Arquivo para Mudanças

Evolução

Posted in Reflexão with tags , , , , on 24/09/2015 by Joe

Evolução

Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente.

Sobrevive o que melhor se adapta às mudanças!

By Charles Darwin.

Hábitos e atitudes

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 04/05/2015 by Joe

Hábitos e atitudes

Crescer não significa só aprender. É preciso que os conhecimentos transformem-se em atitudes. E muitas vezes isso não acontece porque não queremos abandonar velhos comportamentos. Faz tanto tempo que convivemos com eles que parece que fazem parte de nossa identidade, de nossa natureza.

No entanto, pensamentos, sentimentos e atitudes são como roupas: estão em você mas não são você. Se já não servem mais, abandone-os e procure ideias novas que lhe tragam os resultados desejados. Você tem de ser dono de seus pensamentos, e não escravo deles.

Os maiores escravizadores dos seres humanos são:

1. Os hábitos – aquela frase “Eu sempre fui assim” condena você a continuar sempre assim. Você sempre foi assim porque o ensinaram a ser assim. Então, escolha ser de outra maneira e vai descobrir que, aos poucos, estará agindo de modo diferente. Não seja escravo do passado. Se tiver de ser escravo, seja escravo dos seus sonhos.

2. A autoimagem – a maneira como você se vê impede você de ser você mesmo. Quando alguém diz “Eu sou assim”, não consegue descobrir que é muito maior do que sua imagem. Quando alguém diz “Eu sou tímido”, não consegue deixar de ser tímido. Não crie rótulos para você. Rótulos são bons para refrigerantes. Você é muito mais do que uma marca de refrigerante. Preste atenção em você e descubra-se maior do que os seus rótulos.

3. A opinião dos outros – há muita gente que sempre muda de caminho porque quer agradar a todo o mundo. Escolha seus orientadores e mantenha a sua rota. Você tem de confiar em você, mesmo que ninguém confie. Esteja sempre pronto a reavaliar a sua estratégia, mas não deixe os outros pilotarem o barco da sua vida.

Para mudar nossa mentalidade e nossas atitudes, é preciso que estejamos dispostos a enfrentar o desconhecido. E é frequentemente aí que começam os problemas, porque, mesmo enfrentando dificuldades, as pessoas preferem dizer: “Eu sempre fiz assim e sempre funcionou!”.

Só que o “sempre foi assim” é uma ilusão e, na maioria das vezes, a desculpa para não evoluir. Os campeões adoram o desafio de fazer diferente, têm prazer em ser diferentes, são fascinados pelo pensar diferente, porque sabem que os desafios os obrigam a crescer.

Enquanto isso, os perdedores dizem que “Já está bom”. E ficam parados no mesmo lugar. Para os perdedores, a acomodação é fácil. Para os campeões, é uma sentença de morte.

Comprometa-se com o que você se propõe, pois assim terá forças para as mudanças que forem necessárias. Mais importante do que o desejo de mudar é o comprometimento com a mudança.

By Roberto Shinyashiki, em seu livro “A revolução dos Campeões”.

Concluindo etapas, encerrando ciclos

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 07/04/2015 by Joe

Concluindo etapas encerrando ciclos

É importante, sempre, saber quando termina uma etapa da vida. Se você insiste em permanecer nela além do tempo necessário perderá a alegria e o sentido de tudo mais.

Encerrando ciclos, fechando portas, ou encerrando capítulos, como queira chamar, o importante é poder encerrá-los, deixando ir momentos da vida que se concluíram.

Terminou o seu trabalho? Acabou a sua relação com o parceiro? Você já não vive mais numa determinada casa? Deve fazer uma viagem? A amizade com alguém terminou?

Roubaram você em sua casa? Morreu um ente querido? Quebrou ou estragou um objeto de estimação? Você descobriu que o mentor espiritual que seguia era uma fraude?

Você pode passar muito tempo do seu presente remoendo os porquês, tentando devolver a cacetada que levou ou mesmo procurando entender porque aconteceu tal fato em sua vida.

O desgaste vai ser infinito pois, na vida, você, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos temos de ir encerrando capítulos, virando a página, concluindo etapas ou momentos da vida e seguir adiante.

Não podemos estar no presente com saudades do passado. Nem sequer perguntando-nos “por quê?” O que passou, passou, e temos que soltar, desprender, não ficar preso ao passado. Não podemos ser crianças eternas, nem adolescentes tardios, nem empregados de empresas que já não existem mais, nem ter vínculos com quem não quer estar vinculado a nós. Não.

Os fatos passam e temos que deixá-los ir! Por isso, às vezes, é importante destruir recordações, livrar-se de presentes, mudar de casa, rasgar papéis velhos, desfazer-se de livros ou de objetos que são desnecessários. As mudanças externas podem simbolizar processos interiores de superação. Deixar ir, soltar, desprender-se. Na vida ninguém joga com cartas marcadas e temos que aprender a perder e a ganhar. Temos que deixar ir, virar a página, viver só o presente. O passado já era. Não espere que lhe devolvam o passado, não espere reconhecimentos, não espere que, em algum momento, se deem conta de quem você é.

Solte o ressentimento, pois, ligar o seu televisor pessoal para retornar ao assunto, só vai causar-lhe dano mental, envenená-lo, amargurá-lo. Apesar do tempo não ser linear, a vida está focada sempre para a frente, nunca para trás. O que passou deve servir apenas para que continue a viver com mais sabedoria. Se você anda pela vida deixando portas abertas, nunca poderá desprender-se nem viver o hoje com satisfação.

Noivados ou amizades que não se fecham, possibilidades de regressar para que? Necessidade de esclarecimentos, palavras que não se disseram, silêncios que o invadiram: se puder enfrentá-los já e agora, faça-o! Se não, deixe-os ir, encerre os capítulos. Diga a você mesmo que não, que não deve voltar. Mas não por orgulho, nem por soberba, mas porque você já não se encaixa aí nesse lugar, nesse coração, nessa habitação, nessa morada, nesse escritório ou nessa profissão. Sua frequência agora é outra. Você já não é o mesmo que foi há dois dias, há três meses, há um ano. Portanto, não há porque voltar. Feche a porta, vire a página, encerre o ciclo. Nem você será o mesmo, nem as circunstâncias seriam as mesmas, porque na vida nada se mantém quieto, nada é estático.

É saudável mentalmente ter amor por você mesmo, desprender-se do que já não está em sua vida. Recorde que nada, nem ninguém, é indispensável. Nem uma pessoa, nem um lugar, nem um trabalho, nada é vital para viver porque, quando você veio a este mundo, chegou sem qualquer adesivo ou etiqueta. Portanto, é apenas costume viver apegado a um adesivo ou etiqueta. E é um trabalho pessoal aprender a viver livre, sem a etiqueta ou o adesivo humano ou físico que hoje lhe dói deixar ir.

Então, encerre, feche, limpe, jogue fora, oxigene, desprenda-se, sacuda, solte. Existem muitas palavras que significam saúde mental e, qualquer que seja a que você escolher, lhe ajudará definitivamente a seguir adiante com tranquilidade. Esta é a vida.

Adaptação livre de um texto de Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832).

O mal da rotina

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O mal da rotina

Seu Jorge já cantarolava, abençoado por uma melodia de Chico Buarque: “Todo dia ela faz tudo sempre igual/ me sacode às seis horas da manhã/ me sorri um sorriso pontual/ e me beija com a boca de hortelã”. Ambos os amantes não pareciam incomodados com a rotina que o casal compartilhava, e a composição não deixa transparecer qualquer desconforto com o cotidiano previsível. Mas e se ela o acordasse um pouco antes para cobrir-lhe de beijos com gosto de… maçã? Se não sorrisse ao acordá-lo, mas o pegasse desprevenido com cócegas que o fizesse perder o ar de tanto rir? E se ele faltasse ao trabalho, um dia que seja, para brindar a vida na companhia da amada?

Gostar de rotina não é algo ruim. Precisamos dela para nortear nossas vidas, dar linearidade ao nosso cotidiano, nos tirando do caos e auxiliando-nos a dar foco às metas. A rotina é a nossa cura da ressaca, nosso mais do mesmo que precisa existir, nossa obediência às regras, nossa submissão ao tempo, nossa dose de normalidade diária.

Sair da rotina, do óbvio, é um tanto doloroso para algumas pessoas. Arriscar-se numa atividade nova, atrasar-se mais que cinco minutos, um feriado no meio da semana (acredite: há quem não goste nem um pouco de feriado que tire da mesmice de uma semana de trabalho) nem sempre é fácil de encarar. Ainda mais pra quem trabalha com o método da agenda: acordar às seis, ler as notícias acompanhado de uma xícara de café – nem muito quente, nem frio, nem morno: acertar o ponto todas as vezes é crucial e rotineiro, por assim dizer – tomar um banho rápido, vestir-se e chegar no trabalho às oito. Nem sete e cinquenta e dois, nem sete e cinquenta e nove, muito menos oito e um. Oito. Trabalhar incessantemente, voltar pra casa (pelo mesmo caminho de sempre), assistir qualquer porcaria na televisão, dormir. Fim de semana é almoçar na mãe, ir ao cinema, voltar antes que escureça, dormir.

Pessoas assim não se permitem experimentar algo novo e ousado, por mais simples que seja. Por mais que a mídia tenha explorado e criticado positivamente aquela peça que está em cartaz todas as quartas, não é digno se dar ao luxo de fazer um programa cultural em plena quarta-feira. Amanhã é quinta, dia de labutar. Às oito em ponto.

Por mais que delivery de pizza seja prático, rápido e barato, não custa nada explorar os demais restaurantes da cidade, levar a garota ou o garoto para degustar sushi, comida chinesa, tailandesa, ou churrasco gaúcho, que seja. Algo que não venha engordurado dentro de uma caixa de papelão.

Há quem não goste de acampar na praia, mas que nunca sequer dormiu dentro de uma barraca e protege-se dos pés à cabeça do sol, da areia e da água salgada que resseca e quebra o cabelo. Tem gente que detesta balada, porque sempre frequentou a mesma casa noturna, que conta sempre com a presença dos mesmos DJ’s, sempre com as mesmas pessoas.

Há quem não goste de beber, mas que nunca bebeu, que não goste de redes sociais e que sempre conservou a velha conta de e-mail no BOL, que não goste de chuva, mas que nunca sentiu a deliciosa sensação da água refrescando o corpo num dia de calor infernal, que não gosta de música brasileira, mas que nunca se arriscou a ouvir os mestres da MPB – e que, inclusive, critica ferozmente o nosso funk, mas que dança de forma frenética ao som do pop e do hip hop americano que faz apologia às drogas e ao sexo, com letras tão “proibidonas” quanto as do ritmo carioca.

De que vale a vida, penso eu, se não arriscarmos, nos entregarmos ao novo? Ter o coração partido e se fechar para um novo amor; permanecer num emprego que te causa infelicidade, mas que garante estabilidade; dormir cedo sempre; nunca se atrasar; ir ao mesmo cinema; frequentar as mesmas praias; estranhar novas amizades… que perda de tempo!

Durante muito tempo fui um pouco assim, e confesso que ainda sou paranóica com horários e rotina, mas estou tentando mudar. Reconhecer que a minha bolha é limitada e que a zona de conforto não nos oferece nada mais que conforto é o primeiro passo.

Toda revolução sofre um pouco de resistência no ínicio – mesmo que a revolução seja mudar de cafeteria ou de marca de sabão em pó – mas pequenas ações podem resultar em mudanças positivas na nossa vida.

Se o café está bem quente, eu acho bom. Se está morno, me incomodo um pouco, mas engulo feliz. Se tem suco, agradeço: mais um dia sem cafeína. Viver metodicamente é não viver, ou viver pela metade.

Você por acaso sabe se existe vida após esta aqui? Melhor não desperdiçar. Hortelã pode ser bom, mas há uma infinidade de sabores por aí.

By Jennifer Severo.

Bem-estar

Posted in Astral with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 06/03/2015 by Joe

Bem-estar

O bem-estar vem de onde?

Óbvio: da convivência com amigos, de relações saudáveis, de não permitir que frustrações e ressentimentos virem a tônica da vida, de não reagir com exagero diante de insignificâncias, da valorização das miudezas grandiosas do cotidiano, de sentir-se disponível para o novo e o diferente a fim de enriquecer a própria existência, mantendo uma espiritualidade básica que envolva a generosidade, a compaixão, a tolerância (não é obrigatório ter religião pra isso).

Mais: de aceitar as mudanças, de trocar de perspectiva quando se estiver obcecado com algo, de buscar a evolução da mente.

By Martha Medeiros.

O Demodelando vai demodelar!

Posted in Atualidade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/12/2014 by Joe

Fechado para férias

Eu explico: “demodelar” significa quebrar moldes, modelos, rotinas. Assim, pela primeira vez em quase 6 anos, o Demodelando vai quebrar essa rotina e tirar uns dias de férias, descansar um pouco (quebrando pedras, é verdade!), devendo voltar no começo do ano que se aproxima!

Deixo meus votos de um Feliz Ano Novo, de muitas mudanças, de muitas quebras de modelos – principalmente aqueles sem sentido, hipócritas e ultrapassados – que tantos conflitos e infelicidade trazem às pessoas!

Um grande abraço a todos os amigos e seguidores!!

By Joemir Rosa.

Hora de mudar

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 03/12/2014 by Joe

IslBG

O mundo mudou, as pessoas mudaram, as coisas mudaram em todos os sentidos, só falta você mudar! Está esperando o quê?

Precisamos sair da zona de conforto para sermos seres humanos melhores, um pai ou uma mãe melhor, um profissional melhor, um empreendedor melhor.

Não fique esperando um milagre acontecer na sua vida, mude já!

Às vezes, as situações mudam para sempre e nós devemos ter a coragem de mudar também. Quantas vezes percebemos que temos que tomar medidas radicais em nossas vidas e não fazemos nada, ficamos adiando sempre para amanhã.

É preciso saber se continuaremos em frente no que estamos fazendo, ou teremos que mudar nossa rota.

Sempre há tempo para mudanças! O nosso jeito de ser, de ver as coisas, de tratar as pessoas, nosso jeito de agir em determinadas situações, a nossa forma de pensar e de analisar. É preciso sair deste casulo que nos aprisiona interiormente e que nos torna cegos à realidade existencial.

No mundo atual existem muito mais pessoas aprisionadas do que livres intelectualmente, que estão à beira do abismo da negligência, estão distantes das transformações que o mundo está passando. Basicamente, existem três tipos de pessoas:

– Aquelas que não observam nada.

– Aquelas que observam muita coisa, mas não fazem nada.

– Aquelas que observam e fazem acontecer.

Em qual destes três perfis você se enquadra?

By Leonardo Nunes.

Manjar de laranja

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 08/11/2014 by Joe

Manjar de laranja

Há tempos eu contei a história um tanto curiosa do manjar e, com ela, pudemos compreender como as mudanças na cozinha ocidental ocorreram.

Interessante também é percebermos como as receitas foram se adaptando aos costumes, preferências e gostos regionais, principalmente no Brasil, um país onde a fartura de variedade de frutas, principalmente, é imensa.

Entre as mudanças na gastronomia, o manjar é uma caso típico: de salgado, logo se transformou numa das mais delciosas sobremesas!

Caso queira conhecer a história desse prato e duas dessas receitas, sugiro dar uma olhada na de Manjar Branco e de Manjar de Abóbora com Coco!

E hoje trago mais uma dessas delícias, fácil de preparar e com aquele gostinho de laranja que todo mundo curte!

Manjar de laranja

Ingredientes

6 colheres (sopa) de amido de milho
1 litro de suco de laranja natural
1 lata de leite condensado
1 vidro de leite de coco (200 ml)
50 g de coco ralado

Calda

1 colher (sobremesa) de amido de milho
2 xícaras (chá) de suco de laranja natural
1/2 xícara (chá) de açúcar
Gomos de laranja e frutas para decorar

Modo de preparo

Em uma panela, coloque o amido de milho dissolvido no suco de laranja, o leite condensado, o leite de coco e o coco ralado. Leve ao fogo brando, mexendo sempre até engrossar. Coloque em uma forma, umedecida com água. Deixe esfriar e leve a geladeira até firmar.

Calda

Em uma panela coloque o amido de milho dissolvido no suco de laranja, o açúcar e leve ao fogo brando mexendo sem parar até incorporar. Deixe esfriar. Desenforme o manjar, decore com as frutas e sirva com a calda.

By Joemir Rosa.

Mudanças

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 03/08/2014 by Joe

Mudanças

– Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado para sempre à margem de nós mesmos.

– Mude, que quando a gente muda, o mundo muda com a gente;
a gente muda o mundo na mudança da mente;
e quando a mente muda, a gente anda pra frente;
e quando a gente manda, ninguém manda na gente.

– Enquanto você insistir que a mudança tem de partir do outro, é sinal de que não teve ainda humildade suficiente para dar o primeiro passo em direção à sua própria transformação!

– Não tenha medo das mudanças. Tenha medo de continuar parado vendo a vida passar. Às vezes nos achamos velhos para mudarmos o rumo de nossas vidas, quando na verdade velhos são esses tipos de pensamento. Buscar a nossa felicidade é o único objetivo pelo qual devemos lutar sozinhos.

– Se estamos em constante mudança, nossa mente e nosso corpo nunca param. É estranho pensar que somos aquilo que, na verdade, fomos há alguns milésimos de segundos atrás. Logo, na realidade, nunca somos aquilo que dizemos ser; sempre somos o que já fomos.

Textos colhidos na Internet.

O corpo é um espelho de nossas crenças

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23/07/2014 by Joe

O corpo é um espelho das nossas crenças

Você já se viu indo para o trabalho remoendo ressentimentos em relação a um colega ou alimentando sua insegurança por causa de uma tarefa que lhe foi solicitada? É um exemplo simples, mas que ajuda a entender o que afirmo. Se, em vez de pensar negativamente, você procurasse pensar nas razões que poderiam ter levado o companheiro de escritório à atitude agressiva, e imaginasse formas afetuosas de resolver o conflito, seu encontro com ele poderia gerar uma aproximação feliz para ambos.

Se, em vez de inventariar suas próprias falhas, você tomasse consciência de sua capacidade e repetisse para si que poderia realizar a tarefa solicitada com sucesso – pedindo ajuda se precisasse, provavelmente você a desempenharia com outro ânimo e competência.

Nossos pensamentos podem, da mesma forma, estar contribuindo para o bem-estar ou para o mal-estar de nossos corpos.

Não queremos ficar doentes e, no entanto, precisamos de cada doença que contraímos. É a maneira que nossos corpos encontram para nos dizerem que estamos com uma ideia errada, com uma percepção falsa, e que precisamos mudar nossa forma de pensar.

Tenho uma amiga que precisou passar por uma pneumonia grave para concluir que era indispensável mudar seu ritmo de vida e fazer uma terapia que a ajudasse a rever seus relacionamentos.

Há pessoas que usam a doença como forma de não assumir compromissos, mantendo-se permanentemente numa situação fragilizada.

Cada doença é uma lição que precisamos aprender.

Por favor, não fique só reclamando: “quero me livrar desta doença.” Isso não vai trazer a cura que você deseja e você não vai aprender a lição de que necessita. Não se coloque também numa atitude defensiva, como se a doença fosse uma espécie de acusação. Não se trata de condenar nem de sentir nenhuma culpa.

Tanto na doença quanto em qualquer situação de vida, o importante é observar o que está acontecendo conosco para entender o que precisa ser libertado e transformado. Então, eu lhe digo: é hora de se curar, de tornar sua vida e seu corpo íntegros, que significa que você deseja investir na sua saúde. Eu sei que você tem, dentro de si, tudo de que precisa para conseguir isso.

Quando você começar a compreender o processo que leva à saúde ou à doença, será capaz de assumir o controle consciente das mudanças que deseja fazer. É um processo muito emocionante que vai se tornar uma das aventuras mais felizes da sua vida.

Acredito que existe um centro de sabedoria dentro de cada um de nós e que, quando estamos prontos para fazer mudanças positivas, atraímos o que é necessário para nos ajudar. Pode ter certeza de que alguma coisa dentro de você se transformou e o processo de cura já começou. Pare um instante esta leitura e diga em voz alta:

– “Eu já comecei o meu processo de cura. O corpo é um espelho das nossas crenças e dos nossos pensamentos mais íntimos”.

O corpo está sempre conversando conosco. É preciso aprender a escutar o que ele tem a dizer. Cada célula reage a cada pensamento seu, a cada palavra que você pronuncia. Por isso, se prolongamos durante muito tempo determinadas formas de pensar e de falar, elas irão produzir comportamentos e posturas corporais, assim como um maior ou menor bem-estar.

Suas palavras e pensamentos contribuem para sua saúde ou sua doença. Uma pessoa que está sempre com o rosto fechado provavelmente não tem muitos pensamentos alegres e amorosos. Os rostos e corpos dos mais velhos mostram claramente como foi sua vida e seus comportamentos.

Pare um pouco e pense: “Que aparência eu vou ter quando entrar na terceira idade?”

Como acredito que todos nós nascemos com o direito de ser completamente saudáveis e satisfeitos em todas as áreas de nossas vidas, quero ajudar você a conquistar esse direito agora. Algumas das coisas que vou sugerir talvez pareçam simples demais, mas fique sabendo que estas ideias foram testadas muitas vezes com enorme sucesso. Elas funcionam de verdade.

Antes de continuar a ler este texto, repare no seu corpo. Coloque-se numa posição confortável, respire fundo e procure relaxar. Abra-se para acolher todas as ideias, aceitando apenas as que se aplicam ou fazem sentido para você.

Acredito que toda doença é uma criação própria. É claro que não dizemos “quero ter tal doença”, mas criamos um ambiente mental que faz com que a doença apareça e se desenvolva. Volto a repetir: nossos diálogos interiores provocam reações em cada célula do corpo!

Ouvi um médico dizer recentemente:

– “Se um cirurgião operar um paciente sem fazer coisa alguma para ajudar a descobrir e curar a causa da doença, ele estará apenas adiando o problema, pois o paciente criará um outro mal-estar.”

Não basta tratar o sintoma. Precisamos eliminar a causa da doença. E para isso precisamos penetrar no lugar dentro de nós mesmos onde o processo teve início.

Somos profundamente responsáveis por quase todas as experiências por que passamos em nossas vidas. Tanto as melhores quanto as piores. Porque, como já disse, somos nós que criamos nossas experiências através dos pensamentos que temos e das palavras que pronunciamos.

PensamentosO universo apóia completamente nosso diálogo interior. Nosso subconsciente aceita como verdade aquilo em que escolhemos acreditar. Isto significa que o que acredito ser verdade a meu próprio respeito e a respeito da vida se tornará verdade para mim. Essa é uma escolha que você faz!

É claro que os pensamentos vêm à cabeça sem nosso controle, mas, ao reconhecê-los, você pode alimentá-los ou procurar desapegar-se deles, tentando olhar a realidade de outra perspectiva.

Temos também o impulso de pronunciar certas palavras, mas somos capazes de silenciá-las ou substituí-las por outras mais amorosas, impregnadas de compreensão e tolerância.

O que pensamos e sentimos a respeito de nós mesmos e de nossa vida formou-se desde criança, pelas reações e comportamentos dos adultos que nos rodeavam. Assim, se você viveu com pessoas assustadas ou com pessoas extremamente infelizes, aprendeu uma porção de coisas negativas a seu próprio respeito e a respeito da vida. E é possível que ainda acredite nelas.

Não estou dizendo isso para que culpemos nossos pais. Eles, provavelmente, foram vítimas de seus próprios pais e não podiam nos ensinar o que não sabiam. Se sua mãe não gostava dela mesma e se seu pai não sabia ser carinhoso e atento, eles não teriam condições de ensinar você a se amar e a se tratar com carinho e atenção. Por mais bem intencionados que fossem.

Passamos a vida criando experiências que combinem com as crenças adquiridas na infância. Olhe para trás e observe quantas vezes você passou pelo mesmo tipo de relacionamento e pela mesma qualidade de problema. É bem possível que você tenha criado essas experiências repetidamente porque elas refletem o que você pensa a seu respeito.

Mas não adianta ficar remoendo os problemas do passado, porque é o momento presente que importa. O que aconteceu no passado, até este momento, foi criado por você, com seus próprios pensamentos e antigas crenças, sem que você se desse conta. Mas o que você escolhe pensar, acreditar e dizer hoje, neste exato lugar, neste exato momento, está criando o seu futuro. Seu diálogo interior de agora está criando o seu amanhã, a semana que vem, o próximo mês e o ano que vem.

Então, preste atenção no que você está pensando neste instante. Você quer que este pensamento crie o seu futuro? Ele é negativo ou é positivo? Observe, preste atenção. Não existe certo ou errado no que pensamos e volto a dizer que não quero nunca explorar o sentimento de culpa. Pelo contrário, quero eliminá-lo, porque ele paralisa e não faz crescer.

Estou querendo apenas que você entre em contato com o que está pensando, porque, em geral, nós tomamos muito pouca consciência do que se passa em nossas mentes e em nossos corpos. Só prestamos atenção quando ficamos doentes ou quando sentimos dor.

E, se não sabemos o que está se passando dentro de nós, como poderemos mudar?

By Louise Hay.

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