Arquivo para Pergunta

Nós gravitamos na direção de nossos pensamentos dominantes

Posted in Ciência with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 01/08/2013 by Joe

Pensamentos gravitando em nossa mente

Vamos examinar como aquilo que se encontra em sua mente afeta o que acontece em sua vida.

Talvez um dos princípios mais importantes com o qual você sempre vai se deparar a respeito de sua mente seja o de que você sempre gravita na direção daquilo que pensa com mais frequência.

Quantas vezes você não se viu exatamente na situação pela qual você disse que não queria passar? Você disse: “se há uma coisa que eu não quero que aconteça…”, “se há uma pergunta que eu não quero que me façam…”, “se há um erro idiota que eu não quero repetir…” E adivinhe o que aconteceu? Aconteceu exatamente tudo o que você não queria!

O princípio aqui é: “pense muito sobre alguma coisa e você atrairá aquilo para si”. Mesmo que você esteja pensando em algo que não quer. Isso acontece porque sua mente se move em direção às coisas, e nunca para longe delas. Essa consciência de como nossa mente funciona nos leva a considerar melhor aquilo que dizemos a nós mesmos e aos outros, porque nossa mente funciona com imagens.

Quando você diz a si mesmo: “eu não quero esquecer meu livro”, você instala na mente a imagem do objeto sendo esquecido. Já quando você diz: “eu quero me lembrar do livro”, formará uma imagem mental de si mesmo lembrando-se do livro e terá muito mais chance de se lembrar dele.

Sua mente simplesmente não pode e não vai funcionar ao contrário de uma ideia. Assim sendo, quando o treinador de futebol grita para um jogador: “Não erre o penalty!”, ele está pedindo para ter problemas! O jogador de tênis que vence os grandes torneios é o jogador que está sempre pensando “eu quero este ponto, este é meu!”. Já o indivíduo que perde a partida é aquele que pensa: “É melhor eu não perder este ponto”!

Em poucas palavras: o pensamento positivo funciona porque os pensadores positivos lidam com aquilo que querem. Desse modo, eles gravitam necessariamente na direção de seus objetivos.

Pense sempre naquilo que você quer!

By Andrew Matthews, no livro “Seja Feliz”.

Feedback honesto

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/06/2013 by Joe

Feedback 2

Se você tiver interesse genuíno em feedback honesto, saiba que está diante de um desafio tremendo.

O segredo é perguntar. Deve ficar claro que você busca ajuda e comentários construtivos, e não elogios ou respostas “certas”. Sim, elogios dizem o que deve continuar a ser feito, mas em geral vêm depois e não contribuem para o sucesso.

Se o que você quer é feedback honesto, saiba que é muito difícil. Concentre a pergunta exatamente no que quer saber. Assim, todos ficam à vontade para dizer alguma coisa que, imaginam eles, talvez você preferisse não ouvir.

As três perguntas mágicas que você deve fazer são as seguintes:

– “O que estou fazendo que lhe agrada?”

– “O que estou fazendo que lhe desagrada?”

– “O que não estou fazendo, mas você gostaria que eu fizesse?”

Se não tiver interesse de conhecer a verdade nua e crua, não pergunte. Fazer o contrário seria manipulação, um procedimento negativo que, além de inútil, não engana ninguém.

Lembre-se:

Se deseja realmente receber feedback honesto, aperfeiçoe as suas técnicas. Faça as perguntas certas (bem focadas).

Adapte as três perguntas mágicas à sua realidade. Pergunte:

– ”Como podemos melhorar?”

Escute.

Prove coerentemente, por meio de sinais verbais e não-verbais, que deseja conhecer a história pela visão do outro.

Anote opinões e, depois de suficiente ponderação, responda. Não dê respostas imediatas, a menos que seja essa a atitude adequada.

Se você fizer uma expressão de desagrado ao receber feedback honesto apontando algo de errado, a notícia vai repercutir em toda a empresa. Você deve querer a informação.

By Barnett C. Helzberg, JR, do livro “O que atraiu Warren Buffett”.

O que você quer ser quando crescer?

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14/03/2013 by Joe

O que você quer ser quando crescer

Tenho pensado muito naquela velha pergunta que todo adulto faz às crianças:

– “O que você quer ser quando crescer?”

Acho que muitos de nós já respondemos a essa pergunta quando éramos crianças. Mas o ponto é: você realizou o que tanto queria ser? Hoje você está realizado(a) com o que se tornou? Você hoje realmente é o que queria ser?

Nós, humanos, temos a mania de nos acomodarmos, de aceitarmos as coisas como elas parecem que são; veja bem, eu disse “parecem que são”.

Então, na maioria das vezes, nos frustramos por não termos sido aquilo que queríamos ser, seja por falta de garra e luta nossa ou por ausência de apoio dos nossos pais quando ainda crianças; ou caso não seja nenhum dos dois motivos, certamente iremos encontrar vários. Isso é próprio da natureza humana.

Em geral, é normal nossos pais exigirem de nós aquilo que eles não puderam ser, por falta também de um apoio de seus pais, nossos avós. Entramos em uma faculdade que não queríamos e nos formamos em uma profissão que detestávamos. E hoje aí estamos sem a menor condição de exercermos nosso trabalho.

É duro, eu sei… Mas esse é o ponto, isso faz a diferença em nossas vidas. Jamais poderemos ser felizes fazendo o que não gostamos. Nunca poderemos crescer como pessoas plenamente conscientes do que fazemos se somos frustrados, vivemos entorpecidos pela frustração do dia-a-dia, cheios de tédio pelo marasmo em que tornamos a nossa vida.

Temos medo de sermos o que realmente queremos ser. Vivemos nossa vida como, em geral, os americanos dizem, “by the book”, o certinho, sem coragem para sair dessa linha que divide a infelicidade da felicidade; é uma linha tênue, sim, mas é preciso coragem para atravessá-la.

Vivemos ansiosos com tudo que pensam a nosso respeito e com o que acontece à nossa volta e nos esquecemos de nós mesmos, de nossas necessidades e nos preocupamos com os amigos, os filhos, a família…

Qualquer grupo desses citados acima, se não nos entende, jamais poderá considerar-se como tal. Amigo é aquele que, mesmo não concordando, nos entende e sempre quer o melhor para nós.

Filhos são a nossa continuação, foram gerados por nós, sempre serão nossos filhos e sempre estarão ao nosso lado. Óbvio que existem exceções, os filhos egoístas por exemplo, que não suportam a felicidade dos pais.

Família é a base de tudo; portanto se ela está bem estruturada, nada nos abala e teremos o apoio que tanto necessitamos.

É difícil, eu sei. Em qualquer área da nossa vida, mergulharmos de cabeça no incerto, no desconhecido, sem sabermos o que iremos encontrar no fundo desse oceano. E muito menos sem a certeza de emergirmos. Mas vocês conhecem outro meio? Tenho plena certeza de que se alguém detivesse esse conhecimento, estaria milionário. Afinal, quem é que não quer ter a certeza de sucesso na vida?

A única maneira que temos para seguir esse caminho é acreditarmos no nosso potencial como ser humano, acreditarmos que tudo podemos e que esse é o reino de todas as possibilidades e com Deus nada nos faltará.

De nada irá adiantar vivermos nossos dias com lamúrias, amargurados, carregando um fardo muito pesado em nossas costas a ponto de não nos permitirmos levantar a cabeça e expandirmos o nosso horizonte através do nosso olhar de fé.

A grande diferença de quem faz sucesso na vida e de quem é infeliz é essa linha tênue, é a coragem para atravessá-la e saber que somos nós quem comandamos a nossa vida e ninguém, de maneira alguma, poderá interferir no nosso trajeto.

O nosso sonho de felicidade só pertence a nós, e somos nós que temos que persegui-lo. Sei muito bem. Muitos estão dizendo que estou chovendo no molhado, que essas frases de efeito são o clichê do clichê. O fato é que nossa sociedade criou uma cultura que nos impede de ver essa realidade, e leva-nos a pensar que tudo se resume ao dinheiro, criou a cultura da dor, do medo, da incerteza, da preocupação de futuro.

Afinal, porque levar o conhecimento a todos, se quanto mais o detivermos, mais fácil será manipular, coagir, fraudar, escravizar, pagar baixos salários, oferecer migalhas como cestas básicas, agradar com gorjetas?

É isso que a sociedade faz e é isso que nos ensinam. Dessa maneira, viveremos sempre à margem do que na realidade queríamos e gostaríamos de ser nessa vida.

Mude já, não espere, reveja conceitos, observe de que maneira você está vivendo a sua vida. Você manipula ou é manipulado? E veja, não há diferença nenhuma entre as duas coisas.

A diferença é você quem faz, com a coragem de realmente buscar. E ser aquilo que você quer ser nessa vida, não importa a idade, não importa se você ainda está buscando. Não se acomode, nunca se dê por vencido(a). Sempre há tempo para mudar!

Frustração só existe para quem não acreditou e nunca foi atrás…

Pense nisso.

By Nelson Sganzerla.

Ser feliz ou ter razão? – parte II

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 16/01/2013 by Joe

Ser feliz ou ter razão

Estranhou a pergunta?

Então pense em seus conflitos. Coloque o quadro do problema à sua frente e faça a você mesmo esta pergunta:

– Nessa situação você está querendo ter razão ou prefere mudar de idéia e ser feliz?

Calma!

Responda com sinceridade. Será que vale à pena criar um clima imenso só porque seu filho não cumpriu o horário determinado para chegar em casa ? Você está querendo mostrar força, poder ou realmente ele pisou na bola? Uma conversa, saber onde ele estava, o por quê se atrasou não é mais interessante do que uma grande briga?

E o seu companheiro, será que vale brigar pelos mesmos problemas de anos? Para ser feliz não é melhor aprender a conviver com esses, digamos, defeitos?

Pense bem… tem muita gente que acaba com a própria felicidade só para provar que tem razão. Conheço pessoas que vivem um relacionamento destruído, mas não se separam só para não dar o braço a torcer. Também conheço o contrário, gente que ama e se separa porque não sabe perdoar uma falha, porque quer sempre ter razão.

A vida foi feita para ser feliz. Se é necessário “chutar o pau da barraca” e acabar com tudo para recomeçar, faça isso! Se é preciso olhar para o espelho e sentir que é hora de ser mais maleável, faça também!

Se Deus fez o nosso corpo com tanta articulação é porque imaginou que iríamos nos mexer, mudar e nunca ficar parado como uma árvore.

Pense nisso!

Desconheço a autoria.

Autoconhecimento

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 09/01/2013 by Joe

Autoconhecimento

Quais são suas maiores preocupações nos dias de hoje? Talvez a essa pergunta você responda que é a educação dos filhos. Outros poderão afirmar ser a violência na sociedade. Haverá, ainda, quem responda ser a manutenção do emprego.

É verdade que os desafios da vida e seus naturais compromissos nos empurram para um mar de preocupações com as coisas do mundo. Nenhumas dessas preocupações se mostram fúteis ou não deveriam demandar nosso tempo e energia.

As responsabilidades da vida são impositivas que nos propelem ao progresso, ao aprendizado, a novas conquistas intelectuais e morais. Porém, hoje você diria que uma de suas maiores preocupações é a de se autoconhecer? Saber o que habita no país das suas emoções é algo que a você preocupa?

Com tantos afazeres e demandas do mundo externo, muitas vezes, delegamos pouco tempo para as coisas do mundo interno. Como se não fosse importante ou não refletisse intensamente em nosso cotidiano, relegamos os interesses do nosso mundo íntimo para o campo do esquecimento. E a alma se ressente, pois as emoções não são avaliadas, analisadas. Elas repercutem de maneira indiscriminada em nossa intimidade.

E, não é por acaso que as doenças da alma surgem tão frequentemente entre nós. Não que elas sejam geradas espontânea e rapidamente. Quando a alma adoece é resultado de um processo adiantado de esquecimento e abandono das próprias emoções. Como consequência, surgem as síndromes, fobias, depressões, trazendo à tona as doenças que iniciaram, que existiam na intimidade da alma e nunca receberam a devida atenção.

Desta forma, para evitar tais situações, tenhamos sempre um tempo para nós mesmos. Um tempo para analisar nossas atitudes, nosso comportamento, nossas ações e, mais detidamente, nossas reações. Experimentemos, ao final de um dia, antes do merecido repouso, fazer uma breve análise do que ocorreu conosco, no dia que se conclui.

