Arquivo para Maridos

Quem faz as suas escolhas?

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12/08/2015 by Joe

Vc faz suas escolhas

Uma pessoa imatura pensa que todas as suas escolhas geram ganhos. Uma pessoa madura sabe que todas as escolhas implicam em perdas.

E, no final, a nossa vida é a soma das escolhas que fazemos!

Se não começarmos logo cedo a fazer escolhas que nos permitam ser felizes, quando tivermos uma idade em que a maturidade nos mostrar quem realmente somos, vamos perceber que passamos a vida toda fazendo as escolhas dos outros… e nem sempre estes estarão ao nosso lado para nos consolar e chorar juntos a nossa infelicidade.

Incluo entre esses a família, a sociedade, os maridos, as esposas, as escolas, as religiões, a mídia…

Pense nisso!

By Joemir Rosa.

De onde vem a mulher?

Posted in Homenagem with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 08/03/2015 by Joe

Flores

De onde vem a mulher? Esse ser com tantos mistérios, os quais nem mesmo a ciência consegue compreender…

Há quem acredite que elas vieram da costela de um homem… mas eu entendo que isso é quase impossível!

Mulher, um ser cheio de mistérios, que nos encantam e nos deixam como um barco à deriva em alto mar.

Sensível a ponto de desenvolver a habilidade de um “sexto sentido” e amar um outro ser, por mais difícil de ser amado! Forte para suportar qualquer dor física e do coração, prática ao se dedicar à casa, marido, filhos, e extremamente complicada para escolher um simples vestido para sair…

Seguras para proteger sua cria e seus amores dos males do mundo, mas insegura para deitar no colo do seu amor para que ele se sinta realmente protetor.

Há muitas que acreditam nem se encaixar em tais qualificações; justamente por isso, mostram que são mulheres, certas de tudo, mas muitas vezes confusas e, ao contrário do que elas mesmas pensam, nós apenas identificamos como mudanças de humor.

Por que as mulheres não vieram da costela de um homem? Porque não existe uma só célula em nosso corpo capaz de gerar tamanha perfeição, em meio a todas as suas certezas e incertezas, suas mudanças de humor, sua capacidade de amar e dar vida a outro ser!

De onde vieram?

Simples! Se querem saber se Deus existe, olhem para uma mulher e saberão de onde ela vem!

Mulheres, a razão de nossas vidas, todos os dias são seus!!

Parabéns… hoje e sempre!

Desconheço a autoria.

O poder da palavra

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 09/07/2014 by Joe

O poder da palavra

Punhais e armas de fogo deixam vestígios de sangue. Bombas abalam edifícios e ruas. Venenos terminam sendo detectados. Mas a palavra destruidora consegue despertar o mal sem deixar pistas.

Crianças são condicionadas durante anos pelos pais, artistas são impiedosamente criticados, mulheres são sistematicamente massacradas por comentários de seus maridos, fiéis são mantidos longe da religião por aqueles que se julgam capazes de interpretar a voz de Deus…

Procure ver se você está utilizando esta arma. Procure ver se estão utilizando esta arma contra você!

E não permita nenhuma destas duas coisas.

By Paulo Coelho.

O amor a si mesmo

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/05/2013 by Joe

Eu me amo 2

Aprendemos desde cedo que amar a si mesmo é uma forma de egoísmo ou egocentrismo.

A grande maioria de nós não conhece o amor verdadeiro, o amor recebido por sermos exatamente o que somos, o amor que tem o poder de aquecer nossos corações e nos colocar em contato com nossas almas.

Nascemos e aprendemos uma série de coisas a respeito da vida e muitas vezes nos ensinam coisas a respeito de nós que, somente quando adultos percebemos que grande parte do que aprendemos é reflexo das fantasias e frustrações de nossos pais.

