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Tempurá

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 17/08/2013 by Joe

Tempurá

O tempurá é uma das receitas mais atraentes da culinária japonesa. Sua massa leve e crocante encanta os mais delicados paladares.

Muitos povos passaram pelo Japão deixando suas marcas na cozinha local. Durante o século XVI, os jesuítas e os comerciantes portugueses montaram uma colônia em Nagasaki. Como todo bom estrangeiro, eles preparavam pratos de sua terra natal.

Durante o “Quatuor Tempora” (Quatro Tempos), celebração católica onde as pessoas deviam comer pouco e abster-se de ingerir carne vermelha, os jesuítas preparavam camarões fritos em uma massa com farinha e ovos. Incomodados com a tentativa de serem catequizados pelos portugueses, os japoneses expulsaram-nos do Japão, ficando apenas com sua herança gastronômica.

O “tempora” virou tempurá e com o passar do tempo os japoneses foram refinando essa técnica, usando um óleo mais leve e acrescentando vegetais, até chegar ao prato que conhecemos hoje em dia.

O tempurá se popularizou na cidade de Tokyo, onde era vendido em barracas assim como o sushi, e os ambulantes passaram a preparar empanados de peixe fresco. Em pouco tempo, o tempurá conquistou todo o arquipélago e hoje existem até casas especializadas no prato (os tempura-ya), chegando a diversos países como um dos pratos mais apreciados da culinária japonesa.

Espero que curtam este prato, assim como eu, que sou fanático por esta e outras iguarias da gastronomia japonesa!

Tempurá

Massa

1 ovo inteiro gelado
200 g de farinha peneirada e gelada
400 ml de água gelada

Ingredientes

12 camarões médios
4 shitakes inteiros (sem o talo)
2 pimentões pequenos
2 cenouras
1 batata-doce em rodelas (mergulhe em água para retirar o amido)
6 unidades de ervilha-torta
4 folhas de sálvia

Tentsuyu (molho para tempurá)

2 xícaras de caldo de peixe
1/2 xícara de shoyu
1/2 xícara de sopa de Mirin (saquê doce)
nabo ralado a gosto
gengibre ralado a gosto

Preparo dos ingredientes

Todos os vegetais devem ser cortados em tiras com espessura e tamanho não muito grandes, para facilitar a fritura. Pique finamente as folhas de sálvia (pode usar cheiro-verde, se preferir). Depois de cortados, misture-os bem.

O camarão deve ser descascado. Deixe o rabo, mas retire a cabeça e o intestino dorsal (retire com um palito, picando no dorso). Faça 3 cortes transversais na barriga do camarão (isso impede que ele se curve).

O camarão e os legumes devem estar bem secos para que a massa os envolva completamente. Uma pitada de sal pode ser colocada. Qualquer peixe de carne branca e firme pode ser utilizado em vez de camarões (ele deve ser limpo e sem espinhas). Tanto o peixe como o camarão devem ser finamente empanados com farinha, antes de serem mergulhados na massa. Na hora de preparar para fritar, misture bem os legumes e os camarões.

Preparo da massa

Misture o ovo com a água gelada numa vasilha gelada sobre banho-maria frio (água com gelo). Peneire por cima dessa mistura a farinha de uma vez só.

Misture levemente com 2 palitinhos longos ou 2 espetos (não use fouet, nem colher de pau), deixando a mistura bem empelotada, com farinha nas superfícies e nas bordas. A massa só deve ser preparada segundos antes de fritar. Antes disso, deixe preparados todos os ingredientes. Esta massa, caso sobre, não pode ser guardada.

Preparo do molho

Tradicionalmente utiliza-se o molho (tentsuyu) para acompanhar o tempurá, mas também fica ótimo passando-se o tempurá, depois de frito, no sal e pimenta.

Para o molho, coloque todos os ingredientes em uma panela e leve ao fogo até começar a ferver. Pronto. Na hora de servir, acrescente o nabo cru ralado fino e gengibre fresco ralado a gosto.

Modo de preparo final

Aqueça o óleo a 180 ºC (para saber se está na temperatura exata, jogue um pouquinho de massa, se ela subir à superfície rapidamente, o óleo está no ponto) e comece a fritar os tempurás. Passe a mistura de legumes e camarões na farinha, retirando bem o excesso, e depois passe na massa – isso permite que a massa fixe bem.

Retire o excesso da massa e, com o auxílio de uma escumadeira, coloque no óleo. Não frite muitos por vez para não diminuir a temperatura do óleo. Quando estiverem ligeiramente dourados, retire e coloque em uma grade (o escorredor de macarrão pode funcionar como grade) para que fiquem sequinhos. Não utilize papel-toalha pois pode deixar os tempurás encharcados.

