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A tristeza drena a nossa vitalidade

Posted in Reflexão, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13/07/2012 by Joe

A tristeza saudável é uma emoção necessária. Ela dá ao nosso coração uma maneira de lamentar, aceitar e, por fim, superar as decepções da vida. Num nível profundo, a tristeza e a dor se mesclam, permitindo que lamentemos a perda daquilo que amamos.

Mas quando somos fustigados pela dor de uma perda que não conseguimos entender, ou que nos recusamos a aceitar, a tristeza pode nublar a visão das coisas e fazer com que nos fechemos. O entorpecimento causado pela tristeza inibe a capacidade de dar e receber amor, reconhecer as nossas bênçãos e aproveitar a vida.

Quando intensificada pelo medo de nunca mais sermos felizes ou estarmos inteiros novamente, a tristeza pode se tornar um abismo de autopiedade. O medo transforma a natureza purificadora da dor genuína num foco míope e autoindulgente sobre as nossas próprias falhas e perdas, que nos leva à autofixação. A tristeza destrói o nosso bem-estar emocional quando resvala numa espiral para a depressão e o abatimento.

As pessoas tristes acreditam que são ruins e, geralmente, se culpam pela dor que sentem e, embora seja pouco provável que essa emoção nos faça magoar outras pessoas, ela por certo faz com que magoemos a nós mesmos. A tristeza tóxica não processada nos leva a cometer crimes horríveis contra nós mesmos – o pior deles é o suicídio. As pessoas tristes bebem muito, comem muito, jogam ou gastam muito ou se entregam a uma série de outros vícios para mascarar a dor.

Estatísticas recentes mostram que, só nos Estados Unidos, mais de 18 milhões de pessoas tomam antidepressivos na tentativa de sair do buraco negro que representa um coração entristecido. Inúmeras outras encontram maneiras alternativas de se medicar.

Com muita frequência, porém, essas medicações nada mais são do que um paliativo para a tristeza que existe dentro de nós. Em vez de proporcionarem válvulas de escape saudáveis para as nossas emoções, esses medicamentos apenas permitem que a tristeza passe despercebida até que algum incidente autodestrutivo desencadeie sua liberação.

Quando nos recusamos a deixar que a tristeza se expresse, ela drena a nossa vitalidade, a nossa energia e, às vezes, a nossa vida.

By Debbie Ford.

Tacadas

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/08/2011 by Joe

Entendendo alguns princípios básicos de como o Universo funciona, tudo fica mais fácil. Uma das regras diz que “aquilo que você não tenta, não consegue”. Será tão difícil de entender isso? Aquilo que você não tenta, não consegue.

Simples e direta, essa norma parece ser uma das mais difíceis de implantar na mente das pessoas que dizem querer algo. Dizem que querem, mas não tentam sistemática e consistentemente. Dizem que querem, mas assim que surgem os primeiros (e inevitáveis) desafios, desistem. Dizem que querem, mas assim que o programa de TV começa a passar, desligam o cérebro e entram em transe, vivendo outras vidas. Dizem que querem, desde que não tenham que pagar o custo do projeto, em termos de dedicação, horas e suor.

Não importa quantas vezes você diga que quer algo. Se você não fizer repetidamente as coisas que levam você até este algo, nada tenderá a acontecer.

Sabe qual a razão das pessoas desistirem tão rápido de tudo? Ficam desapontadas com as falhas, os tropeços e as quedas intermediárias, entre o ponto no qual estão e o ponto para o qual desejam ir.

Parte das pessoas até tenta, mas assim que as primeiras quedas e fracassos ocorrem, desistem de tudo. Acontece que os fracassos intermediários são absolutamente necessários e devem ser esperados. É uma questão de física e matemática.

Ninguém parece ter explicado para elas, quando crianças, que os tropeços, falhas e quedas são exatamente o caminho que leva ao sucesso! Não há outro caminho.

Lembra-se do conto dos Três Porquinhos? Os dois primeiros porquinhos tiveram suas casas completamente destruídas pelo Lobo Mau, antes que o porquinho chamado “Prático” construísse sua casa com tijolos e cimento. Os fracassos com as casas construídas pelos dois primeiros porquinhos, uma feita de palha, e outra de madeira, mostram que o processo que leva ao sucesso é exatamente o fracasso intermediário.

A falha sempre vai acontecer, sempre vai surgir, porque ela é parte inerente do processo que leva ao sucesso. Deixe-me repetir para que você fixe isso claramente: a falha sempre vai acontecer, por ser parte inerente ao processo que leva ao sucesso.

Quem está nas arquibancadas, assistindo, não tropeça, não cai e não escuta vaias. Se você falhou, fracassou, caiu … é porque ainda está no jogo, ainda está no time que busca a vitória, está dando as tacadas e, com sorte, aprendendo como melhorar seu jogo. É isso o que o jogador de hockey, Wayne Gretzky, tentou explicar quando disse que “você erra 100% das tacadas que não dá”.

Quantos gols Ronaldo teria feito, se não participasse de nenhuma Copa do Mundo?

Quantas corridas Senna teria ganho se não participasse de nenhum grande prêmio?

Pense naquilo em que você teve sucesso no passado, algo que tenha conquistado e que faz parte da sua história de vida. Você teria tido esse sucesso se tivesse ido para um guarda-roupas e se escondido do mundo lá dentro?

Com toda a sinceridade, sua resposta deve ter sido um sonoro “não”.

Você falhará no caminho para o sucesso? Claro que sim. Mas isso é muito bom. Este é um indicador de que você continua no caminho, continua no jogo e continua a avançar. Lembre-se: você erra 100% das tacadas que não dá!

Que tacada você dará agora?

By Aldo Novak.

Tacadas

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , on 23/10/2009 by Joe

TacadaEntendendo alguns princípios básicos de como o Universo funciona, tudo fica mais fácil. Uma das regras diz que aquilo que você não tenta, não consegue. Será tão difícil de entender isso? Aquilo que você não tenta, não consegue.

Simples e direta, essa norma parece ser uma das mais difíceis de implantar na mente das pessoas que dizem querer algo. Dizem que querem, mas não tentam sistemática e consistentemente. Dizem que querem, mas assim que surgem os primeiros (e inevitáveis) desafios, desistem. Dizem que querem, mas assim que o programa de TV começa a passar, desligam o cérebro e entram em transe, vivendo outras vidas. Dizem que querem – desde que não tenham que pagar o custo do projeto, em termos de dedicação, horas e suor.

Não importa quantas vezes você diga que quer algo. Se você não fizer repetidamente as coisas que levam você até este algo, nada tenderá a acontecer.

Sabe qual a razão das pessoas desistirem tão rápido de tudo? Ficam desapontadas com as falhas, os tropeços e as quedas intermediárias, entre o ponto no qual estão e o ponto para o qual desejam ir.

Parte das pessoas até tenta, mas assim que as primeiras quedas e fracassos ocorrem, desistem de tudo. Acontece que os fracassos intermediários são absolutamente necessários e devem ser esperados. É uma questão de física e matemática.

Ninguém parece ter explicado para elas, quando crianças, que os tropeços, falhas e quedas são exatamente o caminho que leva ao sucesso! Não há outro caminho.

Lembra-se do conto dos Três Porquinhos? Os dois primeiros porquinhos tiveram suas casas completamente destruídas pelo Lobo Mau, antes que o porquinho chamado “Prático” construísse sua casa com tijolos e cimento. Os fracassos com as casas construídas pelos dois primeiros porquinhos, uma feita de palha, e outra de madeira, mostram que o processo que leva ao sucesso é exatamente o fracasso intermediário.

A falha sempre vai acontecer, sempre vai surgir, porque ela é parte inerente do processo que leva ao sucesso. Deixe-me repetir para que você fixe isso claramente: a falha sempre vai acontecer, por ser parte inerente ao processo que leva ao sucesso.

Quem está nas arquibancadas, assistindo, não tropeça, não cai e não escuta vaias. Se você falhou, fracassou, caiu… é porque ainda está no jogo, ainda está no time que busca a vitória, está dando as tacadas e, com sorte, aprendendo como melhorar seu jogo. É isso o que o jogador de hockey, Wayne Gretzky, tentou explicar quando disse que “você erra 100% das tacadas que não dá”.

Quantos gols Ronaldinho teria feito, se não participasse de nenhuma Copa do Mundo?

Quantas corridas Senna teria ganho se não participasse de nenhum grande prêmio?

Pense naquilo em que você teve sucesso no passado, algo que tenha conquistado e que faz parte da sua história de vida. Você teria tido esse sucesso se tivesse ido para um guarda-roupas e se escondido do mundo lá dentro?

Com toda a sinceridade, sua resposta deve ter sido um sonoro “não”.

Você falhará no caminho para o sucesso? Claro que sim. Mas isso é muito bom. Este é um indicador de que você continua no caminho, continua no jogo e continua a avançar. Lembre-se: você erra 100% das tacadas que não dá.

Que tacada você dará agora?

By Aldo Novak.

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