Crescemos pressionados pela necessidade de atender anseios que não são nossos, de cumprir funções e tarefas que não contém nem uma gota sequer de identificação com o que de fato somos ou queremos para nós. Como sobrevivemos a tantos padrões, tantos recalques e frustrações, tanta angústia?

Aprendemos, sim, a sufocar nossos desejos mais caros, nossos mais belos sonhos, nossas mais raras fantasias, em nome da aceitação, da sobrevivência, da necessidade de sermos aceitos e amados. E assim aprendemos a respirar pouco, a não exteriorizar nossos desejos, a não nos amarmos de fato.

Todos possuímos marcas profundas em nossos corações produzidas pelo desamor e pela falta. Até o dia que tudo em nós começa a adoecer. Nossos olhos perdem o brilho e nossa vontade se enfraquece. Como amar a si mesmo? Como faço isso?

Amar a si mesmo é como uma viagem de aventuras, de descobertas, pelo menos deveria ser. É uma tarefa dolorosa muitas vezes, pois nesse percurso quase sempre nos deparamos com todos os limites que impusemos a nós, por não acreditarmos em nossas capacidades, em nossos verdadeiros potenciais, por termos paralisado de medo de viver e de morrer.

Amar a si mesmo é muito, muito difícil, porque quase sempre esbarramos em estereótipos criados por antigas vozes dentro de nossas mentes. Nessa tentativa às vezes desesperada de entender e, quem sabe, descobrir alguma qualidade nossa que mereça admiração, olhamos no espelho. E muitas vezes encontramos somente desespero e tristeza, resultado do vazio que inventaram para nós e que chamaram de vida. E que, docilmente, aceitamos.

A maioria das mulheres aprendeu, durante sua história, a amar seus filhos, seus maridos, seus pais, a Deus, mas nunca a si mesmas. Muitas mulheres ainda hoje buscam em si a imagem da mulher ideal para que lhes seja permitido o amor. E os homens, assim que nascem, aprendem que, para serem honrados como homens, devem amar e sustentar suas famílias, seus pais e seus trabalhos.

Aprenda a amar a si mesmo, não um amor narcisista, mas o amor e o respeito gentil àquilo que você é e ao Deus que vive aí dentro. Aprenda a ser amoroso consigo a se fazer mais carinho, a permitir fazer o que gosta, a se olhar como um ser sagrado que é. Quando não ama a si mesmo, torna-se um mentiroso com relação ao amor maior.

Não permita que outros te façam sentir menos do que realmente é: um ser sagrado. Aprenda a se amar, sinta a energia que pulsa em torno de si, procure observar suas reações, sentimentos e pensamentos e transforme-os, caso estejam impregnados de desamor.

Esqueça tudo o que ouviu a seu respeito e construa uma opinião própria, agora baseada na consciência, no autoconhecimento e na autopercepção. Comece o dia agradecendo quem é, o que conseguiu com seus esforços. E se ainda não se sente como gostaria, pare neste exato momento de focar sua energia naquilo que não conseguiu, na falta, nos buracos que a vida deixou pela ausência absoluta de amor e consciência.

Olhe sem medo para o que deseja ser e fazer, e planeje a forma que deseja construir de fato a sua felicidade. Você já se condenou demais, pare já de se machucar, autopunir, culpar. Quando você se olha e enxerga além de seu corpo físico, consegue entender que todo Universo é feito da mesma energia e que fazemos parte desse Todo. Nesse momento, o autorespeito e o amor-próprio começam a brotar como uma plantinha pequena e delicada dentro de seu coração. Se regarmos todos os dias, ela crescerá e isso será bom para todos.

Compre uma imensa tela e comece a pintar a sua nova história, hoje. Essa nova obra começará a ser criada quando você decidir arregaçar as mangas e começar a trabalhar na construção de uma nova realidade. Você só precisa acreditar que tem esse poder e se permitir, por amar a si mesmo, uma vida repleta de paz, amor, saúde e prosperidade!

Ame-se e seja quem realmente é!

Por que não?

By Helena Martins Daniel.

A força das crenças e valores

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/05/2012 by Joe

Cada cultura tem seu conjunto de crenças e valores que foram criados e praticamente impostos há séculos e séculos, e foram sendo repassados de geração pra geração até chegar aos dias de hoje, em pleno século XXI.

Basta um passeio pelos noticiários de TV ou um bom bate papo na mesa de um barzinho com amigos para confirmarmos essa ideia.

Vemos povos que ainda castigam suas mulheres impondo-lhes uma posição inferior na sociedade, onde nada é permitido a elas; povos que mutilam suas meninas para que não sintam prazer sexual na idade mais adulta; vemos maridos achando que são os donos de suas esposas; homens que acabam tendo ataques cardíacos porque não conseguem exprimir suas emoções porque lhes ensinaram que eles não choram; gente que ainda acha que tudo que lhes acontece na vida é obra do destino ou – pior! – porque Deus quis assim; etc, etc, etc …

A força que essas crenças têm é imensa e faz com que a maioria dos seres humanos seja fraca, doente e medrosa perante a vida. A culpa não é exatamente deles, mas de seus pais e antepassados ao lhes imporem aqueles conjuntos de crenças e valores que falei acima.

Quando somos crianças, a nossa mente ainda não tem a capacidade de discernir sobre o que tem uma lógica fundamentada ou não. Nosso cérebro, naquela idade, funciona como uma esponja que absorve tudo que lhe é dito e não tem ainda a capacidade de distinguir o óbvio do absurdo.

E é exatamente nesse período de vida que as crenças começam a fazer o maior estrago. É aí que somos moldados para acreditar em um monte de coisas sem sentido, num conjunto de valores, muitas vezes hipócritos e sem a menor lógica. São as crenças sociais, religiosas, educacionais e até as mais manipuladoras, como a mídia, que tenta nos impor a ideia de que determinados produtos nos fazem ser melhores e mais desejados!

Vejam, no exemplo a seguir, como uma crença imposta na infância pode fazer pequeno estrago na idade adulta: se eu colocar uma tábua bem forte, de 2 metros de comprimento e 40 centímetros de largura, no chão e pedir a você que caminhe sobre ela de uma ponta à outra, você o fará tranquilamente. Ao colocar a mesma tábua apoiada nos topos de dois edifícios e solicitar que caminhe novamente sobre ela, você, com certeza, dirá que não dá pra passar, que tem medo de cair e se espatifar lá embaixo! Mas … a tábua não é a mesma? Você não havia passado por ela sem o menor problema quando ela estava no chão? Por que o medo agora?

A resposta é simples: quando criança, alguém – provavelmente seus pais – encheu sua cabeça com uma série de crenças sobre os “perigos” desta vida. “Desça dessa cadeira que você vai cair, menino!” … E aí você absorveu essa informação sobre altura e  acabou guardando-a em algum arquivo desse porão escuro chamado inconsciente. E toda vez que você se depara com uma situação semelhante àquela, a luz de um spot se acende sobre o arquivo onde aquela crença está guardada e ela se revela abertamente pra você! E aí vem o medo novamente!

Outro exemplo de crença sem fundamento é a tal história de que manga com leite faz mal à saúde, que passa de pai pra filho e não tem nenhuma comprovação científica. A afirmação nasceu na época dos escravos, em alguma fazenda cujo cultivo de mangas era uma das maiores fontes de riquezas juntamente com a produção de leite. Então, para que os escravos não fizessem uso desses dois alimentos, os senhores donos das terras inventaram essa história de que manga com leite faz mal!

Estes são apenas dois pequenos e bobos exemplos sobre o poder das crenças em nossas vidas. E olha que elas existem aos montes nos arquivos que mencionei acima!

Da mesma forma, os valores sociais, emocionais, religiosos nos foram impostos igualmente, gerando muitos conflitos, preconceitos e traumas. Aliás, prestem atenção à palavra preconceito: pré (antes) + conceito (ideia) = ideia anterior, ou seja, uma “alucinação”, um script que vem antes de um fato! Você acha, alucina que uma coisa funciona de uma determinada forma e passa a acreditar fortemente naquilo, sem nem mesmo ter tido o trabalho de testar. E – o pior – passa até a marginalizar e agredir quem pensa diferente de você! Não respeita aquela pessoa que tem uma visão diferente da sua ou do seu meio social.

É preciso ter um pouco mais de consciência, é preciso questionar mais, é preciso duvidar de certos valores e crenças que não trazem, em si, nenhuma comprovação prática!

Toda vez que você se deparar com alguma crença ou valor que, de certa forma, lhe tire o poder de decisão pessoal, pare um pouco e reflita, duvide, questione! De onde vem essa ideia? Quem criou? Qual a real intenção por trás disso?

Tenho certeza que, livres de muitas dessas correntes e amarras, seremos muito mais felizes e livres para vivermos a nossa vida … e não a vida que os outros tentam nos impor! Vamos sair do piloto automático e ter mais consciência existencial!

Afinal, quem usa cabresto não pode olhar para os lados, só para a frente! E perde a maior parte da linda paisagem que a vida nos oferece!!

By Joemir Rosa.

Tempo de começar

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/05/2012 by Joe

Todo dia é um novo desafio a vencer. Desafios que, aos olhos de muitos, podem parecer tão simples e, para outros, tão complexos e insuperáveis.

Na verdade, são fases na vida de cada ser humano que jamais devemos esquecer. Cada desafio nos ajuda a não nos tornarmos insensíveis, frios e desinteressados.

Nos servem para valorizar a raça e a nossa condição de humanos; aceitar que temos direito a errar, aprender e superar – sem, contudo, deixar que a luta diária se torne a nossa cadeia perpétua.

Dinheiro não é tudo na vida e nem tudo tem preço. Não podemos deixar os valores fundamentais morrerem.

É preciso resgatar a família e, de verdade, dedicar o tempo de que precisam nossos filhos, irmãos, esposas, maridos, mães, pais, avós; resgatar a verdadeira amizade, essa que não morre nunca, porque não tem compromisso nem laços sanguíneos e surge livre e espontânea, sem pedir nem exigir nada; resgatar a confiança das pessoas; acreditar na palavra empenhada e cultivar, praticar e propagar a honestidade; exigir o que é justo, fazer valer os nossos direitos e respeitar os direitos dos outros.

Nunca foi tão necessário voltar a acreditar; nos tornarmos homens e mulheres de fé, que acreditem num tempo melhor para as novas gerações.

Mas não é só falar: é preciso assumir o compromisso pessoal, nos transformar em agentes de mudança, nos espalhar na sociedade como um vírus na internet e ver se, de uma vez por todas, conseguimos uma mudança real para a nossa sociedade e deixamos um mundo melhor para os filhos dos nossos netos.

Você e eu sabemos que o tempo é curto.

Então é tempo de começar.

Desconheço a autoria.

A arma mais poderosa

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 11/04/2012 by Joe

De todas as poderosas armas de destruição que o homem foi capaz de inventar, a mais terrível – e a mais covarde – é a palavra.

Punhais e armas de fogo deixam vestígios de sangue. Bombas abalam edifícios e ruas. Venenos terminam sendo detectados.

A palavra consegue destruir sem pistas. Crianças são condicionadas durante anos pelos pais, homens são impiedosamente criticados, mulheres são sistematicamente massacradas por comentários de seus maridos. Fiéis são mantidos longe da religião por aqueles que se julgam capazes de interpretar a voz de Deus.

Procure ver se você está utilizando esta arma. Procure ver se estão utilizando esta arma contra você. E não permita nenhuma destas duas coisas.

By Paulo Coelho.

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