Arquivo para Laços

A paz que o mundo precisa…

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/12/2012 by Joe

Planeta Terra

A violência eliminou, destruiu crianças inocentes, jovens sonhadores… Separou famílias e só trouxe dor e a revolta.

É preciso eliminar a violência, não só das guerras, mas também dos corações.

É uma cruel violência a falta da escola, o pobre não ter direito à moradia, a criança não ter sobrenome, a saúde fazer adoecer e o salário ser de fome.

O envio de mísseis sobre nações e a má distribuição de renda são diferentes formas da violência.

Quem quer promover a paz respeita o próximo, luta pela igualdade, perdoa a quem ofende e age com solidariedade.

A violência é eliminada quando há justiça para todos; quando Deus está nos corações e a dignidade é restaurada.

Vamos respeitar o ser humano e agir com o amor restaurador …

Vamos eliminar as armas e, em cada canto, plantar uma flor…

Eu quero a paz no mundo, mas não a paz que vem da agressão e nem do silêncio da covardia.

Quero a paz que vem dos corações que se entendem pelos laços do amor que gera a vida e a fraternidade que une os que pensam diferente e que nos faz sermos tratados como gente.

Trabalhando pela paz, penso que faremos um mundo melhor, com mais amor, eu e você…

Tentemos, pelo menos, cada um fazendo um pouco, no final, somando-se os esforços, o mundo será um lugar bem melhor para deixarmos aos nossos filhos!

Vamos começar?

Faça algo pela Paz!!!

Desconheço a autoria.

Os nós e nós

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/05/2012 by Joe

Quando queremos que alguma coisa fique ancorada à nossa vida, fazemos de tudo para mantê-la presa à nós. Criamos laços e os apertamos com todo nosso coração.

Os nós fazem parte de nós.

Infelizmente, nem tudo o que se apega a nós é bom e útil. Se prezamos ter laços afetivos e pedaços de memórias agarradas definitivamente à nossa pele, há aqueles nós que se apegam sem que nossa permissão seja pedida e sem que tenhamos forças para desatá-los. Esses nos acompanham e nos adoecem.

Viver com nós na garganta, que não descem e nem saem, nos deixa deficientes.

Avançamos em algumas outras coisas, mas o não resolvido fica, como um espinho na carne.

A gente caminha, mas sente que algo ficou para trás e muitas das dores de garganta que não conseguimos curar são emoções presas das quais não soubemos nos livrar.

O que fica atravessado diante de nós é o peso que carregamos, por vezes, por anos e anos. O dia bendito em que conseguimos colocar em palavras e lágrimas aquilo que nos ofendeu, entrou em nós e ficou, o sol desponta no horizonte como se fosse seu primeiro dia.

Ah, Deus, se tivéssemos sempre a coragem de abrir nosso coração e gritar nossa mágoa, quão mais leves e sãos poderíamos viver!

Se criamos a coragem de desatar, devagar, certo, mas desatar, um a um os laços que nos incomodam, liberamos uma a uma as ansiedades, os males que nos doem física e psicologicamente.

Nessas horas nosso coração bate de maneira diferente, respiramos mais ar puro e nossos olhos se abrem para novos horizontes.

Só um pequeno passo, um muito de coragem e uma nova vida pode começar.

By Letícia Thompson.

Tempo de começar

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/05/2012 by Joe

Todo dia é um novo desafio a vencer. Desafios que, aos olhos de muitos, podem parecer tão simples e, para outros, tão complexos e insuperáveis.

Na verdade, são fases na vida de cada ser humano que jamais devemos esquecer. Cada desafio nos ajuda a não nos tornarmos insensíveis, frios e desinteressados.

Nos servem para valorizar a raça e a nossa condição de humanos; aceitar que temos direito a errar, aprender e superar – sem, contudo, deixar que a luta diária se torne a nossa cadeia perpétua.

Dinheiro não é tudo na vida e nem tudo tem preço. Não podemos deixar os valores fundamentais morrerem.

É preciso resgatar a família e, de verdade, dedicar o tempo de que precisam nossos filhos, irmãos, esposas, maridos, mães, pais, avós; resgatar a verdadeira amizade, essa que não morre nunca, porque não tem compromisso nem laços sanguíneos e surge livre e espontânea, sem pedir nem exigir nada; resgatar a confiança das pessoas; acreditar na palavra empenhada e cultivar, praticar e propagar a honestidade; exigir o que é justo, fazer valer os nossos direitos e respeitar os direitos dos outros.

Nunca foi tão necessário voltar a acreditar; nos tornarmos homens e mulheres de fé, que acreditem num tempo melhor para as novas gerações.

Mas não é só falar: é preciso assumir o compromisso pessoal, nos transformar em agentes de mudança, nos espalhar na sociedade como um vírus na internet e ver se, de uma vez por todas, conseguimos uma mudança real para a nossa sociedade e deixamos um mundo melhor para os filhos dos nossos netos.

Você e eu sabemos que o tempo é curto.

Então é tempo de começar.

Desconheço a autoria.

Paixões

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 03/10/2011 by Joe

“Sob o domínio da paixão, sentimos a compulsão de negar o que somos, ou já fomos, para corresponder às expectativas daquele ou daquela por quem nos apaixonamos.”

Por experiência própria, você já deve ter descoberto que há muitas maneiras de amar. Existem os amores descomprometidos e rápidos, surgidos de olhares que se cruzam ao acaso, provocando uma enorme descarga de energia, uma vontade incontrolável de seguir, de perseguir, de caçar. São encontros não marcados, diante dos quais vibramos numa intensidade anormal porque sabemos que a primeira vez também pode ser a última.

Existem ainda os amores intensos e rápidos, aqueles nos quais se perde a consciência do perigo e a noção de limites. O que se deseja é variedade, excitação, a promessa certeira do prazer. O que se deseja é estar fora do mundo das proibições, experimentando o perigoso jogo do “tudo ou nada”. Estes encontros poderiam ser chamados de minipaixões. Acontecem com frequência em viagens, férias e também são facilitados pelo anonimato das grandes cidades. O objetivo é a conquista: um alvo determinado, aquele homem, aquela mulher. Nessas horas, fantasia e realidade se misturam e se confundem.

Mas as diferentes maneiras de amar não acabam por aí. Como esquecer os amores comprometidos e lentos? Para muitas pessoas, só o primeiro encontro não basta. A busca da felicidade exige um segundo, um terceiro, um quinquagésimo. Nesses casos, a ligação amorosa nasce da revelação, do desvendamento, da descoberta. Deseja-se encontrar aquele “algo mais”, que só parece atingível quando se explora cada milímetro do outro, por meio de uma sucessão de perguntas, de toques, de confidências e provas de dedicação que, aos poucos, vão construindo o vínculo amoroso.

Poderíamos falar também dos amores intensos e lentos, quando se descobre que o prazer é a energia que une e agrega. Nesses amores de combustão vagarosa, a relação se delineia à medida que os parceiros se encaixam e criam laços de apego. São vínculos que dão a sensação de um porto seguro, de morar dentro do outro, e não de estar só de passagem.

Na verdade, as possibilidades de relacionamentos amorosos são infinitas, mas também vale lembrar que, raramente, os encontros acontecem da forma como previmos ou planejamos. O que, de resto, é ótimo, pois quando nos abrimos para essa força vital que chamamos Eros, amor, descobrimos que o impulso erótico profundo, misterioso, não pode ser facilmente compreendido, classificado ou controlado.

Os prazeres e perigos de estar apaixonado.

Talvez não exista, no vasto repertório de experiências humanas, nada que se compare a uma paixão. É um sentimento que nos faz viver momentos de expectativa, de excitação, de incerteza; que de uma hora para outra nos tira os pés do chão, deixando-nos “nas nuvens”.

Estou falando daquelas paixões sentidas na pele, na carne, que fazem a temperatura emocional ultrapassar os 100 graus centígrados, que dão ao mundo um colorido que nunca observáramos antes. Paixões que mudam o rumo de nossas vidas, nas quais nos entregamos totalmente, sem defesas e sem receio, nas mãos do ser amado. Paixões que, colocando-nos na fronteira da sanidade e da loucura, nos fazem perder a consciência do perigo e a noção de limites.

Ao nos apaixonarmos, sentimo-nos a dois passos do Paraíso: ora entrando (quando estamos junto da pessoa amada), ora saindo (quando nos afastamos). Uma idéia fixa nos envolve: como representar tudo para o outro e como conseguir que o outro se transforme em tudo para nós. Sob o domínio da paixão, sentimos a compulsão de negar o que somos, ou já fomos, para corresponder às expectativas daquele ou daquela por quem nos apaixonamos. Nessa fase nada se compara à extasiante experiência de estar a sós, de mergulhar, de se fundir com a pessoa amada.

Invade-nos uma fome insaciável de intimidade, infinita de reciprocidade, que torna apavorante a perda do amor recém-encontrado.

Como algo tão assustador pode ao mesmo tempo ser tão bom?

Você já deve ter percebido por experiência própria que paixão jamais combina com lógica ou rima com racionalidade. Não se trata de uma escolha consciente, de um ato premeditado; simplesmente, acontece. Apesar disso, sempre fica uma pergunta no ar: por que as pessoas se apaixonam perdidamente? É difícil, para não dizer impossível, explicar de forma total uma experiência humana ao mesmo tempo tão universal e tão misteriosa como é a paixão amorosa. No entanto, podemos levantar algumas possibilidades.

Em nosso mundo externo sempre existem falhas, buracos, assim como em nosso mundo interno sempre existem carências e necessidades. Quando nos damos conta de nosso vazio interior, surge a necessidade de preenchê-lo, ou seja, sentimo-nos ávidos de amor. Nessas circunstâncias, em geral, o aparecimento de uma pessoa de carne e osso para suprir a carência se transforma em mera questão de tempo. De uma hora para outra, a paixão bate à porta.

Na ânsia de se preencher, de se completar, o apaixonado absorve, engole o outro, ou se deixa absorver, engolir totalmente. Em consequência, a paixão vai crescendo de forma avassaladora e se transforma em “monomania”, na coisa mais importante da vida, na razão de ser da própria existência.

A “vítima” da paixão passa a ver o mundo por uma ótica distorcida. Os valores se alteram, tudo muda de sentido. Quem se apaixona fica por demais ansioso para poder decifrar os sinais que o outro lhe envia. Fica também por demais apegado para poder realmente enxergar o outro e por demais obcecado para poder conhecer o outro. Chega a dizer que o ser amado é tudo e tudo se resume ao ser amado. Isso significa ignorar as demais pessoas.

Embutida nessa entrega total há também uma exigência de complementação total. As grandes paixões desconhecem barreiras, insurgem-se contra o proibido. A literatura está cheia de exemplos de amantes que, apesar dos mais terríveis obstáculos, mantiveram-se unidos por laços indestrutíveis.

Mas a ligação entre paixão e sofrimento não aparece apenas na ficção, nos romances, nas novelas. Ela existe na vida real. A separação é tão dolorosa porque um homem, uma mulher apaixonados não preenchem suas necessidades afetivas com várias relações de troca, de amizade. Para eles, o ser amado é a única fonte de gratificação. Isso transforma a paixão numa espécie de prisão paradisíaca.

A expressão “estar perdidamente apaixonado” dá bem a medida da ambiguidade que envolve esse sentimento que todos ansiamos por experimentar, mas que tanto nos perturba quando, sem pedir licença, ele invade nosso coração.

By Maria Helena Matarazzo, do livro “Encontros, Desencontros e Reencontros”, Editora Record.

Escolhas de uma vida

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 08/09/2011 by Joe

A certa altura do filme “Crimes e Pecados”, o personagem inter-pretado por Woody Allen diz:

“Nós somos a soma das nossas decisões”.

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu.  Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazermos uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar “minha vida”.

Não é tarefa fácil!

No momento em que escolhemos ser médico, estamos abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. Se é a psicologia que se almeja, pouco tempo sobrará para fazer o curso de odontologia.

Não se pode ser tudo!

No amor é a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vai e vem de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar e, através do casamento, fundar uma microempresa, com direito à casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades. As duas opções tem seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços.

Escolha!

Morar em Londres ou numa chácara? Ter filhos ou não?  Posar nu ou ralar atrás de um balcão? Correr de kart ou entrar para um convento? Fumar e beber até cair ou virar vegetariano e budista?

Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.  Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado, viver de poesia e dormir em hotel 5 estrelas. No way! Por isso é tão importante o auto-conhecimento.

Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é.

Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: ninguém é o mesmo para sempre. Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido.

A estrada é longa e o tempo é curto!

By Pedro Bial.

Mandamentos da felicidade

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 20/04/2011 by Joe

Quem não quer ser feliz e bem sucedido? Todos querem. No entanto, somente 5% da população tem o poder de alcançar o potencial para vencer, enquanto 95% jamais atingirá os seus objetivos.

As pessoas de sucesso aprenderam a controlar seus pensamentos, emoções, ações e superaram crenças autodestrutivas. Elas descobriram (ou re-descobriram) seu espírito, missão, propósito e caminho na vida. E têm a coragem de definir objetivos e viver seus sonhos. Elas dominam o poder pessoal!

Quem toma posse do seu poder pessoal não espera que outra pessoa corresponda às suas expectativas, nem coloca a responsabilidade da sua felicidade nas mãos de quem quer que seja. É capaz de exercer a sua capacidade de escolha diante dos acontecimentos e decide que atitude tomar diante de cada situação.

Então qual é o segredo? Por que a prosperidade e a felicidade chegam para uns e não para outros?

É necessário aprender a se conhecer melhor e identificar qualidades e defeitos, como são as reações em determinadas situações e onde é possível melhorar. Existe uma infinidade de atitudes que, muitas vezes, deixamos de lado e não percebemos que contribuem para afastar nossa felicidade.

Creia, você é o único responsável pela sua imagem e, através de ações simples, você pode até mudar o rumo da sua vida. Basta treinar! Veja os mandamentos da felicidade que podem ajudar a mudar sua vida.

Ame

Não me refiro apenas ao amor entre homem e mulher ou entre pais e filhos. Mais do que isso, é o amor a todos os próximos: pessoas, animais, à natureza em geral. Parece que nos dias atuais este sentimento está meio esquecido, banalizado. Um casal não pode afirmar que existe amor se convive em clima de brigas e rupturas constantes. Tente ser feliz ao menos um pouco, todos os dias.

É ilusão achar que vai ser feliz amanhã ou no futuro, quando vier o aumento esperado, quando as contas estiverem todas pagas, quando a aposentadoria chegar … Novos desafios sempre surgirão. Não seja egoísta e individualista, dê a mão… Pratique o amor sempre!

Aceite

Aceite os outros do jeito como são. Assim como você, são pessoas únicas. Não aceitá-los pode resultar em atritos, raiva, e até em separação. Antes de criticar, primeiro olhe para os seus defeitinhos.

Sorria

Quando rimos há um desdobramento de nossa aura. Todos gostamos de conviver com pessoas sorridentes, bem humoradas, alto astrais. Se gostamos de estar perto de pessoas alegres, o mesmo vale para atrairmos os outros. Fale sorrindo, até mesmo pelo telefone. Você vai notar que a batalha do dia-a-dia não será tão dura quanto parece. A pessoa bem humorada consegue resolver com mais facilidade seus problemas, pois supera logo os momentos ruins.

Além disso, consegue emanar uma energia positiva nos ambientes em que se encontra. Aprenda a acordar de bom humor, diga “bom dia” com aquela vontade de que o seu dia seja maravilhoso.

Pense positivo

A medicina já provou que as pessoas otimistas vivem muito mais e melhor. Quem pensa positivo consegue superar mais facilmente os problemas, pois sabe que cedo ou tarde conseguirá o que quer. Assim não se estressa.

Pare de reclamar

Quem gosta de ficar perto de alguém que só reclama? Ninguém tem vocação para “muro das lamentações”, pois já tem problemas suficientes para ouvir os alheios. Além disso, quem reclama atrai todas as energias negativas do ambiente, pois fica indefesa, sem luz própria. Assim, além de não chegar a lugar algum, fica cada vez mais “carregada”. Quem quer construir alguma coisa vai à luta, não fica reclamando.

Brinque com as crianças

Estar perto de crianças, brincar com elas, ouvir o que dizem, é estar perto dos anjos. As crianças irradiam um sentimento sincero, puro e, quando amam, amam de verdade. Deve-se aprender com elas a recuperar a espontaneidade e a capacidade de divertir-se.

Cante e dance

A sabedoria popular já diz que “quem canta seus males espanta”. E não é para menos: quando se está contente é comum sair cantarolando pela casa, no chuveiro ou mesmo no trabalho. Isso levanta ainda mais o astral. Se estiver triste comece a cantar, saia para dançar, solte sua energia. Você vai se sentir bem melhor.

Abrace

Crie o hábito de abraçar fortemente as pessoas queridas, como parentes, filhos, amigos. No momento de um abraço sincero, há uma troca de energias e, de forma inconsciente, a pessoa abraçada capta o bom sentimento e o devolve, de forma simbólica, com a retribuição ao abraço.

Um outro hábito que faz muito bem é exteriorizar seu amor ao próximo, dizendo “eu te amo”. Não apenas para a pessoa amada, mas para os pais e filhos, principalmente. Quebre barreiras e fortaleça os laços. Se não consegue dizer pessoalmente, escreva.

Reze

A oração é a melhor forma de comunicação com Deus. Quem ora com bastante fé adquire mais autoconfiança para ir atrás dos seus desejos. Jamais duvide do poder da oração. Crie tempo para recarregar as baterias através da espiritualização, da meditação, da fé e da oração. É neste momento que, muitas vezes, surgem as saídas para as aflições.

Ajude

Ajudar aos parentes, amigos e desconhecidos é um ato de amor. A ajuda pode ser um conselho, uma palavra, um gesto, uma atitude e até mesmo em dinheiro. Um ato de atenção para com um desconhecido gera uma força surpreendente capaz de abrir os nossos caminhos. O retorno só pode ser bom.

Abrace uma causa social. Você vai se sentir muito orgulhoso.

Perdoe

Pedir perdão é um ato humano e perdoar é divino. Guardar mágoas é alojar no coração um sentimento tão ruim pelas pessoas que rouba o espaço do amor. Há quem vive remoendo fatos ocorridos há tanto tempo, que se esquece de viver a realidade. Fomos criados para evoluir. Cada um tem o livre arbítrio de aprender as lições da vida pela dor ou pelo amor.

Reconheça

Elogie atitudes ou o trabalho de quem convive com você. Crie o hábito de reconhecer o talento de cada um, pois no momento do elogio há uma troca de energias positivas. Parabenize pelas suas conquistas, nas datas especiais e festivas. Isso reforça o carinho que sente por elas.

Organize-se

Manter suas coisas organizadas, como objetos, papéis, roupas, é sinal de vida organizada.

Deseje

Tenha objetivos, imagine aquilo que você quer e vá a luta. A acomodação mata o indivíduo lentamente. Quem deixa de ter uma meta na vida fica estagnado, chato e sem energia. Não deixe nunca de sonhar…

Ame-se

Seja generoso com você. Ninguém é perfeito. Valorize algo de bom em você e admire-se ao máximo. Deixe que surjam sentimentos de amor por si mesmo. Se não, como poderá amar ao próximo? Valorize-se e respeite as suas fraquezas e fragilidades.

Agradeça

Todos os dias … por estar vivo, pelo que é, possui ou gostaria de conquistar. Pense positivo, segure firme as rédeas da sua vida e viva mais feliz!

By Marlene Heuser.

A prisão de cada um

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/12/2010 by Joe

O máximo de liberdade que o ser humano pode aspirar é escolher a prisão na qual quer viver. Pode-se aceitar esta verdade com pessimismo ou otimismo, mas é impossível refutá-la. A liberdade é uma abstração.

Liberdade não é uma calça velha, azul e desbotada, e sim, nudez total, nenhum comportamento para vestir. No entanto, a sociedade não nos deixa sair à rua sem um crachá de identificação pendurado no pescoço.

Diga-me qual é a sua tribo e eu lhe direi qual é a sua clausura!

São cativeiros bem mais agradáveis do que o Carandiru: podemos pegar sol, ler livros, receber amigos, comer bons pratos, ouvir música, ou seja, uma cadeia à moda Luis Estevão, só que temos que advogar em causa própria e hábeas corpus, nem pensar.

O casamento pode ser uma prisão. E a maternidade, a pena máxima. Um emprego que rende um gordo salário trancafia você, o impede de chutar o balde e arriscar novos vôos. O mesmo se pode dizer de um cargo de chefia. Tudo que lhe dá segurança ao mesmo tempo lhe escraviza.

Viver sem laços igualmente pode nos reter.

Uma vida mundana, sem dependentes para sustentar, o céu como limite: prisão também. Você se condena a passar o resto da vida sem experimentar a delícia de uma vida amorosa estável, o conforto de um endereço certo e a imortalidade alcançada através de um filho.

Nós é que decidimos quando seremos capturados e para onde seremos levados. É uma opção consciente. Não nos obrigaram a nada, não nos trancafiaram num sanatório ou num presídio real, entre quatro paredes.

Nosso crime é estar vivo e nossa sentença é branda, visto que outros, ao cometerem o mesmo crime que nós – nascer – foram trancafiados em lugares chamados miséria, analfabetismo e exclusão.

Brindemos: temos todos cela especial!

By Paulo Rebelato, psiquiatra, em entrevista para a revista gaúcha Red 32.

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