Arquivo para Miséria

Conhecimento traz prosperidade

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/08/2013 by Joe

Conhecimento traz prosperidade

O aprendizado constante nos leva ao mundo do conhecimento, além de ser um grande parceiro na evolução humana.

Quando difundimos o conhecimento, estamos diminuindo o tamanho da ponte que nos leva da miséria absoluta a um mundo mais justo. Ao investirmos em educação, estamos criando seres livres e com capacidade para pensar.

Esta é uma grande oportunidade para você transformar e melhorar o mundo em que vivemos hoje. Afinal, você também é responsável pela construção de uma sociedade mais próspera no terceiro milênio.

Desconheço a autoria.

O Silêncio das Montanhas

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 07/07/2013 by Joe

O Silêncio das MontanhasLivro: O Silêncio das Montanhas
By Khaled Hosseini
Editora Globo

Dez anos depois do aclamado “O Caçador de Pipas”, o escritor afegão Khaled Hosseini volta à cena literária com “O silêncio das montanhas”.

O romance traz como protagonistas os irmãos Pari e Abdullah, que moram em uma aldeia distante de Cabul, são órfãos de mãe e têm uma forte ligação desde pequenos. Assim como a fábula que abre o livro, as crianças são separadas pela miséria e crueldade do mundo, marcando o destino de vários personagens.

Paralelamente à trama principal, Hosseini narra a história de diversas pessoas que, de alguma forma, se relacionam com os irmãos e sua família, sobre como cuidam uns dos outros e a forma como as escolhas que fazem ressoam através de gerações. Assim como em “O Caçador de Pipas”, o autor explora as maneiras como os membros sacrificam-se uns pelos outros e, muitas vezes, são surpreendidos pelas ações de pessoas próximas nos momentos mais importantes.

Seguindo os personagens, mediante suas escolhas e amores pelo mundo – de Cabul a Paris, de São Francisco à Grécia – a história se expande, tornando-se emocionante, complexa e poderosa. É um livro sobre vidas partidas, inocências perdidas e sobre o amor em uma família que tenta se reencontrar.

A mãe de Pari morreu no parto, e desde então seu irmão mais velho, Abdullah, vem cuidando dela. Apesar da miséria em que vivem em uma aldeia distante de Cabul, Abdullah nunca imaginou que seria separado de sua irmã da pior forma possível: ela é vendida.

Pari é pequena demais para entender e se lembrar do que aconteceu pelos anos que estão por vir e, quando ela é levada para França, o passado triste tende a cicatrizar e se dissolver. Paralelamente à trama principal, outros personagens ligados aos irmãos nos são apresentados, pequenas peças que vão se juntando para formar algo grande abrangendo sessenta anos de perda, redenção e amor.

Então, de um lado, temos Abdullah, pai e irmão de Pari, e uma ligação intrínseca entre ambos, inexplicável para quem não entende o amor, mas por outro lado temos a fome pela qual a família passa que acaba levando a uma decisão irrevogável, com Pari se tornando uma peça chave em um casamento sem futuro com pessoas que possuíam tudo, menos o que nos faz seguir em frente com dignidade: o amor, mais uma vez. Mesmo sendo várias as histórias ligadas aos protagonistas, é esse laço que toca a alma de quem le esta obra.

Segundo o próprio Hosseini, o novo título “fala não somente sobre a minha própria experiência como alguém que viveu no exílio, mas também sobre a experiência de pessoas que eu conheci, especialmente os refugiados que voltaram ao Afeganistão e sobre cujas vidas tentei falar tanto como escritor quanto como representante da Organização das Nações Unidas. Espero que os leitores consigam amar os personagens de “O Silêncio das Montanhas” tanto quanto eu os amo”.

By Joemir Rosa.

Liberdade

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 15/11/2012 by Joe

Liberdade vai além de uma lei…

Liberdade é um sentimento de espírito que ultrapassa o direito de ir e vir.

Ser livre implica em escolhas, no livre arbítrio. Escolha de não julgar, tampouco uma raça subjugar outra.

Liberdade é não viver com medo. É ser livre da violência, da fome, da dor, do trabalho escravo, da miséria.

Ser libertos das mais diversas formas de despotismo: do preconceito, das imposições religiosas, do fanatismo, das superstições arraigadas de geração em geração.

Ser alforriados dos opressores políticos que existem em qualquer parte do planeta.

Liberdade é dizer “não” para os ditadores de todos os tempos. Eles estão indo, um a um…

Ser livre é abraçar o irmão, sem nos preocuparmos com etnias. Sem nos importarmos com a cor da pele. Que venham todos para o abraço: amarelos, brancos, negros, índios, pardos… Todos nós fazemos parte de uma única raça: a Humana.

Livre-arbítrio não é apenas para o cidadão de um determinado país ou hemisfério; ser livre é um direito de todos os cidadãos do mundo.

Mesmo que rompamos a barreira do tempo e espaço e nos conectemos com “Criaturas Estelares”, ainda assim, não poderíamos ser subjugados porque somos “Seres Universais”.

Cantemos, hoje e sempre, a liberdade do ser, da alma…

Utopia? Talvez, mas não queremos, não podemos deixar o sonho morrer, jamais!

