Arquivo para Loucura

Luz da verdade

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , on 01/06/2015 by Joe

Luz da verdade

Estamos praticamente inundados pela luz da verdade que nos chega de todos os lados: é do firmamento, da própria terra, do semelhante, dos animais e vegetais…

É só abrir os olhos e ver, pois o não querer enxergar é a nossa loucura.

By Norberto R. Keppe.

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Tentações

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 10/04/2015 by Joe

Tentações

Se a vida é um milagre, por que desprezar esse milagre?

Por que afastar esses anjos delicados que todo dia me trazem fantasias inocentes e gloriosas? Por que repelir esses vibrantes e belos seres vivos que transformam meu peito num ensolarado jardim de corações? Por que desperdiçar energias tentando afastar as tentações que me tocam tão profundo? Por que recusar girassóis?

Gastamos mais energia para afastar as tentações do que para vivê-las com amor e risco. Aliás, só o prazer nos livra da loucura. Até porque, como dizia Jesus, “toda tentação é criativa”.

Por isso, em verdade, em verdade eu vos digo:

“A tentação é que nos leva para o Céu”.

By Edson Marques.

Amor confesso!

Posted in Astral with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/02/2015 by Joe

Amor confesso

Quando se encontra, finalmente, o verdadeiro amor!

Muito foi preciso para que eu chegasse à esta confissão.

E agora confesso.

Quero dizer que você eu amo. Amo mais do que tudo. Amo com todos os seus defeitos, e eu posso dizer que já conheço cada um deles. Amo seu corpo com todas as suas imperfeições. Amo você a cada dia um pouco mais, mesmo que com isso você envelheça. Porque amo quem você é por dentro. Amo sua alma, seu jeito de acreditar nas coisas. Amo sua loucura declarada, sua paixão pela vida e sua vontade de amar, ainda que tenha quebrado a cara tantas vezes.

Amo você com toda essa sua história escondida, desde os tempos de infância até os últimos anos, sobre os quais você não gosta de falar. Amo você, mesmo quando se magoa com a falta de reciprocidade de seus amores, de suas iludidas paixões. Amo essa sua vontade compulsiva de falar; de se abrir, por palavras faladas ou escritas. Amo você assim.

Aprendi a amar você aos poucos, mesmo quando outros não o fizeram como você esperava. Entendi que outros não amaram você, porque simplesmente não puderam compreender a sua essência. Talvez nem tenham visto, quem você é de verdade. E mesmo assim eles tiveram o seu amor. Demorei a compreender e aceitar você. Com todos os males que você carrega, e ainda que sejam muitos, percebi que com meu amor, seus fardos ficaram mais leves.

Desde que amei você, seu sorriso ficou mais largo e constante. Seus risos subiram de tom e até seu corpo se tornou mais suave, com mais gingado.

Apesar de todas as suas dores, vejo em você uma força que guia seus passos sempre para frente. Uma força que não sei de onde vem, mas que me inspira e contagia.

Apesar dos seus dias ruins, nos quais você se pergunta “Afinal, pra que isso tudo? Quando é que tudo isso vai acabar?”, vejo no fundo uma esperança no viver que parece não ter fim.

Vou viver ao seu lado até o fim de meus dias. Decidi ser fiel à você, à todos os seus desejos e loucuras, ainda que uma sociedade inteira condene seu jeito de ser. Assinarei embaixo de cada atitude sua, de cada palavra e até de cada insanidade.

Vou com você buscar outros amores, outras paixões, desde que não se traia. Conte comigo. De você aceitarei tudo: seus momentos de fraqueza e de tristeza; você pode. Mas não vou admitir que se traia novamente, tentando ser o que não é. Quero ver você satisfazendo seus próprios desejos.

Quero viver a alegria de ser você, com todas as dores que isso possa representar.

Gosto de quando olha pro passado e tenta entender cada episódio de sua vida como um aprendizado, como em sua cabeça tudo faz sentido e, cedo ou tarde, tudo se encaixa. Mas gosto mais ainda de como olha pro futuro, dando espaço ao seu presente, de ser o que quer que seja. Gosto do seu desprendimento, da sua energia e vontade de mudança, do seu ritmo, que varia de acordo com a dança de sua vida.

Amar você foi a melhor coisa que já fiz. Me desculpe, por todo mal que já causei com a falta do meu amor. Me perdoe pelas vezes em que não aceitei você, causando tão intensa dor. Perdão quando não deixei você sofrer o que precisava e teve que prender o choro. E mesmo assim você derrubou suas lágrimas incontidas. Me desculpe por toda falta de amor e pelos falsos e poucos amores. Você merecia mais, eu sei. Agora eu entendo tudo muito melhor.

