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A viagem

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/04/2012 by Joe

Um dia destes eu li um livro que comparava a vida a uma viagem de trem. Uma comparação extremamente interessante, quando bem interpretada.

Interessante, porque nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques…

Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que,  acreditamos, farão conosco a viagem até o fim: nossos pais! Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinho, proteção, amor e afeto…

Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão a ser especiais para nós: são os nossos irmãos, amigos e amores!

Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, outras que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa.

Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe…

Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso, o que nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar…

Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Só sabemos que esse trem jamais volta…

Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto, poderão fraquejar e, provavelmente, precisaremos entender isso. Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá…

O grande mistério é que não sabemos em qual estação desceremos. E aí fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim…

Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que fiz, do amor da minha vida, será para mim muito dolorido. Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.

E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.

Agora, neste momento, o trem diminui sua velocidade para que  pessoas embarquem e desembarquem. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade…

Quem entrará? Quem sairá?

Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.

Fico feliz em perceber que certas pessoas como nós têm a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor de “todos os passageiros”.

Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem e, por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo!

Desconheço o autor desse texto, mas com certeza foi alguém que captou o real sentido do que é viver e não, simplesmente, um turista passivo que ficou olhando a vida passar pela janela…

A viagem

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14/07/2010 by Joe

Um dia destes, eu li um livro que comparava a vida a uma viagem de trem. Uma comparação extremamente interessante, quando bem interpretada.

Interessante, porque nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques…

Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que,  acreditamos, farão conosco a viagem até o fim: nossos pais!

Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinho, proteção, amor e afeto.

Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão a ser especiais para nós: são os nossos irmãos, amigos e amores!

Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, outras que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa.

Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe…

Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso, o que nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar…

Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Só sabemos que esse trem jamais volta…

Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto, poderão fraquejar e, provavelmente, precisaremos entender isso.

Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá.

O grande mistério é que não sabemos em qual estação desceremos.

E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim…

Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido. Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.

E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.

Agora, neste momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade…

Quem entrará? Quem sairá?

Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.

Fico feliz em perceber que certas pessoas como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor de “todos os passageiros”.

Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo!

Autoria desconhecida, mas, com certeza foi alguém que captou o real sentido do que é viver e não, simplesmente, um turista passivo que ficou olhando a vida passar pela janela …

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