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Pudim cremoso de chocolate

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/08/2013 by Joe

Pudim cremoso de chocolate

Novas pesquisas científicas comprovam: chocolate faz bem para a nossa saúde, protege o coração, ajuda a prevenir o diabetes tipo 2, reforça as nossas defesas, e auxilia no controle do apetite!

O chocolate pode ser saboreado com prazer, pois é considerado saudável e nutritivo. O cacau, um de seus componentes, era considerado pelos maias e astecas o alimento dos deuses. Tamanha veneração talvez tenha se originado da dedução de que as sementes do fruto do cacaueiro escondiam diversas propriedades.

Se eram realmente divinas, isso ainda carece de comprovação. No entanto, quase cinco séculos depois de os espanhóis enriquecerem o paladar europeu com um dos sabores do Novo Mundo, sobram evidências científicas de que o chocolate amargo, guloseima com um gosto peculiar justamente por ter maior teor de cacau na sua composição, promove uma série de benefícios para a nossa saúde. Possui flavonoides que atuam como antioxidantes e mantém o coração saudável. Outra substância em sua composição é a cafeína, que aumenta a euforia e o raciocínio.

Seu consumo rotineiro reduz os níveis de pressão arterial, minimizando os riscos de AVC. E quando falamos em “consumo rotineiro, estamos falando numa porção de 30 gramas diárias no máximo, de preferência o chocolate amargo ou meio amargo e consumido na parte da manhã.

Os chocolates brancos possuem mais gorduras por serem feitos de manteiga de cacau. O chocolate amargo ou meio amargo é mais benéfico em razão da grande quantidade de cacau. O chocolate ao leite, por receber leite em pó na massa, apresenta mais proteína e cálcio.

O chocolate passa a ser um perigo à saúde quando consumido em excesso, pois é rico em calorias, carboidratos, gorduras e uma pequena quantidade de proteínas, o que faz dele um dos alimentos que mais engorda.

A receita deste sábado é facílima e rápida, não tem nenhuma história ou origem, e é preparada com o nosso delicioso chocolate! Na receita eu usei chocolate ao leite, mas pode ser preparada também com chocolate meio amargo que fica uma delícia!

Pudim cremoso de chocolate

Ingredientes

1 xícara (chá) de açúcar
200 g de chocolate ao leite picado
2 latas de leite condensado
1 potinho de cream-cheese
5 ovos
2 colheres (café) de café instantâneo

Modo de preparo

Leve uma forma para pudim, com furo no meio, ao fogo com o açúcar até o ponto de caramelo. Reserve.

Em banho-maria, ou no microondas, derreta o chocolate. Depois, no liquidificador, bata o chocolate derretido, o leite condensado, o cream-cheese, os ovos e o café instantâneo. Bata bem até que fique uma mistura bem homogênea.

Despeje a mistura na forma caramelizada e asse em banho-maria no forno, pré-aquecido a 200 °C, durante 1 hora.

Deixe amornar, leve à geladeira e depois desenforme na hora de servir.

By Joemir Rosa.

Em Defesa da Comida – Um Manifesto

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12/08/2012 by Joe

Livro: Em Defesa da Comida – Um Manifesto
By Michael Pollan
Editora Intrínseca

Comida! Todo mundo adora comer. Então, por que a comida precisa de defesa?

Porque a maior parte do que consumimos como refeições – na lanchonete, diante da TV, no carro e, cada vez mais, sozinhos – não é comida!!

Neste manifesto a favor de uma alimentação de verdade, Michael Pollan nos prova que, em vez de alimentos, somos levados a ingerir “substâncias comestíveis parecidas com comida”. O autor denuncia as razões para nossa alimentação se basear em produtos processados colocados à nossa disposição de acordo com as prioridades da agroindústria e da indústria alimentícia, e conforme os dogmas da ciência da nutrição.

Pollan investiga também os motivos de a maior parte dos alimentos da dieta ocidental ser comercializada com destaque de seus benefícios à saúde. Hoje os comestíveis anunciam “vitaminas”, “baixo teor de gordura” ou “enriquecimento” com ômega-3, ferro, magnésio, soja — e uma série de elementos pretensamente saudáveis, que variam conforme campanhas de marketing fundamentadas em diretrizes econômicas e/ou governamentais. Em defesa da comida ressalta que esse deve ser o primeiro sinal de alerta. Afinal, quatro das dez principais causas de morte na atualidade são doenças crônicas ligadas à alimentação: distúrbios coronarianos, diabetes, AVC e câncer.

Se nos falta comida de verdade – aquela que nossas avós reconheceriam como comida e que dispensava rótulos com as porcentagens de adição de substâncias benéficas, nutrientes, teor calórico ou índices de gorduras -, o autor mostra o que, de fato, aconteceu e desvirtuou a cadeia alimentar. Por isso ele indica o que fazer propondo hábitos simples e libertadores: “Coma comida. Não muita. Principalmente vegetais”.

Saúde e alimentos não-industrializados andam juntos. E apesar das verdadeiras ameaças ao bem-estar disponíveis nas prateleiras dos supermercados, podemos escapar das doenças crônicas resultantes dessa dieta realocando nossos hábitos e nosso apetite. Em defesa da comida aponta as escolhas que podem transformar nossa compreensão do que significa ser saudável, e levar ainda mais prazer às refeições.

“Não coma nada que a sua bisavó não reconheceria como comida”. Este é o sábio conselho do respeitadíssimo autor americano Michael Pollan em seu livro. Imagine caminhar com a sua bisavó, hoje, por qualquer supermercado. Sim, as frutas e legumes ela adoraria. No entanto, o que seriam aquelas caixas de sucrilhos com uma lista de nutrientes listados na lateral? E os sacos de batata frita? Bolo pré-preparado? Sopa em lata? Sopa em pó? Pizza industrializada e congelada? Leite achocolatado?

Em Defesa da Comida – Um Manifesto é um livro informativo, que não sugere nenhuma dieta milagrosa e nem prega um fundamentalismo “natureba”. Defende apenas a volta aos dias em que se apreciava comida menos processada!

Mostra com pesquisas e evidências que a dieta ocidental (leia-se americana, de modo geral) não é a mais saudável e seria um dos motivos pelos atuais índice de obesidade e problemas de saúde dos americanos. E, o pior, nossa alimentação por aqui também está muito americana para um país onde “tudo que se planta, dá”!

Dentro do seu manifesto, Pollan não fica cheio de dedos, aponta e ainda cutuca a ferida. Ou seja, faz aquilo que o jornalismo deveria fazer. Promove o pensamento e a crítica.

By Joemir Rosa.

Alcachofras recheadas

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , on 17/09/2011 by Joe

A alcachofra se originou no sul da Europa, próximo ao Mediterrâneo por volta do século XII. Alguns séculos após, ela começou a ser cultivada também em Nápoles, na Itália e foi introduzida na França alguns anos depois por Catherine de Medici, rainha da França, esposa do rei Henry II. Os alemães introduziram a planta na Inglaterra e ela era encontrada no jardim do rei Henry VIII, na época era rei da Inglaterra, tendo também recebido o título de Lorde da Irlanda e mais tarde rei da Irlanda.

Séculos depois foi parar nos Estados Unidos pelas mãos de imigrantes franceses e espanhóis. Os europeus também foram os responsáveis pela vinda da alcachofra ao Brasil quase na mesma época.

A alcachofra (Cynara scolymus) ajuda na digestão e a ciarina presente na planta ajuda a melhorar as funções do fígado. É uma ótima escolha para pessoas que possuem problemas hepáticos, diabéticos, problema de reumatismo, ácido úrico e a arteriosclerose pois, além de diminuir o teor de gordura e glicose no sangue, ela ainda possui vários nutrientes de extrema importância para nosso organismo. Sem contar que ingerir alcachofra ajuda a eliminar gordura pois é diurética, desintoxicante, depurativa e promove a digestão não permitindo que elas se acumulem no organismo, ajudando a emagrecer.

Existem várias formas de se preparar a alcachofra, de acordo com a região, gostos e tradições. Escolhi uma receita muito fácil, mas não menos saborosa!

Alcachofras recheadas

Ingredientes

6 alcachofras

Recheio

2 xícaras de migalhas de pão
1/4 de xícara de azeitonas pretas picadas
1/2 colher (sopa) de alcaparras
3 colheres (sopa) de salsinha picada
1/3 de xícara de queijo parmesão ralado
1/3 de xícara de azeite
presunto crú (de preferência presunto parma) ou aliche.

Modo de preparo

Em uma tigela junte todos os ingredientes do recheio e misture bem até formar uma farofa úmida.

À parte, limpe as alcachofras e corte o fundo para que elas possam ser apoiadas ao serem recehadas (veja a foto). Em uma panela grande, com três ou quatro centímetros de água, coloque as alcachofras inteiras e cozinhe com a panela tampada, até as pétalas ficarem macias (al dente).

Retire-as da panela, tire o miolo e os espinhos. Recheie as alcachofras com a farofa e coloque de volta na panela. Cozinhe com a panela tampada por mais 10 minutos, até o recheio ficar cozido. Sirva morno.

Você pode optar por outros recheios: aliche, no lugar do presunto; carne moída e linguiça toscana também combinam muito bem.

By Joemir Rosa.

Chega de preconceitos

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 07/01/2011 by Joe

Tia, meu amigo nasceu com seis dedos.