Você precisava de mim e de todo meu amor, que agora é todo seu. E sempre será.

De mim, pra mim mesma!

By Carolina Vila Nova, escritora: “Minha Vida na Alemanha”, “A Dor de Joana”, “Carolina Nua”, “Carolina Nua Outra Vez”, “Vamos Vida, Me Surpreenda!” todos disponíveis na Amazon (www.amazon.com.br).

Significados

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/11/2014 by Joe

Significados

Significados são conceitos pessoais, visão particular de cada um sobre o que nos cerca ou sobre o que somos.

Muito é quando os dedos da mão não são suficientes.

Pouco é menos da metade.

Ainda é quando a vontade está no meio do caminho.

Lágrima é um sumo que sai dos olhos, quando se espreme o coração.

Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta para os outros.

Vergonha é um pano preto que você quer para se cobrir naquela hora.

Solidão é uma ilha com saudade de barco.

Abandono é quando o barco parte e você fica.

Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.

Ausência é uma falta que fica ali presente.

Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.

Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.

Emoção é um tango que ainda não foi feito.

Desejo é uma boca com sede.

Paixão é quando, apesar da palavra “perigo”, o desejo vai e entra.

Excitação é quando os beijos estão desatinados pra sair da sua boca depressa.

Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.

Ansiedade é quando sempre faltam cinco minutos para o que quer que seja.

Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.

Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer, mas acha que devia querer outra coisa.

Agonia é quando o maestro de você se perde completamente.

Sucesso é quando você faz o que sempre fez, só que todo mundo percebe.

Sorte é quando a competência encontra com a oportunidade.

Ousadia é quando a coragem diz para o coração: “Vá!” e ele vai mesmo.

Lealdade é uma qualidade dos cachorros, que nem todo ser humano consegue ter.

Decepção é quando você risca em algo, ou em alguém, um xis preto ou vermelho.

Indiferença é quando os minutos não se interessam por nada especialmente.

Certeza é quando a ideia cansa de procurar e para.

Desilusão é quando anoitece em você, contra a vontade do dia.

Desatino é um desataque de prudência.

Alegria é um bloco de Carnaval que não liga se não é Fevereiro.

Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.

Prudência é um buraco de fechadura na porta do tempo.

Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.

Pressentimento é quando passa em você o trailler de um filme que pode ser que nem exista.

Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.

Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas não pode mudar o que passou.

Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

Perdão é quando o Natal acontece em Maio, por exemplo.

Renúncia é um não que não queria ser.

Vaidade é ter um espelho onisciente, onipotente e onipresente.

Amigos são anjos que nos levantam quando nossas asas estão machucadas.

Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.

Sorriso é a manifestação dos lábios quando os olhos encontram o que o coração procura.

Desculpa é uma palavra que pretende ser um beijo.

Beijo é um procedimento inteligentemente desenvolvido para a interrupção mútua da fala quando as palavras tornam-se desnecessárias.

Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado…

Não.

Amor é um exagero… também não. É um cuidar de…

Uma batelada de carinho?

Um exame, um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?

Afinal, o que é o amor?

Desconheço a autoria.

Despertando para um novo mundo

Posted in Astral, Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/09/2014 by Joe

Despertando para um novo mundo 2

O planeta está em convulsão. E como o indivíduo e o mundo são a mesma coisa, vivemos essa convulsão junto com o planeta.

Terremotos, erupção de vulcões adormecidos e tsunamis são processos que todos estamos vivendo em nossas vidas pessoais. Este deve ser um momento de profunda reflexão para entendermos que existe algo por trás desses acontecimentos e que deve ser compreendido.

A história do homem passa por vários ciclos que fazem parte de seu processo evolutivo. E hoje vivemos a finalização de um deles. O chamado mostra o caminho que nos leva à espiritualidade, e quando falo em espiritualidade não me refiro a nenhuma espécie de religião ou ritual. O caminho espiritual se dá, antes de tudo, através do primeiro impulso em direção à nossa consciência. Todos devemos reconhecer dentro de nós mesmos, neste momento, essa faísca, esse princípio espiritual.

A humanidade mudou. Todos estamos mudando rapidamente sem estarmos preparados para isso. E com isso, novas doenças sociais e psicológicas são desencadeadas sucessivamente. Crimes hediondos, o surgimento de psicopatas, sociopatas, drogas, excesso de sensualidade, medos, loucura e desespero, tudo isso faz parte desse processo. O mundo não vai acabar. Mas nossos valores mudarão de tal maneira que um novo mundo despontará.

A humanidade está atravessando o limiar entre matéria e espírito, estamos subindo um degrau a mais em nosso processo evolutivo. Esse é o principal motivo do desenrolar de tanta brutalidade e falta de sentido. Vivemos um momento de crise coletiva. O que éramos já não faz mais sentido; crescemos, mudamos, mas ainda não sabemos o que seremos. Estamos no meio, entre o que fomos e o que devemos nos tornar.

Há uma espécie de mecanismo dentro de nós que está parando de funcionar, um padrão de coordenação que está falindo. Nossos pensamentos estão se voltando para o mundo espiritual, assim como nossos sentimentos. A cada dia que passa, conseguiremos entrar em contato mais profundo com nossos sentimentos verdadeiros, os mais autênticos que brotam dentro de nós. Impulsos que vêm de outras vidas, que fazem parte de nosso processo de crescimento. Por isso estamos vivendo situações estranhas, coisas acontecem e não entendemos.

Os conflitos ainda aumentarão, essa é a sensação de “fim do mundo” que todos nós estamos vivendo. Precisamos descobrir o que é isso individualmente pois, a partir de já, nossa missão é descobrir o mundo dentro de nós.

Luz para todos!

By Eunice Ferrari.

O sexto sentido

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Ipês amarelos

Os cinco sentidos são, a um tempo, seres da “caixa de ferramentas” e seres da “caixa de brinquedos”. Como ferramentas, os sentidos nos fazem conhecer o mundo. A cor vermelha no semáforo diz que é preciso parar o carro. O som da buzina chama a minha atenção para um carro que se aproxima. O cheiro estranho na cozinha me adverte de que o gás está aberto. Como brinquedos, os cinco sentidos me informam que o mundo está cheio de beleza. Eles são órgãos sexuais: com eles fazemos amor com o mundo. Dão-nos prazer e alegria!

Os cinco sentidos, para realizarem suas funções de poder e prazer, exigem a presença do objeto a ser conhecido ou a ser amado. Para sentir a beleza de um ipê florido é preciso que haja ipês floridos – como agora. Em julho os ipês rosa, em agosto os ipês amarelos, em setembro os ipês brancos. Já até sugeri que um músico compusesse uma sinfonia em três movimentos dedicada aos ipês.

Para se sentir a beleza triste do canto de um sabiá é preciso que haja um sabiá cantando. Para se sentir o perfume de um jasmim é preciso que haja um jasmim florido. Para se sentir o gosto bom de uma laranja é preciso que haja uma laranja. E para se sentir a delícia de um beijo é preciso que haja uma boca que me beije! Os cinco sentidos só fazem amor com coisas existentes, no presente. Eles vivem no “aqui” e no “agora”.

Mas há um sexto sentido dotado de propriedades mágicas, um sentido que nos permite fazer amor com coisas que não existem: esse sentido se chama “pensamento”.

Digo que o pensamento é um sentido mágico porque ele tem o poder de chamar à existência coisas que não existem e de tratar as coisas que existem como se não existissem. E é dele que surge a grandeza dos seres humanos. O pensamento nos dá asas, ele nos transforma em pássaros!

“Mas que realidade têm as coisas que não existem?”, poderão perguntar os filósofos. Aí serão os poetas que darão respostas aos filósofos. “Que seria de nós sem o socorro das coisas que não existem?”, perguntava Paul Valery. E Manoel da Barros acrescentaria: “As coisas que não existem são mais bonitas!”. Leonardo da Vinci pensava e desenhava máquinas que não existiam e que só poderiam existir num futuro distante. Mas que alegria aquelas entidades não existentes lhe davam! Por isso ele as guardava como segredos perigosos que, se conhecidos, poderiam levá-lo à Inquisição. Mas o prazer valia o risco!

Beethoven estava completamente surdo. No seu mundo os sons não existiam. Mas do silêncio dos sons que não existiam ele fez surgir, no seu pensamento, a Nona Sinfonia, que canta a alegria da vida.

Faz uns meses resolvi reler o livro “Cem Anos de Solidão”, do Gabriel Garcia Marques. Que amontoado de não-existentes! Invencionices de alguém que trata o existente como se não existisse. Pensei, de brincadeira, que ele deveria estar bêbado quando escreveu o livro, tantos são os absurdos maravilhosos que ele constrói. Uns tolos disseram que aquele livro era uma parábola sobre a América Latina. Ou seja, disseram que o livro falava sobre uma coisa que existia: o realismo fantástico de Gabriel Garcia Marques, depois de passar pelo crivo da hermenêutica, nada mais seria que uma crônica histórica disfarçada. Nada mais longe da verdade.

O livro “Cem Anos de Solidão” só existe no espaço imaginário do que não existe. E, apesar de saber que aquilo que estava escrito era mentira, que nunca acontecera porque era impossível que acontecesse, eu ri, sofri, vivi. Meu corpo fez amor com o inexistente. O que não existe nos faz viver. Não vivemos só de pão. Somos comedores de palavras. E as palavras operam em nós estranhas transformações. Quantas pessoas eu degolei com minha espada de samurai ao ler “Shogun”!

Que extraordinário exercício de alienação é a literatura! Mergulhados num livro, a realidade que nos cerca deixa de existir. Estamos inteiramente no mundo do pensamento. Se Marx estava certo ao afirmar que “o homem é o mundo do homem” então, na literatura, tornamo-nos criaturas dos muitos mundos da fantasia. Tornamo-nos personagens de uma estória inventada, “atores” de teatro.

Todo artista é um fingidor. Todo leitor tem de ser um fingidor. Fingir, brincar de fazer de contas, tratar as coisas que são como se não fossem e as coisas que não são como se fossem! É dessa loucura que surgem as mais belas criações da arte e da ciência.

Por isso eu me daria por feliz se a educação fizesse apenas isso: introduzir os alunos no mundo mágico do pensamento tal como ele acontece na literatura. Quem experimentou a magia do pensamento uma única vez não se esquece jamais!

By Rubem Alves.

Vencedores

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 19/08/2013 by Joe

Vencedores

Os campeões sabem que para obter um resultado diferente é necessário haver mudanças e a mais importante é a de mentalidade, ou seja, da nossa maneira de pensar.

Precisamos atingir nossos objetivos porque o mais difícil de administrar na vida são o fracasso e o sucesso. Nós todos conhecemos a embriaguez da vitória e a agonia da derrota. Encontramos obstáculos e mais obstáculos. Contudo, com esperança, dignidade, um pouco de loucura e alguma crença em nós mesmos, poderemos dar grandes passos na direção dos nossos objetivos.

Vencedores são aqueles que desistiram de adiar seus sonhos, de repetir os mesmos problemas, e resolveram criar o novo. Porém, grandes derrotas são criadas por pessoas que se apegaram ao passado, que se sentem confiantes demais e, de repente, ficarm ultrapassadas. Não percebem que os outros evoluíram, que a situação mudou e que não sabem mais o que fazer.

Se o seu passado foi feito de vitórias, deixe-o para trás (a não ser nas comemorações com os amigos). Faça um projeto para o futuro e dirija suas atenções para ele.

Lembre-se: derrotas são frutos de pequenas distrações!

Um vencedor é aquele que adota uma postura básica de determinação para vencer.

O vencedor inspira confiança em tudo o que faz. Sabe que ser o primeiro é consigo mesmo e mantém sua palavra, não porque o outro vai cobrá-la (ainda que cobrar algo prometido seja um direito do outro), mas sim porque sempre dá o máximo de si.

Todo mundo conhece um vencedor, ele não tem vergonha de suas limitações, mas principalmente não tem vergonha de comprometer-se com que faz.

Quando não sabe pergunta, quando não pode não promete, quando promete cumpre, quando sabe assume, quando assume faz!

Tornar-se um atleta especial é deixar de ser mais um como os outros. É transformar-se em alguém que sabe ir a fundo no que quer.

O vencedor sabe que um erro é sempre possível e por isso cuida para que ele não aconteça; mas se ocorrer, o vencedor analisa as suas consequências e fica francamente chateado por tê-lo cometido. Mas não procura culpados nem perde seu tempo se escondendo atrás de acusações. Analisa a situação e procura imediatamente solucioná-la.

Está provado: os erros crescem quando você se abate com ele e diminuem quando você os aceita e sabe que precisa melhorar para torná-los cada vez mais raros.

O vencedor está sempre alerta, ligado, atento para percorrer as oportunidades e fazer sempre delas um motivo para comemorações e muitas vitórias.

By Prof. João Gualberto Neiva de Mesquita.

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