Arquivo para Desencontros

Um Feliz Começo Novo!

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 31/12/2013 by Joe

Um feliz começo novo

O ano de 2013 foi marcado pelos encontros, desencontros, reencontros, perdas, vitórias, empates… Muitos ficaram pelo caminho, procurando uma bússola, um porto seguro; outros encontraram seu porto, sua boia e até mesmo suas muletas. Enfim, cada um viveu seus momentos particulares e reagiu de acordo com seu “mapa”, com seus “moldes”.

No final, acredito que muita gente percebeu que ainda não foi desta vez, que repetiu velhos padrões, agiu de acordo com os moldes de sempre e, consequentemente, não chegou ao final do ano como gostaria. Em outras palavras, não obtiveram os resultados desejados.

Para que tudo seja diferente ao final do ano que começa amanhã, para que as pessoas possam obter resultados diferentes, é preciso que ajam de formas diferentes. A palavra-chave aqui é “mudança”! Durante o ano que termina, eu bati muito nessa tecla, e insisti que, sem mudanças, ninguém chega a resultados diferentes.

Não quero parecer o dono da verdade e nem ditar fórmulas; cada um deve procurar saber como/onde chegou até aqui e, se quiser alçar novos voos e alcançar novos objetivos, só existe uma maneira: mudando atitudes, padrões, caminhos!

Usando uma linguagem própria da informática, eu quero, para o Ano Novo, que nossos dias sejam encontrados no Google da vida através das tags (palavras-chaves):

Amor, Esperança, Perdão, Agradecimento, Carinho, Felicidade, Sorrisos, Mudanças, Atitudes, Temperos, Conforto, Surpresas, Compaixão, Empatia, Tolerância, Superação, Conquistas, Descobertas, Respeito, Acertos, Sucesso, Compartilhamento, Tesão, Cores, Ternura, Sonhos, Fantasias, Entusiasmo, Generosidade, Delicadeza, Trocas, Alegrias, Generosidade, Atenção, Oração, Otimismo, Coragem, Paz, Luz, Energia, Contentamento e muitas outras!

Desejo, enfim, que o Novo Ano seja construído dia a dia, que a cada manhã possamos iniciar um novo ano, uma nova vida!

Afinal, amanhã é o primeiro dia do resto de nossas vidas! E como você vai construir a sua?

Desejo que cada um receba segundo a sua obra, ou seja, que cada um colha exatamente aquilo que plantar a cada dia, porque essa é a maneira como o Universo atua em tudo. Que cada um de nós faça as escolhas mais convenientes, segundo suas atitudes, crenças, valores sem esquecer o princípio das mudanças contínuas e do merecimento!

Beijos e abraços a todos os amigos, visitantes e paraquedistas deste blog!!!

Um Feliz Começo Novo!!!!

By Joemir Rosa.

Medo de envolvimento

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Medo de envolvimento

Não são poucos os que estão na corda bamba entre o desejo de amar e o medo de se ferir. E conseguir amar é justamente não se deixar engolir por esse medo. Desilusões, frustrações, decepções amorosas acontecem. O importante é compreende-las.

Uma busca de diversão, uma série de jogadas ao mesmo tempo tentadoras e ameaçadoras é que leva as pessoas a um número bastante grande de encontros, desencontros e reencontros. Os “namorantes” vem de muitos cantos e convergem em alguns pontos da cidade. Todos partilham as mesmas crenças, ou seja, acreditam que estão em busca de alguém que vai tornar sua vida mais rica, diferente, excitante. Buscam se encontrar para abrir novas portas. Querem dar às suas vidas uma nova dimensão.

A maioria das pessoas que está procurando um possível companheiro íntimo nunca se encontrou antes, mas como estranhos num navio, rapidamente se abre, confessa sua ilusão, sua esperança, como também o medo e a desilusão. Todos estão em busca de amantes mas, uma vez por outra, encontram “odiantes”. Isso cria muitas dúvidas. Todos já fomos decepcionados, frustrados e rejeitados de alguma maneira, todos já fomos menos amados do que queríamos.

Na terra do desejo somos livres – “eu quero, eu posso” – , mas, quando voltamos à realidade, olhamos nossa vontade cara a cara e vemos que é limitada. Quando ocorre um encontro, todos queremos evitar sermos machucados, nos sentirmos presos numa armadilha ou sermos abandonados.

Há momentos em que temos a impressão de que a vida e as relações são uma sucessão de experiências sem significado. Saímos de uma relação para outra com necessidade de esconder os próprios sentimentos ou as próprias dúvidas.

Muitas mulheres que se transformaram em “gatas escaldadas” pelas suas perdas juram pelo fundo de sua caixa de lenços de papel nunca confiar novamente. Por outro lado, a maioria dos homens se entorpece, lacra sua decepção no copo de um bar, provando uma bebida atrás da outra até que chega uma hora em que não se sabe mais o que está bebendo, nem muito menos sentindo: desilusão, raiva, irritação diante do conhecido e dos desconhecidos.

Um segredo em relação às perdas é encará-las, em vez de fugir delas, porque isso diminui seu poder. Antes de buscar alívio para a dor é importante compreende-la: caminhar com calma para dentro dela. Logo abaixo da superfície de qualquer dor encontram-se, com frequência, medo ou raiva escondidos.

Em vez de ficarmos sendo jogados de um lado para o outro por esses sentimentos, podemos reconhecer o que está acontecendo e tentar “pular fora”. Em outras palavras, quando podemos abrir um espaço para o sentimento e ficar na beirada, nos situamos. Ainda sentimos o calor da fogueira, mas as chamas não nos queimam mais. Se conseguimos criar algum espaço, uma “distância protetora”, não nos sentimos mais vulneráveis ou indefesos, ou seja, encaramos nosso medo ou nossa raiva sem sermos totalmente engolidos por eles.

Apesar de “pular fora” ser algo simples de explicar, nem sempre é fácil de conseguir, especialmente quando se trata de amor. Nosso amor por outra pessoa remexe nossos sentimentos, atiça fogo em nossas incertezas, em nossos medos, como também em nossos desejos.

Sempre que se apresenta uma nova possibilidade, há medo. Nós nos defrontamos com ele quando existe contato, quando nos sentimos afetados, tocados pelo outro. Antigamente se dizia: “Amar é não sentir medo”. Entretanto, essa é uma explicação bastante simplista; amar é, mais do que tudo, não se deixar ser engolido pelo medo. A sensação é a de ficar na corda bamba entre o desejo e o temor. Balançamos de um lado para o outro.

Aproximar-se de alguém, inevitavelmente, cria um desafio. Nós só iremos descobrir o que fazer quando tivermos a coragem de sentir e fazer uma escolha, pois o medo adverte: “Cuidado”. Mas a vida diz: “Arrisque”.

Afinal, a única saída continua sendo o amor!

By Maria Helena Matarazzo.

Relacionamentos amorosos se conjugam no presente

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23/04/2013 by Joe

Relacionamentos no presente

A vida acontece no momento presente. É aqui e agora que encontramos as oportunidades para sermos felizes!

Esse momento mágico, insubstituível, está ao nosso alcance e se oferece em toda a sua plenitude, a fim de que possamos mergulhar inteiramente.

O presente é o resultado de tudo o que se viveu, o único terreno onde é possível plantar as sementes do futuro que se deseja. Sejamos, pois, agradecidos ao presente do tempo.

Colocar o foco da própria vida no passado é escolher manter-se preso ao que já não existe e ficar apegado ao que passou.

Da mesma forma, querer antecipar o futuro e preocupar-se com ele, é desperdiçar as chances de construí-lo, vivendo, intensamente, cada momento.

O passado aprisiona e o futuro é fantasia.

Muitas pessoas perdem a chance de estabelecer relacionamentos gratificantes, apenas porque se mantém presas ao passado. Valorizam a pessoa que já foi embora de sua vida, o relacionamento que, por alguma razão, não deu certo.

Ao fazerem isso, deixam de perceber a pessoa que está ali, pronta para ser conhecida, para amar e ser amada. Quando essa pessoa cansa e vai embora, repetem o padrão e passam a valorizá-la.

Esse é um modo de viver o que já foi, o que não existe mais. O resultado é o desperdício da energia vital que se perde em medos imaginários.

Há quem esteja recriando o passado em cada nova oportunidade de se relacionar. São aquelas pessoas que sentem necessidade de contar o quanto sofreram, os traumas e desencontros que tiveram. Sem perceber, continuam aprisionadas ao lixo emocional do que não funcionou e que já não existe. Quando o novo parceiro se afasta, sentem-se injustiçados pelo destino.

Mas… quem tem prazer em ficar ao lado de alguém que cultiva um fardo de aflições passadas? É preciso libertar-se para viver o agora. Aprender a se perdoar, e a perdoar o outro é a essência da libertação, pois o ressentimento é uma camisa de ferro que tortura.

Não podemos perder de vista que somos responsáveis pelos sentimentos que abrigamos em nosso interior. Na vida a dois, o ressentimento é tão real quanto o veneno que corrói. Rouba o oxigênio do amor e da confiança. A relação amorosa só tem lugar no presente.

“Cultivar ressentimentos é o mesmo que tomar veneno e esperar que o outro morra”.

É aqui e agora que se encontra a possibilidade de dizer aquela palavra de carinho, de força, de incentivo, o gesto de solidariedade, de compreensão, de companheirismo.

Deixar o passado ir embora e seguir com a vida, é adquirir o passaporte que conduz à felicidade.

Conscientes de que, ao viver no presente, conquistamos o talismã que nos permitirá, a cada instante, cultivar o amor em nossos relacionamentos.

By Jael Coaracy.

A quoi ça sert l’amour?

Posted in Música with tags , , , , , , , , on 05/09/2010 by Joe

Uma animação de Louis Clichy mostrando os encontros e desencontros do amor, com música interpretada por Edith Piaf e Theo Sarapo, num dueto muito gostoso de se ouvir!

“A quoi ça sert l’amour?” Para que serve o amor?

Acredito que cada um tenha suas próprias respostas …. algumas mais convenientes que outras, mas nenhuma delas certa, nenhuma delas errada. Apenas isso: convenientes!

Bom … curtam o video, curtam a música …. e vivam o amor da melhor maneira possível, como acharem mais conveniente!!!

Quem quiser seguir letra e tradução, acesse esta página (tem player na mesma).

By Joe.

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