“Liberdade! Liberdade! Abre as asas sobre nós…”

Sem esquecer, porém, da advertência de Tobias Barreto: “A liberdade é como o vinho simbólico do Sangue Redentor que, embora sacro-santo, não deixa de poder embriagar …”

By Simone Anjos.

A respeito das deficiências…

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/04/2012 by Joe

Deficiente é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

Louco é quem não procura ser feliz com o que possui.

Cego é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

Surdo é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

Mudo é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

Paralítico é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

Diabético é quem não consegue ser doce.

Anão é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois miseráveis são todos os que não conseguem falar com Deus!

By Professora Renata Vilella (texto erroneamente atribuído a Mario Quintana).

Visão sobre a crise

Posted in Atualidade with tags , , , , , , , , on 24/11/2011 by Joe

Vou fazer um slide-show para você. Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes. Quem sabe até já se acostumou com elas…

Começa com aquelas crianças famintas da África. Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele. Aquelas com moscas nos olhos…

Os slides se sucedem…

Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro…

Durante décadas, vimos essas imagens. No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de fotos. Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.

São imagens de miséria que comovem. São imagens que criam plataformas de governo. Criam ONGs. Criam entidades. Criam movimentos sociais.

A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá, sensibiliza. Ano após ano, discutiu-se o que fazer. Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.

Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo. Resolver, capicce? Extinguir…

Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta. Não sei como calcularam este número. Mas digamos que esteja subestimado. Digamos que seja o dobro. Ou o triplo. Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo…

Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.

Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia: bancos e investidores.

Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar…

Se quiser, divulgue este post … se não, o que importa?

“O nosso almoço tá garantido mesmo…”

By Mentor Muniz Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, agência de propaganda.

Observação do Blog:

Apesar deste texto ter sido escrito há mais de 3 anos, ele continua atual. A fome no mundo continua a mesma … ou até pior! E as potências mundiais continuam salvando bancos, empresas, investidores. Sem contar os trilhões que são gastos com guerras idiotas, que não geram nada de bom para ninguém. Triste futuro desta raça dita humana … uma raça em extinção!

By Joemir Rosa.

Decisões

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 16/05/2011 by Joe

Nossa vida se desenrola numa série de encruzilhadas diante das quais precisamos fazer opções. Aí é que aparece este impulso de autodeterminação pessoal chamado liberdade. Nele pode estar toda a nossa grandeza, se acertarmos, ou a nossa miséria, se errarmos.

Seus fracassos e decepções estão todos no passado. Eles nada têm a ver com o que você deseja conquistar a partir de hoje.

Só o homem que chegou ao ponto mais alto da árvore da vida é capaz de decidir!

Você começa cada dia como uma folha em branco. Cada momento é uma oportunidade de começar a transformar seus sonhos em realidade.

O que já passou não importa mais. Sim, o passado trouxe você até aqui. Mas agora seu caminho se divide em infinitas direções e você pode escolher qual delas deve seguir.

Aprenda com o passado e deixe-o para trás. Desejar que tivesse sido diferente é perda de tempo e energia.

Continuar convivendo com as limitações do passado é desperdiçar o enorme potencial da sua vida. Seu passado não define quem você é ou o que você pode conquistar.

Quem decide isso é você!

Autoria desconhecida.

Sorte e escolhas bem feitas

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 15/04/2011 by Joe

Pessoas consideradas inteligentes dizem que a felicidade é uma idiotice, que pessoas felizes não se deprimem, não têm vida interior, não questionam nada, são uns bobos alegres, enfim, que a felicidade anestesia o cérebro.

Eu acho justamente o contrário: cultivar a infelicidade é que é uma burrice. O que não falta nessa vida é gente sofrendo pelos mais diversos motivos: ganham mal, não têm um amor, padecem de alguma doença, sei lá, cada um sabe o que lhe dói.

Todos trazem uns machucados de estimação, você e eu inclusive. No que me diz respeito, dedico a meus machucados um bom tempo de reflexão, mas não vou fechar a cara, entornar uma garrafa de uísque e me considerar uma grande intelectual só porque reflito sobre a miséria humana. Eu reflito sobre a miséria humana e sou muito feliz, e salve a contradição.

Felicidade depende basicamente de duas coisas: sorte e escolhas bem feitas.

Tem que ter a sorte de nascer numa família bacana, sorte de ter pais que incentivem a leitura e o esporte, sorte de eles poderem pagar os estudos pra você, sorte por ter saúde. Até aí, conta-se com a providência divina. O resto não é mais da conta do destino: depende das suas escolhas.

Os amigos que você faz, se optou por ser honesto ou ser malandro, se valoriza mais a grana do que a sua paz de espírito, se costuma correr atrás ou desistir dos seus projetos, se nas suas relações afetivas você prioriza a beleza ou as afinidades, se reconhece os momentos de dividir e de silenciar, se sabe a hora de trocar de emprego, se sai do país ou fica, se perdoa seu pai ou preserva a mágoa pro resto da vida, esse tipo de coisa.

A gente é a soma das nossas decisões, todo mundo sabe. Tem gente que é infeliz porque tem um câncer. E outros são infelizes porque cultivam uma preguiça existencial. Os que têm câncer não têm sorte. Mas os outros, sim, têm a sorte de optar. E estes só continuam infelizes se assim escolherem.

By Martha Medeiros.

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