Arquivo para Poluição

Ainda dá tempo!

Posted in Meio ambiente with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/08/2015 by Joe

Ainda dá tempo

Estamos no ano 2070. Acabo de completar 50 anos, mas a minha aparência é de alguém de 85.

Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água. Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.

Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente. Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro por cerca de uma hora.

Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes, todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras. Agora devemos raspar a cabeça para mantê-la limpa sem água.

Antes, meu pai lavava o carro com água que saía de uma mangueira. Hoje os meninos não acreditam que a água era utilizada dessa forma. Recordo que havia muitos anúncios que diziam para ECONOMIZAR ÁGUA… só que ninguém ligava, pensávamos que a água jamais iria terminar.

Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados. Antes, a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo. As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.

A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar os poços sépticos (fossas), como no século passado, porque as redes de esgotos não podem mais ser usadas por falta de água.

A aparência da população é horrorosa: corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a camada de ozônio que os filtrava na atmosfera. Com o ressecamento da pele, uma jovem de 20 anos está como se tivesse 40.

A indústria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de empregos e pagam os funcionários com água potável em vez de salário. Os assaltos por um litro de água são comuns nas ruas desertas. A comida é 80% sintética.

Os cientistas investigam, mas não encontram uma solução possível. Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta de árvores, o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.

Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos e, como consequência, há muitas crianças com insuficiências, mutações e deformações.

O governo até nos cobra pelo ar que respiramos: 137 m³ por dia por habitante adulto. Quem não pode pagar é retirado das “zonas ventiladas”, que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar. Não são de boa qualidade, mas pode-se respirar um pouco, pelo menos. A idade média é de 35 anos.

Em alguns países restam manchas de vegetação com o seu respectivo rio. Tudo é fortemente vigiado pelo exército, pois a água agora tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes.

Aqui agora já não há árvores porque quase nunca chove e quando chega a registrar-se uma precipitação é de chuva ácida; as estações do ano foram severamente transformadas pelas provas atômicas e da indústria contaminante do século XX. Advertiam que tínhamos que cuidar do meio ambiente e ninguém fez caso.

Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando eu era jovem, descrevo como eram bonitos os bosques, a chuva, as flores, como era agradável tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse, e como eram saudáveis as pessoas. E quando ela me pergunta…

– “Papai… porque acabou a água?”

Então, eu sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou simplesmente não levou em consideração tantos avisos. Agora, os nossos filhos pagam um preço alto e, sinceramente, creio que a vida na Terra já não será possível dentro de muito pouco tempo porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.

Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto, quando ainda podíamos fazer alguma coisa para salvar o nosso planeta Terra!

Extraído da revista biográfica “Crônicas de los Tiempos”.

Dinheiro não se come

Posted in Meio ambiente with tags , , , , , on 20/05/2015 by Joe

Dinheiro não se come

Quando a última árvore for cortada, quando o último rio for poluído, quando o último peixe for pescado, aí sim eles verão que dinheiro não se come.

By Chefe Sioux.

Só depende de nós

Posted in Astral with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 04/03/2015 by Joe

Horizonte 2

Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite.

É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.

Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.

Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.

Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.

Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.

Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.

Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.

Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.

Tudo depende só de mim.

By Charles Chaplin.

Tempos de violência

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Tempos de violência

Estamos vivendo tempos de muita violência, de pouco amor e respeito ao próximo. E, principalmente, de poucos exemplos também.

Ver noticiário na televisão hoje em dia é submeter-se a uma verdadeira lavagem cerebral onde somos anestesiados pela violência, pouco a pouco, diariamente, e vamos nos acostumando com as barbáries que só víamos em filmes policiais. Hoje elas estão bem aqui do lado de fora de nossas portas.

E, não bastasse a realidade, ainda somos bombardeados constantemente por filmes, jogos, novelas, onde o que vale é matar, roubar, trair, levar vantagem em tudo, etc. Ótimos exemplos de que a vida não vale mais nada!

Crimes hediondos, assassinatos a sangue frio, pais e mãe matando filhos, filhos matando avós, bebês abandonados, estupros, racismo, homofobia, violência doméstica contra a mulher e a criança, tráfico de drogas e seres humanos, vandalismo, violência desmesurada em estádios de futebol, roubos, assaltos, acidentes nas estradas e ruas das cidades causados pelo excesso de bebidas e drogas, corrupção ativa e passiva, crimes políticos… a lista é enorme!

Valores que mudaram de rumo, falta deles, exemplos que deveriam vir da família, a falta dela, falta de amor e de respeito pelo próximo, por si próprio…

A pergunta que faço é: em que ponto da escalada da humanidade nos desviamos da verdadeira evolução? Em que momento se deu o u-turning?

Outro dia vi um desenho onde um filhotinho de macaco perguntava a seu pai:

– “Papai, o que são humanos?”

E o pai, com um olhar triste, respondeu:

– “São macacos sem rabos que pensam que são donos de tudo que existe na floresta. Constroem cavernas de pedras que quase chegam ao céu. Seus egos, sua ambição, não têm limites… Tomam mais terra do que precisam para viver, destroem as florestas, sujam os mares, poluem o ar…”

À medida que ia explicando, seu filhote ia ficando aterrorizado. E o pai continuava:

– “Humanos escravizam humanos e deixam parte da manada morrer de fome para que poucos tenham muito e sejam ricos. Constroem máquinas para matar humanos. Um dia, meu filho, os humanos se exterminarão… eles são macacos loucos…”

O filhote, olhar perdido e triste, olhou para o pai e disse:

– “Pai… não me deixe jamais ser humano, por favor!”

Talvez o ponto da virada tenha sido aí, quando os macacos começaram a evoluir para algo pior que a sua própria espécie. Talvez a fórmula tenha dado errado. Talvez o mundo teria sido bem melhor só com os macacos…

São muitos “talvez” que não nos respondem o que queremos saber: tem volta?

Eu, particularmente, acho que tem volta, sim, mas não sem antes passarmos por uma terrível peneira que irá separar o joio do trigo. E essa peneira será longa, terrível, violenta e levará ao quase extermínio dessa raça de macacos que não deu certo!

Um dia, num futuro longínquo, talvez um filho de ser humano, talvez conhecido por um outro nome qualquer, irá perguntar a seu pai:

– “Papai, o que são humanos?”

A resposta só o tempo dirá….

O vídeo abaixo é uma produção mexicana e foi veiculado nas TVs daquele país como uma forma de alerta para o que as crianças estão fazendo, seus comportamentos e atitudes, muito parecidos aos de adultos.

Serve também para percebermos que o que está realmente faltando… são bons exemplos!

By Joemir Rosa.

Reaja!

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 03/06/2013 by Joe

A gente se acostuma...

Eu sei que a gente se acostuma, mas não devia…

A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor.

E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, o ar, e esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A comer sanduíche porque não dá tempo para almoçar.

A sair do trabalho porque já é noite. A deitar cedo e dormir sem ter vivido a vida.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre as guerras. E aceitando as guerras, aceita os mortos e que haja número para os mortos. E, aceitando os números, não acredita nas negociações de paz.

E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ter, todo dia, o dia-a-dia da guerra, dos números de longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir!”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto…

A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e que se necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E saber que cada vez pagará mais.

E a procurar mais trabalho para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma à poluição. À sala fechada de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios…

A gente se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo na madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor daqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.

Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo, conformado. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no final de semana. E, se no fim da semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e fica satisfeito, porque, afinal, está sempre com o sono atrasado.

A gente se acostuma a não ter que se ralar na aspereza, para preservar a pele. A gente se acostuma a evitar feridas, sangramentos, para se esquivar da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto se acostumar, se perde em si mesma!!

Não acha que está na hora de reagir?

Marina Colassanti.

Ética

Posted in Atualidade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14/12/2012 by Joe

Ética

O que não nos falta são motivos para nos queixarmos: corrupção, violência, poluição, inflação, etc, etc.

E nós? O que estamos fazendo contra tudo o que nos incomoda? Há algo que possamos fazer? Vejamos algumas sugestões, abaixo.

1. Você acha um absurdo a corrupção da polícia?
Solução: Nunca suborne nem aceite suborno!

2. Você acha um absurdo o roubo de cargas, até mesmo com assassinatos dos motoristas?
Solução: Exija a nota fiscal em todas as suas compras!

3. Você acha um absurdo o poder dos marginais das favelas?
Solução: Não compre nem consuma drogas!

4. Você acha um absurdo o enriquecimento ilícito?
Solução: Denuncie à Polícia Federal quem enriquece repentinamente. Não o admire, repudie-o.

5. Você acha um absurdo a quantidade de pedintes no sinal ou de flanelinhas nas ruas?
Solução: Nunca dê esmolas e nem dê dinheiro aos flanelinhas.

6. Você acha um absurdo quando qualquer chuva alague a cidade?
Solução: Só jogue o lixo no lixo.

7. Você acha um absurdo haver cambistas para shows e espetáculos?
Solução: Não compre deles, nem que o preço a pagar seja não assistir ao evento.

8. Você acha um absurdo o trânsito da sua cidade?
Solução: Não feche os cruzamentos e dê preferência aos transportes coletivos.

9. Você está indignado com o desempenho de seus representantes na política?
Solução: Nunca mais vote neles e espalhe aos seus amigos o seu desalento e o nome dos eleitos que o decepcionam.

Estamos passando por uma fase de falta de cidadania e patriotismo. Precisamos mudar nosso comportamento para que possamos viver num país onde tenhamos orgulho de dizer: “Eu sou brasileiro!”

Ficando parado, você não contribui com nada; portanto não pode reclamar. Enquanto você não botar a boca no trombone, fingir que não viu ou não ouviu, nada vai mudar mesmo!

Tente fazer sua parte e divulgue esta mensagem, pois estará contribuindo para um Brasil melhor. Precisamos melhorar este país.

Vamos todos viver com ética.

Desconheço a autoria.

Ainda dá tempo …

Posted in Meio ambiente with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 02/12/2011 by Joe

Estamos no ano 2070. Acabo de completar 50 anos, mas a minha aparência é de alguém de 85.

Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água. Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.

Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente. Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro por cerca de uma hora.

Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras. Agora devemos raspar a cabeça para mantê-la limpa sem água.

Antes meu pai lavava o carro com água que saía de uma mangueira. Hoje os meninos não acreditam que a água era utilizada dessa forma. Recordo que havia muitos anúncios que diziam para CUIDAR DA ÁGUA … só que ninguém ligava, pensávamos que a água jamais iria terminar.

Agora todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados. Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era de oito copos por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo.

A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar os poços sépticos (fossas) como no século passado porque as redes de esgotos não podem mais ser usadas por falta de água.

A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a camada de ozônio que os filtrava na atmosfera. Com o ressecamento da pele, uma jovem de 20 anos está como se tivesse 50.

Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era de oito copos por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo. As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.

A indústria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de empregos e pagam os funcionários com água potável em vez de salário. Os assaltos por um litro de água são comuns nas ruas desertas. A comida é 80% sintética.

Os cientistas investigam, mas não encontram uma solução possível. Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta de árvores, o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.

Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos e, como consequência, há muitas crianças com insuficiências, mutações e deformações.

O governo até nos cobra pelo ar que respiramos: 137 m³ por dia por habitante adulto. Quem não pode pagar é retirado das “zonas ventiladas”, que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar. Não são de boa qualidade, mas pode-se respirar um pouco, pelo menos. A idade média é de 35 anos.

Em alguns países restam manchas de vegetação com o seu respectivo rio. Tudo  é fortemente vigiado pelo exército, pois a água agora tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes.

Aqui agora já não há árvores porque quase nunca chove e quando chega a registrar-se uma precipitação é de chuva ácida; as estações do ano foram severamente transformadas pelas provas atômicas e da indústria contaminante dos séculos XX e XXI. Advertiam que tínhamos que cuidar do meio ambiente e ninguém fez caso.

Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando eu era jovem, descrevo como eram bonitos os bosques, a chuva, as flores, como era agradável tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse, e como eram saudáveis  as pessoas. E quando ela me pergunta …

– “Papai … porque acabou a água?”

… eu sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou simplesmente não levou em consideração tantos avisos. Agora os nossos filhos pagam um preço alto e, sinceramente, creio que a vida na Terra já não será possível dentro de muito pouco tempo porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.

Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto, quando ainda podíamos fazer alguma coisa para salvar o nosso planeta terra!

Extraído da revista “Crônicas de los Tiempos”.

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