Perguntemo-nos se alguém teria alguma queixa contra nós, se agimos injustamente com alguém, se praticamos alguma ação inadequada. As nossas respostas, frente a essa análise, serão o fio condutor para o mergulho oportuno e necessário no país de nossas emoções, no campo dos nossos sentimentos.

Então, poderemos nos avaliar, entendermo-nos um tanto mais e, aos poucos, nos autoconhecermos. O passo seguinte será o esforço do corrigir, do não repetir o erro, de não tombar nas mesmas dificuldades emocionais.

Esta será a melhor maneira de cuidarmos do nosso mundo íntimo, evitando episódios mais graves e intensos! A nossa melhoria se dará sempre a partir do momento que iniciarmos a viagem inevitável para nossa intimidade, que nos conhecermos, conquistando-nos aos poucos.

Assim, caminharemos de maneira mais tranquila para a busca da paz e tranquilidade íntimas, evitando dificuldades maiores com as questões da alma.

Desconheço a autoria.

Por que príncipes viram sapos

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 02/10/2012 by Joe

Para entender por que nos decepcionamos com o ser amado, é preciso conhecer o processo de namoro: saber o que leva a nos encantarmos sentimentalmente com alguém.

O que faz uma pessoa até há pouco tempo desconhecida se tornar tão indispensável para nós que não imaginamos mais a vida sem ela? Não há como responder integralmente a esta pergunta, mas algumas conclusões parciais podem ser úteis para cometermos menos erros.

Em primeiro lugar, as pessoas se envolvem porque se acham incompletas. Se todos nós nos sentíssemos “inteiros” em vez de “metades”, não amaríamos, pois o amor é o sentimento que desenvolvemos por quem nos provoca aquelas sensações de aconchego e de algo completo que não conseguimos ter sozinhos. A escolha do parceiro envolve variáveis intrigantes, que vão do desejo de nos sabermos protegidos à necessidade de sermos úteis ou mesmo explorados.

A aparência física ocupa um papel importante nesta fase, sobretudo nos homens, que são mais sensíveis aos estímulos visuais. Muitos registram na memória figuras que os impressionaram e que servem de base para criar modelos ideais, com os quais cada mulher é confrontada. Pode ser a cor dos olhos, dos cabelos, o tipo de seio ou de quadril. São elementos que lembram desde suas mães até uma estrela de cinema. As mulheres também selecionam indicadores do homem ideal: deve ser esbelto ou musculoso, executivo ou intelectualizado, voltado para as artes e assim por diante. Todos esses ingredientes incluem elementos eróticos e se transformam, na nossa imaginação, em símbolos de parceiros ideais. De repente, julgamos ter encontrado uma quantidade significativa de tais símbolos naquela pessoa que passou pela nossa vida. E nos apaixonamos.

A fase de encantamento, no entanto, se fundamenta não só em aspectos ligados à aparência, mas também no que há por dentro. No entanto, uma outra situação pode ocorrer: conversamos com quem nos chamou a atenção e, devido à atração inicial e ao nosso enorme desejo de amar, tendemos a ver no seu interior as afinidades que sempre quisemos que existissem naquele que nos arrebata o coração.

Por exemplo: um rapaz franzino e intelectualizado é visto como emotivo, romântico, delicado, respeitoso e pouco ciumento. A moça se encanta com ele e espera que ele seja portador dessas qualidades. A isso chamamos idealização: acreditar que o outro tem características que lhe atribuímos. Sonhamos com um príncipe encantado – ou com uma princesa ideal – e projetamos todos os nossos desejos sobre aquela pessoa. E, quando passamos a conviver com ela, esperamos as reações próprias do ser que idealizamos.

Mas o que ocorre? É o indivíduo real que vai reagir e se comportar conforme suas peculiaridades. E é muito provável que nos decepcionemos – não exatamente por causa de suas características, mas porque havíamos despejado sobre ele fantasias de perfeição.

O erro nem sempre está no parceiro, e sim no fato de termos sonhado com ele mais do que prestado atenção no que ele realmente é. Eis aí um bom exemplo dos perigos derivados da sofisticação da mente, capaz de usar a imaginação de uma forma tão livre que a realidade jamais conseguirá alcançá-la.

By Dr. Flavio Gikovate.

%d blogueiros gostam disto: