Arquivo para Obra

Um dia de cada vez

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 27/11/2014 by Joe

Um dia de cada vez

A vida da gente é realmente muito dura, quase ninguém vem a este mundo a passeio. A maioria vem a trabalho. E trabalho significa mudar as coisas. Coisas que não estão certas, coisas que queremos que sejam melhores para nós e para os outros.

Mas não adianta tentar consertar o mundo, e sim a nós mesmos. Se conseguirmos corrigir em nós as coisas que sabemos que estão erradas, já teremos cumprido importante tarefa.

Temos que alimentar nossos sonhos… Devemos sempre sonhar com coisas melhores, coisas que desejamos realizar. Sonhar e agir. Sem ação os sonhos acabam morrendo de inanição.

Dentro de você há toda força que precisa para fazer tudo o que quer na vida. Essa força pode estar muito escondida, mas ela esta lá, esperando que você a descubra. Está decidido a dar uma virada na sua vida! Então? Claro! Comece por limpar da sua mente os maus pensamentos.

Dê um “delete” em tudo que não presta dentro de você. Sim, faça uma limpeza mesmo! Arraste tudo para o lixo! A tristeza, o medo, o pessimismo (esse, então, nem se fala!) e tudo mais que você considerar negativo e depressivo. Trate de ter pensamentos positivos.

Você quer fazer sua vida ou quer que a vida lhe dê a felicidade como uma benção, de presente? A felicidade geralmente tem que ser conquistada, mesmo que para isso tenhamos que sofrer, chorar, passar por momentos difíceis. Mas tudo isso acaba e só não consegue ser feliz quem não tenta ou quem para de tentar. Você quer parar de tentar já? Se não quer, você terá a vida toda pela frente pra conquistar sua felicidade.

E o que é a felicidade? Bem, para mim é amar a vida, amar a si próprio, amar e respeitar as pessoas que você gosta como a você mesmo. Mas você é e sempre será seu melhor amigo. Por isso, desde já, faça por você tudo aquilo que faria pela pessoa mais querida. Felicidade é compreender que recebemos essa existência para aprender e não para exigir.

Nossa evolução depende das atitudes que tomamos diante de cada acontecimento. A garra em nos ajustarmos às leis da vida permite que alcancemos a transformação que nos conduz à felicidade. Ela está no próprio caminho e não na chegada, pois ela é dinâmica não estática.

Felicidade é um estado de espírito, independe de coisas materiais e de outras pessoas. Está na sua cabeça e nada nem ninguém lhe pode privar dela, apenas você mesmo! Portanto, mãos à obra! À obra de viver para fazer dos momentos a eternidade, amando e respeitando nossos irmãos.

Um dia de cada vez!

Desconheço a autoria.

Artista da sua vida

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/11/2014 by Joe

Artista da vida

Que tal deixar de tristezas e deixar o sonho te levantar? Que tal acreditar que é possível uma virada ainda hoje, acreditar que tudo foi apenas um engano, e que é possível manter a rota do seu barco da vida, não desistindo novamente, e entender que as pedras são apenas restos que a chuva trouxe…

Amar, viver, sonhar, acreditar, lutar e até o chorar são fases que compõem o grande quadro chamado vida, onde a tela é a sua história, as tintas são as pessoas que passam por ela, mas, o pintor, o responsável pela obra será sempre você.

Haja o que houver, aconteça o que acontecer, o pincel que mistura as cores, que dá forma ao que vai surgir na tela, que cria e apaga situações e imagens, ainda está na sua mão.

É você quem pode criar agora uma estrada florida, ou um caminho escuro de incertezas e dúvidas.

E já que você é o autor, o pintor dessa tela chamada vida, que tal começar pintando um sorriso, que é o sinal que representa a esperança, a renovação, o símbolo dos que não desistem nunca de ser feliz – e ser feliz exige criatividade, esforço e dedicação!

Se tudo deu errado até aqui, passe tinta branca em toda a tela e recomece… afinal, hoje é o dia perfeito para começar uma nova pintura!

Desconheço a autoria.

Felicidade é nosso destino

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 16/07/2014 by Joe

Felicidade é nosso destino

Nosso subconsciente trabalha na materialização de nossas crenças. Ele não tem senso de humor. Faz sempre o que acreditamos. Não falha. Dessa forma, o fracasso não existe. Você foi sempre um sucesso! Sua vida é obra sua. Você é responsável por suas experiências. Mesmo aquelas que parecem não depender de você foram atraídas por sua forma de pensar.

As coisas não vão bem? Só colhe infelicidade? É hora de perceber como você consegue fazer isso. Certamente não escolheu a atitude adequada para obter bons resultados. Mudando essa atitude, tudo se modificará.

A vida deseja que você desenvolva seus potenciais de espírito eterno e aprenda a ser feliz. A felicidade é nosso destino e só o bem é verdadeiro. Para nos ensinar isso, a vida programa nossas experiências de acordo com nossas necessidades. Através do resultado dessas experiências conquistamos a sabedoria.

Na queixa há sempre uma justificativa para continuarmos a ser como somos, mas há também uma autoimagem negativa. Você pensa que não pode fazer nada, que é incapaz e não merece. Conforma-se em ser pobre, em ficar em segundo plano, em pensar primeiro nos outros. Acha que, para você ter, outros terão que dar e perder. Como se o Universo fosse pobre e tão limitado que para dar a uns teria que tirar de outros. Esses pensamentos são altamente depressivos e atraem infelicidade.

Seu subconsciente obedece às mensagens que você lhe envia. Você tem todo o poder de criar seu próprio destino. Se deseja viver melhor, reconheça isso.

Faça uma lista de suas crenças e até das frases que costuma dizer. Se puser atenção e for sincera, logo vai perceber quais as crenças que são responsáveis por sua infelicidade. Não pense mais nelas. Esqueça-as. Quanto mais se preocupar em eliminá-las, mais pensará nelas e as alimentará.

Trate de cultivar o oposto. Faça afirmações positivas sempre usando o presente. Exemplo: “Eu sou feliz”, “Tenho muita sorte”, “Minha saúde está cada dia melhor”, etc. Escreva-as e espalhe-as em sua casa, nos lugares onde você possa vê-las constantemente. Repita-as várias vezes por dia. Mas não se esqueça de colocar emoção nelas, acreditar realmente no que afirmar. Ignore aquela vozinha que lhe diz que não vai funcionar. Não custa nada experimentar.

Lembre-se de que todos os problemas de sua vida foram criados por você. Você foi, é e sempre será um sucesso. Suas escolhas podem ter dado um resultado diverso do que você esperava, mas você conseguiu materializá-las. Refletem o que você crê, e o que você crê seu subconsciente materializa…

Reflita sobre isso.

By Zíbia Gasparetto.

A obra de uma vida

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 08/05/2014 by Joe

A obra de uma vida

Não se pode morrer sem deixar uma grande obra… e não se pode viver sem executá-la!

Penso no que fiz e chego não à coisa em si, ao físico, material, mas ao espírito da coisa: o amor. O que eu sei fazer não foi o dinheiro que me ensinou. Nem o tenho para exibir.

Sexagenário, preocupo-me em atender e entender o significado de “a obra de uma vida”. Seria a felicidade orgástica após ter consumado um ato? Consumindo matérias? Adquirindo bens? Viver é produzir atos.

Mamãe dizia: “se pegou em dinheiro, lave bem as mãos!” Isso lá é educação financeira?!

Papai falava: “Fique só com o dinheiro digno, que seu trabalho e suor lhe proporcionarem!” É o fim da picada nestes novos tempos!!

O que você diria para um estudante que rejeita uma oferta de US$ 1 milhão da Microsoft? Provavelmente que ele está maluco, não é? Pois Mark Zuckerberg, o criador do Facebook, já é mais rico do que Steve Jobs, chefão da Apple, só porque entendeu o valor da pobreza da vida social da Universidade de Harvard, e projetou uma grande rede de relacionamentos humanos.

Cresci lendo clássicos como Honoré de Balzac, que disse: “Por detrás de uma grande fortuna há sempre um grande crime”.

Aprendi com a Cabala Judaica que o melhor louvor que um homem pode receber é: “Que seu nome sempre seja lembrado!”, e também aprendi que “De três maneiras é um homem conhecido: por seu copo, por seu bolso e por sua ira”.

A mesma moeda que compra a paz paga a guerra. Explicam os rabinos: “Qual a causa da morte? A vida. Mas qual é a causa do dinheiro? O desejo de justiça. O dinheiro em si é uma idolatria não só quando amado, mas quando desprezado”. “A resposta”, escreve o Rabino Nilton Bonder, “é que ele não foi criado para ser uma forma de opressão ou um instrumento de ganância, mas, ao contrário, o dinheiro – surpreendentemente – surge de um desejo humano por justiça e pela esperança de um mundo melhor”.

Quer ser feliz por um instante? Vingue-se. Quer ser feliz para sempre? Perdoe!

Negócios!!! Sagrado é o instante em que dois indivíduos fazem uso de sua consciência na tentativa de estabelecer uma troca que otimiza o ganho para os dois e a perda para ninguém.

Goethe descreve a arquitetura como “música congelada” e para os sábios, o dinheiro é “trabalho congelado”.

Aprendi também, que na hora de minha passagem, quando daqui nada levarei, terei de dar consciência a algumas destas questões:

• qual o tamanho da minha casa, e quantas pessoas abriguei nela?

• as roupas do meu armário, quantas pessoas ajudei a vestir?

• sobre o montante de meus bens materiais, em que medida eles ditaram minha vida?

• qual foi meu maior salário, comprometi meu caráter para obtê-lo?

• quantas promoções recebi em meu ofício, e de que forma promovi outros?

• o que fiz para proteger meus direitos, e o que fiz para garantir os direitos dos outros?

• nos bairros onde morei, como tratei meus vizinhos?

• quantos amigos tive, e para quantos realmente fui amigo?

A “grande obra” seria manter os amigos que fiz, que não deixarão meu nome ser esquecido?

Pior que ganhar inimigos é perder um amigo. Como um homem pode perder-se dos amigos?

Tento elencar alguns dos nomes que me serviram de inspiração:

Nobreza de caráter: Ayrton Senna, Gandhi, Einstein.

Estadistas: JK, Rondon, Barão do Rio Branco.

Artes: Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, Malfatti, Portinari, Di Cavalcanti, Tarsila, Ohtake, Jobim, Vinicius, Cartola, Noel, Beatles, Caymmi, Niemeyer, Lobato, Machado, Alencar.

Ciências: César Lattes, Vital Brazil, Chagas e Cruz, Santos Dumont.

Esportes gerais, olímpicos e paraolímpicos: muitos, muitos mesmo.

Quero lembrar de políticos: chego ao patético!

Cristo: “Amai-vos uns aos outros como vos amei”.

Regis, eu mesmo: “Ama o quanto podes se tens a capacidade de fazê-lo e faze o que tanto queres se tens a capacidade de amá-lo”.

Não sei quem: “Eduque seu filho para ser feliz e não para vencer na vida; assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço”.

By Regis Vianna.

Mulherões também querem colo

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 17/02/2014 by Joe

Mulherões querem colo

Há uma categoria de senhoritas que, especialmente, me faz a cabeça: os mulherões!

Entenda-se por tal rótulo um “conjunto da obra” devidamente condizente com o século em que vivemos: mulheres ao lado de seus homens (jamais atrás, talvez à frente), independentes, pró-ativas, protagonistas, competentes, resolvidas!

Eis que minha predileção não contém novidade alguma; todo e qualquer camarada normal deste planeta também admira predicados assim.

No entanto, meu caro – e aqui reside um importante divisor de águas do universo masculino – nem todo homem consegue encarar moças desse naipe. Talvez por insegurança, autoestima deficitária, ou um quê de emocional em desalinho, o fato é que apenas uma pequena parte dos meus colegas de gênero sente-se à vontade ao lado de um mulherão. A maioria – se é triste é porque é vero – ao deparar-se com uma mulher (na concepção mais sublime da palavra!), inebria-se e… corre! Isso mesmo: desaparece!

Ser mulherão virou quase que um problema, veja você… quase. Porque ainda existe uma meia dúzia de astutos – bravos homens inteligentes – que não só admiram, como fazem questão de navegar tão somente em mares distintos assim. Saiam pra lá, mulherzinhas! É pra essa pequena parcela do público masculino – na qual humildemente me incluo – que vai o último parágrafo, na verdade o porquê deste texto.

Não é de hoje que venho desconfiando… Em que pese toda a força, independência, carisma, etc, típicas de mulherões, nelas existe também uma característica fundamental, algo amarrado em seus âmagos, e que jamais deveríamos ignorar: a necessidade de colo, de, por mínimos instantes, também serem um pouco mulherzinhas, no sentido de ter um homem que efetivamente tome as rédeas da situação. Manja? Um negócio meio macho dominante, fêmea dominada.

A mulher faz acontecer, trata-se de uma fortaleza, é mãe e esposa na excelência da coisa… que maravilha! Contudo, essa valente, ora também precisa de uma dose disso que sua mais arreigada latência sugere: ser acolhida, ter abrigo, carinho, segurança! Ombro e atitude de um homem.

Engana-se quem pensa que tais heroínas são autossuficientes em tudo!

By Dudu Oltramari, mescla de publicitário, escritor e homem de negócios, que publica a crônica simultaneamente no (jornal) Pioneiro.

A Menina Que Roubava Livros

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 02/02/2014 by Joe

A Menina Que Roubava LivrosLivro: A Menina que Roubava Livros
By Markus Zusak
Editora Intrínseca

Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler!

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, porém surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas, de 1939 a 1943.

Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los em troca de dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. Essa obra, que ela ainda não sabe ler, é seu único vínculo com a família.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a cumplicidade do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que a ensina a ler. Em tempos de livros incendiados, o gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito.

A vida na rua Himmel é a pseudorrealidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um jovem judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela história.

A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa desse duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto – e raro – de crítica e público.

O filme baseado neste ótimo best-seller estreia neste final de semana!

By Joemir Rosa.

Saga Percy Jackson e Os Olimpianos

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29/12/2013 by Joe

Saga Percy Jackson e os Olimpianos

Livros: Percy Jackson e Os Olimpianos
By Rick Riordan
Editora Intrínseca

Se você não ganhou estes livros neste Natal, ou se ganhou vale-livros de presente, vale a pena comprá-los ou trocar os vales por eles, pois trata-se de uma obra muito bem escrita.

Livro após livro, a obra mantém o mesmo nível de interesse e fôlego, levando leitor querendo mais e mais pra saber o que acontecerá a seguir! A linguagem é clara, simples, o que torna a leitura rápida, sem descrições desnecessárias e aqueles textos desnecessários que só servem para aumentar o número de páginas de um livro e não acrescentam nada na história!

A saga “Percy Jackson e os Olimpianos” é dividida em cinco livros e em cada um deles conta-se as aventuras vividas pelo meio-sangue (mestiço) Percy (Perseu), filho de Posseidon, o deus do mar, com uma garota norte-americana comum.

Percy é criado só pela mãe, com quem mantém uma relação de enorme cumplicidade, até que, na adolescência, descobre sua condição de semideus e é enviado ao Acampamento Meio-Sangue, dirigido pelo Senhor D. (Dionísio) para treinar suas habilidades de herói. Lá, ele conhece outros semi-deuses, filhos das 12 principais entidades do Olimpo e, com a ajuda do instrutor Quíron, um centauro, e diversos outros mestres e amigos como sátiros e dríades, inicia uma jornada que envolve momentos de autoconhecimento e outros de pura aventura, típicos das viagens dos argonautas.

O desafio de Percy é evitar uma iminente batalha entre os três grandes deuses: Posseidon, Zeus e Hades que, envolvidos nas tramas do titã Chronos, pai dos deuses, poderá destruir o mundo. O tempo é curto e o garoto precisa cumprir centenas de tarefas tão pesadas quanto aquelas de Hércules para derrotar Chronus e salvar a humanidade.

A saga resgata, de forma simples, o conhecimento sobre a mitologia grega, com uma roupagem contemporânea e recheada de ícones pop para os deuses do Olimpo, transformando os semideuses sofridos das lendas antigas em garotos e garotas em idade escolar, às voltas com superpoderes, primeiros amores e relacionamentos difíceis com os pais imortais.

Os cinco volumes são:

1) Percy Jackson e O Ladrão de Raios
2) Percy Jackson e O Mar de Monstros
3) Percy Jackson e A Maldição do Titã
4) Percy Jackson e A Batalha do Labirinto
5) Percy Jackson e O Último Olimpiano

É diversão garantida desde o primeiro volume! Ótimo para as férias que se aproximam!

By Joemir Rosa.

%d blogueiros gostam disto: