Arquivo para Empatia

Crescimento espiritual

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , on 18/05/2015 by Joe

Evolução espiritual

Se conseguirmos chegar a um ponto em que não podemos deixar de sentir o sofrimento dos menos afortunados – onde a empatia se revela como uma prática espiritual primordial – estaremos chegando mais perto da condição mais divina de vida que tanto buscamos.

By Jeff Brown.

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Para melhor conhecer as pessoas

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 01/04/2015 by Joe

Para conhecer melhor as pessoas

A primeira condição para conseguirmos conhecer melhor as pessoas diz respeito a tratarmos de evitar o erro usual de buscarmos avaliá-las tomando por base a nós mesmos. Ou seja, um erro grave é o de pensar assim: “eu no lugar dela faria isso ou aquilo”; a verdade é que eu não sou ela e a forma de ser e de pensar não acompanha obrigatoriamente a nossa. Temos de nos afastar da nossa maneira de pensar e tentar, com objetividade, entender como funciona o psiquismo de quem queremos conhecer.

Um aspecto importante para quem quer efetivamente conhecer o outro consiste em prestar bastante atenção em seus atos, gestos, expressões corporais e faciais. Podemos saber muito de uma pessoa pela forma como se move dentro de casa ou no trabalho, como pega o jornal, se ela serve ou não as pessoas que estão à sua volta, pelo sorriso, pela facilidade com que se irrita, como reage quando está com raiva e assim por diante. Esses traços são particularmente relevantes quando o observado está distraído, sem intenção de impressionar os interlocutores. A objetividade na avaliação é essencial e depende de critérios de valor, claros na mente do observador.

É claro que se pode conhecer muito das pessoas por seus sentimentos: sua capacidade de amar e se dedicar, a forma como lidam com o ciúme, como se comportam quando sentem inveja, se têm controle sobre suas emoções ou não.

Um aspecto que me chamou a atenção mais recentemente e que considero extremamente relevante é que as pessoas mais egoístas – as que recebem mais do que dão e que, por isso mesmo, são mais dependentes – são mais realistas e objetivas para analisar o modo de ser das pessoas com as quais convivem. Elas buscam se aproximar de pessoas mais generosas e competentes para lhes dar o que necessitam. Elas sabem perfeitamente que os mais generosos são ricos em sentimentos de culpa, esta que, uma vez estimulada, faz com que não resistam e digam “sim” mesmo quando gostariam de dizer “não”. É curioso, pois os mais egoístas não são muito empáticos, ou seja, não são competentes para se colocar no lugar das outras pessoas; porém, são objetivos e realistas na avaliação dos que os cercam. Isso nos leva a concluir que a atitude empática, a de se colocar no lugar do outro, pode nos induzir a erros de avaliação bem maiores do que aqueles que derivam da observação direta e objetiva.

Os mais generosos, aqueles que, por vaidade ou incapacidade de lidar com excesso de sentimentos de culpa, dão mais do que recebem, são os que mais erram na avaliação que fazem a respeito de seus interlocutores. A forma como exercem a empatia, a de imaginar o outro à sua imagem e semelhança, ofusca a objetividade que deveriam ter para perceber que os seres humanos não são tão parecidos conosco quanto gostaríamos. A verdadeira empatia deveria se assemelhar à dos “hackers”, aqueles que tentam entrar na mente do outro com isenção, buscando entender como é que ela funciona.

Perceberiam, por exemplo, que os mais egoístas não sentem culpa e não têm pudor em dramatizar situações com o intuito de provocar esse sentimento nos mais generosos. Perceberiam que a ausência de culpa gera uma diferença enorme entre as pessoas, de modo que os mais egoístas mentem com facilidade, inventam sofrimentos duvidosos apenas com o intuito de, pela via da chantagem sentimental, induzir os mais generosos a agir de acordo com sua vontade e satisfazer seus anseios e necessidades.

A conclusão a que devemos chegar é que o realismo e a objetividade são bons mecanismos de exploração do meio externo e que a avaliação das pessoas também deve ser regida pela observação dos fatos e não por ideias.

Os mais generosos tendem a ser idealistas nos dois sentidos da palavra: se baseiam mais em suas suposições do que nos fatos; e também tendem a ver beleza e virtude onde não existe: acreditam que, no fundo, todas as pessoas são boas e que têm coração de ouro.

A proposta de Freud – de que todos temos um Super Eu, uma censura moral interna – deriva de generalizações que ele fez tomando por base a si mesmo e algumas outras pessoas. Convém ser realista e objetivo: uma boa metade da humanidade não sente culpa. Assim, quem quiser aprender a conhecer melhor as pessoas deve se ater aos fatos mais que às ideias. O realismo só gera certo pessimismo numa primeira fase e para aqueles acostumados com o mundo das ideias onde tudo é belo e, principalmente, existe de acordo com seus gostos e vontades.