Sirva com o molho à parte e tigelinhas com sal e pimenta. Cada um tempera a gosto o seu tempurá (suco de limão também combina bem com frutos do mar).

By Joemir Rosa.

Caldeirada de sardinhas

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 11/05/2013 by Joe

Caldeirada de sardinha

Que tal, neste Dia das Mães, você surpreendê-la e preparar um delicioso almoço para homenagear a sua?

O prato sugerido hoje é bem fácil e rápido de preparar, além de muito saboroso e nutritivo: uma deliciosa caldeirada de sardinhas!

As sardinhas costumavam nadar em grandes cardumes pelos mares da Sardenha, ilha localizada no Mediterrâneo, daí a origem do seu nome. Aventureiras, navegaram quilômetros e quilômetros até disseminar populações de sua espécie pelos vários oceanos do mundo.

Ao longo de sua missão desbravadora, vieram parar nas águas – e no prato – dos brasileiros, formando a família Sardinella brasiliensis, a típica iguaria nacional. Por ser tão comum e ter um baixíssimo custo, nem todo mundo se dá conta de que a sardinha esconde uma riqueza inestimável!

Ela é riquíssima em ácido graxo ômega-3, um tipo de gordura acumulada no corpo desse peixe, em quantidades que não deixam nada a desejar a parentes estrangeiros como o salmão, que levam a fama de serem as melhores fontes da substância.

No corpo humano, essas gorduras do bem minimizam a ação nociva de compostos inflamatórios, ajudam na prevenção de uma série de males, principalmente no coração, intestino e articulações. Sem falar que ainda entram na constituição da retina e da massa cinzenta.

Além do ômega-3, ela é fonte de proteínas de excelente qualidade, ideal para manter os músculos em dia, e o fósforo, um mineral que participa da mineralização dos ossos. Portanto, não faltam motivos para que se inclua essa aventureira dos mares no cardápio. Duas ou três vezes por semana é o suficiente. A versão em lata é uma alternativa válida de vez em quando, até pela praticidade. Só preste atenção em um detalhe: em conserva, o peixe geralmente vem imerso em óleos ou molho de tomate. Evite a primeira opção!

Informações em dia, vamos à receita de um prato que vai agradar a todos, além de fazer bem à saúde da família!

Aproveito para desejar a todas as mamães, um Feliz Dias das Mães, repleto de alegrias juntos aos seus filhos!

Caldeirada de sardinhas

Ingredientes

12 sardinhas inteiras limpas
3 colheres (sopa) de azeite
1 cebola picada
2 tomates picados, sem pele e sem sementes
1 pimentão amarelo cortado em tiras
1 alho-poró cortado em rodelas
sal a gosto
pimenta-do-reino moída a gosto
2 1/2 xícaras (chá) de caldo de legumes
3 colheres (sopa) de salsa picada

Modo de preparo

Em uma panela grande, aqueça o azeite e doure a cebola. Acrescente o tomate e refogue por uns dois minutos. Junte o pimentão, o alho-poró, sal, pimenta e refogue durante cinco minutos.

Acrescente o caldo de legumes e, assim que levantar fervura, abaixe o fogo para brando. Disponha as sardinhas delicadamente sobre o cozido, tampe a panela e cozinhe durante dez minutos sem mexer. Desligue o fogo e salpique a salsa.

Sirva com arroz branco e salada verde.

Dica: este prato fica mais saboroso se preparado de véspera, podendo ser servido frio.

By Joemir Rosa.

Salada de bacalhau

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29/12/2012 by Joe

Salada de bacalhau

Mundialmente apreciado, o bacalhau tem uma história que poderíamos dizer que é milenar.

Existem registros de processamento do bacalhau na Islândia e na Noruega datados do século IX. Os Vikings são considerados os pioneiros na descoberta do Cod gadus morhua, espécie que era farta nos mares que navegavam. Como não tinham sal, apenas secavam o peixe ao ar livre, até que perdesse quase a quinta parte de seu peso e endurecesse como uma tábua de madeira, para ser consumido aos pedaços nas longas viagens que faziam pelos oceanos.

Mas deve-se aos bascos – povo que habitava as duas vertentes dos Pirineus Ocidentais, do lado da Espanha e da França – o comércio do bacalhau. Os bascos conheciam o sal e existem registros de que, já no ano 1000, realizavam o comércio do bacalhau curado, salgado e seco. Foi na costa da Espanha, portanto, que o bacalhau começou a ser salgado e depois seco nas rochas, ao ar livre, para que o peixe fosse melhor conservado.

O pescado possui baixo teor de gordura e é rico em proteínas de elevado valor biológico. Contém altos teores de vitaminas A, E, B6 e B12, sódio, cálcio, fósforo, magnésio e de Ômega 3. Abaixo você confere algumas dos principais nutrientes encontrados no bacalhau e seus respectivos benefícios para a saúde:

Ácidos graxos do Ômega 3: este elemento possui um forte efeito protetor para a saúde do coração e importante função no desenvolvimento de cérebro.

