Arquivo para Estados Unidos

Corrupção

Posted in Atualidade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 17/08/2015 by Joe

Corrupção

O pensamento a seguir é de autoria da filósofa russo-americana Ayn Rand, judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920, mostrando uma visão com conhecimento de causa.

Será que nos lembra de alguma sociedade mais moderna?

Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada;

Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores;

Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;

Quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em autosacrifício…

Então, poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada!

By Ayn Rand.

Cheesecake

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 15/11/2014 by Joe

Cheesecake de limão

O cheesecake é, sem dúvida alguma, uma das mais adoradas sobremesas que existe!

Quem pensa que esse “bolo de queijo”, preparado a partir de bolachas com recheios à base de queijo e ovos, com cobertura de frutas, é uma sobremesa da era moderna inventada pelos norte-americanos, engana-se redondamente. Ela é bem mais antiga do que imaginamos.

Pesquisas e relatos históricos nos mostram indícios de que o cheesecake já era servido na Grécia antiga, durante os Jogos Olímpicos na Ilha de Delos, em 776 a.C. Naquela época, a receita era preparada com farinha de trigo, mel e queijo que eram misturados e formavam um bolo que era cozido, ou seja, muito diferente das receitas que preparamos hoje.

Posteriormente, quando os romanos conquistaram a Grécia, a receita foi levada e os romanos passaram a oferecer a iguaria aos deuses quando estes estavam irritados. Naquela época era chamada de “libum”. Com a expansão do império romano, a receita foi levada para quase todo o continente europeu. Em cada país, elas foram sendo adaptadas ao gosto, aos ingredientes locais e costumes alimentares.

Assim, o tempo foi passando e as receitas foram se mesclando e chegaram até os nossos dias, passando pelos velhos cadernos de receitas de nossas avós!

O principal ingrediente do cheesecake, óbvio, é o queijo. Numa busca rápida pela internet, descobrimos que vários tipos de queijos são usados no seu preparo: queijos cremosos, cottage, ricota e outros tipos menos conhecidos em terras tupiniquins. Por aqui, o queijo mais utilizado é o cremoso (cream-cheese).

Conta a história que, lá pelo final do século XIX, um leiteiro americano estava tentando recriar o famoso queijo francês NeufChateau e, não conseguindo, acabou criando o queijo cremoso, que acabou se tornando o ingrediente base do cheesecake. A partir da década de 70, a sobremesa se popularizou nos Estados Unidos, principalmente em Nova Iorque, onde até hoje é uma das sobremesas favoritas por lá.

Como sempre comento por aqui, centenas ou milhares de receitas e variações na sua preparação. A receita de hoje tem a massa básica de queijo – sua base crocante – e uma cobertura que não descaracteriza o delicioso sabor de queijo!

Antes, porém, existem algumas dicas importantes a serem observadas e seguidas que devem ser levados à risca para a perfeita elaboração do cheesecake:

– O queijo deve ser retirado da geladeira com pelo menos 1 hora de antecedência, para que sua textura fique bem macia, de fácil manuseio. Tente utilizar o melhor queijo que puder encontrar, pois ele é a alma da receita. Quando levar à batedeira, faça-o por, pelo menos, 10 minutos, a fim de homogeneizar o creme. Quanto mais macio e liso, melhor o resultado.

– O forno é um outro detalhe importante. Como a estrutura do bolo é dada pelos ovos que são acrescentados à massa, uma temperatura muito alta de forno fará com que as proteínas das gemas e claras se coagulem muito rapidamente, fazendo com que a textura fique dura e granulada. O ideal é assá-lo em forno muito baixo e a seco (100°C), ou a 160°C em banho-maria. Se você tiver tempo, tente assar a 100°C. Vai demorar umas 4 horas, mas o resultado é surpreendente.

– Não abra a porta do forno enquanto o bolo assa. O vapor criado pelos líquidos da massa e/ou do banho-maria vão escapar e a superfície do bolo vai rachar.

– O cheesecake estará pronto quando parecer firme, porém ainda balançar ligeiramente no centro. Não deixe que fique totalmente firme no forno. Se isso acontecer, quando o cheesecake esfriar e contrair vai rachar bem no meio.

Cheesecake de limão

Ingredientes

Base

1 pacote de bolacha maizena
75 g de manteiga

Recheio

150 g de açúcar
600 g de cream-cheese
1 colher (sopa) de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de suco de limão
3 ovos
100g de creme de leite
gotas de essência de baunilha a gosto
raspas de limão a gosto

Creme de limão

100g de chocolate branco
100g de creme de leite
suco de 1 limão
raspas de limão para decorar

Modo de preparo

Triture a bolacha maizena e reserve. Derreta a manteiga no microondas e junte à farinha da bolacha, mexendo bem até formar uma massa consistente. Em uma forma de fundo falso, unte a base com manteiga e papel manteiga e coloque a massa de bolacha, apertando com as mãos no fundo e nas laterais. Coloque no refrigerador por 10 minutos.

Enquanto isso, na batedeira, coloque o cream-cheese e o açúcar e bata em velocidade média até a mistura ficar homogênea e cremosa. Acrescente o creme de leite e a farinha de trigo e bata até misturar bem. Acrescente os ovos, um de cada vez, e bata até que cada um seja completamente incorporado. Por último, acrescente as gotinhas de baunilha, o suco e as raspas de limão.

Acenda o forno e deixe pré-aquecer a 180º C. Distribua o recheio na forma que ficou na geladeira e bata levemente a forma sobre uma superfície para eliminar as bolinhas de ar. Leve ao forno por, aproximadamente, 45 minutos, em banho maria, ou até que o recheio esteja firme no centro. Tire do forno e deixe esfriar. Leve ao refrigerador por, pelo menos, 8 horas para adquirir consistência.

Para fazer a calda, basta derreter o chocolate branco em banho maria e misturar com o creme de leite ate formar um creme encorpado. Misture com o suco de limão e coloque sobre o cheesecake gelado. Decore com as raspas de limão ou com fatias de limão.

By Joemir Rosa.

Pão de queijo

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14/06/2014 by Joe

Pão de queijo

Muitas são as histórias sobre a possível origem do pão de queijo. Uma delas conta que seu início teria sido no interior de Minas Gerais, por volta do século XVIII. Outros contam que a receita já era preparada há mais tempo com a goma da mandioca no lugar do polvilho doce.

O que acontecia era que na época dos escravos, nas fazendas de Minas Gerais, era costume servirem café e pão para os senhores. Porém, a qualidade da farinha que chegava às fazendas naquela época era de péssima qualidade e as cozinheiras começaram a substituí-la pelo polvilho.

Como havia fartura de queijo nesse período – acabava até endurecendo e jogado fora – as cozinheiras começaram a ralar e utilizar na receita dos pães feitos com polvilho. Nasciam, então, os primeiros pães de queijo mineiros, conhecidos até os dias de hoje.

Todos os ingredientes utilizados para preparar a receita eram produzidos nas fazendas de Minas Gerais e os pães de queijo eram assados em fogão a lenha, servidos sempre quentinhos, já que, quando frio, eles endureciam como o queijo.

Com o tempo, essa delícia passou a fazer parte da rotina dos mineiros e criou-se o hábito de comê-lo sempre após as refeições, além de saboreá-lo com café. Daí para frente, a receita se espalhou para Goiás, depois por todo o país e, finalmente, ganharam o mundo.

Atualmente o pão de queijo é exportado para outros países como Estados Unidos, Portugal, Itália e Japão onde são muito apreciados.

A receita deste sábado é a mais tradicional possível, sendo que existem pequenas variações, dependendo da região ou de quem prepare!

Pão de queijo

Ingredientes

500 g de polvilho doce
5 ovos grandes
50 g de queijo parmesão ralado
50 g de queijo minas ralado
1 copo de leite
1 copo de água
3/4 copo de óleo
1 colher (sopa) rasa de sal

Modo de preparo

Coloque o leite, o sal, a água e o óleo para ferver. Quando levantar fervura, despeje lentamente sobre o polvilho, previamente colocado em um recipiente. Misture muito bem e deixe esfriar.

Quando a massa estiver fria, vá adicionando os ovos, um a um. Vá sovando bem a cada adição. A massa irá grudar nas mãos mesmo. Junte o queijo ralado e misture bem.

Faça bolinhas com as mãos untadas com óleo e vá colocando sobre uma assadeira forrada com papel manteiga. Deixe as bolinhas bem separadas uma das outras porque crescem bastante.

Leve ao forno quente pré-aquecido até corarem levemente. As bolinhas podem ser congeladas cruas e assadas congeladas mesmo!

Sugestão: em vez do queijo parmesão, use queijo Canastra ou Araxá.

By Joemir Rosa.

Costela suína ao molho barbecue

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 07/06/2014 by Joe

Costela suína ao molho barbecue

Sabe aquela costela ao molho barbecue, servida naquele famoso restaurante, cujo preço dá para preparar o triplo em casa, sem muito trabalho?

Pois é… a receita deste sábado é justamente esse prato, saborosíssimo e muito fácil de preparar! E, aproveitando que o Dia dos Namorados está próximo, este prato é ideal para um jantar romântico, regado a um bom vinho tinto e à luz de velas!

Que tal você – namorado ou namorada, marido ou esposa, amigo ou amiga – fazer uma surpresa, preparar este prato e mostrar que não é tão difícil assim entrar na cozinha e mostrar todos seus dotes culinários?

Naturalmente – e como eu sempre comento nas receitas – existem diferentes formas de se preparar esta costela e o molho barbecue. Esta receita é uma forma mais simples – sem a necessidade de levar a carne à churrasqueira – mas nem por isso menos saborosa.

O molho barbecue – abreviado para BBC, em inglês – é o nome genérico de uma variedade de molhos de sabor forte, habitualmente empregados em churrascos e outros pratos com base em carne assada. Menos frequentemente, acompanha outros alimentos, como por exemplo, a batata frita e certas pizzas, por vezes substituindo o molho de tomate.

A sua preparação inclui ingredientes doces e ácidos. Via de regra enfatiza-se o sabor defumado típico do churrasco. A receita varia, mas ingredientes típicos incluem o molho de tomate, vinagre, especiarias e adoçantes.

Seu uso como acompanhamento para carne de porco e de frango é particularmente tradicional nos Estados Unidos.

Bom… vamos à receita? É bem simples, basta seguir as etapas abaixo!

Costela suína ao molho barbecue

Ingredientes

1 kg de costela de porco
1 colher (sopa) de óleo
2 dentes de alho triturados
1 cebola pequena picada
4 colheres (sopa) de açúcar mascavo
150 ml de vinagre de vinho tinto
250 g de nolho de tomate pronto
100 ml de refrigerante de Cola
1 tablete de caldo de carne
pimenta do reino a gosto
uma pitada de noz-moscada
1 folha de louro
1/2 colher (sopa) de pó de café

Modo de preparo

Prepare e limpe a costela, tirando o excesso de gordura que recobre a carne. Não precisa salgar a carne pois o molho é bem temperado.

Em uma panela quente, coloque o óleo, deixe esquentar e comece a colocar os ingredientes: primeiro o alho (deixe fritar), a cebola (frite até ela amolecer), adicione o açúcar aos poucos e vá mexendo ate obter um caramelo. Em seguida, adicione lentamente o vinagre, sempre mexendo, e deixe ferver para que todo o álcool evapore.

