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O mal da rotina

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O mal da rotina

Seu Jorge já cantarolava, abençoado por uma melodia de Chico Buarque: “Todo dia ela faz tudo sempre igual/ me sacode às seis horas da manhã/ me sorri um sorriso pontual/ e me beija com a boca de hortelã”. Ambos os amantes não pareciam incomodados com a rotina que o casal compartilhava, e a composição não deixa transparecer qualquer desconforto com o cotidiano previsível. Mas e se ela o acordasse um pouco antes para cobrir-lhe de beijos com gosto de… maçã? Se não sorrisse ao acordá-lo, mas o pegasse desprevenido com cócegas que o fizesse perder o ar de tanto rir? E se ele faltasse ao trabalho, um dia que seja, para brindar a vida na companhia da amada?

Gostar de rotina não é algo ruim. Precisamos dela para nortear nossas vidas, dar linearidade ao nosso cotidiano, nos tirando do caos e auxiliando-nos a dar foco às metas. A rotina é a nossa cura da ressaca, nosso mais do mesmo que precisa existir, nossa obediência às regras, nossa submissão ao tempo, nossa dose de normalidade diária.

Sair da rotina, do óbvio, é um tanto doloroso para algumas pessoas. Arriscar-se numa atividade nova, atrasar-se mais que cinco minutos, um feriado no meio da semana (acredite: há quem não goste nem um pouco de feriado que tire da mesmice de uma semana de trabalho) nem sempre é fácil de encarar. Ainda mais pra quem trabalha com o método da agenda: acordar às seis, ler as notícias acompanhado de uma xícara de café – nem muito quente, nem frio, nem morno: acertar o ponto todas as vezes é crucial e rotineiro, por assim dizer – tomar um banho rápido, vestir-se e chegar no trabalho às oito. Nem sete e cinquenta e dois, nem sete e cinquenta e nove, muito menos oito e um. Oito. Trabalhar incessantemente, voltar pra casa (pelo mesmo caminho de sempre), assistir qualquer porcaria na televisão, dormir. Fim de semana é almoçar na mãe, ir ao cinema, voltar antes que escureça, dormir.

Pessoas assim não se permitem experimentar algo novo e ousado, por mais simples que seja. Por mais que a mídia tenha explorado e criticado positivamente aquela peça que está em cartaz todas as quartas, não é digno se dar ao luxo de fazer um programa cultural em plena quarta-feira. Amanhã é quinta, dia de labutar. Às oito em ponto.

Por mais que delivery de pizza seja prático, rápido e barato, não custa nada explorar os demais restaurantes da cidade, levar a garota ou o garoto para degustar sushi, comida chinesa, tailandesa, ou churrasco gaúcho, que seja. Algo que não venha engordurado dentro de uma caixa de papelão.

Há quem não goste de acampar na praia, mas que nunca sequer dormiu dentro de uma barraca e protege-se dos pés à cabeça do sol, da areia e da água salgada que resseca e quebra o cabelo. Tem gente que detesta balada, porque sempre frequentou a mesma casa noturna, que conta sempre com a presença dos mesmos DJ’s, sempre com as mesmas pessoas.

Há quem não goste de beber, mas que nunca bebeu, que não goste de redes sociais e que sempre conservou a velha conta de e-mail no BOL, que não goste de chuva, mas que nunca sentiu a deliciosa sensação da água refrescando o corpo num dia de calor infernal, que não gosta de música brasileira, mas que nunca se arriscou a ouvir os mestres da MPB – e que, inclusive, critica ferozmente o nosso funk, mas que dança de forma frenética ao som do pop e do hip hop americano que faz apologia às drogas e ao sexo, com letras tão “proibidonas” quanto as do ritmo carioca.

De que vale a vida, penso eu, se não arriscarmos, nos entregarmos ao novo? Ter o coração partido e se fechar para um novo amor; permanecer num emprego que te causa infelicidade, mas que garante estabilidade; dormir cedo sempre; nunca se atrasar; ir ao mesmo cinema; frequentar as mesmas praias; estranhar novas amizades… que perda de tempo!