By Flavio Gikovate.

Somos o que amamos

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 16/03/2015 by Joe

Somos o que amamos

“Somos o que amamos” é uma expressão que está incluída na fraseologia de Santo Agostinho. Uma frase lapidar e de que mais gosto. Uma frase que traduz de maneira ímpar a experiência mais pura e cristalina do que é o amor.

O amor se identifica com o cotidiano e se estende para toda a eternidade. Uma leveza infinita que habita em nossos corações. Uma alegria suave que nos atravessa o corpo.

Por que não dizer que o amor é uma realidade maior que nos arranca de nós mesmos? E, com isso, fazemo-nos dom para aqueles que amamos.

Quando aprendemos que “somos o que amamos”, descobrimos que, por tantos e quantos caminhos andarmos, estaremos sempre na companhia da pessoa amada. Nosso corpo se transforma no corpo dela. Nossos sonhos são extensão dos sonhos dela. Nossos desejos confundem-se com os dela.

Alguém disse:

“Amar é dizer a alguém: tu não morrerás!”

Fantasia, imaginação, afetividade, inteligência prendem-nos ao processo de amar e de nos transformar na pessoa amada. Nosso ser fica cativo do amor.

Lendo Rumi, um místico muçulmano, meu coração ficou acelerado com suas belas palavras:

“Teu amor chegou ao meu coração e partiu feliz. Depois retornou e se envolveu com o hábito do amor, mas retirou-se novamente. Timidamente, eu lhe disse: permanece dois ou três dias! Então veio, assentou-se junto a mim e esqueceu-se de partir”.

Fico pensando que o amor nos leva a viver uma pontinha de egoísmo. Afinal, desejamos a eternidade para a pessoa que amamos e para nós mesmos, que estamos amando.

Diante do amor renunciamos a interrupção, o cansaço, o término e o passageiro e abraçamos a eternidade como projeto único e suficiente de vida.

“Somos o que amamos” revela que a força do amor reside no desejo de ajudar no crescimento do outro, fazendo-o melhorar e superar seus limites. O amor não teme enfrentar o lado obscuro do outro e não desanima. Ao contrário, fala quando acredita na força de uma conversa brotada do amor.

O amor é capaz de gerar um clima de empatia no qual os gestos e as palavras, nascidos do conhecimento do outro, penetram suave como a chuva fina e leve.

Desconheço a autoria.

Um Feliz Começo Novo!

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 31/12/2013 by Joe

Um feliz começo novo

O ano de 2013 foi marcado pelos encontros, desencontros, reencontros, perdas, vitórias, empates… Muitos ficaram pelo caminho, procurando uma bússola, um porto seguro; outros encontraram seu porto, sua boia e até mesmo suas muletas. Enfim, cada um viveu seus momentos particulares e reagiu de acordo com seu “mapa”, com seus “moldes”.

No final, acredito que muita gente percebeu que ainda não foi desta vez, que repetiu velhos padrões, agiu de acordo com os moldes de sempre e, consequentemente, não chegou ao final do ano como gostaria. Em outras palavras, não obtiveram os resultados desejados.

Para que tudo seja diferente ao final do ano que começa amanhã, para que as pessoas possam obter resultados diferentes, é preciso que ajam de formas diferentes. A palavra-chave aqui é “mudança”! Durante o ano que termina, eu bati muito nessa tecla, e insisti que, sem mudanças, ninguém chega a resultados diferentes.

Não quero parecer o dono da verdade e nem ditar fórmulas; cada um deve procurar saber como/onde chegou até aqui e, se quiser alçar novos voos e alcançar novos objetivos, só existe uma maneira: mudando atitudes, padrões, caminhos!

Usando uma linguagem própria da informática, eu quero, para o Ano Novo, que nossos dias sejam encontrados no Google da vida através das tags (palavras-chaves):

Amor, Esperança, Perdão, Agradecimento, Carinho, Felicidade, Sorrisos, Mudanças, Atitudes, Temperos, Conforto, Surpresas, Compaixão, Empatia, Tolerância, Superação, Conquistas, Descobertas, Respeito, Acertos, Sucesso, Compartilhamento, Tesão, Cores, Ternura, Sonhos, Fantasias, Entusiasmo, Generosidade, Delicadeza, Trocas, Alegrias, Generosidade, Atenção, Oração, Otimismo, Coragem, Paz, Luz, Energia, Contentamento e muitas outras!

Desejo, enfim, que o Novo Ano seja construído dia a dia, que a cada manhã possamos iniciar um novo ano, uma nova vida!

