Arquivo para Napoleão

Olhos no futuro

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/06/2013 by Joe

Olhos no futuro

Os acontecimentos do passado são muito bons para aprender com os erros e criar referências de nossas capacidades! Quando você esquece o passado, corre o risco de repetir os mesmos erros. Seus e dos outros.

Na Segunda Guerra Mundial, Hitler levou seus exércitos para o desastre no inverno da Rússia – exatamente como Napoleão havia feito no início do século 19.

O passado pode ser fonte inesgotável de autoconfiança. Quando você olha com orgulho para o passado, lembra de suas vitórias e pode entrar em contato com uma força interior que te leva à superação. Mas, ao mesmo tempo, você deve cuidar para não estimular a nostalgia, ou viver de arrependimentos passados.

Orgulhar-se permanentemente do que já aconteceu também não funciona e pode levar à decadência… nada de frases do tipo: “no meu tempo…” ou “antigamente…”.

O antigamente não existe mais; é só uma lembrança. Não entre nessa de remoer o passado; isso traz ressentimentos. E o ressentimento dói e imobiliza.

O passado deve ser usado para se trabalhar no presente, com olhos no futuro!

By Roberto Shinyashiki, do livro “Os Donos do Futuro”.

Meias medidas

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 01/02/2012 by Joe

Uma coisa pela metade não chega a ser UMA coisa. É meia.

Meio automóvel não chega a ser um automóvel e, por mais que você queira ou por mais combustível que coloque no tanque, ele não vai levar você para a direção desejada. Ficará parado e, portanto, falhará.

Meio avião não voará, por mais fé que você tenha, por mais dinheiro que sua conta bancária mostre ou por maior que seja o apoio popular que você possua. Meio avião simplesmente não chega a ser um avião inteiro e, portanto, não sairá da pista. Seu vôo falhará.

Meia receita de bolo não fará um bolo inteiro, por melhor que seja a receita, o forno ou a cozinheira.

Se parece tão elementar que meio de algo não chega sequer a ser uma unidade, como você espera ter sucesso em qualquer coisa em sua vida dedicando-se pela metade? Quando observo minha própria biografia, vejo que a maior parte das minhas quedas aconteceram quando quebrei esta regra.

Aqueles de nós que acreditam que possam se comprometer pela metade, mantendo “um pé na canoa e outro no cais”, ou que preferem ficar “em cima do muro”, simplesmente não conseguirão atingir suas metas de vida.

“Meias medidas perdem todas as guerras”, já disse Napoleão. Isso não significa que medidas inteiras vençam todas as guerras, já que o oponente também pode estar se dedicando de corpo e alma. Mas, se qualquer um dos dois estiver comprometido pela metade, vence o que se comprometeu por inteiro, que luta mais, que busca mais, que se atira de cabeça à batalha com o cérebro, o coração e a paixão.

Vence a corrida o carro que tiver todos os cilindros funcionando no máximo de sua força, com o melhor motorista e a maior vontade. Ayrton Senna não era o único piloto a ter um carro excelente, mas os carros excelentes pilotados por Ayrton Senna tinham ao volante o melhor piloto. O mais dedicado e apaixonado pelo que fazia. Essa era a diferença. O comprometimento.

Comprometimento total traz vitórias arrasadoras!

O número estatisticamente absurdo de vezes nas quais a bandeira do Brasil era levantada nas provas de Fórmula 1, pelos braços de Senna, esmaga qualquer um que defenda as “meias medidas”.

Há, ao seu lado, pessoas comprometidas pela metade. Olhe-as…

São aquelas que fazem o mínimo necessário para não perderem o emprego, para não perderem a esposa (ou o marido), para não perderem o ano escolar. São os mestres do 50%, da nota “C”, da estratégia mais vulgar que existe para se esconder: ficando somente na metade de tudo, se comprometendo com o casamento somente a ponto de “ir levando”, ou que passam quatro anos na faculdade, de uma festa para outra.

Você pode enganar o sistema social, mas você não pode enganar as leis naturais. Não existe lugar no universo onde metade de algo seja um inteiro. Acostume-se a viver a vida por inteiro, não pela metade.

Meias medidas vão enganar você. Meias medidas não são as mais seguras, mas sim o caminho para a mediocridade. São o caminho para o fracasso no trabalho, nos relacionamentos, na vida pessoal e na vida das empresas de qualquer ramo de atividade.

Sua vida é um avião. Seu casamento é um avião. Sua carreira profissional é um avião. Sua empresa é um avião. Você, realmente, acredita que vai conseguir levantar vôo com qualquer destes aviões pela metade?

Afaste-se, enquanto é tempo, de qualquer pessoa especializada em viver pela metade. Procure e fique ao lado dos que se comprometem por inteiro. Daqueles que são apaixonados pelo que começam e apaixonados pelo que terminam. Estar com estas pessoas vai ajudar você a tornar-se uma delas.

Libere a paixão que existe em você.