Ômega 3: melhora a concentração, a memória, as habilidades motoras, aumenta a motivação, diminui os triglicérides, diminui a pressão sanguínea, previne o batimento cardíaco irregular, aumenta a fluidez do sangue e ainda neutraliza o stress.

Vitamina A: tem ação protetora sobre a visão, pele e mucosas.

Vitamina E: melhora a oxigenação celular, ajuda nas dores menstruais, aumenta a energia muscular e é essencial em processos de cura.

Vitamina B12: age sobre os glóbulos vermelhos, células nervosas, equilíbrio hormonal, na beleza da pele e também ajuda o sistema de imunização do corpo e no controle dos níveis de glicose no sangue.

Cálcio: necessário para a contração dos músculos, contração e expansão das artérias, secreção de hormônios e enzimas e envio de mensagens através do sistema nervoso.

Magnésio: ajuda na contração muscular e metabolismo energético.

Sódio: importante eletrólito para a transmissão nervosa, contração muscular e equilíbrio de fluidos no organismo.

Fósforo: possui papel muito importante na formação de ossos e dentes, intervindo também nas reações químicas em que se libera energia.

O hábito brasileiro de saborear bacalhau é herança da colonização portuguesa, que começou a se disseminar a partir do descobrimento do Brasil. Mas somente com a chegada da corte portuguesa e dos comerciantes lusos no país, no início do século XIX, que o consumo do pescado foi impulsionado e difundido entre a população.

A primeira importação oficial do produto aconteceu em 1843. Hoje, cerca de 95% do bacalhau consumido no Brasil tem sua origem na Noruega.

Neste final de ano de temperaturas altíssimas, nada melhor do que um prato nutritivo, muito saudável e refrescante na passagem de ano!

Espero que gostem!!

Salada de bacalhau

Ingredientes

1 kg de bacalhau em postas dessalgadas
2 xícaras (chá) de leite
1 ¼ kg de batatas
3 maçãs verdes
1 pimentão amarelo em rodelas
1 pimentão vermelho em rodelas
12 azeitonas sem caroço
4 ovos cozidos
1 cebola pequena ralada
cheiro-verde picado
azeite a gosto

Modo de preparo

Coloque o bacalhau de molho no leite por cerca de duas horas. Isso o deixará mais macio. Depois desse prazo, escorra o leite e ferva o peixe na água por 50 minutos.

Escorra novamente (reserve a água), desfie-o em lascas grandes e reserve. Na água reservada, cozinhe as batatas em rodelas. Escorra e reserve.

Retire o miolo das maçãs e corte-as com a casca em fatias finas. Corte em rodelas os pimentões e dê uma escaldada com água quente para que fiquem crocantes. Parta as azeitonas ao meio, os ovos cozidos em rodelas, e reserve tudo.

Em uma panela, refogue a cebola ralada no azeite e depois salpique o cheiro-verde.

Passe as lascas de bacalhau por esse refogado e reserve.

Unte uma travessa grande com azeite e disponha as batatas, o bacalhau, as maçãs, os pimentões, as azeitonas e os ovos. Regue generosamente com azeite e sirva na temperatura ambiente.

By Joemir Rosa.

Salmão ao molho holandês

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/09/2012 by Joe

Peixe é, sem dúvida alguma, um elemento fundamental na nossa alimentação. Seja qual for a nossa faixa etária, ele deve estar presente na nossa dieta, pelo menos duas vezes por semana, pois o seu consumo ajuda a prevenir várias doenças como as que são provocadas pelo stress, as cardíacas e as de hipertensão.

Além de ajudar no desenvolvimento escolar, o peixe ajuda a diminuir o cansaço mental e, consequentemente, reduz também o risco de desenvolvimento da doença de Alzheimer em adultos e idosos.

Surpreendidos com a baixa taxa de acidentes cardiovasculares entre a população de esquimós da Groenlândia, cuja dieta alimentar se caracteriza por um elevado teor de gordura, os cientistas concluíram que a sua longevidade e boa saúde se devia exatamente ao elevado consumo de peixes ricos em ômega 3 (um tipo de gordura, conhecido como ácido graxo essencial, e não produzido pelo corpo humano, muito importante para uma boa saúde).

Segundo os especialistas, o seu consumo frequente ajuda ainda a controlar o colesterol e a hipertensão. O omega 3 é um ácido graxo polinsaturado que se encontra em várias espécies de peixes como o salmão, o atum, a sardinha, a garoupa, a truta ou o peixe-espada.

Este ácido gordo, ao contrário do que possa parecer, ajuda na redução das doenças cardiovasculares, formação de coágulos e acidentes vasculares cerebrais, protegendo ainda o organismo contra determinados tipos de câncer (mama, cólon e próstata), facilita o desenvolvimento correto da retina e do cérebro em crianças, e é terapêutico em doenças inflamatórias da pele. Além disso, como atua diretamente nas células nervosas, é também aconselhado no tratamento de problemas de sono, ansiedade e depressão.

Deve-se, no entanto, ter alguma atenção na sua preparação para que, durante o preparo, o peixe não perca as suas propriedades originais tão benéficas. Prefira-o grelhado ou assado, evitando as frituras.

A receita de hoje é especialmente preparada dessa forma, para manter todos os nutrientes essenciais do salmão. Para acompanhar, batatas cozidas, puxadas na manteiga e salsinha!

Bom apetite!

Salmão ao molho holandês

Ingredientes

4 postas generosas de salmão
1 cenoura picada
1 cebola grande picada
1 xícara (chá) de salsão picado
1 folha de louro
1 xícara (chá) de ervas finas a gosto
10 grãos inteiros de pimenta do reino
1 copo (200 ml) de vinho branco seco
2 copos (400 ml) de caldo de legumes
sal a gosto

Molho holandês

6 gemas
6 colheres (chá) de suco de limão siciliano
3 colheres (sopa) de água
1 xícara (chá) de manteiga sem sal derretida
sal a gosto
pimenta do reino branca a gosto

Acompanhamento

12 batatas bolinhas
1 xícara (chá) de salsinha picadinha
2 colheres (sopa) de manteiga com sal

Modo de preparo

Tempere as postas de salmão com parte das ervas, sal, cebola, e deixe descansar na geladeira por meia hora. Enquanto isso, em uma frigideira larga e funda, prepare o caldo de legumes com o vinho, a cenoura, as ervas, cebola, salsão, louro, pimenta do reino e sal. Deixe ferver por uns dez minutos (se necessário, coloque um pouco de água).

Retire o salmão da geladeira e acomode-os na frigideira sobre o caldo, tampe e deixe cozinhar por uns 15 ou 20 minutos. Prove o sal e acerte, se necessário.

Nesse meio tempo, prepare o molho holandês. Coloque, no liquidificador, as gemas, o sal, a pimenta, o suco de limão e bata tudo por dois minutos. Em seguida, vá despejando lentamente – e sem parar de bater – a manteiga derretida até o ponto de um molho espesso. Cuidado para não deixar o molho desandar!

Retire com cuidado as postas de salmão da frigideira, arrume-as em pratos individuais ou em uma travessa. Cubra com o molho e decore com uma rodela de limão retorcida. Coloque as batatas bolinhas cozidas e passadas na manteiga e cobertas com salsinha.

Um bom vinho branco é o acompanhamento ideal!

By Joemir Rosa.

Cuscuz paulista

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 15/09/2012 by Joe

O kuz-kuz ou alcuzcuz nasceu na África Setentrional. Inicialmente feito pelos mouros com arroz ou sorgo, o prato se espalhou pelo mundo no século XVI, quando passou a ser preparado com milho americano.

No Brasil a iguaria foi trazida pelos portugueses e acabou se popularizando durante a fase colonial. Nessa época estava presente apenas nas mesas das famílias mais pobres e era a base da alimentação dos negros. Preparado pelos escravos, o cuscuz era vendido em tabuleiros pelos mestiços, filhos e netos de cuscuzeiras anônimas.

Aos poucos o prato foi sendo incorporado à cultura brasileira e ganhou versões regionais e mais sofisticadas. Hoje há basicamente dois tipos de cuscuz: do Nordeste e do Centro-Sul, ambos preparados com massa de milho.

Em São Paulo e Minas Gerais o prato se transformou em uma refeição mais substancial. Preparado com farinha de milho e recheado com camarão, peixe ou frango e molho de tomate, nesses Estados o cuscuz é servido como entrada, acompanhamento e até como prato principal.

No Nordeste a massa de milho feita com fubá é temperada com sal, cozida no vapor e umedecida com leite de coco, com ou sem açúcar. Nessa região o prato é servido de manhã, acompanhado com manteiga, ou na ceia da noite, dissolvido em leite, quando se transforma em uma saborosa sopinha.

A receita que escolhi é a versão mais comum aqui em São Paulo, o que lhe confere até o nome de Cuscuz Paulista. Bairrismo à parte, é um prato muito saboroso e nutritivo.

Cuscuz paulista

Ingredientes

6 latas de sardinha em óleo
2 cebolas médias raladas
3 dentes de alho picados
500 ml de purê de tomates
1 vidro de palmito escorridos, fervidos e picados
4 ovos cozidos picados
1 lata de ervilhas
1 lata de milho verde
1 xícara de azeitonas verdes picadas
2½ xícaras (chá) de farinha de milho em flocos
1 xícara (chá) de salsinha picadinha
1 xícara (café) de óleo de milho
250 ml de água
1 tomate cortado em fatias para decorar
2 ovos cozidos cortados em fatias para decorar
1 pitada de açúcar
sal (se necessário)

Modo de preparo

Refogue o alho e a cebola com o óleo de milho (para quem gosta de um sabor um pouco mais forte, pode utilizar também o óleo das latas de sardinha). Acrescente o purê de tomate, a água e uma pitada de açúcar. Deixe apurar um pouco, em fogo baixo.

Enquanto isso, com o auxílio de um garfo, amasse as sardinhas de 5 das 6 latas, reservando o conteúdo de uma lata para decoração. Acrescente ao molho, então, o molho, a sardinha, a azeitona, o milho, a ervilha, a salsinha picada, os ovos e o palmito.

Misture bem e acrescente a farinha de milho lentamente, até obter uma massa não muito dura. Deixe cozinhar um pouco até despregar da panela e, em seguida, passe para uma forma redonda com buraco no meio, já decorada com as sardinhas, os tomates e ovos cozidos em fatias ao redor. Dica: umedeça um pouco a forma para que os ovos, tomates e sardinhas  possam aderir à forma antes da massa ser colocada.

Despeje e pressione a massa contra a forma para ficar bem firme. Espere esfriar e desenforme.

By Joemir Rosa.

Crumble pie

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/07/2012 by Joe

As Olimpíadas de Londres começaram esta semana e, com certeza, teremos muitos momentos de fortes emoções, alegrias, decepções e tristezas!

Londres é uma cidade pela qual é impossível não se apaixonar à primeira vista! E, diferentemente do que muitas pessoas pensam, come-se muito bem por lá, e não é só o famoso “fish and chips“, peixe e batatas fritas que era vendido embrulhado em folhas de jornal (acreditem, mas ainda é vendido assim em algumas regiões do Reino Unido) ou batatas, batatas e batatas.

Um doce delicioso, de origem britânica e muito comum por lá, é a torta crumble (crumble pie, ou apenas crumbles), feito de frutas picadas e coberta com uma massa feita de manteiga, farinha e açúcar, assado em forno até que fique crocante.

Dizem que os crumbles surgiram na Grã-Bretanha durante a Segunda Guerra Mundial. Devido ao racionamento de alimentos, não havia muitos ingredientes para as tortas tradicionais, que exigiam muita farinha, gordura e açúcar para a massa. Então, eles preparavam uma simples mistura de farinha, manteiga ou margarina e açúcar para cobrir a torta. Depois, devido à simplicidade no seu preparo, acabou tornando-se popular em todo o Reino Unido.

Na sua concepção podem ser usadas maçã, bananas, morangos, amoras, pêssegos, groselha e ameixas. Algumas variações na massa também são possíveis, usando nozes, amêndoas, e até leite azedo.

Então, preparem essa deliciosa torta pra comer enquanto assistem os nossos atletas lutarem por medalhas!

Crumble pie

Ingredientes

5 ameixas vermelhas cortadas em tiras, sem caroços
2 bananas nanicas em rodelas
2 maçãs vermelhas em rodelas
1 xícara de chá de castanhas moídas
uvas-passas a gosto
1 xícara de chá de mel
2 xícaras de chá de farinha de trigo branca ou integral
½ xícara de chá de manteiga gelada
1 xícara de chá de açúcar

Modo de preparo

Em uma tigela, coloque a farinha de trigo, a manteiga e amasse bem com a ponta dos dedos para formar uma farofa. A manteiga não deve ficar bem misturada com a farinha. É melhor que fiquem pedaços dela sem dissolver. Adicione o açúcar e as castanhas e vá esfarelando a massa com as mãos até ficar num ponto de farofa crocante.

Em um refratário, coloque as frutas e as uvas-passas e misture-as com o mel.

Cubra as frutas do refratário com esta farofa e leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por 25 minutos, até a farofa ficar crocante e as frutas cozidas.

Sirva com sorvete de sua preferência.

Você pode variar a apresentação, servindo em taças. Neste caso, coloque as frutas em uma panela até cozinhá-las bem. Separadamente, asse a farofa em uma forma untada e enfarinhada. Monte as taças colocando uma camada de frutas e outra de farofa!

By Joemir Rosa, com informações do site Pé na Cozinha, do Yahoo.

Bolinhos de bacalhau

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , on 07/04/2012 by Joe

Semana Santa chegou e o feriado de Páscoa leva à mesa dos brasileiros o bacalhau, esse peixe saboroso, rico em vitaminas e sais minerais indispensáveis para uma alimentação saudável.