Minha prima toma injeção todo dia, ela tem diabetes.

A vovó faz xixi pela barriga.

Aquele menino perdeu muita prova porque tem falta de ar.

Sente esse caroço na minha cabeça que a mamãe esconde com o cabelo”.

Adulto tem pavor de assuntos relacionados à deficiência. Acha até que dá azar. Criança não, quer saber sobre o que não entende: diferenças individuais. Encontra as respostas de que necessita? Difícil. Pais e professores costumam achar natural não terem informações corretas sobre doenças crônicas, distúrbios neuro-psico-motores, síndromes genéticas e situações que levam a incapacidades.

Desde 1992 me especializo em levar informações relacionadas à deficiência para adultos e crianças. Percebi que informação correta para o adulto apenas civiliza seu preconceito. Mas o sentimento continua lá, esperando para dar o bote. Para minimizar o preconceito será preciso impedir que ele se instale. Daí a importância da literatura infantil, arma poderosa e pouco utilizada no combate a qualquer discriminação.

Passei por uma experiência decisiva. Em 1994, escrevi a coleção “Meu Amigo Down”. Ao divulgá- la nas escolas eu era torpedeada pelos alunos com perguntas sobre anormalidades. Tornei-me a oportunidade para que abordassem assuntos que os afligiam e os deixavam curiosos. Fiquei aflita com a aflição deles. Certa de que criança tem direito de ter informação de qualquer natureza numa linguagem acessível, escrevi o livro “Um amigo diferente?” (Editora WVA).

O livro conta a história de um amigo que afirma ser diferente. Muito ou pouco? De que jeito? A cada página, o amigo imaginário dá pistas novas, atiçando a imaginação da criançada. E o leitor vai se deparando com temas pouco abordados como hemofilia, artrite, diabetes, doença renal, deficiências físicas, sensorial e mental, entre outros. Mas que ninguém se espante. O livro é alegre, colorido e divertido.

Desejo oficializar nas salas de aula e nos lares brasileiros a discussão sobre as diferenças individuais. Torço para familiares e educadores se interessarem por esses temas. Ou persistiremos no erro de construir cidadãos pela metade? O preconceito contra os diferentes nasce na infância. No jantar, o filho pergunta: “pai o que é ostomia?” O adulto responde: “não pensa nisso, é muito triste, come senão a comida vai esfriar”. Sem resposta, e vendo sua dúvida desvalorizada, a criança se cala. O que deveria ser esclarecido vira mistério, tabu. Eu sei, nada é tão simples. Mas por não termos sido educados para entender a diversidade como situação natural, hoje relutamos em obedecer leis e seguir regras sociais que dêem às pessoas com deficiência um direito assegurado na Constituição Federal: a cidadania.

Por isso defendo a sociedade inclusiva. Nela não haverá espaço para aceitar crianças e adolescentes com deficiências e depois bater no peito ou dormir com a sensação de termos sido bonzinhos. Na sociedade inclusiva ninguém é bonzinho. Cada cidadão é consciente de sua responsabilidade na construção de um mundo que dê oportunidade para todos. Jovens crescerão convictos de que se relacionar com pessoas deficientes não é favor, mas troca. Nesse ideal de inclusão, difundido internacionalmente nos últimos anos, felizes das escolas que se propuserem a ser transformadoras, empenhando-se em formar cidadãos mais éticos, capazes de respeitar aqueles que são – ou estão – diferentes.

Acredito na força de um lar no qual os adultos, questionados sobre temas que lhes incomodem, abram seus corações e seus dicionários com o mesmo orgulho que orientam os filhos sobre política ou economia. Portadores de diferenças querem ser levados à sério. Assumirão sua condição com cada vez mais dignidade. Se nós, portadores de diferenças menores, permitirmos. Como diz o personagem do livro “Um amigo diferente?”:

–  “Você está preocupado comigo? Obrigado. Mas eu vou em frente. Essa é a minha vida”.

By Claudia Werneck, jornalista e escritora, responsável pelo projeto “Muito prazer, eu existo“.

O corpo fala

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/11/2010 by Joe

Há algum tempo eu postei um texto que falava exatamente sobre a importância de ficarmos atentos ao nosso corpo, como ele “fala” conosco quando alguma coisa não está bem.

Hoje, um complemento que nos mostra alguns sintomas que o nosso corpo nos apresenta quando estamos sendo afetados por problemas emocionais.

Ou seja, o corpo fala quando a gente se cala.

O resfriado ocorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta chega quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A cabeça dói quando as dúvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
O coração enfarta quando a ingratidão acontece.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Portanto, preste atenção a isso. Doença não existe; o que existe é o doente. As somatizações são apenas a exteriorização dos nossos desequilíbrios internos.

Somos o que pensamos!

By Joe.

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