Adicione o molho de tomate, o refrigerante de Cola, o tablete de caldo de carne, a pimenta do reino, a noz-moscada e a folha de louro. Vá mexendo até ferver. Por último, coloque o pó de café – que dará um sabor defumado ao molho – misture bem e deixe cozinhar até o molho reduzir. Ao final, deverá obter um molho com aspecto e consistência de catchup, pois assim a água se evapora totalmente e o sabor dos temperos fixa mais.

Pegue uma assadeira em que caiba a costela, forre com papel-alumínio de forma que o papel possa ser dobrado de cada lado da costela. Espalhe um pouco do molho sobre o papel, coloque a costela sobre ele e espalhe o restante do molho sobre a carne.

Dobre as beiradas do papel-alumínio, fechando bem e leve ao forno pré-quecido a 180 graus por uma hora (a proporção é, mais ou menos, de uma hora pra cada kilo de costela). Abra o papel alumínio e deixe mais meia hora para dar uma tostada na carne. Caso tenha sobrado molho, espalhe por cima. O ponto certo da carne é quando você puxar um ossinho da costela e ele se desprender sem dificuldade (em hipótese alguma, coma carne de porco mal passada).

Sirva com batatas assadas e legumes cozidos! Complete o clima com um bom vinho tinto!

By Joemir Rosa.

Você pode fazer melhor

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/03/2014 by Joe

Fazer melhor

Há alguns anos, nos Estados Unidos, um garoto sofria de leucemia. Hoje, graças a Deus, o homem está ganhando essa batalha com a doença, mas naquela época era muito difícil uma pessoa sobreviver. O nome do garoto era Billy, e ele tinha apenas nove anos.

Um dia, os médicos chamaram os pais de Billy e deram a triste notícia de que Billy não teria mais do que três meses de vida. A mãe de Billy não queria transmitir o sofrimento dela para ele e, um dia no quarto do hospital, ela fez uma pergunta para ele:

– “Billy, o que você quer ser quando crescer?”

O pequeno Billy ficou surpreso com a pergunta, pois fazia algum tempo que ele não sonhava com o futuro. Mas, mesmo assim, respondeu:

– “Mamãe, eu gostaria de ser bombeiro.”

No dia seguinte, a mãe de Billy foi até o corpo de bombeiros local, procurou pelo comandante daquele batalhão e contou a história de Billy. Ela perguntou se alguém do corpo de bombeiros poderia ir até o hospital só para dar um abraço no Billy e conversar um pouco com ele. É sabido que os bombeiros têm uma das mais admiradas profissões em todo o mundo, especialmente pelas crianças. Mas a resposta do comandante deixou a mãe perplexa. Ele respondeu:

– “Não!”

A mãe olhou bem nos olhos do comandante e, antes que ela dissesse alguma coisa, ele continuou:

– “Não, porque nós podemos fazer melhor que isso”

O comandante pediu as medidas do corpo de Billy, pediu também que a mãe providenciasse uma autorização do hospital e que levasse o menino ao quartel da corporação na semana seguinte.

Na semana seguinte, conforme combinado, Billy foi até o quartel do corpo de bombeiros e uma viatura já estava esperando por ele. Ao lado estava o comandante com todo a farda dos bombeiros e, em suas mãos, uma farda completa, inclusive com botas e capacete para o menino. Os olhos do garoto brilhavam.

Aquele dia ele foi todo especial, pois Billy teve um dia de bombeiro! Ele participou de toda ocorrência real de pequeno porte, ajudou na remoção de feridos, subiu na escada-magirus, ajudou a conter pequenos focos de incêndio, etc. Após um dia de soldado, Billy voltou para o hospital todo feliz, pois ele havia realizado um sonho.