O pescado possui baixo teor de gordura e é rico em proteínas de elevado valor biológico. Contém altos teores de vitaminas A, E, B6 e B12, sódio, cálcio, fósforo, magnésio e de Ômega 3. Abaixo você confere algumas das principais substâncias encontradas no bacalhau e seus respectivos benefícios para a saúde:

Ácidos graxos do Ômega 3: este elemento possui um forte efeito protetor para a saúde do coração e importante função no desenvolvimento de cérebro.

Ômega 3: melhora a concentração, a memória, as habilidades motoras, aumenta a motivação, diminui os triglicérides, diminui a pressão sanguínea, previne o batimento cardíaco irregular, aumenta a fluidez do sangue e ainda neutraliza o stress.

Vitamina A: tem ação protetora sobre a visão, pele e mucosas.

Vitamina E: melhora a oxigenação celular, ajuda nas dores menstruais, aumenta a energia muscular e é essencial em processos de cura.

Vitamina B12: age sobre os glóbulos vermelhos, células nervosas, equilíbrio hormonal, na beleza da pele e também ajuda o sistema de imunização do corpo e no controle dos níveis de glicose no sangue.

Cálcio: necessário para a contração dos músculos, contração e expansão das artérias, secreção de hormônios e enzimas e envio de mensagens através do sistema nervoso.

Magnésio: ajuda na contração muscular e metabolismo energético.

Sódio: importante eletrólito para a transmissão nervosa, contração muscular e equilíbrio de fluidos no organismo.

Fósforo: possui papel muito importante na formação de ossos e dentes, intervindo também nas reações químicas em que se libera energia.

O hábito brasileiro de saborear bacalhau é herança da colonização portuguesa, que começou a se disseminar a partir do descobrimento do Brasil. Mas somente com a chegada da corte portuguesa e dos comerciantes lusos no país, no início do século XIX, que o consumo do pescado foi impulsionado e difundido entre a população. A primeira exportação oficial do produto aconteceu em 1843. Hoje, cerca de 95% do bacalhau consumido no Brasil tem sua origem na Noruega.

A receita de hoje é a de um prato tradicional, saborosíssimo, porém, com toque totalmente português em sua preparação.

Bolinho de bacalhau

Ingredientes

750 g de bacalhau
1,5 kg de batata
50g de salsinha
4 dentes de alho picado
1 cebola grande picada
4 colheres de sopa de amido de milho
2 ovos
Pimenta branca e sal a gosto

Modo de preparo

Comece a preparação desta receita três dias antes. Passe o bacalhau em água corrente da torneira para tirar o sal que tem por cima, coloque em uma bacia com água e deixe na geladeira por três dias. Durante esse período, mude a água duas a três vezes por dia.

Depois desse período de dessalga, cozinhe-o só na água, tendo o cuidado de não deixar passar do ponto. Ou seja, não precisa estar muito cozido; quando levantar fervura já está no ponto. Em seguida, tire a espinha, a pele e desfie bem.

Cozinhe as batatas e depois amasse-as bem, junte com o bacalhau desfiado, os temperos, os ovos e o amido de milho. Misture tudo muito bem de modo que a massa fique um pouco grossa, sem ficar mole, para dar liga.

Utilizando duas colheres de sopa, molde os bolinhos passando de uma colher para a outra e frite em óleo muito quente por uns cinco minutos, para dar um choque. Retire da fritura com uma escumadeira e coloque em um prato forrado com papel-toalha. Sirva quente!

By Joemir Rosa.

Empadão de bacalhau

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , on 28/01/2012 by Joe

O empadão, assim como a empada também, é uma espécie de salgado muito popular no Brasil e em Portugal. Sua origem é desconhecida, embora seja encontrado em quase todos os lugares do mundo.

Provavelmente, tem origem nos pastelões portugueses, que consistiam em grandes tortas salgadas, com recheios diversos, com forte influência medieval. No século XIX os pastelões pequenos eram conhecidos como empadas de caixa.

Uma outra razão do sucesso das empadas e empadões, era que serviam como refeições para os seguidores da Igreja Católica nos dias de abstinência de consumo de carne de vaca ou suína.

Em Portugal, as empadas de frango são hoje as mais populares, sendo possível encontrá-las na maior parte dos cafés e pastelarias, assim como adquirí-las em supermercados.

O salgado geralmente é feito de massa podre (massa preparada de farinha com gordura para assar), com recheios variados: carne de boi, carne-seca, frango, requeijão (catupiry), camarão, palmito, entre outros.

A origem da palavra empada é uma simplificação para a palavra empanada, também usada no idioma espanhol, vindo do latim panis, que significa pão.

Histórias e etimologias à parte, a receita de hoje é muito saborosa. Um empadão de bacalhau, aproveitando que o peixe tem seu preço mais em conta depois do final do ano.

Então, vamos ao que interessa!

Empadão de bacalhau

Ingredientes

Massa

1 tablete (15 g) de fermento biológico fresco
1 colher (chá) de açúcar
2 colheres (sopa) de queijo ralado
1 tablete (200 g) de manteiga em temperatura ambiente
1 ovo
½ xícara (chá) de leite
1 colher (chá) de sal
4 xícaras (480 g) de farinha de trigo

Recheio

1 colher (sopa) de azeite
1 colher (sopa) de manteiga
2 dentes de alho
1 cebola picada
2 tomates sem pele e sem sementes
400 g de bacalhau dessalgado, sem espinhas, cozido e desfiado
sal e molho de pimenta
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de leite
3 colheres (sopa) de salsinha picada
10 azeitonas verdes picadas
1 gema para pincelar

Modo de preparo

Massa: misture o fermento no açúcar até misturar bem, junte o queijo, a manteiga, o ovo, o leite, o sal e a farinha de trigo, misturando tudo muito bem até formar uma  massa homogênea.

Recheio: aqueça o azeite e a manteiga; doure o alho, a cebola, os tomates, o bacalhau, o sal e a pimenta e refogue tudo muito bem. Dissolva a farinha de trigo no leite e acrescente ao refogado, mexendo até obter um creme. Por último, coloque a salsinha e as azeitonas.

Montagem: divida a massa em 2 partes e abra-as com um rolo. Forre um refratário (23 cm de diâmetro) com uma metade da massa. Coloque o recheio e cubra com a outra metade. Pincele a gema sobre a torta e leve para assar em forno médio (180° C) por 30 minutos ou até que fique dourada.

By Joemir Rosa.

Bolinhos de bacalhau

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , on 26/02/2011 by Joe

Mundialmente apreciado, a história do bacalhau é milenar. Existem registros de processamento do bacalhau na Islândia e na Noruega no Século IX. Os Vikings são considerados os pioneiros na descoberta do cod gadus morhua, espécie que era farta nos mares que navegavam. Como não tinham sal, apenas secavam o peixe ao ar livre, até que perdesse quase a quinta parte de seu peso e endurecesse como uma tábua de madeira, para ser consumido aos pedaços nas longas viagens que faziam pelos oceanos.

Mas deve-se aos bascos, povo que habitava as duas vertentes dos Pirineus Ocidentais, do lado da Espanha e da França, o comércio do bacalhau. Os bascos conheciam o sal e existem registros de que, já no ano 1000, realizavam o comércio do bacalhau curado, salgado e seco. Foi na costa da Espanha, portanto, que o bacalhau começou a ser salgado e depois seco nas rochas, ao ar livre, para que o peixe fosse melhor conservado.

Quanto ao bolinho de bacalhau, um dos mais antigos e deliciosos petiscos que a humanidade já conheceu, ninguém sabe ao certo contar como surgiu. Sabe-se que surgiu em Portugal, criado pelas mãos talentosas das competentes e criativas cozinheiras portuguesas, para serem saboreados inicialmente como entrada dos pratos principais. Depois passou a ser grande companheiro dos apreciadores dos melhores vinhos do Porto nos bares luzitanos, e mais tarde a receita espalhou-se pela Europa e, felizmente, por todo o mundo.

Aqui no Brasil é um petisco dos mais apreciados. É saboreado acompanhando qualquer tipo de bebida, mas principalmente,  a cerveja.

A receita abaixo é considerada a original, existindo outras variações com hortelã e Vinho do Porto, por exemplo.

Espero que apreciem e comentem os resultados e possíveis variações no preparo!

Bolinhos de bacalhau

Ingredientes

600 gr de bacalhau demolhado
400 gr de batatas cozidas e espremidas
2 dentes de alho amassados
1 gema de ovo
quanto baste de sal
quanto baste de salsinha picada
2 colheres de azeite de ótima qualidade
quanto baste de farinha de trigo (caso necessário)
óleo de soja para fritar
1 pimentão vermelho pequeno
1 clara de ovo batida

Modo de preparo

Para demolhar o bacalhau, primeiro lave-o bem água corrente (gelada de preferência). Depois, deixe-o por 2 horas, aproximadamente, em água gelada. Escorra e repita o procedimento por mais 2 horas. Em seguida coloque o bacalhau em água fervente e deixe levantar fervura. Escorra e espere esfriar. Em seguida desfie o bacalhau.

Cozinhe as batatas na água que ferveu o bacalhau, escorra e esprema. Misture as batatas espremidas, o bacalhau desfiado, a gema de ovo, a clara batida, o alho, o azeite e a salsinha picada. Misture bem e corrija o sal. Caso a massa não esteja dando liga, coloque um pouco de farinha de trigo (mas só em caso de necessidade mesmo). Modele os bolinhos e reserve.

Em uma panela coloque o óleo e deixe aquecer bem. Depois coloque o pimentão e deixe dourar. Retire o pimentão e frite os bolinhos de bacalhau nesse mesmo óleo. Isso dará um sabor todo especial aos bolinhos!!!

Sirva como aperitivo acompanhado por cerveja ou um ótimo vinho verde!!

By Joe.

Atum grelhado

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 19/02/2011 by Joe

Peixe é, sem dúvida alguma, um elemento fundamental na nossa alimentação. Seja qual for a nossa faixa etária, ele deve estar presente na nossa dieta, pelo menos duas vezes por semana, pois o seu consumo ajuda a prevenir várias doenças como as que são provocadas pelo stress, as cardíacas e as de hipertensão.

Além de ajudar no desenvolvimento escolar, o peixe ajuda a diminuir o cansaço mental e, consequentemente, reduz também o risco de desenvolvimento da doença de Alzheimer em adultos e idosos. Surpreendidos com a baixa taxa de acidentes cardiovasculares entre a população de esquimós da Gronelândia, cuja dieta alimentar se caracteriza por um elevado teor de gordura, os cientistas concluíram que a sua longevidade e boa saúde se devia exatamente ao elevado consumo de peixes ricos em omega 3 (um tipo de gordura, conhecido como ácido graxo essencial, e não produzido pelo corpo humano, muito importante para uma boa saúde).

O atum é um peixe rico em omega 3, por isso torna-se uma opção saudável e nutritiva que deve ser consumida com regularidade. O atum é uma das espécies provenientes das águas tropicais e subtropicais de todos os oceanos e é uma importante fonte de proteínas (fundamentais para a nossa estrutura muscular), vitaminas ( A, B e D), omega 3 e sais minerais (magnésio, cálcio e fósforo que fortalecem os ossos).

Segundo os especialistas o seu consumo frequente ajuda ainda a controlar o colesterol e a hipertensão. O omega 3 – um ácido gordo polinsaturado que se encontra também em outras espécies como a sardinha, o salmão, a garoupa, a truta ou o peixe-espada – é o verdadeiro tesouro do atum. Este ácido gordo, ao contrário do que possa parecer, ajuda na redução das doenças cardiovasculares, formação de coágulos e acidentes vasculares cerebrais, protegendo ainda o organismo contra determinados tipos de câncer (mama, cólon e próstata), facilita o desenvolvimento correto da retina e do cérebro em crianças, e é terapêutico em doenças inflamatórias da pele. Além disso, como atua diretamente nas células nervosas, é também aconselhado no tratamento de problemas de sono, ansiedade e depressão.

Deve, no entanto, ter alguma atenção na sua preparação para que durante o preparo o atum não perca as suas propriedades originais tão benéficas. Prefira-o em saladas, grelhados ou assados e evite os fritos.

A receita de hoje é especialmente preparada dessa forma, grelhada, para manter todos os nutrientes essenciais do atum. Para acompanhar, batatas cozidas, regadas com um delicioso molho holandês!

Espero que gostem e comentem!!!!

Atum grelhado

Ingredientes

2 filés grandes de atum fresco
4 folhas de alface
4 fatias médias de limão
2 ramos de salsinha
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
sal a gosto
4 batatas

Para o molho holandês

2 gemas
2 colheres de água
5 colheres de manteira derretida
1 colher (chá) de suco de limão
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Pincele os filés de atum com o azeite de oliva e salpique o sal em toda a superfície. Coloque em cada um deles um ramo de salsinha e 2 fatias de limão. Depois embrulhe-os nas folhas de alface e deixe tomar gosto por 2 horas.

Enquanto isso cozinhe quatro batatas em água com uma pitada de sal, tomando o cuidado para não deixá-las muito moles. Reserve.

Desembrulhe o atum, e despreze a salsinha, a alface e as fatias de limão. Disponha o atum em uma frigideira e leve ao fogo, deixando grelhar por uns 10 minutos, virando de lado na metade do cozimento. Retire assim que o peixe estiver no ponto.

Prepare o molho holandês, colocando, em um refratário, as duas gemas e a água. Bata com um batedor manual por 3 minutos, ou até que a mistura fique “esponjosa”.
Coloque o refratário dentro de uma panela com água fervente, tomando o cuidado de não encostar o refratário na água. Continue batendo por mais 1 minuto, ou até obter um creme. Aos poucos, vá adicionando, colher a colher, a manteiga derretida sem parar de bater.

Retire o refratário da panela e coe em uma peneira bem fina. Junte o suco de limão, o sal e a pimenta-do-reino, misturando bem. Despeje sobre as batatas e sirva a seguir com o atum grelhado.

Bom apetite!

By Joe.

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