Arquivo para Positivismo

Aprenda a dominar seus pensamentos

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Yoga

Estudamos, aprendemos a exercer uma profissão, treinamos para dirigir carros e muitas outras coisas, mas não somos treinados para governar nossa própria mente. Não aprendemos a administrar nossas emoções e nossos problemas. E, assim, os pensamentos nos dominam, as emoções nos controlam. Ficamos perdidos dentro da turbulência da mente e das emoções perturbadoras.

Os estudos, a educação, a ciência ocidental nos preparam para vivermos no mundo externo. Porém, não somos preparados para descobrir e comandar nosso mundo interno. Podemos dominar a tecnologia, mas não somos treinamos para vencer os medos, as angústias, para descobrir a coragem e o contentamento dentro de nós.

Muitas pessoas vivem sem objetivos, sem metas, sem ideais. Algumas foram preparadas somente para vencer e não sabem lidar com suas fragilidades e erros. Vivem presas ao perfeccionismo e, por causa disso, não sabem criar, inovar, ousar, fazer mudanças positivas. Não se valorizam. Acham que apenas os outros têm valor e conseguem sucesso. Não acreditam no próprio potencial.

Para superar os padrões mentais negativos, é importante conhecer a si mesmo. Aprender a lidar com a mente e ter autocontrole sobre as emoções.

Porém, quem consegue entender ou controlar a emoção plenamente? Será possível ter pleno autodomínio?

Como a energia emocional é sempre flutuante, não podemos ter domínio completo de nossas emoções. Entender isso nos liberta do peso do perfeccionismo. Não precisamos ser perfeitamente equilibrados. O importante é saber voltar ao equilíbrio.

Precisamos dissolver as emoções doentias do mau-humor, da ansiedade, do negativismo. Quem tem emoções doentias é instável e desprotegido, e qualquer problema ou ofensa o perturba.

Existem muitas emoções poderosas como raiva, ódio, inveja, insensibilidade, desejos e apegos que escravizam as pessoas.

Alguns pensam: “Se eu conseguisse ser rico, seria completamente feliz”. “Se eu comprasse o que desejo, seria feliz”. “Se eu fosse feliz no amor, não sofreria…” Mas muitos ricos e felizes no amor sofrem com as emoções descontroladas.

Quem tem emoções saudáveis é tranquilo, contente, sente-se protegido. É capaz de superar os desafios e administrar melhor seus problemas.

Para ter paz de espírito, mais saúde e alegria, é necessário aprender a não ser aprisionado pelos pensamentos e emoções doentias. Precisamos aprender a ser líderes de nós mesmos. Para isso, temos que entender o nosso ego negativo, que é o conjunto das emoções doentias e conflitos internos como: depressão, pânico, pensamentos obsessivos, fobias, timidez, arrogância, complexo de inferioridade, preocupação exagerada com a própria imagem ou com o futuro.

Ao tomarmos consciência da prisão interna que vem das emoções negativas, precisamos ter a resolução de nos libertarmos. Não podemos mais permitir sermos dominados por esse lixo mental, pelos entulhos psíquicos que se acumulam em nossa mente.

Não podemos ser pessoas passivas e submissas dominadas pelas frustrações, pelos conflitos emocionais que destroem nossa paz. Não podemos acreditar nos pensamentos negativos, nas fantasias e medos criados pela mente, que geram tanto sofrimento, nos paralisam, tirando a alegria de viver.

Para vencer o ego negativo é necessário aprendermos a ser humildes. Reconhecer os erros e aprender com eles. Entender que é humano, com defeitos e imperfeições, que pode falhar, chorar, ter inseguranças.

Os agressivos, intolerantes e arrogantes parecem fortes, mas são frágeis e infelizes, porque eles têm medo de reconhecer sua limitações e falhas, têm medo de chorar, de perdoar.

Quem é gentil, humilde e paciente conquistou as emoções negativas, tem autodomínio e a força do espírito. Tem a vontade hábil da alma.

Encontrar esse equilíbrio é um grande desafio. Uma das ferramentas que pode nos proporcionar esse caminho é a Yoga.

A yoga nos ensina que a gentileza pode parecer frágil, mas ela vence o ego negativo.

A yoga nos diz para sermos fortes como um aço e, ao mesmo tempo, macio como a manteiga. Duro como um diamante e suave como uma pétala de rosa.

Essa é a meta da yoga: viver o dourado caminho do meio, dominando os medos imaginários sobre o futuro, gerados pelas lembranças do passado. Isso gera inquietação, ansiedade e insônia.

Libertar-se da prisão da preocupação, da insegurança, da angústia, por causa da falta de tranquilidade da mente!

O caminho é fácil? Com certeza que não. Há que ter muita determinação, perseverança e disciplina nas práticas de meditação, no canto dos mantras, na prática da hatha yoga, no trabalho altruístico. Muita devoção a Deus e autoesforço.

Aos poucos vamos conseguindo o equilíbrio das emoções, o domínio dos pensamentos e a construção de uma mente positiva, repleta de arquivos positivos!

Construa. você também uma mente positiva, com arquivos positivos. Quando um pensamento negativo ‘assaltar’ sua mente, afaste-o com determinação. Não acredite nele. Duvide dele.

Quando surgir aquele arquivo negativo, aquela emoção subterrânea, que vem de memórias guardadas, volte-se para os pensamentos positivos e sentimentos positivos.

Seja o autor de sua própria vida. Aprenda a governar seus próprios pensamentos. Reedite sua história. Mude o curso de sua vida!

By Emilce Shrividya Starling.

Não parecia eu

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23/08/2012 by Joe

Já deve ter acontecido com você. Diante de uma situação inusitada, você reage de uma forma que nunca imaginou e, ao fim do conflito, se pega pensando: que estranho, não parecia eu. Você, tão cordata, esbravejou. Você, tão explosivo, contemporizou. Você, tão seja-lá-o-que-for, adotou uma nova postura. Percebeu-se de outro modo. Virou momentaneamente outra pessoa.

No filme “Neblinas e Sombras” (não queria dizer que é do Woody Allen pra não parecer uma obcecada, mas é, e sou) o personagem de Mia Farrow refugia-se num bordel e aceita prestar um serviço sexual em troca de dinheiro, ela que nunca imaginou passar por uma situação dessas. No dia seguinte, admite a um amigo que, para sua surpresa, teve uma noite maravilhosa, apesar de se sentir muito diferente de si mesma. O amigo a questiona: “Será que você não foi você mesma pela primeira vez?”

São nauseantes, porém decisivas e libertadoras essas perguntas que nos fazem os psicoterapeutas e também nossos melhores amigos, não nos permitindo rota de fuga. E aí? Quem é você de verdade?

Viver é um processo. Nosso “personagem” nunca está terminado, ele vai sendo construído conforme as vivências e também conforme nossas preferências – selecionamos uma série de qualidades que consideramos correto possuir e que funcionam como um cartão de visitas. Eu defendo o verde, eu protejo os animais, eu luto pelos pobres, eu só me relaciono por amor, eu respeito meus pais, eu não conto mentiras, eu acredito em positivismo, eu acho graça da vida. Nossa, mas você é sensacional, hein!

Temos muitas opiniões, repetimos muitas palavras de ordem, mas saber quem somos realmente é do departamento das coisas vividas. A maioria de nós optou pela boa conduta, e divulga isso em conversas, discursos, blogs e demais recursos de autopromoção, mas o que somos, de fato, revela-se nas atitudes, principalmente nas inesperadas.

Como você reage vendo alguém sendo assaltado: foge ou ajuda? Como você se comporta diante da declaração de amor de uma pessoa do mesmo sexo: respeita ou debocha? O que você faria se soubesse que sua avó tem uma doença terminal: contaria a verdade ou a deixaria viver o resto dos dias sem essa perturbação? Qual sua reação diante da mão estendida de uma pessoa que você muito despreza: aperta por educação ou faz que não viu? Não são coisas que aconteçam diariamente, e pela falta de prática, talvez você tenha uma ideia vaga de como se comportaria, mas saber mesmo, só na hora. E pode ser que se surpreenda: “não parecia eu”.

Mas é você. É sempre 100% você. Um você que não constava da cartilha que você decorou. Um você que não estava previsto no seu manual de boas maneiras. Um você que não havia dado as caras antes. Um você que talvez lhe assombre por ser você mesmo pela primeira vez.

By Martha Medeiros.

Atitude é tudo

Posted in Astral with tags , , , , , , , , , , , , on 11/11/2011 by Joe

Jerry era o tipo de pessoa que você iria adorar. Ele sempre estava de alto astral e sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém perguntava a ele “Como vai você?”, ele respondia: “Se melhorar, estraga!”

Ele era o único gerente de uma cadeia de restaurantes, a quem todos os garçons seguiam seu exemplo. A razão disso eram as atitudes de Jerry: ele era naturalmente motivador. Se algum empregado estivesse tendo um mau dia, Jerry prontamente estava lá, contando ao empregado como olhar pelo lado positivo da situação.

Observar seu estilo realmente me deixava curioso; então, um dia, eu perguntei para Jerry:

– “Eu não acredito! Você não pode ser uma pessoa positiva o tempo todo … Como você consegue?”.

E ele respondeu:

– “Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo: Jerry você tem duas escolhas hoje: escolher estar de alto astral ou escolher estar de baixo astral. Então eu escolho estar de alto astral. A todo o momento acontece alguma coisa desagradável; eu posso escolher ser vítima da situação ou posso escolher aprender algo com isso. Eu escolho aprender algo com isso! Todo momento alguém vem reclamar da vida comigo; eu posso escolher aceitar a reclamação, ou posso escolher apontar o lado positivo da vida para a pessoa. Eu escolho apontar o lado positivo da vida”.

Então, eu argumentei:

– ”Tá certo! Mas não é tão fácil assim!”

– “É fácil, sim” – Jerry respondeu – “A vida consiste de escolhas. Quando você tira todos os detalhes e enxuga a situação, o que sobra são escolhas, decisões a serem tomadas, e aí você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas irão afetar o seu astral. Você escolhe estar feliz ou triste, calmo ou nervoso. Em suma, é escolha sua como você vive sua vida!”.

Eu refleti sobre o que Jerry disse. Algum tempo depois eu deixei o restaurante para abrir meu próprio negócio. Nós perdemos contato, mas frequentemente eu pensava nele quando eu tomava a decisão de viver ao invés de ficar reagindo às coisas.

Alguns anos mais tarde eu fiquei sabendo que Jerry havia feito algo que nunca se deve fazer quando se trata de restaurantes: ele deixou a porta dos fundos aberta e foi rendido por 3 assaltantes armados.

Enquanto ele tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo de nervoso, errou a combinação do cofre. Os ladrões entraram em pânico, atiraram nele e fugiram. Por sorte, Jerry foi encontrado relativamente rápido e foi levado às pressas ao hospital local. Depois de 8 horas de cirurgia e algumas semanas de tratamento intensivo, Jerry foi liberado do hospital com alguns fragmentos de balas ainda em seu corpo.

Encontrei com Jerry seis meses depois do acidente. Quando eu perguntei:

– “Como vai você?” – ele respondeu:

– “Se melhorar, estraga! Quer ver minhas cicatrizes?”.

Enquanto eu olhava as cicatrizes, perguntei o que passou pela mente dele quando os ladrões invadiram o restaurante.

– “A primeira coisa que veio a minha cabeça foi que eu deveria ter trancado a porta dos fundos …” – ele respondeu. “Então, depois, quando eu estava baleado no chão, lembrei que eu tinha duas escolhas: eu podia escolher viver ou podia escolher morrer. Eu escolhi viver”.

Eu perguntei:

– “Você não ficou com medo? Você não perdeu os sentidos?”

Jerry continuou:

– “Os paramédicos eram ótimos. Eles ficaram o tempo todo me dizendo que tudo ia dar certo, que tudo ia ficar bem. Mas quando eles me levaram de maca para a sala de emergência e eu vi as expressões no rosto dos médicos e enfermeiras, eu fiquei com medo. Nos seus olhos eu lia: ‘Ele é um homem morto’. Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa.”

– “E o que você fez?” – eu perguntei.

– “Bem, havia uma enfermeira grande e forte me fazendo perguntas. Ela perguntou se eu era alérgico a alguma coisa. ‘Sim’, eu respondi … e os médicos e enfermeiras pararam imediatamente, esperando pela minha resposta. Eu respirei fundo e respondi: ‘Balas!’

Enquanto eles riam, eu disse:

– “Eu estou escolhendo viver. Operem-me como se eu estivesse vivo, não morto.”

Jerry sobreviveu graças a experiência e habilidade dos médicos, mas também por causa de sua atitude espetacular. Eu aprendi com ele que todos os dias temos que escolher viver a vida em sua plenitude, viver por completo.

Atitude, entretanto, é tudo!

Desconheço o autor.

Atitude é tudo

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , on 21/01/2010 by Joe

Jerry era o tipo de pessoa que você iria adorar. Ele sempre estava de alto astral e sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém perguntava a ele “Como vai você?”, ele respondia: “Se melhorar, estraga!”

Ele era o único gerente de uma cadeia de restaurantes, a quem todos os garçons seguiam seu exemplo. A razão disso eram as atitudes de Jerry: ele era naturalmente motivador. Se algum empregado estivesse tendo um mau dia, Jerry prontamente estava lá, contando ao empregado como olhar pelo lado positivo da situação.

Observar seu estilo realmente me deixava curioso; então, um dia, eu perguntei para Jerry:

– “Eu não acredito! Você não pode ser uma pessoa positiva o tempo todo … Como você consegue?”.

E ele respondeu:

– “Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo: Jerry você tem duas escolhas hoje: escolher estar de alto astral ou escolher estar de baixo astral. Então eu escolho estar de alto astral. A todo o momento acontece alguma coisa desagradável; eu posso escolher ser vítima da situação ou posso escolher aprender algo com isso. Eu escolho aprender algo com isso! Todo momento alguém vem reclamar da vida comigo; eu posso escolher aceitar a reclamação, ou posso escolher apontar o lado positivo da vida para a pessoa. Eu escolho apontar o lado positivo da vida”.

Então, eu argumentei:

– ”Tá certo! Mas não é tão fácil assim!”

– “É fácil, sim” – Jerry respondeu – “A vida consiste em escolhas. Quando você tira todos os detalhes e enxuga a situação, o que sobra são escolhas, decisões a serem tomadas, e aí você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas irão afetar o seu astral. Você escolhe estar feliz ou triste, calmo ou nervoso. Em suma, é escolha sua como você vive sua vida!”.

Eu refleti no que Jerry disse. Algum tempo depois eu deixei o restaurante para abrir meu próprio negócio. Nós perdemos contato, mas freqüentemente eu pensava nele quando eu tomava a decisão de viver ao invés de ficar reagindo às coisas.

Alguns anos mais tarde eu fiquei sabendo que Jerry havia feito algo que nunca se deve fazer quando se trata de restaurantes: ele deixou a porta dos fundos aberta e, consequentemente, foi rendido por 3 assaltantes armados.

Enquanto ele tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo de nervoso, errou a combinação do cofre. Os ladrões entraram em pânico, atiraram nele e fugiram. Por sorte, Jerry foi encontrado relativamente rápido e foi levado às pressas ao pronto-socorro local. Depois de 18 horas de cirurgia e algumas semanas de tratamento intensivo, Jerry foi liberado do hospital com alguns fragmentos de balas ainda em seu corpo.

Encontrei com Jerry seis meses depois do acidente. Quando eu perguntei:

– “Como vai você?” – ele respondeu:

“Se melhorar, estraga! Quer ver minhas cicatrizes?”.

Enquanto eu olhava as cicatrizes, perguntei o que passou pela mente dele quando os ladrões invadiram o restaurante.

– “A primeira coisa que veio a minha cabeça foi que eu deveria ter trancado a porta dos fundos…” – ele respondeu. “Então, depois, quando eu estava baleado no chão, lembrei que eu tinha duas escolhas: eu podia escolher viver ou podia escolher morrer. Eu escolhi viver”.

Eu perguntei:

– “Você não ficou com medo? Você não perdeu os sentidos?”

Jerry continuou”:

– “Os paramédicos eram ótimos. Eles ficaram o tempo todo me dizendo que tudo ia dar certo, que tudo ia ficar bem. Mas, quando eles me levaram de maca para a sala de emergência e eu vi as expressões no rosto dos médicos e enfermeiras, eu fiquei com medo. Nos seus olhos eu lia: ‘Ele é um homem morto’. Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa.”

– “E o que você fez?” – eu perguntei.

– “Bem, havia uma enfermeira grande e forte me fazendo perguntas. Ela perguntou se eu era alérgico a alguma coisa. ‘Sim’, eu respondi … e os médicos e enfermeiras pararam imediatamente, esperando pela minha resposta … eu respirei fundo e respondi: ‘Balas!’

Enquanto eles riam, eu disse: ‘Eu estou escolhendo viver. Operem-me como se estivesse vivo, não morto.”

Jerry sobreviveu graças a experiência e habilidade dos médicos, mas também por causa de sua atitude espetacular. Eu aprendi com ele que todos os dias temos que escolher viver a vida em sua plenitude, viver por completo.

Atitude, entretanto, é tudo!

Autor desconhecido.

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