Joe

Todo ano é a mesma história: basta entrar no ar o programa global BBB e começa o patrulhamento ideológico!

Além disso, os mesmos e-mails e arquivos em PowerPoint voltam a circular, com pequenas alterações, adaptados à edição do ano. Os mesmos argumentos – alguns válidos, admito! – mas trazendo uma sombra negra navegando ao redor.

Numa época em que lutamos contra a SOPA-PIPA, em discussão no Congresso dos Estados Unidos, e que poderá atentar contra a liberdade de expressão e informação na Internet, ainda tem gente querendo a volta da censura aos meios de comunicação em nosso país!

Mas, voltando aos e-mails e PPTs que circulam nesta época, os autores fazem críticas contra Pedro Bial e os participantes, chamando a casa de zoológico humano, ofendendo os participantes, e até cometendo crime de homofobia com preconceitos gratuitos!

As críticas dirigidas a Pedro Bial vai até o ponto de chamarem-no de cúmplice da “morte da cultura, dos valores e princípios morais, éticos e da dignidade”!

E por aí adiante, sempre citando muitos detalhes do programa, mostrando um conhecimento profundo, que somente os que o acompanham diariamente podem ter.

Nas redes sociais não é menor o furor de algumas pessoas contra o programa! Diariamente encontramos publicações criticando o baixo nível do programa e a vergonha que está sendo divulgada pela Rede Globo de Televisão.

Não sou fã de carteirinha do BBB e nem morro de amores pela Rede Globo. E muito menos tenho procuração para defender qualquer um dos dois! Porém, fico muito irritado quando leio alguma crítica a um veículo de comunicação no sentido de querer ditar regras ou, pior ainda, no sentido de querer censurar a veiculação de um programa, texto ou seja lá o que for.

Quem viveu os anos de chumbo que imperaram por quase 30 anos em nosso país sabe o quanto foi dolorido esse período de trevas, onde tudo era censurado, onde as artes não podiam ser veiculadas pois tudo era uma “ameaça ao sistema”!

Hoje, que recobramos parte da liberdade de imprensa, ainda me assusto quando um indivíduo – covarde por nem assinar o que redige – vem à público exigindo a volta da censura! Claro que não estou classificando o BBB como uma manifestação de arte, mas também  não sou hipócrita como a pessoa que redigiu o tal texto, mostrando conhecer todos os detalhes do programa, o que demonstra que ela assiste atentamente.

Em outro trecho o autor do texto diz: “o BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir este programa ao lado dos filhos”.

É óbvio que não é um programa indicado para se ver ao lado dos filhos! Para isso o programa apresenta, antes do seu início, a classificação etária, avisando que é impróprio para menores de tal idade. Cabe aos pais tirar os filhos da frente da TV ou mudar de canal. Aliás, TODOS os programas da TV brasileira apresentam essa indicação. Basta saber ler para ver na telinha antes do início de qualquer programa!

E, caso não tenham percebido, ele tem a mais democrática ferramenta de censura em suas mãos: o controle remoto! Ele não é obrigado a assistir o BBB, nem outros programas de baixo nível que são apresentandos na nossa TV, diariamente. E também não precisa que alguém (na maioria das vezes, tão desqualificado quanto ele mesmo) faça isso por nós!

Achar que o programa é “a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade”, também me parece uma hipocrisia e – me perdoem o termo – uma idiotice que não tem tamanho! Pergunto ao caro autor se ele busca a cultura, a moral, a ética e a dignidade na televisão!! Cultura você busca em livros, em cursos, em teatro (existem ótimas peças em cartaz), em escolas e universidades (experimente cursar uma).

Então, querer censurar a TV, ou qualquer outro veículo de comunicação, é uma atitude tão infeliz que só os pobres de espírito são capazes de ter! Além de ser muito perigosa essa manifestação, pois já vivemos anos negros em nossa história, como já citei antes.

Já vivemos num mundo em que a informação nos chega deturpada, distorcida pelos donos do poder, pelas segundas intenções das indústrias que ditam moda, e ainda tem gente querendo estreitar mais os canais de informação!

Eu acho uma imbecilidade tão grande (e me perdoem novamente pela bronca) essa coisa das pessoas ficarem esperando que o governo faça tudo na vida delas. A gente cansa de ouvir o tempo todo as pessoas dizerem que é um absurdo o governo não fazer isso, não fazer aquilo, não proibir isto, não permitir aquilo … e o que as pessoas fazem pra melhorar a vidas delas? Jogam lixo pelo chão da cidade e reclamam que o prefeito não limpa a cidade e depois choram quando as enchentes cobrem suas casas de água e outros detritos; não desempenham o seu melhor no trabalho e reclamam que o patrão paga mal; reclamam dos mensalões, do dinheiro nas cuecas de políticos, mas continuam votando nos mesmos em todas as eleições; em vez de procurarem melhorar sua vida profissional e pessoal procurando estudar, fazer um curso de especialização, ficam vendo programas de baixíssimo nível na TV!

Outro detalhe: por que será que as pessoas não manifestam igual furor contra a violência que permeia o nosso país e contra as autoridades (??) que nada fazem? Por que não se manisfestam também contra a violência que cambeia solta em programas e noticiários de televisão? Por que não publicam sua indignação contra a falta de leitos em hospitais? Contra o baixo nível da educação brasileira e os salários que pagam aos nossos professores? Por que não fizeram um movimento e sairam às ruas quando os bandidos de colarinho branco aumentaram absurdamente seus salários, enquanto o salário mínimo sofre um “aumento” de 6%? Por que será que a sexualidade incomoda tanto essa gente? Por que temos tantos “fiscais de fio-fó espalhados pelas ruas, batendo e matando pessoas que têm uma opção sexual diferente das deles?

Minha opinião? Hipocrisia pura! O brasileiro tem essa mania de criticar (e até tentar derrubar) as pessoas que alcançam aquilo que ele, cidadão verde-amarelo, não alcança… para ele as uvas estão sempre verdes! Aposto como esses críticos ao BBB, por exemplo, adorariam ser convidados a participar da casa e lutar pelo prêmio!

Acho que está mais do que na hora das pessoas pararem com tanta hipocrisia e assumirem suas responsabilidades em todos os aspectos!!!

Assumam seus papéis como cidadãos conscientes na hora de escolherem seus representantes nas próximas eleições! E cobrem deles atitudes comprometidas com o nosso povo!

Assumam, isso sim, seus papéis de pais, orientando seus filhos, estabelecendo limites, horários, dizendo “não” e explicando o porquê das negativas! Assumam para si a responsabilidade de criarem filhos melhores para o nosso planeta! Só assim seremos um nação de cidadãos de verdade e não marionetes nas mãos dos que só querem se aproveitar da passividade do nosso povo!

Ah, em tempo: querem tirar do ar um programa de baixo nível? É muito simples: basta deixar de consumir os produtos fabricados pelos patrocinadores  do programa. São eles que mandam na grade de programação de uma emissora. E publiquem nas redes sociais a sua atitude como cidadão consciente que você deveria ser! Façam campanhas no Twitter, no Facebook e no Orkut! Mandem e-mails pros amigos explicando a forma mais inteligente de tirar um programa do ar. Mas jamais peçam a volta da censura … vocês não têm ideia do quão perigoso isso pode ser!

Basta de hipocrisia!!!!

By Joemir Rosa.

Felicidade realista

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/09/2011 by Joe

A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor … não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo!

Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito!

É o que dá ver tanta televisão…

Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode, ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio: é hora de acordar!

É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.

Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se.  Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz.

Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

By Martha Medeiros.

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