Afinal, amanhã é o primeiro dia do resto de nossas vidas! E como você vai construir a sua?

Desejo que cada um receba segundo a sua obra, ou seja, que cada um colha exatamente aquilo que plantar a cada dia, porque essa é a maneira como o Universo atua em tudo. Que cada um de nós faça as escolhas mais convenientes, segundo suas atitudes, crenças, valores sem esquecer o princípio das mudanças contínuas e do merecimento!

Beijos e abraços a todos os amigos, visitantes e paraquedistas deste blog!!!

Um Feliz Começo Novo!!!!

By Joemir Rosa.

Diferentes

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 20/08/2013 by Joe

Diferentes

Essa pessoa é “diferente!”

E quando perguntamos:

– “Diferente” em quê?

A resposta é quase sempre:

– “Diferente” em tudo!

De fato, as pessoas especiais, sejam elas o que forem, são “diferentes” das demais.

Elas pensam de forma diferente. Agem de forma diferente. Enxergam a vida e o mundo de maneira diferente. Elas são mais positivas. Acreditam em si próprias. Conseguem enxergar oportunidades nas crises. Elas participam mais. Comprometem-se mais. Terminam as coisas que começam…

Dão atenção aos detalhes em tudo o que fazem. São polidas e educadas e, além da “boa intenção,” têm muita sensibilidade e empatia para colocar-se no lugar das outras pessoas. Elas ouvem mais do que falam. Elas respeitam as opiniões alheias…

Elas sabem dizer “eu não sei” e dizem com frequência “eu não compreendi…”

São pessoas simples e objetivas. Não usam vocabulário rebuscado e complexo. Falam e agem com simplicidade e têm muito foco em tudo o que fazem…

Daí a tal “diferença”!

A diferença positiva está mais na simplicidade do que na complexidade, mais na humildade do que na arrogância, mais no “ser” do que no “ter”.

Desconheço a autoria.

Motivações positivas

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 01/03/2012 by Joe

Em tempos modernos, de turbulências, correria diária, engarrafamentos no trânsito, falta de empregos, rápidas mudanças e estresse constante, as pessoas precisam desenvolver as inteligências intrapessoal (conviver bem consigo mesma) e interpessoal (estabelecer relações adequadas com outras pessoas), para que motivações positivas possam estar sempre presentes na família, no trabalho e na convivência social.

Isto exige autoconhecimento, desenvolvimento do autocontrole, da persistência, zelo, entusiasmo, bondade nas relações com outras pessoas, empatia e piedade.

É comum empresas privadas e órgãos públicos promoverem palestras motivacionais que fazem as pessoas rirem bastante, mas nos dias seguintes o ambiente entre os colaboradores ou servidores continua o mesmo. Isso significa que a palestra funcionou apenas como terapia ocupacional.

Não resta dúvida que a terapia é importante, porém, além disso, é necessário oferecer às pessoas um processo, que se for incorporado na vida de cada uma delas, fará uma enorme diferença na motivação individual, coletiva e, consequentemente, na produtividade. Afinal, pessoas motivadas reclamam menos, produzem mais e alcançam melhores resultados.

A motivação humana é uma energia diretamente associada às emoções e sentimentos que estão dentro de cada um de nós. Se uma determinada pessoa é mal humorada, tímida e tem dificuldades de relacionamento com os colegas, saiba que seus circuitos neurais são maleáveis. Portanto, temperamento não é destino, podemos desenvolver características diferentes.

O cérebro humano tem, em média, 1,5 kg de peso. É aí que as pessoas pensam, raciocinam, lembram, processam as emoções, enxergam, ouvem, aprendem e onde se originam também muitas doenças.

Além da motivação interna, o ser humano também é influenciado por motivos externos. Aqueles onde a proatividade já é uma realidade, incentivos externos causam menor efeito.

Um dos maiores segredos para uma motivação positiva é ter consciência do poder do sistema límbico (ou inteligência límbica). Esse órgão de nosso cérebro, com formato de uma amêndoa, funciona como um vulcão de emoções comandando a raiva, liberando adrenalina que anula a função racional e produzindo reações violentas.

Se quisermos ser pessoas motivadas, precisamos aprender a buscar forças poderosas dentro de nós, mesmo nas adversidades. O principal atributo ou virtude para a automotivação é começar a liderar a nós mesmos. Se cada pessoa pode ser melhor, por que não mudar?

Alguns executivos e chefes ainda acreditam que é possível gerar motivação condicionando o comportamento por meio de prêmios e punições. Este foi o paradigma que vigorou nos séculos XIX e XX, durante o período industrial.

Atualmente vivemos a era do conhecimento.

By Ednaldo Marques, professor, palestrante e consultor pós-graduado com mestrado em Administração.

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