Billy não viveu mais três meses como os médicos haviam dito: ele viveu mais um ano e meio! Um sonho foi capaz de fazer com que ele vivesse seis vezes mais do que os médicos haviam previsto…

Porém, um dia, os médicos chamaram os pais do garoto e comunicaram que Billy não passaria daquela noite, pois ele já estava tendo falência de alguns órgãos. A mãe e o pai do garoto já esperavam pela notícia e, ao recebê-la, fizeram questão de comunicar o comandante do corpo de bombeiros. A mãe perguntou se ele não poderia visitar Billy no hospital em seu último dia de vida.

O comandante respondeu:

– “Não! Não, porque nós podemos fazer melhor que isso. Deixem a janela do quarto do Billy aberta e avise ao hospital que quando chegar uma ambulância do corpo de bombeiros com a sirene ligada, não se trata de nenhum acidente”.

A mãe fez conforme o comandante havia dito e 30 minutos depois chegou a ambulância fazendo muito barulho, seis soldados do corpo de bombeiros subiram pela escada-magirus e entraram no quarto do Billy. O comandante foi o último a subir. Todos os soldados ficaram ao lado do menino. Ele olhou para o comandante e, quase sem conseguir falar, perguntou:

– “Senhor, eu fui realmente um bombeiro?”

E, então, o comandante respondeu:

– “Não! Você foi o simplesmente o melhor.”

Na vida é assim: sempre podemos fazer melhor. Basta querer! O mundo pode ser muito melhor se cada um de nós fizer melhor do que é esperado!

Desconheço a autoria.

Han-Na Chang

Posted in Música with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/01/2014 by Joe

Han-Na Chang

Han-Na Chang está despontando como uma das mais brilhantes maestrinas da sua geração, já tendo estabelecido uma carreira internacional de sucesso também como celista desde que obteve o primeiro lugar e o prêmio de música contemporânea na Quinta Competição Rostropovich Internacional de Cello em Paris em 1994, com apenas 11 anos de idade.

Nascida na Coreia do Sul em 23 de Dezembro de 1982, Han-Na começou a estudar piano aos três anos de idade e celo a partir dos seis anos. Em 1993 sua família mudou-se para os Estados Unidos, onde ela se matriculou na Juilliard School. Logo em seguida, ela começou a ter aulas com o grande professor Mischa Maisky, em Siena, Itália.

Em 1995, ela fez sua estreia tocando Variations on a Rococo Theme de Tchaikovsky e Concerto nº 1 de Camille Saint-Saëns para Celo com o próprio Rostropovich regendo a Orquestra Sinfônica de Londres!

Com sua habilidade e profundo senso de interpretação, Han-Na nos mostra um talento maravilhoso tanto como celista como regente, colocando-a em destaque e uma das mais respeitadas artistas multi-facetadas.

Desde 2007, dedica a maior parte do seu tempo à regência, onde se tornou diretora musical da Orquesta Filarmônica do Catar e principal regente convidada da Orquestra Sinfônica Trondheim, ambas funções logo após o início de suas performances frente as orquestras!

Entre as mais recentes e futuras performances, estão incluídas a Staatskapelle Dresden; Orquestra Sinfônica WDR de Colônia, Alemanha; Orquestra Sinfônica de Bamberger; Sinfônica de Gothenburg; Sinfônica de Seattle, EUA; a Orquestra Real Filarmônica de Liverpool; a Grosses Orchester Graz; a Orquestra do Teatro de San Carlo di Napoli, e as Orquestras Sinfônicas de Singapura, Tokyo e de Tivoli.

Em seu próprio país, a Coreia do Sul, Han-Na ministra música clássica tanto para adultos como para crianças.

O video abaixo nos mostra um pouco do seu talento ímpar!

By Joemir Rosa.

Strogonoff de caramelo

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 07/12/2013 by Joe

Strogonoff de caramelo

O famoso Strogonoff conhecido no mundo inteiro é de origem russa, mais especificamente, da Ucrânia. A receita, muito parecida com a que conhecemos hoje, à base de carne, creme de leite, cebola, sal, etc, já era preparada na Rússia czarista do século XIX.

Segundo vários historiadores da gastronomia, o nome vem da família russa Stroganov, cuja origem é anterior ao ano 1500. Difícil é saber qual Stroganov foi, de fato, o criador da receita. O mais provável é que tenha sido a família do conde e diplomata Pavel Stroganov, que teve importante atuação política no reinado de Alexandre I (1777-1825), ou a um de seus cozinheiros franceses.

A família era considerada uma das mais ricas da Rússia Imperial; além de construírem palácios e possuírem imensas propriedades, eles faziam parte de uma confraria gastronômica de nobres russos, cujos chefs de cozinha tinham o costume de criar novas iguarias.

A Baronesa Hélène de Lüdinghausen, descendente da família Stroganov, diz que a receita original era bastante diferente da utilizada hoje em dia. De acordo com ela, a carne não era filé mignon picado, mas sim, carne partida em fatias finas do tamanho de um dedo e preparada na véspera, para que desmanchasse com o garfo. O molho também era diferente, cuja receita original levava mostarda e nata azeda, criando um creme de sabor azedo e mais ácido do que o comum.

Com a fuga da nobreza russa após a revolução de 1917, o prato chegou à França e de lá se espalhou para o mundo. A utilização de ketchup na receita foi popularizada pelos Estados Unidos.

Como sempre comento, variações de um prato existem aos montes, dependendo inclusive da região, dos ingredientes e do gosto de cada pessoa.

A receita de hoje é uma variação bastante extrema: um strogonoff doce!! Porém, para os mais ortodoxos, deixo também uma receita do saboroso e famoso strogonoff de carne!

Strogonoff de caramelo

Ingredientes

1 e 1/2 xícaras (chá) de açúcar
500 ml de leite
2 colheres (sopa) de amido de milho
2 xícaras (chá) de creme de leite fresco
10 bombons (Sonho de Valsa ou Bis) picados

Modo de preparo

Em uma panela, coloque o açúcar, leve ao fogo brando mexendo sempre até formar um caramelo. Com cuidado, acrescente o leite e continue mexendo até o caramelo se dissolver. Acrescente o amido de milho dissolvido em um pouco de leite e mexa até engrossar. Reserve e deixe esfriar.

Bata o creme de leite em ponto de chantilly e misture ao creme de caramelo. Misture o bombom, distribua em taças individuais e leve-as para gelar. Decore com bombons picados.

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Para quem gosta de um bom strogonoff de carne, aqui vai uma receita muito fácil e saborosa.

O clássico estrogonofe de carne é perfeiro para os dias ainda frios

Strogonoff de carne

Ingredientes

4 colheres (sopa) de manteiga
1 kg de carne em tiras finas (filé mignon, contra-filé, alcatra)
2 cebolas picadas
1/2 colher (sopa) de sal
1 pitada de pimenta-do-reino
1/2 xícara (chá) de conhaque
200 g de champignons em conserva fatiados
2 colheres (sopa) de catchup
1 colher (sopa) de mostarda
1 lata de creme de leite

Modo de preparo

Em uma frigideira grande, derreta três colheres (sopa) da manteiga e doure a carne, aos poucos, em fogo alto, para não juntar suco. Reserve num prato.

Coloque a manteiga restante na frigideira e refogue a cebola. Junte a carne, tempere com o sal e a pimenta-do-reino. Despeje o conhaque, deixe aquecer e incline levemente a frigideira para que o conhaque incendeie. Deixe flambar até acabar a chama e junte os champignons.

Acrescente o catchup, a mostarde e misture bem. Baixe o fogo, tampe a frigideira e deixe por mais uns 5 minutos. Incorpore delicadamente o creme de leite e retire do fogo antes de ferver.

Sirva a seguir com arroz branco e batata palha.

By Joemir Rosa.

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