Durante muito tempo fui um pouco assim, e confesso que ainda sou paranóica com horários e rotina, mas estou tentando mudar. Reconhecer que a minha bolha é limitada e que a zona de conforto não nos oferece nada mais que conforto é o primeiro passo.

Toda revolução sofre um pouco de resistência no ínicio – mesmo que a revolução seja mudar de cafeteria ou de marca de sabão em pó – mas pequenas ações podem resultar em mudanças positivas na nossa vida.

Se o café está bem quente, eu acho bom. Se está morno, me incomodo um pouco, mas engulo feliz. Se tem suco, agradeço: mais um dia sem cafeína. Viver metodicamente é não viver, ou viver pela metade.

Você por acaso sabe se existe vida após esta aqui? Melhor não desperdiçar. Hortelã pode ser bom, mas há uma infinidade de sabores por aí.

By Jennifer Severo.

A paz interior

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A paz interior

Aconteça o que acontecer na sua vida, não perca a sua paz interior, ela é a força que você precisa para manter-se em equilíbrio mesmo durante as piores tempestades. Nessa época de pessoas atormentadas por pesadelos, por frustrações e sonhos desfeitos, manter a paz é fundamental para não cair nas armadilhas da depressão.

A carga de informação que você recebe durante o seu dia, a pressão do trabalho, dos estudos e dos relacionamentos, acaba deixando seus nervos em pedacinhos. Se você não estiver com o pensamento voltado para o seu bem estar, você não consegue manter o equilíbrio e aí o seu fígado começa a sofrer as primeiras consequências; daí para as doenças do estômago como a gastrite, a úlcera e outros nomes não muito recomendáveis, é um passo.

É preciso que você coloque filtros em sua vida e, ao receber as notícias, sejam elas quais forem, analisar e rapidamente descartar o que não for realmente importante para sua caminhada.

Manter-se em paz é um exercício diário, porque muitos obstáculos estarão presentes no seu dia a dia, a começar pelo seu lar, onde sob o mesmo teto reúnem-se pessoas que não compartilham as mesmas ideias que você.

No trabalho outros problemas nos aguardam. Manter o emprego esta cada vez mais difícil devido a enorme competição imposta pelas empresas entre os funcionários, tornando o clima às vezes “infernal e insuportável”.

Para complicar, tem o seu relacionamento que anda às vezes tão complicado por coisas tão bobas, que você fica pensando, será que vale a pena? E quando você está a sós, fica imaginando que não nasceu para amar e ser amado, que os anjos te esqueceram e outras besteiras que a solidão causa.

Tudo isso e mais aqueles amigos que acreditam que você é poderoso e usam seu ombro como se fosse um grande muro das lamentações e deixam você mais carregado de energias nada boas.

Cuide-se enquanto é tempo. Para que sua paz continue, use estas regrinhas básicas:

– Use o bom senso ao ler as notícias.

– Pare de ir no embalo dos alarmistas de plantão.

– Ao entrar no local de trabalho, faça uma prece em silêncio e cumprimente a todos com alegria.

– Respeite-se; se não estiver com vontade de falar com ninguém, retire-se e pare de fingir que está tudo bem.

– Peça ajuda. Para ajudar alguém precisamos estar muito bem. Se você não estiver bem, esqueça, você vai prejudicar a você e a quem pediu ajuda. A paz é uma conquista daqueles que se amam.

– Ame-se pelo amor de você mesmo! Ninguém tem o direito de invadir a sua paz e se o estão fazendo é porque você está permitindo.

– Reveja seus atos. Para manter a sua paz vale tudo: banhos relaxantes, orações, terapias, e muito amor. A paz é um exercício diário.

– Sorria mais, relaxe, busque um cantinho dentro de você para ser feliz. Você é responsável pelo seu bem estar. Estando feliz, o outro seguirá o seu exemplo.

– Acredite em você.

– Valorize-se. Você merece muito mais do que tem hoje, e vai conquistar se mantiver seu pensamento voltado para suas conquistas, sonhos e desejos.

Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um se chama ontem e outro amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer, e principalmente viver.

Desconheço a autoria.

Amor não correspondido

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/06/2014 by Joe

Amor não correspondido

Sofrimentos de amor acometem homens e mulheres. Quem já não sofreu a pungente dor de um amor não correspondido ou complicado? Quantas vezes ficou com os olhos fixos no telefone e ele não tocou? A pessoa amada não ligou. Quantas vezes você checou seus e-mails à espera de um e-mail do seu amor? A caixa lotada, mas nenhuma linha da pessoa amada. Amor sem beijos, sem carinhos e quase sem a presença da pessoa amada.

Algo em comum aumenta o sofrimento do amor não correspondido: a desilusão e a esperança. A dor é forte, mas um fiozinho de esperança acalenta seu coração. O que é proibido e complicado parece mais saboroso. Quando a pessoa amada liga, depois de semanas sem dar notícias, seu coração dispara. Ouvir a voz dele (a) é um consolo para suas noites insones. Na caixa de e-mails, lá está o e-mail esperado. Seu coração se aquece, a esperança retorna com mais força.

Se você vive um amor complicado ou não correspondido há algum tempo, pare e pense. Os minutos da sua vida estão passando. E o que você tem feito da sua vida a não ser esperar e esperar pela atenção da pessoa amada? Os amores impossíveis ou platônicos têm algo em comum: a inacessibilidade da pessoa amada. Ela nunca está presente. Fugidia, irreal e inconstante. Uma pessoa que não está “na sua”. No entanto, é difícil acordar para a realidade.

A vida é feita de escolhas. Traçamos nossos destinos baseados em nossas emoções e sentimentos. Atraímos as pessoas e os amores. Você quer ser feliz ou não? Gostaria de viver um amor correspondido? O destino está lhe preparando um grande amor. Basta sua decisão: parar de sofrer. Parar de roer as unhas de raiva, ciúme e desilusão. Ponha um ponto final neste amor doido em que você ama e a outra pessoa é sempre difícil e inacessível. Você pode até dizer “Meu amor basta para nós dois!” Será?

Para viver um amor complicado você precisa de uma certa dose de masoquismo. Sofrimento misturado à alegria, quando você recebe uma migalha de carinho. Algumas pessoas não sabem viver um amor correspondido. Atraem para si pessoas complicadas. Gostam do mistério e do irreal. Não deixa de ser um motivo para fugir à realidade sofrida.

O fortalecimento da sua autoestima será muito promissor para sua felicidade amorosa. Invista em você mesmo (a). Renove sua esperança. Chega de masoquismo! As pessoas que sofrem muito por um amor não correspondido não têm fé no futuro. Recarregue a bateria da sua fé. Você vai encontrar alguém que corresponda ao seu amor. Por que não? É difícil abandonar este alguém tão maravilhoso e difícil? Por que valoriza tanto esta pessoa? Mais uma vez, a imaginação lhe pregando peças. Saiba diferenciar o amor verdadeiro da fantasia e da ilusão. O amor verdadeiro é uma troca real de carinho, presença e comprometimento.

Faça as pazes com seu espelho. Afirme para si mesmo (a) que você merece amor, carinho e respeito. E se a outra pessoa não corresponde ao seu amor… azar o dela! Não sabe o que está perdendo! Aliás, você sim, está perdendo uma chance maravilhosa de encontrar outra pessoa e ser verdadeiramente feliz!

By Sandra Cecília.

Estratégias para uma vida melhor

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Estratégias para uma vida melhor

Vivemos reclamando da vida, da sorte, do destino, das pessoas, da falta de amor, da falta de dinheiro, enfim, de uma série de coisas que achamos serem importantes para nossa felicidade.

Mas quanto realmente estamos dispostos a mudar para que consigamos tudo isso e muito mais?

Abaixo, algumas dicas aqui que podem colaborar com a estratégia para chegarmos aos nossos melhores objetivos.

De dentro para fora:

1. Pense sempre de forma positiva. Toda vez que um pensamento negativo vier à sua cabeça, troque-o por outro! Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso do dia para a noite; assim como um “atleta”, treine muito.

2. Não tenha medo de nada nem de ninguém. O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores. Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder ao outro. Fique longe de notícias sobre violência, crimes, fofocas e outros programas de televisão que só exploram a desgraça humana!

3. Não se queixe. Quando você reclama, tal qual um ímã, atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado começa a se materializar quando nos lamentamos. Troque a queixa pela gratidão!

4. Risque a palavra “fracasso” do seu dicionário. Não se permita essa sensação pois, quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para mentes opressoras e agressoras, que vibram com a nossa melancolia. Ignore-as. Fale sempre em “resultados”! Assim, se o resultado não for o esperado, você pode analisar o caminho que o levou até ali e rever onde se desviou dos objetivos!

5. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral. Procure conviver com gente alegre, feliz e próspera!

6. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente. Procure viver com serenidade e, quando tiver vontade de explodir, conte até dez.

7. Viva o presente. O ansioso vive no futuro. O rancoroso vive no passado. Aproveite o aqui e agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer a pena. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.

De fora para dentro:

1. A água purifica. Sempre que puder, vá à praia, a um rio ou a uma cachoeira. Em casa, enquanto toma banho, embaixo do chuveiro, de olhos fechados, imagine que seu cansaço físico e mental estão indo por água abaixo, junto tudo que o aborrece e magoa.

2. Ande descalço quando puder, na terra, de preferência. Em casa, massageie seus pés com um creme depois de um longo dia de trabalho. Escalde-os em água morna. Acrescente um pouco de sal para relaxar mais.

3. Mantenha contato com a natureza; tenha em casa um vaso de plantas, pelo menos. Adote um animal de estimação. Cuide deles com amor e carinho. O amor que dedicamos às plantas e animais acalma o ser humano e funciona como relaxante natural.

4. Ouça músicas que o façam cantar e dançar. Seja qual for o seu estilo preferido, a vibração de uma canção tem o poder de nos fazer sentir vivos, aflorando a nossa emoção e abrindo o nosso canal com alegria.

5. Não deixe que a saudade o sufoque, que a rotina o acomode, que o medo o impeça de tentar. Liberte-se! Sempre que puder, livre-se da rotina e pegue a estrada, nem que seja por um único dia. Conheça novos lugares e novas pessoas. Viva a vida real!

6. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque “embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.”

7. O medo nos afasta das derrotas, mas das vitórias também!

Desconheço a autoria.

Por que a lei da atração não funciona para mim?

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A Lei da Atranção não funciona para mim

Em vários posts passados, escrevi sobre a “Lei da Atração”, sobre o livro “O Segredo”, “A Força do Pensamento” e diversos outros que nos falam e ensinam técnicas para alcançarmos aquilo que desejamos na vida. A própria Física Quântica nos prova que podemos construir nossa realidade de acordo com nossos desejos (use o BUSCA do blog para saber mais sobre esses temas).

Porém, muita gente tem me perguntado porque, apesar de treinar e treinar e treinar essas técnicas diariamente, não conseguem atingir seus objetivos, porque a Lei da Atração parece não funcionar para elas. Então, aproveito a oportunidade para listar os dez principais motivos que podem estar impedindo a realização de tantos sonhos. Leiam com atenção e pratiquem, mas pratiquem muito seguindo os conselhos abaixo!

By Joemir Rosa.

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Os dez principais motivos para você não estar conseguindo atrair o que quer:

1. Você possui crenças negativas sobre você

Alguns aspectos nos fazem determinar características ruins para nós mesmos e essas muitas vezes são irreais e nos impossibilitam de chegar aonde queremos. Por exemplo: você pode até querer ser milionário, mas acredita que não é esforçado o suficiente para manter um negócio grande, pois muitas vezes desistiu de projetos por medo. Ou, você até acredita ser esforçado, mas seu tio alguma vez lhe disse que você é muito “molenga” e você deixou aquilo entrar no seu ser.

A primeira coisa que você precisa entender para mudar isso é: nada é, tudo está. Você não é “molenga”. Você pode até ter estado assim, mas o seu eu não é, pois somos criações do Universo, e ele não falha. Então, dissolva qualquer crença negativa sobre você mesmo, pensando sempre assim:

– “Eu não sou nada, o que eu acredito ser é pura fantasia da minha mente, eu posso ser o que eu quiser, eu vou explorar o meu melhor, o meu melhor”.

2. Você não se aceita

Comumente associamos felicidade a um estereótipo. Acreditamos que a felicidade está em ser um tipo específico de pessoa ou alcançar uma certa posição, mas muitas vezes estamos equivocados. Por exemplo: você assiste a um filme onde tem uma mulher alta, com os cabelos lisos e loiros, que trabalha numa grande empresa no centro da cidade e fica para lá e para cá o dia inteiro. Você por outro lado, tem uma estatura baixa, os cabelos ondulados e adora trabalhar em um ambiente calmo e silencioso, movimento para você só na hora dos exercícios! Em vez de se aceitar e procurar fazer algo construtivo dentro das suas características, você tenta ser como a mulher do filme.

Você faz as técnicas para atrair um emprego em uma grande empresa, alisa e pinta seus cabelos e usa salto alto para ficar tão alta como ela. Mas será que é isso que lhe fará feliz? E se você tentasse atrair um trabalho em que você ocupe seu tempo com algo que lhe agrade?

3. Você não está assumindo o que você realmente quer

Da mesma forma que você pode ter criado estereótipos de quem quer ser, você deve ter criado um do que os outros acham certo. Não é por que seu pai foi bem sucedido na carreira dele, que você precisa fazer o mesmo que ele. Não é por que sua irmã casou aos vinte anos que você precisa casar também. Não é por que a sociedade só é feliz tendo carro, casa e celulares modernos, que você precisa ter também. Não é porque o mundo acha que o certo para você é “x” que será.

O que você quer?

Descubra o que vai fazer você feliz, independente do que os outros vão pensar. Quando você aplicar as técnicas para atrair o que realmente te trará a felicidade, vai ficar muito mais fácil de atrair, pois como já dizia o velho ditado: “O que é teu vem fácil”. Para melhorar esse aspecto, faça o seguinte exercício:

Feche os olhos, respire bem fundo, acalme sua alma e faça-se a seguinte pergunta:

– “Se eu fosse para uma cidade distante, onde ninguém me conhecesse, onde eu não tivesse que provar nada para ninguém, onde eu tivesse a oportunidade de começar do zero, o que eu faria?” O que você responder é o mais próximo de quem você é, e do que você realmente quer.

4. Você até espera o melhor do Universo, mas não se dá o melhor

Você quer que o Universo te traga um amor, mas você não se ama. Você quer que o Universo te traga alguém que cuide de você, mas você não se cuida. Você quer que o Universo lhe traga abundâncias financeiras, mas você não se permite comprar nada que lhe agrade.

Descubra o que você sabe fazer de melhor por você e, mesmo que seja algo bem pequeno, faça, pois independente do que seja, será o seu melhor, e o Universo te responderá com o melhor dele.

A lei da atração não responde apenas aos nossos pensamentos e sentimentos, ela também nos traz de volta as nossas atitudes.

5. Você não confia na sua parte

Uma das coisas que eu mais vejo são pessoas que não confiam no que estão fazendo. Elas começam a mudar os seus pensamentos, realizam técnicas, leem livros, mas não acreditam que estão fazendo certo. Essas pessoas sempre acham que estão erradas ou que ainda não estão 100%, então qual é o resultado? O Universo também não lhes dá os 100%.

Faça o que você aprendeu – o seu melhor – e confie ao Universo o resto.

6. Você quer fazer tudo sozinho e não confia nada ao Universo

Talvez essa seja uma das maiores dificuldades das pessoas. A fé no nosso planeta anda muito abalada por causa de crenças erradas de quem é Deus e de como ele age. Não confiamos realmente que ele nos dará alguma coisa, pois muitas vezes pedimos e não recebemos.

O que precisamos entender aqui é que não estamos pedindo nada e sim agindo em prol do que queremos de uma maneira diferente que aprendemos. E essa maneira nos diz que Deus ou Universo (não importa como você chama) caminha ao nosso lado, nos dando, conforme nos damos. Portanto, acredite de coração que a vida realmente se movimenta a seu favor quando você está a seu favor.

E, sim, ela te traz oportunidades, pessoas, coisas, etc., tudo o que você precisar para a sua felicidade e para sua evolução. Para aumentar a sua fé, você pode fazer o seguinte: tudo o que você for fazer – absolutamente tudo! – pense que você está fazendo com o Universo. Eu e o Universo vamos arrumar um emprego. Eu e o Universo vamos atrair um relacionamento para a minha vida. Eu e o Universo vamos sempre trazer o melhor para a nossa vida.

7. Você não está abrindo espaço para acontecer

Um erro muito comum que eu vejo é que as pessoas ficam tão obcecadas em realizar as técnicas que elas não dão espaço para o que elas querem se materializar. Exemplo: há dez dias você faz diariamente uma técnica de afirmações positivas. Você já está se sentindo super bem, possuidora do que você quer, criando uma energia super positiva, mas, ao terminar cada técnica, você já está planejando qual vai fazer amanhã para reforçar. Ou seja, você não acredita realmente que no espaço de tempo de hoje para amanhã, o que você quer possa se materializar.

É muito importante manter-se todos os dias positivo, mas mais importante ainda é abrir espaço para acontecer. Para resolver isso, faça suas técnicas e largue para lá! Como eu gosto de dizer: desapegue! Assim, você estará abrindo espaço para a concretização do que já é seu, mas ainda apenas não se manifestou.

8. Você está obcecado por algo muito específico

Você quer amor, mas só pode ser o amor de fulano. Você quer um emprego, mas tem que ser o emprego tal. Agora me responda: quem sabe realmente o que pode ser magnífico na sua vida? O Universo ou você? Mais uma vez eu sugiro: desapegue! Desapegue e peça ao Universo sempre o melhor, o mais abundante, o mais extraordinário! E confie, ele sempre trará o perfeito para você. E, talvez, o melhor seja o amor do fulano ou o emprego tal.

Mas também aceite que, se não for, será algo mil vezes melhor!

9. Você está sentindo com a mente e não com a alma

Acreditar com a cabeça em alguma coisa é até fácil. Convencemos nossa mente de algo novo muito rapidamente. Mas nosso sistema de crenças, aquele que fica no subconsciente ( aqueles que acreditam em vidas passadas dizem que essas crenças veem até de outras vidas) está entulhado de porcarias a nosso respeito e a respeito da vida.

Acredite na felicidade, mas acredite com muita fé, vá lá ao fundo da sua alma e substitua essas crenças velhas!

10. Você não aplica suas vibrações no dia a dia

Um sinal de que não acreditamos com a alma é que não aplicamos nosso positivismo no dia a dia. É altamente comum acontecer o seguinte: você faz suas técnicas todos os dias por 20 minutos. Durante aquele tempo, você vê a maravilha que a vida é, você consegue se conectar profundamente com o Universo. Mas, ao se desligar e ir viver a sua vida, você se enche de negativismo novamente.

Você assiste ao telejornal e fica vendo aquelas desgraças todas enquanto pensa e comenta com o seu colega como o mundo está perdido. Quando acontece alguma situação desesperadora, você já logo fica nervoso e nem lembra que pode contar com o Universo para te ajudar. Nas suas conversas, você só reclama, reclama que não tem isso, que não tem aquilo, etc. Quando você anda pelo shopping, olha tudo procurando pelo preço e reclama que está tudo caro, afirmando para si que não pode comprar nada daquilo. Quando você vê um casal feliz, sente tristeza por não ter o mesmo.

Simples: lá no fundo de sua alma, você não acredita que tudo vai melhorar. Você faz as técnicas da lei da atração na esperança de que talvez mude, mas não acredita realmente.

Para mudar isso aplique o seu positivismo em todos os segundos do seu tempo. Não veja nada ruim na TV enquanto você não conseguir separar que aquilo é dos outros e não seu. Se você precisa se informar, leia rapidamente no jornal ou na Internet as notícias. Quando estiver em uma encruzilhada da vida, relaxe e confie que o Universo vai te ajudar a resolver o melhor caminho a seguir. Converse sempre sobre coisas boas! Olhe tudo o que você quer com olhos de possuidor. Repare nos casais felizes percebendo que aquele amor também é seu por direito!

Esses são os dez erros que eu consertei em mim e que me fizeram conseguir alcançar muitos objetivos com a Lei da Atração. Espero que ajude vocês também.

Não se esqueçam: nada é, tudo está se formando, faça com que se forme a seu favor!

Desconheço a autoria.

Por um fio

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Por um fio

Não foram poucos os cineastas que filmaram o levante das máquinas contra o Homem. Em “2001 – Uma Odisseia no Espaço”, o computador HAL se cansava de computar e partia pra um motim solitário, dominando a nave com sua melancólica agressividade.

Em “Blade Runner”, androides superinteligentes saíam matando quem fosse preciso, em busca de uma recarga que estendesse seus curtos dias sobre a Terra. Em “O Exterminador do Futuro”, os robôs se davam conta de que já não precisavam mais da gente pra passar WD-40 nas juntas e, sem muita explicação, resolviam nos eliminar do planeta. Nos três casos, o embate se dava no futuro distante e o pega pra capar (ou pra desparafusar) era explícito.

Ninguém percebeu que o golpe das engrenagens já estava em marcha – e na surdina – há mais de cem anos. E como perceberia? Que mente anticlimática criaria filme tão triste em que os humanos seriam dominados não por gigantescos computadores, por replicantes perfeitos ou robôs soltando mísseis pelas ventas, mas por este aparelhinho ridículo chamado telefone?

Agora, olhando pra trás, tudo faz sentido; quase podemos ouvir o ruído da nossa liberdade sendo sugada, pouco a pouco, pelos furinhos do bocal. Ora, uma geringonça que permite que você seja encontrado em casa, a qualquer momento, por qualquer pessoa, só podia estar mal-intencionada.

Eis o plano inicial do telefone: jogar uns contra os outros, deixando os funcionários sob o controle dos chefes, as sogras próximas das noras, as ex-namoradas a poucos cliques dos bêbados; os chatos experimentaram um salto no poder de alcance inédito desde a invenção da roda.

Felizmente, enquanto o inimigo estava preso à parede, como um cão à coleira, ladrava, mas não mordia. Bastava sair de casa e o cidadão tornava-se inatingível. Ah, as novas gerações não conhecem o Éden perdido! “Onde está fulano?”, “Saiu”, “Pra onde?”, “Não sei” – e lá ia você com as mãos no bolso, assoviando, livre para beber sua cerveja no bar, para jogar boliche em Mongaguá ou fazer amor em Guadalupe.

Incapaz de nos seguir por aí, a máquina recrutou capangas: secretárias eletrônicas que esperavam o incauto cidadão voltar de suas errâncias para, como bombas-relógio, explodir afazeres, cobranças e más notícias. Bipes que, como drones, podiam bombardear um dos nossos em qualquer canto do globo.

Mesmo com bombas e drones, no entanto, até uns 20 anos atrás, ainda era possível escapar, não ouvir os recados, viver sem bipe. Então veio o golpe mortal, assustador como Daryl Hannah piruetando em direção ao Caçador de Androides, traiçoeiro como o dedo-espeto de mercúrio do Exterminador: o celular!

O verdugo não estava mais apenas em nossos lares: morava em nosso corpo. Não só falava e ouvia como fotografava, filmava, enviava cartas, bilhetes, contas, planilhas, demitia funcionários, terminava casamentos, passava clipes do Justin Bieber, sermões do Edir Macedo e oferecia promoções de operadoras às 8h11 da manhã de domingo.

Lá por 2017, o celular já era ubíquo. Pelas ruas e ônibus, pelas escolas e repartições, parques e praias, só se viam seres humanos curvados, de cabeça baixa, servis como cachorrinhos a babar sobre as telas de cristal líquido, para onde quer que se olhasse – mas quem olhava?

By Antonio Prata, para a Folha de São Paulo.

Receita de sucesso

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/07/2013 by Joe

Fracasso como bússola

Todos têm um ideal na vida, mas são tão poucos os que realmente chegam lá. A maioria das pessoas acaba envolvendo-se de tal modo com a luta pela sobrevivência que quase esquece o seu grande sonho.

Qual é a importância de ter um ideal na vida? Se não tiver um, nem um guindaste tira você da cama de manhã – sem contar o tipo de pessoa rude e chata em que vai se transformar.

Achar também que a felicidade só chegará quando o ideal for alcançado é o que acontece com 90% das pessoas. Tem gente que diz “ah, eu só serei feliz quando tiver um apartamento de cobertura…” ou “quando tiver um carro importado” e por aí afora”. Vincular uma coisa à outra acaba levando ao fracasso.

A felicidade tem que estar no caminho da conquista. Enquanto você estiver trilhando o caminho para o ideal, estará feliz. Esse é o segredo. É importante você descobrir a sua melhor aptidão. Muitas pessoas pensam assim: eu preciso ganhar dinheiro. Mas quem puder exercer sua aptidão vai ganhar muito mais dinheiro com ela, porque saberá fazer o trabalho bem feito.

A receita é a combinação de dois fatores: aptidão e competência. Aptidão você tem, competência você desenvolve, você aprende. Pessoas que venceram na vida transformaram o treinamento em hábito. Existem pessoas que até chegam ao sucesso por acaso, mas caso não se preparem para sustentá-lo, perdem tudo. É até comum ver artistas e esportistas fazerem sucesso da noite para o dia. As pessoas se deixam levar muito por esses modelos de sucesso, mas quando almejam uma coisa que não tem a ver com a sua aptidão, pagam um preço muito caro.

É preciso saber lidar com o fracasso. É preciso fazer dele uma bússola. Quando a gente fracassa, descobre o caminho por onde não é bom ir. Também não é bom projetar expectativas nos outros. Se em vez de assumir sua incapacidade a pessoa simplesmente joga a culpa no outro, não cresce e não realiza sua vida. Enquanto você não assumir a responsabilidade pelo que acontece, vai achar que tudo o que faz está bom. No dia em que assumir, você cresce.

Existe também um preço a pagar pela realização do ideal. Fazer um curso no sábado ou ficar 15 dias mergulhado num trabalho, preencher um relatório que tem de ser preparado… Sempre haverá um preço a pagar, mas muita gente não está disposta a isso.

O que é preciso fazer? Primeiro, descobrir sua aptidão, depois, desenvolver a sua competência e aí então, estabelecer um foco, evitar “negativos” de plantão que só falam sobre notícias ruins e assumir a responsabilidade por sua vida.

Eis aí uma receita de sucesso com ideal de vida, mostrando que a viagem pode ser tão boa quanto o destino, mas entendendo que a felicidade não é o destino, e sim, a viagem.

Desconheço a autoria.

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