Arquivo para Pontos de vista

Tempo de mudar

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 07/10/2013 by Joe

Tempo de mudar

Hoje existem edifícios altos e estradas mais largas, porém temperamentos pequenos e pontos de vista estreitos.

Gastamos mais, porém desfrutamos menos.

Temos casas maiores, porém famílias menores.

Temos mais compromissos, porém menos tempo.

Temos mais conhecimento, porém menos discernimento.

Temos mais remédios, porém menos saúde.

Multiplicamos bens, porém reduzimos os nossos valores humanos.

Falamos muito, amamos pouco e odiamos demais.

Chegamos à lua, porém temos problemas para atravessar a rua e conhecer nosso vizinho.

Conquistamos o espaço exterior, porém não o interior.

Temos mais dinheiro, porém menos moral.

É tempo de mais liberdade, porém menos alegrias.

Tempo de mais comida, porém menos vitamina.

Dias em que chegam dois salários em casa, porém aumentam os divórcios. Dias de casas lindas, porém de lares desfeitos.

Por tudo isso, proponho que hoje – e para sempre – você não deixe nada “para uma ocasião especial”. Que tal fazer de cada dia que você viver será uma ocasião especial?

Use suas taças de cristal, não guarde seu melhor perfume, é bom usá-lo cada vez que sentir vontade.

As frases “um dia desses”, “algum dia”, elimine-as de seu vocabulário. Escreva aquela carta que pensava escrever “um dia desses”.

Procure o amor. Conheça-o.

Leia mais, sente na varanda e admire a paisagem sem se importar com a tempestade.

Passe mais tempo com sua família e amigos, coma sua comida preferida, visite os lugares que ama.

A vida é uma sucessão de momentos para serem desfrutados, não apenas para sobreviver.

Diga a seus familiares e amigos o quanto os ama. Não protele nada daquilo que somaria à sua vida sorrisos e alegrias.

Cada dia, hora e minuto são especiais. E você não sabe se será o último.

Um bom começo de semana e de mudanças pra você!

Desconheço a autoria.

O tamanho da cordinha

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , on 21/04/2013 by Joe

Falcão

Quando se quer treinar um falcão, basta uma luva, um pedaço de carne e uma cordinha pra amarrar o falcão.

Depois de algum tempo voando assim, limitado, o coitadinho se acostuma e nunca vai além desse limite – mesmo que se lhe tire a corda dos pés.

Assim é com a gente. Nos amarraram desde pequeninos, e agora fica difícil voar mais longe do que o “tamanho da cordinha”…

Nossos “pontos de vista” geralmente não são realmente nossos. Foram colocados em nossa cabeça. Temos, portanto, que ir além deles, caso contrário, nunca iremos além do limite que as circunstâncias anteriores nos impuseram.

Lembre-se do falcão, e procure voar para mais longe. Para lugares que fiquem além do comprimento da cordinha!

By Edson Marques, do seu site http://mude.blogspot.com.br/

Colocando-se no lugar do outro

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 17/09/2012 by Joe

Uma das operações psíquicas mais sofisticadas que aprendemos, lá pelos 7 anos, é esta, de tentarmos sair de nós mesmos para imaginar como se sentem as outras pessoas.

De repente podemos olhar para a rua num dia de chuva e imaginar – o que, de certa forma, significa sentir – o frio que um outro menino pode passar por estar mal agasalhado.

Nossa capacidade de imaginar o que se passa é como uma faca de dois gumes. O engano mais comum – e de graves consequências para as relações interpessoais – não é imaginarmos as sensações de uma outra pessoa, e sim tentarmos prever que tipo de reação ela terá diante de uma certa situação.

Costumamos pensar assim:

– “Eu, no lugar dela, faria desta maneira.”

Julgamos correta a atitude da pessoa quando ela age da forma que agiríamos. Achamos inadequada sua conduta sempre que ela for diversa daquela que teríamos. Ou melhor, daquela que pensamos que teríamos, uma vez que muitas vezes fazemos juízos a respeito de situações que jamais vivemos.

Quando nos colocamos no lugar de alguém, levamos conosco nosso código de valores. Entramos no corpo do outro com nossa alma. Partimos do princípio de que essa operação é possível, uma vez que acreditamos piamente que as almas são idênticas; ou, pelo menos, bastante parecidas.

Cada vez que o outro não age de acordo com aquilo que pensávamos fazer no lugar dele, experimentamos uma enorme decepção.

Entristecemo-nos mesmo quando tal atitude não tem nada a ver conosco. Vivenciamos exatamente a dor que tentamos a todo o custo evitar, que é a de nos sentirmos solitários neste mundo.

Sem nos darmos conta, tendemos a nos tornar autoritários, desejando sempre que o outro se comporte de acordo com nossas convicções. E assim procedemos sempre com o mesmo argumento: “Eu, no lugar dele, agiria assim.”

A decepção será maior ainda se o outro agiu de modo inesperado em relação à nossa pessoa. Se nos tratou de uma forma rude, que não seria a nossa reação diante daquela situação, nos sentimos duplamente traídos: pela agressão recebida e pela reação diferente daquela que esperávamos.

É sempre o eterno problema de não sabermos conviver com a verdade de que somos diferentes uns dos outros; e, por isso mesmo, solitários.

Aqueles que entendem que as diferenças entre as pessoas são maiores do que as que nos ensinaram a ver, desenvolvem uma atitude de real tolerância diante de pontos de vista variados a respeito de quase tudo.

Deixam de se sentir pessoalmente ofendidos pelas diferenças de opinião. Podem, finalmente, enxergar o outro com objetividade, como um ser à parte, independente de nós.

Ao se colocar no lugar do outro, tentarão penetrar na alma do outro, e não apenas transferir sua alma para o corpo do outro. É o início da verdadeira comunicação entre as pessoas.

By Flávio Gikovate.

Paradoxo do nosso tempo

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 17/10/2011 by Joe

Vivemos um tempo em que temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos; auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; gastamos mais, mas temos menos; compramos mais, mas desfrutamos cada vez menos; temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos tempo.

Temos mais graus acadêmicos, mas menos senso; mais conhecimento e menos poder de julgamento; mais proficiência, porém mais problemas; mais medicina, mas menos saúde.

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais. Ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados. Lemos pouco, assistimos televisão demais e oramos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver. Adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma. Dominamos o átomo, mas não nosso preconceito.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos. Planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.

Estamos na era do “fast-food” e da digestão lenta; do homem grande, mas de caráter pequeno; de lucros acentuados e relações vazias. Esta é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Esta é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, dos cérebros ocos e das pílulas “mágicas”.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que você ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.

Por isto, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

By George Carlin.

%d blogueiros gostam disto: