Arquivo para Notícias

Emoções que geram saúde

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/04/2013 by Joe

Pensamentos positivos

Quando pensamos no conceito de felicidade, é inevitável que relacionemos esta palavra a muitas coisas: saúde, dinheiro, realização afetiva e profissional, segurança, etc.

Sem elas se torna difícil alcançarmos o estado de equilíbrio interior e paz, a que chamamos felicidade, pois ficamos paralisados por sentimentos de angústia e frustração.

No entanto, a sensação de bem-estar e alegria pode tornar-se permanente em nós, mesmo quando a vida nos apresenta grandes desafios e obstáculos. Isso será possível se nos dedicarmos constantemente não só à manutenção de nossa saúde física como também de nosso equilíbrio emocional.

A prevenção de doenças em nosso corpo físico tem sido frequentemente abordada pelos meios de comunicação. Hoje sabemos que a reeducação alimentar, o sono regular, a prática de exercícios físicos e o controle de vícios como o álcool e o fumo, são os requisitos básicos para uma vida saudável.

Entretanto, muito pouco se fala sobre os meios de se alcançar a saúde emocional que, conforme já comprovaram diversos estudos científicos, é tão importante para a prevenção de doenças quanto a mudança nos hábitos alimentares.

Assim como um pensamento negativo é capaz de abalar nosso ânimo, do mesmo modo pensamentos positivos podem ser um antídoto poderoso para a tristeza, o desânimo e a falta de fé. Por isso, devemos cultivá-los constantemente e fazer com que a alegria, o otimismo e a esperança prevaleçam em nossa mente.

Você já experimentou contabilizar quantas das notícias que lê ou assiste diariamente na TV trazem algo de positivo para sua vida? Se já fez isso, pode constatar que a maioria delas só servem para estimular sentimentos negativos como o medo, a insegurança, a violência e a desesperança.

O médico Wanderlei Ribeiro Pires, em seu livro “Qualidade de Vida”, afirma que o fluxo contínuo de informações negativas, aliado ao excesso de atividade mental e à falta de interiorização, é o principal mecanismo desencadeador das chamadas doenças do homem moderno.

Segundo Wanderlei, as doenças são o apelo final do corpo. Elas tiram-nos de circulação por algum tempo. Fazem-nos parar, refletir. Elas sim, cobram mudanças radicais.

Por isso, zelar pela saúde de nosso corpo, é cuidar da higiene e saúde de nossas mentes, inundando-as de pensamentos positivos e aquietando-as através de um longo e silencioso mergulho para dentro de nós mesmos, no nosso mundo interior.

Não sejamos assimiladores passivos da negatividade. Optemos diariamente por cultivar hábitos saudáveis como meditar, ler livros comoventes, assistir filmes que trazem valiosas lições de vida ou simplesmente nos fazem rir, ouvir música que alimenta a alma, ou admirar obras de arte, que reforçam em nós o valor da beleza.

À medida em que recorremos a estes preciosos remédios, mais amor, alegria e esperança penetram em nossa mente. Consequentemente, mais saúde física e emocional!

By Elisabeth Cavalcante.

A vida não é uma corrida

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 20/12/2012 by Joe

A vida não é uma corrida

Está chegando o fim do ano e é momento de reflexão de como foi este e como será o que ano que chega. É tempo de estratégia pessoal. O que quero para mim e para minha família? Qual são meus sonhos? Estou realizando-os ou postergando-os? Ou nem tive tempo para pensar sobre eles?

A tecnologia trouxe facilidades técnicas, mas trouxe também dificuldades de lidar com o tempo. Tudo é muito rápido, tudo é para ontem, e assim o ano passa veloz e nem “sentimos”.

Para aprofundar um pouco o tema, trago uma carta de uma menina com uma doença terminal, internada em um hospital em Nova York. Não tenho notícias atuais dela. Mas o que ela diz é profundo e cada frase merece uma parada para meditação.

“Alguma vez você já viu crianças brincando de roda? Ou ouviu o som da chuva batendo no chão? Já seguiu o voo errático de uma borboleta? Ou olhou para o sol dando lugar à noite?

É melhor desacelerar… não dance tão rápido. O tempo é curto e a música acaba…

Você passa batido por cada dia? Quando você pergunta “como vai você?” ouve a resposta? Quando acaba o dia, você se deita em sua cama com a próxima centena de tarefas percorrendo sua cabeça?

É melhor desacelerar… não dance tão rápido. O tempo é curto e a música acaba…

Alguma vez disse a seu filho “pode ser amanhã?” e, na sua pressa, percebeu a tristeza em seu rosto? Já perdeu contato e deixou morrer um amigo porque nunca teve tempo de ligar e dizer “oi”?

É melhor desacelerar… não dance tão rápido. O tempo é curto e a música acaba…

Quando você corre para chegar a algum lugar, perde metade da graça em chegar lá. Quando se preocupa e atropela seu dia é como um presente que vai para o lixo sem ser aberto.

A vida não é uma corrida, vá devagar. Ouça a música antes que ela acabe.”

Desconheço a autoria.

Onde andará essa tal felicidade?

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12/10/2012 by Joe

Muitas vezes pergunto às pessoas quanto vale sua felicidade. A maioria não sabe responder ao certo seu valor. Algumas dizem que sua felicidade está nos filhos, na casa, no trabalho, nos netos, na família e que isso não tem valor. Outras dizem que sabem o valor de sua felicidade de acordo com o sacrifício que fizeram durante toda a vida para ter estudo, para conseguir os seus bens ou para criar seus filhos. As noites sem dormir, os dias longe de casa, o chefe pegando no pé ainda são sinônimos de recompensa para muitos, o seu sacrifício pela felicidade! Ainda existem outras pessoas que conseguem quantificar sua felicidade de acordo com uma conta bancária recheada.

E você sabe o valor de sua felicidade?

Esta é uma tarefa difícil para nossa mente racional, saber como quantificar essa tal felicidade. Felicidade é algo que não tem preço ou pode ser quantificada. É um sentimento puro que ninguém pode lhe dar, vender, trocar, arranjar ou emprestar. Por outro lado, a melhor das notícias: você já nasceu com ela dentro de si! Ninguém pode roubar, destruir, acabar, tirar, saquear a sua felicidade. É você quem decide a hora de sentir, a hora de viver a sua felicidade.

Assim como ela é sua de nascença, como a sua respiração, seu sangue, sua força, seu amor, ninguém no mundo poder ser responsável pelos seus sentimentos ou mesmo ser responsabilizado por sua dor. Este é o momento de você assumir a responsabilidade por seus sentimentos e proporcionar o seu encontro com o seu próprio Ser.

Chega de buscar a felicidade lá fora. Pare de ficar desperdiçando o seu tempo olhando para o jardim do outro. Pare de procurar a mina de tesouro ou a fórmula mágica que nunca existiu. Existe um segredo guardado dentro de seu baú interior, com uma riqueza inigualável e inestimável. Existe uma jóia guardada dentro de seu coração, repleta de luz, de amor, de eternidade!

Comece agora, neste momento, a sua nova jornada com a consciência desperta e liberta de limites. Entregue todas as suas buscas decepcionantes a este coração que a tudo ama e que a tudo acolhe. Assuma a responsabilidade pelos seus atos e decida viver feliz, agora!

By Daniela Dias de Souza, Master Trainer em PNL, coach, palestrante e consultora.

Quanto tempo você acredita que viverá?

Posted in Atualidade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/06/2012 by Joe

Cem anos? Cinqüenta? Vinte? Dez? Um? Seja quanto for, você provavelmente estará errado. Nosso tempo médio de vida é até possível de saber. Mas uma média não é uma certeza. Um adolescente pode ter apenas mais quatro anos de vida, enquanto uma mulher de 70, pode ainda viver mais trinta e cinco. Já temos mais de 30 mil pessoas no Brasil acima dos 100 anos. Leciono na Universidade Federal de São Paulo para turmas nas quais o aluno mais jovem tem 60 anos!

Em um mundo no qual a expectativa média de vida era de 25 anos, como há apenas dois séculos, no Brasil, praticamente todos os meus leitores estariam mortos. Na verdade, com tanta inexperiência controlando os países, é um milagre que tenhamos chegado até aqui. Não que experiência seja garantia de qualidade, como podemos ver pelo que acontece no mundo.

Mas hoje, com a expectativa média de vida disparando, há um número crescente de homens e mulheres com 70, 80 ou 90 anos, vivendo ainda como as pessoas de 60 viviam, há somente duas ou três décadas.

Roberto Marinho (1904-2003) criou a Rede Globo quando completou 60 anos. Morreu depois dos 90. E ele era de uma geração em que a expectativa média de vida era de 40.

Mas isso não é um caso isolado. Ted Turner, o criador da CNN, a maior rede de notícias do mundo, era um playboy e esportista até os 40. Quase perdeu tudo, várias vezes na vida. Depois disso, criou a CNN, mesmo tendo sido sabotado várias vezes pelos concorrentes. Continua um playboy esportista.

Nelson Mandela ficou mais de dez anos sendo bloqueado ativamente pelo governo sul-africano e vinte sete anos na cadeia, por razões políticas. Aos setenta e dois anos começou tudo novamente, saindo da prisão, tornando-se presidente da África do Sul e mudando o país que liderou, além de entrar para a história do planeta. Ele nasceu em 1914.

Silvester Stallone (1946) filmou Rock Balboa (ou Rock 6) há dois anos e lançou-o há um ano apenas. Ele tem sessenta e dois anos e ainda está fisicamente como há algumas décadas estariam os lutadores de metade da sua idade. Na verdade, sua forma física está tão boa quanto a de seu oponente.

No Brasil, a revista Exame publicou um artigo sobre o empresário Ueze Zahran, filho de imigrantes libaneses que fundou o Capagaz. Zahran controla um pequeno império de mais de 1 bilhão de dólares, fundado quanto ele tinha 31 anos. Mas o que chama a atenção é que ele está com oitenta e dois anos, e tem a disposição e a forma física de alguém muito mais jovem.

Na música, temos também um caso curioso. Eleito por uma publicação recente como principal símbolo sexual masculino do Brasil, Chico Buarque de Holanda também já passou dos sessenta anos. Nem vou falar dos Rolling Stones, que têm um público de fãs que incluem os que ainda nem saíram da puberdade. Impensável há algumas décadas!

Isso para não falar das pessoas que se casam com homens e mulheres que têm 30 anos menos que eles. E não me refiro a artistas, que casam e descasam como se trocassem de roupa, mas a gente comum.

Algo está mudando. Algo que parte da nossa sociedade ainda não viu.

Se Mandela escutasse sua família, ficaria em casa recebendo alguma pensão do governo, sentado. Pense em um homem de 72 anos que ficou preso metade da vida. A maioria das pessoas imagina que homens com esta idade deveriam estar pensando em que programas de TV vão assistir hoje.

Stallone? Se escutasse os críticos seria vendedor de bolinhos no Central Park, e não um milionário ator que se diverte fazendo o que faz. Ted Turner? Estaria construindo barcos de pesca e bebendo até cair, dia e noite. Zahran? Estaria na cadeira de balanço e teria passado o bastão há muito tempo para algum jovem de sua empresa. Se é que ainda teria uma empresa.

Para cada um desses homens e mulheres que também têm história similar sempre houve a crença de que nem tudo o que você começa, termina, mas absolutamente tudo o que você termina, teve que começar. Comece agora. Não amanhã. Não ontem. Hoje. Hoje.

Se você tem mais de cem anos, sugiro que vá com calma! O mundo ainda chega lá.

Se você tem mais de 70, sugiro que não tenha calma nenhuma. Faça o que você tiver vontade de fazer. Viaje, crie, pinte e borde – e não me refiro a quadros, nem tecidos.

Se você tem entre vinte e setenta, sugiro que não se importe com convenções sociais. Elas foram feitas por quem não tinha coisa melhor para fazer, além de falar da vida dos outros. Vá e faça. Já que vão falar de você, de qualquer jeito, arrisque-se a ir contra a maré. O mundo espera isso de você. E, se não aprovarem, mande-os “catar coquinho na praia perdida”.

Se você tem menos de vinte, aprenda tudo o que puder, e agradeça por viver em um século no qual você está no início da vida, não no final.

Não importa a idade que você tenha. É hora de começar algo novo. Nem tudo o que você começa, termina. Mas absolutamente tudo o que você termina, teve que começar.

O que você vai começar hoje?

By Aldo Novak.

Relações banalizadas

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 08/06/2012 by Joe

No mundo moderno as comunicações operam-se com grande rapidez e eficiência.

Internet, televisão e cinema constituem instrumentos de difusão de informações e modos de vida. Graças a eles se tem notícia do quão liberais estão os costumes.

Valores tradicionais são colocados em xeque.

A educação baseada na proibição dá mostras de periclitar.

Os jovens exercitam a sexualidade cada vez mais cedo.

Tabus caem e nada mais parece errado.

Segundo uma concepção que se generaliza, o importante é ser feliz. Essa felicidade é identificada com a realização de sonhos e a obtenção de prazeres.

Entretanto, a vivência dessa nova cultura não parece proporcionar paz e plenitude. Problemas psicológicos, como depressão e ansiedade, se alastram.

A troca constante de parceiros traz vazio e insatisfação. Uma série de relações sem profundidade em nada contribui para o amadurecimento afetivo. A ausência de compromisso sério tornam banais os relacionamentos.

Em clima de banalidade é impossível surgir uma afeição genuína e profunda. A qualquer sinal de dificuldade, o rompimento surge como uma opção simples e fácil. Pessoas tornam-se descartáveis nas vidas umas das outras.

A procura da felicidade torna-se um processo de infantilização. Ao invés de serem identificados e resolvidos os problemas de uma relação, foge-se deles. É como se os seres humanos se assemelhassem a eletrodomésticos. Quando surgem problemas, um é facilmente substituído por outro. Trata-se de uma triste característica que se incorpora na personalidade. Gradualmente, optar pela solução mais fácil torna-se uma segunda natureza.

Ocorre que a solução mais fácil nem sempre é a mais honrosa. Em questões morais, raramente agir com correção é fácil. Caso se opte sempre pela facilidade, corre-se o risco de perder completamente as referências éticas. De leviandade em leviandade, o homem se converte em um monstro egoísta e imoral. As dores e os problemas dos outros deixam de ter qualquer importância. O relevante é não se incomodar e seguir despreocupado.

Entretanto, ação gera reação. Quem se permite desprezar, ferir e seguir adiante, gradualmente se vê isolado. Contudo, a dor destina-se a desenvolver a sensibilidade e não poupa ninguém. Todo mundo, mais cedo ou mais tarde, experimenta dificuldades e necessita de apoio. Em épocas difíceis, de dor e desolação, um ombro amigo é um tesouro de inestimável valor.

Ciente disso, não se negue a apoiar quem precisa de você. Não banalize suas relações e nem imagine que as pessoas são descartáveis. Não tenha como meta de vida a despreocupação. Descubra a ventura de estabelecer vínculos afetivos sólidos e profundos. Permita-se partilhar os problemas dos outros. Converta-se em alguém solidário e disposto a colaborar.

Quando surgirem problemas em uma relação, resolva-os, como adulto que é. Talvez sua vida se torne um pouco menos despreocupada. Mas ela ganhará em plenitude e maturidade.

O exercício da solidariedade e da compaixão o fará um ser humano melhor. E, com certeza, ser digno e bom lhe proporcionará paz e alegria.

Pense nisso.

Desconheço a autoria.

Crise

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 27/02/2012 by Joe

Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente. Ele não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia o melhor cachorro quente da região.

Ele se preocupava com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.

As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses.

E o negócio prosperava e prosperava . . . Seu cachorro quente era o melhor!

Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O menino cresceu e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.

Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo, agradando e prosperando e decidiu ter uma séria conversa com o pai:

– “Pai, então você não ouve rádio? Você não vê televisão? Não acessa a Internet e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso país é crítica. Está tudo ruim. O Brasil vai quebrar”.

Depois de ouvir as considerações do filho doutor, o pai pensou:

– “Bem, se meu filho, que estudou Economia na melhor faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, e acha isso, então só pode estar com a razão!”

Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, óbvio, de pior qualidade). Começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, piores). Para economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na estrada. Abatido pela notícia da crise, já não oferecia o seu produto em voz alta.

Tomadas essas ‘providências’, as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar economia na melhor faculdade … quebrou!

O pai, triste, então falou para o filho:

– ‘Você estava certo, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise!”

E comentou com os amigos, orgulhoso:

– “Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar economia, ele me avisou da crise …”

Tiramos uma grande lição dessa história:

Vivemos em um mundo contaminado de más notícias e, se não tomarmos o devido cuidado, essas más noticias nos influenciarão a ponto de roubar a prosperidade de nossas vidas!

Este texto, originalmente, foi publicado em 24 de fevereiro de 1958 em um anúncio da Quaker State Metais Co. Em novembro de 1990 foi divulgado pela agência ELLCE, de São Paulo.

E hoje, em pleno 2012, continua atualíssimo! Cuidado com essa contaminação que anda perambulando pelo mundo, não só no que diz respeito à Economia, mas também em outras áreas. Fique atento, principalmente, com o envenenamento mental interior.

By Joemir Rosa.

Dicas fantásticas para ficar pobre!

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/02/2011 by Joe

Vou listar alguns comportamentos que são verdadeiros ladrões de prosperidade, e que muitas vezes não temos consciência do quanto são prejudiciais. Todos estão ligados, de uma forma ou de outra, ao pensamento de escassez. Portanto, se você quiser plantar problemas financeiros, pratique o seguinte:

– Fale mal dos ricos. Diga que são todos arrogantes, desonestos, corruptos, generalize mesmo, diga que não há exceção, e que se houver, você nunca conheceu uma. Assim, você fará de tudo para nunca ser um deles. Se você fala só um pouquinho mal dos ricos, então você também fará somente um pouquinho para não se tornar um deles.

– Fale mal do dinheiro: Diga que é fonte de todo mal, da ganância, que corrompe as pessoas. Associe todo tipo de pensamento e sentimento negativo a ele, dessa forma você desejará que ele fique bem longe.

– Reclame das contas que você tem a pagar: sempre que chegar uma conta, se aborreça bastante. De preferência, tenha uma azia. Diga o quanto ela é absurda e o quanto as empresas são ladras e exploradoras. Pode ser qualquer conta: água, luz, telefone, condomínio, escola das crianças, cartão de crédito, parcela do carro. Nunca reconheça os benefícios que os serviços que utilizados trouxeram pra você. Reclame bastante, gaste muita energia com isso. Quem sabe assim, na próxima vez, a conta venha menor.

– Seja mesquinho: não doe nada nunca. O que é seu é seu. Ajudar? Pra quê? Se a vida já está tão difícil e você lutou tanto… Além do mais, tem muita corrupção nas instituições. Não dá pra confiar em ninguém, seu dinheiro vai ser roubado se você doar. Guarde tudo pra você, afinal de contas, não sabemos o dia de amanhã.

– Leia e colecione todo tipo de notícia ruim sobre a economia: assista atentamente aos noticiários, leia todas as reportagens. Toda vez que tiver uma notícia ruim a respeito da economia, preste muita atenção. Se for revista ou jornal, recorte e guarde para você não esquecer. Isso não vai deixar você pessimista, mas sim, realista. Você é uma pessoa que precisa e gosta de estar bem informada para poder se prevenir.

– Atribua a sua situação econômica e a dos outros à sorte ou ao azar: quando vir alguém muito bem financeiramente diga que foi sorte. Quando você estiver mal, diga que foi azar. Reze bastante para que a sorte bata à sua porta e você possa finalmente prosperar, quem sabe até mesmo, ganhar na loteria. A verdade é que você tem pouca ou nenhuma influência sobre a sua vida financeira e só é possível ter esperança contando com a sorte mesmo.

– Fique revoltado quando souber de alguém que ganha um salário altíssimo: não é justo que um artista ou um jogador de futebol ganhe tanto! Afinal de contas, você e outras pessoas estudaram mais, são mais inteligentes e não ganham uma fração do que eles ganham. Fique bastante revoltado. Quem sabe assim o salário deles diminui e o seu cresce.

– Pechinche ao máximo, sempre: quando for contratar alguém para realizar qualquer tipo de serviço, sinta-se feliz em conseguir fechar tudo a um preço inacreditavelmente baixo. Faça isso até mesmo quando for comprar coisas quem têm valor irrisório, tipo o amendoim na praia ou pamonha na rua. Parta do princípio que todos são exploradores e oportunistas e que você precisa se proteger. Quando alguém prestar um serviço surpreendentemente bom, nada de dar gorjetas ou elogios, pois a pessoa não fez nada além da sua obrigação.

– Culpe aos outros pela sua situação financeira: culpe o governo, seus pais, seu ex-marido ou sua mulher, os filhos, seu sócio, etc… Se possível xingue todos eles três vezes por dia. Assim, quem sabe eles tomam consciência e vão deixar de atrapalhar sua vida e você vai prosperar muito.

– Tenha vergonha de prosperar: quando alguém elogiar algo que você tem, diga que comprou na promoção, dividido em dez vezes no cartão! Pode ser uma viagem que você fez, um relógio, uma roupa, não importa. Você é uma pessoa modesta, humilde e não quer ser confundido com um rico esbanjador e ganancioso. Além disso, você ainda vai evitar muita inveja.

– Sempre que puder, leve vantagem sobre algo ou alguém: o mundo é dos espertos, né? Só assim se consegue ganhar bem. Sendo assim, falsifique carteira de estudante para pagar meia entrada (ou peça a de alguém emprestada, pra não correr o risco de ser preso), venda um serviço fazendo propaganda enganosa, prometa e não cumpra, peça uma grana emprestada e não pague… As pessoas não vão confiar em você depois, mas o que importa isso? Você já teve a vantagem e já se deu bem. Ah sim, quando a conta do restaurante vier faltando alguma coisa, não avise ao garçom de jeito nenhum! O restaurante já é muito rico e só quer se dar bem em cima de você; você merece dar esse pequeno troco neles.

Bem, esses são apenas alguns comportamentos fantásticos para criar a pobreza.

By André Lima – EFT Practitioner, Terapeuta Holístico, Mestre Reiki e Engenheiro.

%d blogueiros gostam disto: