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Meditação

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/03/2013 by Joe

Meditação 2

A vida que levamos nas cidades grandes, principalmente o stress do trabalho, o trânsito caótico, as preocupações do dia-a-dia, as relações afetivas nem sempre satisfatórias, etc, fazem com que nosso ritmo mental torne-se acelerado, gerando uma constante tensão física e emocional!

O resultado disso tudo é a saúde debilitada, geralmente na forma de dores musculares, pressão alta, insônia, irritação constante, desânimo, dores de cabeça, etc.

E como no tumulto da vida corrida em que vivemos nem sempre temos tempo pra fazermos uma academia, yoga, ou qualquer outro tipo de atividade que reduza essa tensão toda, a meditação surge como uma técnica muito simples que ajuda a equilibrar e eliminar o stress. Ela diminui o ritmo cardíaco, baixa a ansiedade, elimina as fobias relacionadas ao mundo moderno e maior sua capacidade sexual.

Ela faz com que o cérebro trabalhe em uma onda elétrica mais sutil denominada alfa. A prática diária da meditação melhora a capacidade mental, estimula o vigor, melhora a disposição e, principalmente, nos faz conscientes de nossa vida.

Originária da Índia, a meditação se encontra intimamente ligada às práticas de yoga; também está inserida em várias religiões orientais como o taoísmo e o budismo. Cada qual possui sua forma particular em praticar a meditação, algumas estão inclinadas ao universo espiritual, outras à saúde ou ao bem-estar. No ocidente, ela virou sinônimo de relaxamento corporal e até as religiões cristãs e evangélicas aderiram à palavra meditação para se referirem ao ato de fé. Também, é largamente utilizada na terapia holística como uma técnica necessária para qualquer tratamento.

Hoje apresentamos um pequeno video que nos ensina a prática da meditação em qualquer momento, em qualquer lugar, utilizando apenas um minuto! Vale a pena testar esta prática e ver o resultado! Sua saúde física e mental irão agradecer!

By Joemir Rosa.

Aprenda a dominar seus pensamentos

Posted in Astral, Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/02/2013 by Joe

Yoga

Estudamos, aprendemos a exercer uma profissão, treinamos para dirigir carros e muitas outras coisas, mas não somos treinados para governar nossa própria mente. Não aprendemos a administrar nossas emoções e nossos problemas. E, assim, os pensamentos nos dominam, as emoções nos controlam. Ficamos perdidos dentro da turbulência da mente e das emoções perturbadoras.

Os estudos, a educação, a ciência ocidental nos preparam para vivermos no mundo externo. Porém, não somos preparados para descobrir e comandar nosso mundo interno. Podemos dominar a tecnologia, mas não somos treinamos para vencer os medos, as angústias, para descobrir a coragem e o contentamento dentro de nós.

Muitas pessoas vivem sem objetivos, sem metas, sem ideais. Algumas foram preparadas somente para vencer e não sabem lidar com suas fragilidades e erros. Vivem presas ao perfeccionismo e, por causa disso, não sabem criar, inovar, ousar, fazer mudanças positivas. Não se valorizam. Acham que apenas os outros têm valor e conseguem sucesso. Não acreditam no próprio potencial.

Para superar os padrões mentais negativos, é importante conhecer a si mesmo. Aprender a lidar com a mente e ter autocontrole sobre as emoções.

Porém, quem consegue entender ou controlar a emoção plenamente? Será possível ter pleno autodomínio?

Como a energia emocional é sempre flutuante, não podemos ter domínio completo de nossas emoções. Entender isso nos liberta do peso do perfeccionismo. Não precisamos ser perfeitamente equilibrados. O importante é saber voltar ao equilíbrio.

Precisamos dissolver as emoções doentias do mau-humor, da ansiedade, do negativismo. Quem tem emoções doentias é instável e desprotegido, e qualquer problema ou ofensa o perturba.

Existem muitas emoções poderosas como raiva, ódio, inveja, insensibilidade, desejos e apegos que escravizam as pessoas.

Alguns pensam: “Se eu conseguisse ser rico, seria completamente feliz”. “Se eu comprasse o que desejo, seria feliz”. “Se eu fosse feliz no amor, não sofreria…” Mas muitos ricos e felizes no amor sofrem com as emoções descontroladas.

Quem tem emoções saudáveis é tranquilo, contente, sente-se protegido. É capaz de superar os desafios e administrar melhor seus problemas.

Para ter paz de espírito, mais saúde e alegria, é necessário aprender a não ser aprisionado pelos pensamentos e emoções doentias. Precisamos aprender a ser líderes de nós mesmos. Para isso, temos que entender o nosso ego negativo, que é o conjunto das emoções doentias e conflitos internos como: depressão, pânico, pensamentos obsessivos, fobias, timidez, arrogância, complexo de inferioridade, preocupação exagerada com a própria imagem ou com o futuro.

Ao tomarmos consciência da prisão interna que vem das emoções negativas, precisamos ter a resolução de nos libertarmos. Não podemos mais permitir sermos dominados por esse lixo mental, pelos entulhos psíquicos que se acumulam em nossa mente.

Não podemos ser pessoas passivas e submissas dominadas pelas frustrações, pelos conflitos emocionais que destroem nossa paz. Não podemos acreditar nos pensamentos negativos, nas fantasias e medos criados pela mente, que geram tanto sofrimento, nos paralisam, tirando a alegria de viver.

Para vencer o ego negativo é necessário aprendermos a ser humildes. Reconhecer os erros e aprender com eles. Entender que é humano, com defeitos e imperfeições, que pode falhar, chorar, ter inseguranças.

Os agressivos, intolerantes e arrogantes parecem fortes, mas são frágeis e infelizes, porque eles têm medo de reconhecer sua limitações e falhas, têm medo de chorar, de perdoar.

Quem é gentil, humilde e paciente conquistou as emoções negativas, tem autodomínio e a força do espírito. Tem a vontade hábil da alma.

Encontrar esse equilíbrio é um grande desafio. Uma das ferramentas que pode nos proporcionar esse caminho é a Yoga.

A yoga nos ensina que a gentileza pode parecer frágil, mas ela vence o ego negativo.

A yoga nos diz para sermos fortes como um aço e, ao mesmo tempo, macio como a manteiga. Duro como um diamante e suave como uma pétala de rosa.

Essa é a meta da yoga: viver o dourado caminho do meio, dominando os medos imaginários sobre o futuro, gerados pelas lembranças do passado. Isso gera inquietação, ansiedade e insônia.

Libertar-se da prisão da preocupação, da insegurança, da angústia, por causa da falta de tranquilidade da mente!

O caminho é fácil? Com certeza que não. Há que ter muita determinação, perseverança e disciplina nas práticas de meditação, no canto dos mantras, na prática da hatha yoga, no trabalho altruístico. Muita devoção a Deus e autoesforço.

Aos poucos vamos conseguindo o equilíbrio das emoções, o domínio dos pensamentos e a construção de uma mente positiva, repleta de arquivos positivos!

Construa. você também uma mente positiva, com arquivos positivos. Quando um pensamento negativo ‘assaltar’ sua mente, afaste-o com determinação. Não acredite nele. Duvide dele.

Quando surgir aquele arquivo negativo, aquela emoção subterrânea, que vem de memórias guardadas, volte-se para os pensamentos positivos e sentimentos positivos.

Seja o autor de sua própria vida. Aprenda a governar seus próprios pensamentos. Reedite sua história. Mude o curso de sua vida!

By Emilce Shrividya Starling.

Como está sua autoestima?

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Autoestima

Como está a sua autoestima? O que fazer para que ela se mantenha alta?

Autoestima é a capacidade que uma pessoa tem de confiar em si própria, de se sentir capaz de poder enfrentar os desafios da vida, é saber expressar de forma adequada para si e para os outros as próprias necessidades e desejos, é ter amor-próprio.

Em suma, é saber que você tem o direito e merece mesmo ser feliz!

E para ser feliz sua autoestima deve estar num bom nível, quanto maior, melhor!

Por outro lado, a baixa autoestima gera ansiedade, medo, depressão, fobias, enfim, uma série de outros problemas!

Algumas pessoas costumam confundir autoestima com egoísmo. Uma pessoa com boa autoestima nunca é egoísta! Ao contrário, aquele que ama a si próprio, respeita-se e, automaticamente, respeita as outras pessoas e jamais desejará prejudicá-las.

O egoísta, por sua vez, só pensa em si próprio, nunca se importando com ninguém.

E quem são as pessoas com baixa autoestima? Quais são os seus traços característicos mais comuns? Geralmente são pessoas que:

– possuem tendências perfeccionistas e que precisam se sentir no controle de tudo o que acontece à sua volta, o que provoca altos níveis de stress;

– culpam os outros pelos seus problemas, pois sempre se consideram vítimas;

– reagem rapidamente com raiva e esta é quase sempre dirigida de maneira errada para a pessoa errada;

– temem correr riscos;

– dificilmente encaram os outros nos olhos por muito tempo;

– têm pouca concentração e geralmente são causadores de problemas;

– têm pouca habilidade em ficar focado em algo por muito tempo;

– constantemente estão cometendo erros e tendo acidentes, especialmente de carro;

– tendem a ser negativistas;

– com frequência não dão certo no casamento porque se casaram pelos motivos errados;

– tendem a abusar de álcool, drogas ou fumo;

– geralmente estão acima do peso normal;

– preocupam-se demasiadamente com as críticas e comentários dos outros a seu respeito.

– por preocuparem-se demais com o que os outros pensam sobre elas, as pessoas com baixa autoestima evitam, a todo custo, emitir suas opiniões, gostos, valores, pensamentos e sentimentos.

A baixa autoestima revela uma pessoa que não expressa os seus sentimentos, que os guarda a sete chaves. Na tentativa de ocultar os seus sentimentos para os outros, ela acaba tornando-se mentirosa para si mesma.

Um exemplo para entender melhor: suponha que você está muito triste, mas não quer que seu amigo (a) saiba (digamos que você deseja passar a imagem de uma pessoa “forte”, que nunca demonstra momentos de infelicidade, de “fraqueza”). Pois bem, você estará mentindo para si mesma e quando faz isso, você se sente diminuída e o seu amor-próprio também cai drasticamente!

Oras, se não queremos que o outro saiba o que sentimos, vamos, pouco a pouco, evitando manter relações interpessoais, pois não queremos correr o risco de, sem querer, revelar nossos verdadeiros sentimentos.

Mas o que faz uma pessoa querer guardar os seus sentimentos para si própria quando o natural é sempre querer expressá-los?

Há várias razões para isso: ela pode ter crescido num ambiente de pouco amor e afeto, onde não se encorajava a expressão das emoções, mas ela pode, também, ter optado em não expressá-los com receio de gerar brigas no ambiente familiar ou mesmo por achar que suas emoções seriam mal entendidas ou que, ao revelá-las, estaria magoando alguém.

Não importa qual tenha sido o motivo que leva uma pessoa a ocultar suas emoções. Manter as emoções ocultas internamente gera a diminuição da autoestima!

Mesmo que alguém tenha a vida toda tentado guardar seus sentimentos, esta pessoa não está destinada a sofrer seus efeitos negativos para o resto de sua vida… a menos que ela faça esta escolha.

E por que alguém iria querer viver em um estado de baixa autoestima?

Não existe comportamento sem uma motivação ou objetivo: todo comportamento tem um propósito. Pode ser um modo de chamar a atenção para nós mesmos, ou dar a si mesmo uma desculpa para o seu próprio fracasso, por exemplo.

E se você quer parar de sofrer, está na hora de começar a mudar… Nunca é tarde para isso!

E por onde você vai começar? Primeiro, comece com você. Você tem que construir o seu amor-próprio. E se não consegue fazer isso sozinho, busque ajuda profissional adequada!

Quanto mais verdadeiro você for com você mesma, melhor será o conceito que você tem de si mesma e maior será a sua autoestima.

By Drª Olga Tessari, psicóloga, escritora e palestrante.

Autoconhecimento

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 09/01/2013 by Joe

Autoconhecimento

Quais são suas maiores preocupações nos dias de hoje? Talvez a essa pergunta você responda que é a educação dos filhos. Outros poderão afirmar ser a violência na sociedade. Haverá, ainda, quem responda ser a manutenção do emprego.

É verdade que os desafios da vida e seus naturais compromissos nos empurram para um mar de preocupações com as coisas do mundo. Nenhumas dessas preocupações se mostram fúteis ou não deveriam demandar nosso tempo e energia.

As responsabilidades da vida são impositivas que nos propelem ao progresso, ao aprendizado, a novas conquistas intelectuais e morais. Porém, hoje você diria que uma de suas maiores preocupações é a de se autoconhecer? Saber o que habita no país das suas emoções é algo que a você preocupa?

Com tantos afazeres e demandas do mundo externo, muitas vezes, delegamos pouco tempo para as coisas do mundo interno. Como se não fosse importante ou não refletisse intensamente em nosso cotidiano, relegamos os interesses do nosso mundo íntimo para o campo do esquecimento. E a alma se ressente, pois as emoções não são avaliadas, analisadas. Elas repercutem de maneira indiscriminada em nossa intimidade.

E, não é por acaso que as doenças da alma surgem tão frequentemente entre nós. Não que elas sejam geradas espontânea e rapidamente. Quando a alma adoece é resultado de um processo adiantado de esquecimento e abandono das próprias emoções. Como consequência, surgem as síndromes, fobias, depressões, trazendo à tona as doenças que iniciaram, que existiam na intimidade da alma e nunca receberam a devida atenção.

Desta forma, para evitar tais situações, tenhamos sempre um tempo para nós mesmos. Um tempo para analisar nossas atitudes, nosso comportamento, nossas ações e, mais detidamente, nossas reações. Experimentemos, ao final de um dia, antes do merecido repouso, fazer uma breve análise do que ocorreu conosco, no dia que se conclui.

Perguntemo-nos se alguém teria alguma queixa contra nós, se agimos injustamente com alguém, se praticamos alguma ação inadequada. As nossas respostas, frente a essa análise, serão o fio condutor para o mergulho oportuno e necessário no país de nossas emoções, no campo dos nossos sentimentos.

Então, poderemos nos avaliar, entendermo-nos um tanto mais e, aos poucos, nos autoconhecermos. O passo seguinte será o esforço do corrigir, do não repetir o erro, de não tombar nas mesmas dificuldades emocionais.

Esta será a melhor maneira de cuidarmos do nosso mundo íntimo, evitando episódios mais graves e intensos! A nossa melhoria se dará sempre a partir do momento que iniciarmos a viagem inevitável para nossa intimidade, que nos conhecermos, conquistando-nos aos poucos.

Assim, caminharemos de maneira mais tranquila para a busca da paz e tranquilidade íntimas, evitando dificuldades maiores com as questões da alma.

Desconheço a autoria.

Muitas Vidas, Muitos Mestres

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , on 07/03/2010 by Joe

Livro: Muitas Vidas, Muitos Mestres
By Dr. Brian Weiss
Editora Sextante

A história verdadeira de um famoso psiquiatra, sua jovem paciente, e a terapia de vidas passadas que mudou suas vidas. O que acontece quando um renomado psiquiatra vem a público para revelar sua experiência com uma paciente que, durante as sessões de hipnose regressiva, lembra-se de traumas sofridos em vidas passadas e que pareciam ser a chave para suas fobias e ataques de ansiedade?

A surpreendente e controvertida história deste médico – o Dr. Brian Weiss – e seu trabalho com a paciente Catherine que, apesar de tratada durante 18 meses com terapias tradicionais, só apresenta cura satisfatória ao lembrar-se de suas vidas anteriores.

A grande diferença entre o depoimento do Dr. Weiss e as centenas de outros já publicados reside no currículo deste respeitado médico formado pela Columbia University. Professor catedrático de um dos mais conceituados hospitais americanos, o Mount Sinai Medical Center, Brian Weiss relutou muito tempo em publicar suas constatações. Afinal, o ineditismo de sua experiência iria certamente atrair a discordância de muitos colegas e de toda a comunidade científica tradicional.

– “Nada em meu passado me prepara para isto. Fiquei totalmente surpreso quando essas coisas aconteceram” – afirma o Dr. Weiss formado para pensar como cientista e médico, pautando seu trabalho pelo tradicionalismo das teorias ortodoxas de tratamento psiquiátrico.

Catherine, suas lembranças de vidas passadas e os espíritos envolvidos que se comunicavam por meio da paciente derrubam todo o ceticismo do Dr. Brian Weiss.

A pesquisa científica nesta área está apenas começando e recebe os ataques tão comuns a toda mudança histórica. Galileu e Freud foram antes ridicularizados por suas descobertas, e hoje suas ideias são aceitas por toda a comunidade científica.

Verdadeiro, emocionante, surpreendente, revelador. Muitas Vidas, Muitos Mestres é a contribuição de um respeitado cientista para a ascensão de uma nova teoria científica capaz de responder às questões que intrigam a humanidade há vários milênios.

Nota do Blog:

Participei, há alguns anos, de uma experiência com uma psicóloga, onde desenvolvemos um trabalho de terapia junto a um grupo de pacientes. Nesta experiência utilizávamos, em algumas situações, a técnica da terapia de vidas passadas, através da qual podíamos compreender determinados comportamentos atuais nesses pacientes, alguns com fobias, ansiedade, problemas de relacionamentos e até mesmo de saúde.

Aqui um parênteses se faz necessário: devido ao preconceito e aos ataques que essa técnica recebe, o próprio nome “terapia de vidas passadas” já sofreu uma alteração, sendo utilizado, mais atualmente, o nome de “terapia de regressão de memória”.

A expressão “terapia de vidas passadas” traz em si o pressuposto da crença em reencarnação e em vidas passadas, o que, fatalmente, acaba gerando o preconceito por parte de muita gente. O que posso afirmar a favor da regressão de memória é que já é cientificamente comprovada a memória genética, o que poderia ajudar a entender de uma forma menos preconceituosa como funciona essa técnica de terapia. Desta forma, é mais fácil comprender que as pessoas podem trazer a memória de seus antepassados e de suas experiências vividas, o que determinaria certos comportamentos e moldes que determinam suas vidas atualmente.

O que é importante destacar é o fato que a técnica realmente ajuda muito no auto-conhecimento e na evolução dentro do processo terapêutico.

Recomendo a leitura, sem pré-conceitos, desta obra, bem como de outras do autor: Só o Amor é Real, A Cura Através da Terapia de Vidas Passadas e A Divina Sabedoria dos Mestres.

By Joe.

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