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Quem persegue nunca alcança

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 15/04/2014 by Joe

Kaizen

Quando você diz que está perseguindo uma coisa, que está correndo atrás, isso significa que ela está fugindo de você. Ao invés de ficar perseguindo e correndo atrás de algo, considere o contrário: pense em como atraí-la!

E como atrair algo que está fora do seu alcance?

“Mude seus pensamentos e você mudará seu mundo”, escreveu Norman Vincent Peale. A melhor forma é sempre transformar-se na pessoa que atrairia o que você quer, seja dinheiro, sucesso, admiração dos outros ou um grande amor.

Enquanto você insistir em seguir as velhas rotinas, vendo as mesmas pessoas todos os dias, lendo sempre as mesmas revistas e jornais, assistindo os mesmos programas de TV, visitando os mesmos sites, nunca aventurando-se além da sua zona de conforto, você não vai se desenvolver. Vai continuar preso ao mesmo círculo vicioso. É uma forma de desperdiçar lentamente a vida, e o pior de tudo é que você sabe disso. Você sente isso!

George Bernard Shaw disse:

– “Quando era jovem, descobri que nove de cada dez coisas que eu fazia eram um fracasso. Eu não queria ser um fracasso. Então, passei a trabalhar dez vezes mais”.

A preparação nunca é chique ou cheia de glamour. Ela é difícil. É chata e cansativa. Mas é absolutamente essencial. Todo mundo viu o Gustavo Kuerten ganhando campeonatos e milhões de dólares, mas ninguém viu as centenas de horas que ele passava em quadras, batendo em bolinhas ou sozinho num quarto de hotel. O preço do sucesso é a preparação. Citando Aristóteles: “Somos o que fazemos repetidamente. Logo, a excelência não é um ato, mas um hábito”.

Se a sua vida não está do jeito que você queria que ela estivesse, pare de pensar em como perseguir seus objetivos, e mude o raciocínio: como atraí-los?

Encontre alguma coisa que esteja dando certo na sua vida e tente melhorá-la só um pouquinho. Não é necessário fazer algo grandioso ou revolucionário – basta um simples detalhe, algo que você pode fazer agora mesmo. É o que os japoneses chamam de Kaizen – a melhora contínua, passo a passo (Kai = mudar; Zen = bom, para o melhor).

Torne-se uma pessoa mais atraente todos os dias – intelectualmente, culturalmente, fisicamente, espiritualmente e, talvez o principal, pessoalmente – e com certeza você vai conseguir atingir coisas que parecem estar sempre fugindo, simplesmente porque elas vão parar de fugir, vindo até você. Mude seus pensamentos, e certamente você mudará seus resultados.

By Raul Candeloro, palestrante e editor da revista VendaMais®, além de autor dos livros “Venda Mais” e “Negócio Fechado”.

Agradecimento

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/06/2013 by Joe

Agradecimento

Sempre se lembre daqueles que te serviram!

Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou-se a uma mesa.

Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.

– “Quanto custa um sundae?” ele perguntou. – “50 centavos” respondeu a garçonete.

O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.

– “Bem, quanto custa o sorvete simples?” ele perguntou. A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete, perdendo a paciência, retrucou:

– “35 centavos” – respondeu, de maneira brusca.

O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse:

– “Eu vou querer, então, o sorvete simples”.

A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.

Quando a garçonete voltou, ela começou a chorar, à medida que ia limpando a mesa, pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas… ou seja, o menino não pediu o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.

Desconheço a autoria.

Tarte Tatin

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13/04/2013 by Joe

Tarte Tatin

A Tarte Tatin é uma torta de frutas típica francesa, que nasceu de um tremendo erro culinário cometido por duas irmãs, Stephanie e Caroline Tatin. Contam que, após da morte de seu pai, elas assumiram o negócio da família, o Hotel Tatin, na cidade de Lamotte-Beuvron a 173 km de Paris, no Vale do Loire.

O local já era famoso na região devido à sua perfeita torta de maçãs que se caracterizava por uma cobertura crocante, composta por maçãs macias e caramelizadas.

Um belo dia – lá pelos idos de 1889 – em que havia muito movimento, Stephanie, uma das irmãs, colocou as maçãs no forno, esquecendo-se de colocar a massa sobre elas. Quando percebeu o seu erro, tentou recuperar o prato cobrindo as maçãs com a massa. Quando tirou a torta do forno e viu o resultado … ficou satisfeita e serviu a torta ainda quente. Foi um sucesso imediato!

E foi assim que nasceu uma das mais importantes relíquias gastronômicas da França no que diz respeita à doceria.

A cidade de Lamotte-Beuvron leva tão a sério este legado gastronômico que tornou a torta famosa, que tornou-se a sede de uma confraria que defende a tradição, divulgando a receita e promovendo o consumo entre os amantes desta iguaria: La Confrerie des Lichonneux de Tarte Tatin.

O recheio original desta torta é composto por três ingredientes: maçã, manteiga e açúcar. Hoje em dia existem algumas variações da receita original, mas são todas igualmente deliciosas!

Atualmente a famosa torta é, normalmente, acompanhada por uma generosa bola de sorvete que ressalta ainda mais a sua deliciosa textura.

Tarte Tatin

Ingredientes

Massa

200 g de farinha de trigo
100 g de manteiga gelada
2 colheres (sopa) de açúcar
1 pitada de sal
1 a 3 colheres (sopa) de água gelada

Recheio

6 maçãs-verdes
½ limão
120 g de manteiga
32 g (chá) de açúcar
40 ml de licor Cointreau

Modo de preparo da massa

Corte a manteiga em cubinhos de cerca de 1 cm. Caso não for usar imediantamente, volte à geladeira. É importante que ela esteja gelada para que o resultado seja uma massa crocante.

Em uma tigela, coloque a farinha, o açúcar, o sal e misture bem com as mãos até obter uma farofa. Em seguida, junte os cubos de manteiga e misture rapidamente, sem desmanchar completamente a manteiga.

Vá adicionando uma colherada de água gelada por vez, conforme a necessidade, e misturando apenas até a massa ficar lisa e homogênea, porém, sem ficar grudenta. Evite trabalhar demais a massa, pois ela acaba ficando menos crocante. O segredo é deixar pontinhos de manteiga aparentes, sem serem incorporados à farinha. Faça uma bola, embrulhe em papel-filme e leve à geladeira por umas 2 horas. Caso prefira, prepare esta massa com um dia de antecedência, deixando que fique na geladeira por umas 24 horas.

Modo de preparo do recheio

Descasque as maçãs com uma faquinha bem afiada e retire as sementes. Corte as maçãs na vertical em 4 partes e regue com o suco de ½ limão. Em uma panela, coloque o açúcar e a manteiga e leve ao fogo médio até que a mistura escureça um pouco. Em seguida, baixe o fogo e coloque as maçãs. Adicione o licor e deixe cozinhar por uns 10 minutos ou até que as maçãs estejam macias. Desligue o fogo.

Preaqueça o forno a 180 ºC.

Montagem

Em uma forma redonda, coloque um pouco da calda formada na panela no fundo da forma e, em seguida, distribua as maçãs por toda a forma. Depois, coloque o restante da calda que ficou na panela por cima das maçãs.

Retire a massa da geladeira. Com o auxílio de um rolo abra a massa com uma espessura fina (cerca de 3 mm). Com cuidado, coloque a massa sobre as maçãs e corte os excessos com uma faquinha.

Com a ajuda de um garfo, force as bordas da massa para baixo, lembrando-se que a torta será virada depois de assada. Leve a torta ao forno preaquecido e deixe assar por 25 minutos, ou até que a massa fique dourada. Retire a torta do forno e deixe esfriar um pouco (não deixe esfriar muito, pois corre o risco dela grudar na forma)

Para desenformar a torta coloque um prato sobre a forma, segure bem e vire de uma vez. Sirva a seguir com sorvete de baunilha ou creme.

By Joemir Rosa.

Pequenas coisas

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , on 13/09/2011 by Joe

Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal: estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que conhecemos!

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia. Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente:

– “Bem-vindo ao Venetia!”.

Três minutos após essa saudação o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.

No quarto, uma discreta opulência: uma cama impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira para ser riscado. Era demais! Aquele homem, que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte.

Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa como tudo o que tinha experimentado naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para o quarto.

Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela!

Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar vindo da salinha. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto, um cartão que dizia: “Sua marca predileta de café. Bom apetite!”. Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe? De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.

Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. “Mas, como pode?! É o meu jornal preferido! Como eles adivinharam?” Mais uma vez lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia.

O cliente deixou o hotel encantado. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal.

Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje. Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito, mais desconfiado. Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemo-nos das pessoas. O valor das pequenas coisas conta, e muito. A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!

Isto vale também para nossas relações pessoais (namoro, amizade, família, casamento) … enfim, pensar no outro como ser humano é sempre uma satisfação para quem doa e para quem recebe. Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia e que, na maioria das vezes, passam despercebidos.

Desconheço a autoria.

Pequenas coisas

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , on 20/11/2009 by Joe

Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal: estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que conhecemos!

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia. Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente:

– “Bem-vindo ao Venetia!”.

Três minutos após essa saudação o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.

No quarto, uma discreta opulência: uma cama impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira para ser riscado. Era demais! Aquele homem, que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte.

Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa como tudo o que tinha experimentado naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para o quarto.

Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela!

Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar vindo da salinha. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto, um cartão que dizia: “Sua marca predileta de café. Bom apetite!”. Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe? De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.

Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. “Mas, como pode?! É o meu jornal preferido! Como eles adivinharam?” Mais uma vez lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia.

O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal.

Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje. Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito, mais desconfiado. Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemo-nos das pessoas. O valor das pequenas coisas conta, e muito. A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!

Isto vale também para nossas relações pessoais (namoro, amizade, família, casamento) … enfim, pensar no outro como ser humano é sempre uma satisfação para quem doa e para quem recebe. Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia e que, na maioria das vezes, passam despercebidos.

Desconheço a autoria.

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