Meias medidas perdem todas as guerras. Pare de taxiar na pista da vida.

Escolha a melhor opção e entregue-se com fé à ela.

Nada é mais poderoso do que a fé … usada na direção certa.

By Aldo Novak.

Meias medidas

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12/05/2010 by Joe

Uma coisa pela metade não chega a ser UMA coisa. É meia.

Meio automóvel não chega a ser um automóvel e, por mais que você queira ou por mais combustível que coloque no tanque, ele não vai levar você para a direção desejada. Ficará parado e, portanto, falhará.

Meio avião não voará, por mais fé que você tenha, por mais dinheiro que sua conta bancária mostre ou por maior que seja o apoio popular que você possua. Meio avião simplesmente não chega a ser um avião inteiro e, portanto, não sairá da pista. Seu vôo falhará.

Meia receita de bolo não fará um bolo inteiro, por melhor que seja a receita, o forno ou a cozinheira.

Se parece tão elementar que meio de algo não chega sequer a ser uma unidade, como você espera ter sucesso em qualquer coisa em sua vida, se dedicando pela metade?

Quando observo minha própria biografia, vejo que a maior parte das minhas quedas aconteceram quando quebrei esta regra.

Aqueles de nós que acreditam que possam se comprometer pela metade, mantendo “um pé na canoa e outro no cais”, ou que preferem ficar “em cima do muro”, simplesmente não conseguirão atingir suas metas de vida.

“Meias medidas perdem todas as guerras”, já disse Napoleão.

Isso não significa que medidas inteiras vençam todas as guerras, já que o oponente também pode estar se dedicando de corpo e alma.

Mas, se qualquer dos dois estiver comprometido pela metade, vence o que se comprometeu por inteiro, que luta mais, que busca mais, que se atira de cabeça à batalha com o cérebro, o coração e a paixão.

Vence a corrida, o carro que tiver todos os cilindros funcionando no máximo de sua força, com o melhor motorista e a maior vontade.

Ayrton Senna não era o único piloto a ter um carro excelente, mas os carros excelentes pilotados por Ayrton Senna tinham ao volante o melhor piloto. O mais dedicado e apaixonado pelo que fazia. Essa era a diferença. O comprometimento.

Comprometimento total traz vitórias arrasadoras.

O número estatisticamente absurdo de vezes nas quais a bandeira do Brasil era levantada nas provas de Fórmula 1, pelos braços de Senna, esmaga qualquer um que defenda as “meias medidas”.

Há, ao seu lado, pessoas comprometidas pela metade. Olhe-as.

São aquelas que fazem o mínimo necessário para não perderem o emprego, para não perderem a esposa (ou o marido), para não perderem o ano escolar.

São os mestres do 50%, da nota “C”, da estratégia mais vulgar que existe para se esconder: ficando somente na metade de tudo, se comprometendo com o casamento somente a ponto de “ir levando”, ou que passam quatro anos na faculdade, de uma festa para outra.

Você pode enganar o sistema social, mas você não pode enganar as leis naturais. Não existe lugar no universo onde metade de algo seja um inteiro.

Acostume-se a viver a vida por inteiro, não pela metade.

Meias medidas vão enganar você.

Meias medidas não são as mais seguras, mas sim o caminho para a mediocridade.

São o caminho para o fracasso no trabalho, nos relacionamentos, na vida pessoal e na vida das empresas de qualquer ramo de atividade.

Sua vida é um avião. Seu casamento é um avião. Sua carreira profissional é um avião. Sua empresa é um avião. Você, realmente, acredita que vai conseguir levantar vôo com qualquer destes aviões pela metade?

Afaste-se, enquanto é tempo, de qualquer pessoa especializada em viver pela metade. Procure e fique ao lado dos que se comprometem por inteiro. Daqueles que são apaixonados pelo que começam e apaixonados pelo que terminam. Estar com estas pessoas vai ajudar você a tornar-se uma delas.

Libere a paixão que existe em você.

Meias medidas perdem todas as guerras. Pare de taxiar na pista da vida.

Escolha a melhor opção e entregue-se com fé à ela.

Nada é mais poderoso do que a fé … usada na direção certa.

By Aldo Novak.

Consciência ou morte!

Posted in Atualidade with tags , , , , , , , , , on 07/09/2009 by Joe

BrasilMais um 7 de Setembro e comemorações pipocam por todo território nacional. Demonstrações de civismo e patriotismo por parte de uma pequena parte da população que comparece aos desfiles militares para aplaudir aqueles que nos impuseram os anos mais negros de nossa história.

Interessante é a constatação que essa pequena parte da população é justamente aquela que mais sofre com as consequências dessa ditadura militar e os efeitos econômicos que ela provocou ao país com o seu “milagre” brasileiro!

Mas, para não ser totalmente injusto com o militares, vamos voltar alguns anos no tempo, rever como tudo isso começou e entender melhor essa farsa da independência comemorada no 7 de Setembro e porque o nosso Brasil nunca se tornou independente.

Em 1799 Napoleão chegou ao poder na França, após um golpe militar, e acabou arrastando grande parte da Europa à guerra com suas invasões e desejos de conquistas. Sua intenção era tornar a França a maior potência mundial. Em 1810 ele já havia conquistado toda a Europa Ocidental e parte da Oriental, exceto a Inglaterra, que resistia bravamente.

Portugal era um grande país naquela época, mas com um povo fraco e inculto. Seu rei, D. João VI, ante a ameaça que Napoleão estava prestes a lhe impor, resolveu fugir para o Brasil. Transformou o  nosso país em Reino Unido a Portugal, devido ao nepotismo que o levou a agradar a Grã-Bretanha, em decorrência do Bloqueio Continental imposto por Napoleão. Assim, Portugal e Inglaterra fizeram um acordo na calada da noite: D. João, para salvar a dinastia de Bragança, chegaria com toda sua corte ao Brasil, sob a proteção inglesa, mas teria que abrir os portos brasileiros, que serviriam de ancoradouro aos interesses da Inglaterra. E o Brasil tornou-se, assim, uma laranja dividida ao meio.

Desta forma, a abertura dos nossos portos às “nações amigas” (leia-se Inglaterra) propiciou aos ingleses todo tipo de negociações e negociatas. D. João VI fundou o Banco do Brasil para guardar todas as riquezas que adviram dessas negociações; o nosso país foi explorado e muitas riquezas naturais foram vendidas ou “subtraídas” em nome da proteção que a corte portugesa recebia da Inglaterra.

Enquanto isso, lá na Europa, Napoleão e seu exército cometiam atrocidades absurdas contra o povo português, matando, pilhando, violando e roubando bens particulares, arte sacra e tudo que era de valor.

Com a ajuda dos ingleses, porém, o povo e os militares portugueses começaram a reagir e venceram os exércitos franceses. Em 1810, finalmente, estes foram definitivamente expulsos e D. João VI pode voltar à Portugal, levando tudo que havia nos cofres do Banco do Brasil. Por aqui ficou seu filho, como garantia do seu domínio e já com a intenção de recolonizar o Reino Unido.

Sem dinheiro e sem nada, D. Pedro resolveu que era hora de declarar a independência do Brasil, independência essa que saiu no grito, literalmente falando, sem a participação do povo brasileiro (aliás, característica marcante na nossa história). Desta forma, “independentes” e sem dinheiro, inauguramos aquilo que até hoje conhecemos como dívida externa, através de empréstimos estrangeiros, autorizados pelo Visconde e Marquês de Maricá.

Ahh … e ainda tivemos que pagar dois milhões de libras esterlinas, como indenização ao governo português, para que ele reconhecesse a nossa independência. Depois de todas as negociatas e fraudes que realizaram por aqui, acredito que eles é que deveriam ter nos indenizado! Declarada a independência política, passamos a dependentes econômicos!

E de lá para cá pouca coisa mudou. Cada vez mais fomos nos tornando dependentes de capitais estrangeiros, nossa dívida externa se tornou uma dívida eterna e o que vemos no nosso país hoje é o predomínio da miséria, da violência, da bandalheira e da falta de vontade política dos nossos “políticos” em resolver os problemas de um povo sem cultura, sem acesso a um sistema de saúde decente, e com um alto índice de desemprego.

Continuamos sendo um “gigante pela própria natureza”, pelas riquezas naturais, pela sua extensão territorial, com recursos de grande valor econômico. Porém, o gigante é mantido anestesidado em “berço esplêndido” pela má vontade, pela má intenção e pela ganância.

Enquanto o país continuar sendo devedor, continuará sendo dependente, escravo. Enquanto o nosso povo continuar dormindo junto com o gigante, votando errado, mantendo no poder os mesmos mal-intencionados de sempre, o nosso país continuará sendo “iluminado ao sol do terceiro mundo”.

Frente a esse quadro, a pergunta que não quer calar é: do “brado retumbante às margens plácidas do Ipiranga”, o que sobrou? Independência ou a morte? O certo é que hoje somos dependentes da nossa própria ignorância, da nossa própria passividade e das nossas raízes colonialistas que nos tornaram um povo inculto, sem tradições e acomodado.

Quando o povo entrará para a história como parte ativa de uma revolução, de uma mudança, mesmo que não haja necessidade de pegar em armas? Um rápido olhar ao quadro de Pedro Américo, “Independência ou Morte”, e Pedro Américo - Independência ou Morteveremos que não há a participação do povo. Apenas um bando de cavalos alvoroçados e um homem com sua espada erguida. Aonde está o povo?

Só nos resta uma condição para mudarmos, mesmo que lentamente, através de algumas gerações, esse quadro triste e sem perspectivas: a consciência da nossa força como povo, como cidadãos, como gente. Ou é a consciência … ou é a morte!

By Joe.

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