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Viva o agora intensamente

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/10/2015 by Joe

Viver o agora intensamente

O melhor de toda experiência é o agora.
Viva o agora intensamente, torne-se consciente de tudo e do todo que está te rodeando.

Veja, ouça e sinta.
Veja os movimentos – intesifique-os.
Vejas as cores – intensifique-as.

Ouça os sons: quanto mais sons melhor, pequenos animais (cigarras), água, crianças rindo – intensifique.

Sensações: calor gostoso em partes do corpo – coração (o toque do corpo de alguém) – intensifique.

Se quiser, acrescente cheiros e sabores, use a imaginação, pois esta é uma experiência pessoal e única que poderá e será lembrada com riqueza de detalhes acompanhada de riqueza de sensações.

Viva o aqui e agora.
Esteja consciente.
Estude mantendo sua mente ocupada.
Escolha o que pensar pois, se você não escolher, sua mente escolherá.
Mantenha o comando da sua vida.
Seja feliz vivendo no aqui e no agora.
Agradeça ao Poder Maior pelas graças recebidas.
Ame.
Perdoe.

Deixe seu coração leve para experiências positivas.
Mude e todo o teu mundo também mudará.

Ame incondicionalmente.
Jogue fora velhos padrões de pensamentos e dê espaço para o novo.
Reavalie seus valores e suas prioridades.

Leia muito.

By Carin Reiberg.

Não tente ser feliz!

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/02/2015 by Joe

Não tente ser feliz

Ser feliz está na moda. Com a felicidade pululando em todo canto (mídia e redes sociais, principalmente) caímos num processo autofágico: enfiamos na cabeça que precisamos alcançá-la a todo custo. Assim como obedecer as leis, ser feliz passa a ser um dever.

Mas o que é ser feliz? A resposta depende da lente pela qual se enxerga o mundo. Para Epicuro, a chave de uma vida feliz estaria na ataraxia (tranquilidade da alma) que pode ser alcançada com prazeres moderados, leitura e introspecção. A vida feliz é simples, justa e virtuosa. Assim, a ambição é o grande obstáculo para alcançar a felicidade. Anos mais tarde, Sêneca diria que o ser humano só seria feliz se renunciasse aos padrões de referência de sua sociedade.

Os dois pensadores concordam ao definir que a vida feliz está em dissonância com os moldes da sociedade contemporânea. Hoje, influenciados principalmente pelo senso comum e pelo aparato midiático, nos movemos por arquétipos e projeções: almejamos um corpo escultural, uma quantia razoável de dinheiro, carisma, uma relação amorosa perfeita, além de muitos dos produtos ou serviços que as empresas nos empurram a todo instante. Como os cães que nunca alcançam o coelho na pista de corrida, corremos a vida toda atrás de algo que acreditamos ser a felicidade. Entretanto, como as coisas não transcorrem como no capítulo derradeiro de uma telenovela, emerge a frustração.

Schopenhauer, no século XIX, alertou-nos quanto a isso. Para ele, a felicidade seria apenas uma breve interrupção do sofrimento. Quem procura a felicidade nas coisas do mundo está sempre incompleto. Ora compra uma casa ou um carro (ou trabalha a vida toda para isso), ora vai a festas ou faz viagens, ora procura a “alma gêmea” e, assim, o tempo vai passando e a felicidade nunca dá as caras. Nestes termos, a vida não passa de um pêndulo entre o sofrimento e o tédio.

Modestamente compartilho de modo parcial a concepção de Schopenhauer de que a felicidade plena é um simulacro que massacra o homem. Todavia, não creio que a única saída seja o total desapego ao mundo, como ele afirma. Talvez o que tenhamos que fazer, em vez de corrermos atrás deste fantasma, seja colecionar momentos de alegria. Singelos, modestos, mas que, somados, podem emprestar alguma cor a essa coisa a que costumam chamar de vida.

By Matheus Arcaro.

Imaginação e criatividade

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 01/12/2014 by Joe

Imaginação e criatividade

A imaginação e a criatividade proporcionam uma maior sensibilidade, além de estarem sempre atentas a novas possibilidades.

Existem muitos profissionais no mercado, e o que mais observamos é que cada produto ou serviço anunciado, cada empresa ou negócio que surge, nada mais é do que imitações e réplicas de algo existente.

Poucos têm a coragem de ousar e criar algo novo. É claro, pode ser um risco ou um fiasco. Imaginem personagens importantes da história, como Leonardo da Vinci, Galileu, Einstein, Thomas Edison, dentre outros, se pensassem da mesma forma!

A imaginação é algo pertencente à criança, pouco trabalhada na adolescência e quase extinta na fase adulta.

“O homem que não tem imaginação não tem asas” (Muhammad Ali).

A correria do dia-a-dia nos envolve tanto que nem conseguimos perceber aquilo que nos falta. Ter imaginação e criatividade são privilégios para poucos, não porque a maioria não possa tê-los, mas porque poucos as desenvolvem, pois são qualidades que podem ser adquiridas com treino e muita persistência.

“Um aspecto essencial da criatividade é não ter medo de fracassar” (Dr. Edwin Land).

Quem tem medo de enfrentar as intempéries da vida estará distante de conseguir se estabelecer como uma pessoa de sucesso. Por mais que o mundo impõe regras e padrões para se viver, quem investir em criatividade e imaginação estará a frente de muitos.

Quanto mais eficazes seríamos se soubéssemos usá-las… várias oportunidades surgiriam, mais possibilidades de trabalho, o mundo seria outro!

Desconheço a autoria.

Girassol

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/10/2014 by Joe

Girassol 3

Nossa mente e nossos olhos são seletivos e “focalizamos” o que queremos ver e deixamos de ver o restante (aquilo que chamamos de ponto cego).

Deveríamos focalizar o lado melhor, mais bonito, mais vibrante das coisas, assim como um girassol escolhe sempre estar virado para o sol!

Ficamos de baixo astral muito fácil…

Ficamos de baixo astral porque está chovendo, porque temos contas para pagar, porque não temos dinheiro, ou não temos a aparência que gostaríamos de ter, porque ainda não fomos valorizados, porque ainda não encontramos o amor da nossa vida, porque a pessoa que queremos não nos quer, porque, porque, porque…

É fácil, muito fácil, porque sempre vai ter alguma coisinha para nos contrariar!

É claro que tem hora que não estamos bem. Faz parte da vida. Mas a nossa atitude deveria ser a de uma antena que tenta, ao máximo possível, captar o lado bom da vida.

Na natureza, nós temos uma antena que é assim: o girassol!

O girassol se volta para onde o sol estiver. Mesmo que o sol esteja escondido atrás de uma nuvem.

Deveríamos ser mais assim, aprender a realçar o que de bom recebemos, a olhar sempre o lado bom da vida. Aprender a ampliar pequenos gestos positivos e transformá-los em grandes acontecimentos.

Você quer um exemplo?

Você já ajudou alguém em alguma coisa que você considerasse muito simples, tipo explicar uma matéria, fazer um pequeno favor, dar um elogio merecido. Algo assim, que não custou quase nada e a outra pessoa ficou super feliz. Você já fez isso, não fez?

Mas você soube aproveitar este momento?

Você gravou no seu coração a expressão de alegria da outra pessoa por alguma coisa que você fez?

Pense nisso. Pense se você soube realmente extrair a beleza daquele momento. O ser humano precisa de beleza. Não estamos falando da beleza externa, dos padrões de beleza, estamos falando da beleza como um todo. E, principalmente, da beleza que reside dentro das coisas, das pessoas e até mesmo dentro dos nossos olhos.

Porque é a beleza que já vive dentro de nós que vai reconhecer a beleza em todos os outros lugares,você sabia disso?

Se não tivéssemos referencial de beleza, não saberíamos reconhecê-la. Agora, imagine que você só conhecesse o bem: você não saberia reconhecer o mal, certo?

Para reconhecer a beleza, portanto, é preciso carregar um pouco dela consigo, dentro dos olhos, dentro do coração.

Temos de treinar para sermos como o girassol, que busca o sol, a vitalidade, a força, a beleza.

Suponhamos que você já soubesse que iria viajar para um lugar muito bonito. O lugar já é bonito, mesmo que você não soubesse disso, ele já iria te surpreender, certo?

Mas faz toda diferença a expectativa com que você vai. Você verá mais os detalhes, aproveitará melhor o momento único que estará vivendo, seja este lugar um linda montanha cheia de neve ou um misterioso e vivo oceano onde você estivesse mergulhando.

Então, por que só nos preparamos para as viagens, e não para a vida, que é também uma grande viagem?

No nosso dia-a-dia há muitos momentos de beleza e devíamos aprender a parar para vê-los, para apreciá-los. Apreciar o amor profundo que alguém, em um determinado momento, dirige a você. Apreciar um sorriso luminoso de alegria de alguém que você gosta.

Apreciar uma palavra amiga, que vem soar reconfortante, reanimadora. Apreciar a festividade, a alegria, a risada.

E quando estivéssemos sendo dominados pelo baixo astral, voltando a ficar mal humorados, tristonhos, desanimados, revoltados, que pudéssemos nos lembrar de novo se sermos girassóis. Como quem tem um “estalo” e acorda de um sono equivocado. Porque é um equívoco passar dias sem ver a beleza da vida.

E quando não vemos – veja que triste! – deixamos de investir nela e de construí-la também.

Lembre-se do seguinte: há um vasto mundo para ser enxergado, ouvido, sentido.

Selecione o melhor deste mundo, valorize tudo o que de bonito e bom que há nele e retenha isto dentro de você.

Este é o segredo de quem consegue manter um alto grau de vitalidade interna!

Um ótimo dia de sol!

Desconheço a autoria.

Saber perder

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Saber perder

Lembro-me muito bem das palavras de meus pais, ainda criança, ao término de qualquer campeonato em que eu era participante, quando de lá saía com uma medalha pendurada no pescoço, de qualquer outra cor diferente da dourada:

– “O importante é participar!”

– “Uma ova”, eu pensava. “Participar é coisa para perdedor, se estou no campeonato é para ganhar! Se não for dessa forma, por que estar lá?”

Eu, sempre perfeccionista, como se isso fosse uma grande virtude…

O perfeccionismo – e não me refiro ao distúrbio neurótico – mas o normal, pode ser um triunfo, quando visto pelos esforços para se atingir a excelência, mas se tornar maléfico, quanto à reação defensiva às críticas, e desastroso, quanto às exigências de padrões inatingíveis.

Ouvi algumas vezes um ditado popular, que utilizo sempre que preciso tomar decisões:

– “O ótimo é inimigo do bom”.

Outro ditado, que agora está na moda, traz uma mensagem próxima:

– “Menos é mais”.

Isso significa que estamos em constante mudança e evolução. Para tanto, é possível dizer que o tempo que se gasta com o propósito da perfeição pode ser mais bem aproveitado.

Até que se atinja a perfeição, oportunidades podem ser desperdiçadas em função do olhar centrado. Estatisticamente, um ponto fora da curva é chamado de especial e desconsiderado na análise de um processo.

Concomitantemente, é possível afirmar que no jogo do dinheiro não existe quem acerte todas as análises. É preciso saber perder. E estudos de finanças comportamentais apontam que a aversão à perda é um dos fatores que prejudicam a tomada de decisão mais coerente.

Com o passar do tempo, experiência, maturidade e educação financeira é que percebi a importância de se buscar a excelência, mas sem o medo do arrependimento por uma decisão equivocada. Aprendi que perder faz parte do jogo e é melhor assumir a perda, a sustentar, com orgulho, uma teoria que se mostra ineficaz.

As palavras do velho Lou, dirigidas ao aprendiz Bud Fox, chamaram a minha atenção em um dos mais famosos filmes sobre o mercado acionário, “Wall Street – Poder e Cobiça”, no momento em que o ambicioso jovem o procurou para tratar de um investimento que, de acordo com ele, era garantido:

– “Ambiciosos entram e saem no mercado em alta. Os responsáveis sobrevivem ao mercado em baixa”.

Sábio Lou! Sinto-me confortável em afirmar que devemos buscar uma medalha de ouro, ainda que, ao término da competição, não ocupemos o lugar mais alto do pódio. Competindo, ao menos corremos o risco de ganhar.

Perder não é nada bom, mas saber perder é, no mínimo, inteligente.

By Prof. Boro.

Transgressão

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Transgressão

As maiores e melhores emoções da minha vida, eu as vivi em situações contrárias aos padrões morais ou legais vigentes.

As grandes emoções estão sempre ligadas à superação das regras e dos limites.

Quem faz as regras é geralmente um velho tolo e decrépito, que não entende nada de emoção e nem de prazer.

Quem faz as regras morais – ou quem cuida para que elas sejam obedecidas com rigor – é geralmente uma pessoa insensível às coisas do coração maravilhado.

Não pode ser um poeta; geralmente é um ditador!

By Edson Marques.

Estratégias para mudanças duradouras

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Estratégias para mudanças duradouras

Para que uma mudança tenha valor, precisa ser duradoura e consistente. Todos nós já experimentamos mudanças por um momento, só para nos sentirmos frustrados e desapontados no fim.

Na verdade, muitas pessoas receiam tentar mudar porque acreditam, inconscientemente, que a mudança será apenas temporária. Um bom exemplo disso é o de quem precisa começar uma dieta, mas vive protelando, principalmente por saber, em seu inconsciente, que seja qual for o sofrimento por que passe para criar a mudança resultará tão-somente numa recompensa de curta duração.

Durante a maior parte de minha vida procurei o que considero serem os princípios organizadores da mudança duradoura. São muitos esses princípios, mas gostaria de partilhar três princípios fundamentais de mudança que podemos usar imediatamente para mudar nossas vidas. Embora sejam simples, são extremamente poderosos quando bem aplicados.

São exatamente as mesmas mudanças que uma pessoa deve fazer para criar sua mudança pessoal, que uma companhia deve fazer para maximizar seu potencial, e que um país tem de fazer para conquistar seu espaço no mundo. Na verdade, são as mudanças que todos nós – como a comunidade que vive neste mundo – devemos fazer para preservar a qualidade de vida no globo terrestre.

1. Eleve seus padrões

Sempre que você quiser sinceramente efetuar uma mudança, a primeira coisa que precisa fazer é elevar seus padrões. Quando me perguntam o que realmente mudou minha vida alguns anos atrás, eu digo que a coisa mais importante foi mudar o que eu exigia de mim mesmo. Fiz uma lista de todas as coisas que não aceitaria mais na vida, de todas as coisas que não ia mais tolerar, e de tudo o que aspirava a ser.

Pense nas consequências a longo prazo desencadeadas por homens e mulheres que elevaram seus padrões, e agiram de acordo, decidindo que não tolerariam menos.

A história conta os exemplos inspiradores de pessoas como Leonardo da Vinci, Abraham Lincoln, Helen Keller, Mahatma Ghandi, Martin Luther King, Albert Einstein, César Chávez, Soichiro Honda e muitos outros, que deram o passo espetacularmente poderoso de elevar seus padrões. O mesmo poder de que eles dispuseram você também pode ter, se tiver coragem. Mudar uma organização, uma companhia, um país – ou o mundo – começa com o simples passo de mudar a si próprio.

2. Mude suas convicções limitadoras

Se você levantar seus padrões, mas não acreditar realmente que poderá atingi-los, é que já sabotou a si próprio. Nem chegará a tentar; estará lhe faltando a convicção que tornaria possível usar a capacidade que está escondida dentro de você, inclusive na hora em que lê estas palavras.

Nossas convicções são como ordens inquestionadas, nos dizendo como são as coisas, o que é possível e o que é impossível, o que podemos fazer e o que não podemos. Modelam cada ação, cada pensamento e cada sentimento que experimentamos. Como resultado, mudar os nossos sistemas de convicções é fundamental para realizar qualquer mudança real e duradoura em nossas vidas. Temos que desenvolver a convicção de que podemos e iremos atingir os novos padrões, antes de tentar fazê-lo.

Sem assumir o controle dos seus sistemas de convicções, você pode elevar seus padrões tanto quanto quiser, mas nunca terá a convicção necessária para atingi-los. Quanto você pensa que Gandhi teria conseguido realizar se não acreditasse com todas as fibras do seu corpo no poder da não-violência? Foi a consistência de suas convicções que lhe deu acesso a seus recursos interiores, e o capacitou a enfrentar desafios que teriam abalado um homem menos engajado. As convicções fortalecedoras – o senso de certeza – constituem a força por trás de qualquer grande sucesso, ao longo da história.

3. Mude sua estratégia

Para manter seu empenho, você precisa das melhores estratégias para alcançar resultados. Uma das minhas convicções básicas é que se você estabelece um padrão mais alto – e pode forçar-se a acreditar – certamente poderá também imaginar as estratégias. Você simplesmente descobrirá um meio.

Estas são algumas estratégias para obter o sucesso, e eu lhe direi desde já que a melhor estratégia, em quase todos os casos, é encontrar um modelo, alguém que já esteja conseguindo os resultados que você almeja, e depois explorar seus conhecimentos. Aprenda o que essa pessoa está fazendo, quais são suas convicções básicas, e como pensa. Isso não só o tornará mais eficaz, como também poupará muito tempo, porque não terá que reinventar a roda. O que você pode fazer é melhorar os detalhes, remoldá-la, e talvez torná-la ainda melhor.

By Anthony Robbins, em seu livro “Desperte o Gigante Interior”.

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