Arquivo para Crepúsculo

A Maldição do Tigre

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 15/01/2012 by Joe

Livro: A Maldição do Tigre
By Colleen Houck
Editora Sextante

Paixão. Destino. Lealdade. Você arriscaria tudo para salvar seu grande amor?

Kelsey Hayes perdeu os pais recentemente e precisa arranjar um emprego para custear a faculdade. Contratada por um circo, ela é arrebatada pela principal atração: um lindo tigre branco chamado Dhiren.

O animal tem olhos profundos e solitários e Kelsey se identifica de imediato com ele e acaba passando a maior parte do seu tempo ao lado dele.

O que a jovem órfã ainda não sabe é que seu tigre Ren é, na verdade, Alagan Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, e que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço.

Determinada a devolver a Ren sua humanidade, Kelsey embarca em uma perigosa jornada pela Índia, onde enfrenta forças sombrias, criaturas imortais e mundos místicos, tentando decifrar uma antiga profecia. Ao mesmo tempo, se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem.

A Maldição do Tigre é daqueles livros que você começa e não quer mais parar enquanto não terminar sua leitura. Neste primeiro volume de uma saga fantástica e épica, o leitor é apresentado a mitos hindus, lugares exóticos e personagens sedutores, num ritmo com pitadas de Indiana Jones!

No video abaixo, uma entrevista com a autora do livro, onde ela fala sobre a inspiração que teve após ler “Crepúsculo”, “Lua Nova” e “Eclipse” e outros detalhes (contém spoilers) que farão parte da saga que está escrevendo!

Para quem curtiu a saga de Stephenie Meyer, é uma obra imperdível, obrigatória!

By Joemir Rosa.

Comece consigo mesmo

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 13/05/2011 by Joe

Quando era jovem e livre, e minha imaginação não tinha limites, eu sonhava em mudar o mundo. Quando fiquei mais velho e mais sábio, descobri que o mundo não mudaria e assim reduzi um pouco os limites de meu ideal e decidi mudar apenas meu país.

Porém este, também, parecia imutável.

À medida que chegava ao crepúsculo, numa última e desesperada tentativa, procurei mudar apenas minha família, aqueles mais próximos a mim, mas, ai de mim! Eles não mudaram.

E agora, deitado em meu leito de morte, subitamente percebo: se eu tivesse apenas mudado a mim mesmo primeiro, então, pelo exemplo, eu teria mudado minha família. Com sua inspiração e estímulo, eu poderia ter melhorado meu país e, quem sabe até ter mudado o mundo.

E lembrem-se sempre das lições do grande mestre:

– “Devemos ser a mudança que queremos ver no mundo”.

Portanto, comece consigo mesmo!

Atribui-se o texto a uma inscrição no túmulo de um bispo anglicano, que está na cripta da Abadia de Westminster, na praça do Parlamento, em Londres.

Outono (somos seres outonais)

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/03/2011 by Joe

Foi-se embora o espalhafatoso verão!

De dentro do eterno ciclo da natureza retornou o outono, sereno e calmo!

“La belle season” é como batizaram os franceses esta estação que nos descortina as renovadas vestes da divindade presentes na natureza.

Outono é uma parábola de nós mesmos, seres outonais! Suas manhãs são mais poéticas e os seus crepúsculos são mais filosóficos. Aquelas são belas em sua melancolia. Estes são melancólicos em sua beleza. Assim, somos todos nós.

Creio que é no outono que entendemos melhor o ensinamento de Oscar Wilde:

– “ser como crianças, para não esquecermos o valor do vento no rosto, e ser como velhos para que nunca tenhamos pressa”.

Isso é sabedoria. E se nos tornarmos mais sábios, já não precisaremos mais ter medo de envelhecer. Afinal, a vida também é um eterno renascer.

Coisa que só o outono ensina. O resto são folhas mortas.

By Carlos Alberto Rodrigues Alves.

O que valeu a pena hoje?

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14/10/2010 by Joe

Paulo Mendes Campos, em uma de suas crônicas reunidas no livro “O Amor Acaba”, diz que devemos nos empenhar em não deixar o dia partir inutilmente.

Eu tenho isso, há anos, como lema.

É pieguice, mas antes de dormir, quando o dia que passou está dando o prefixo e saindo do ar, eu penso: o que valeu a pena hoje? Sempre tem alguma coisa. Uma proposta de trabalho. Um telefonema. Um filme. Um corte de cabelo que deu certo. Até uma briga pode ter sido útil, caso tenha iluminado o que andava escuro dentro da gente.

Já, para algumas pessoas, ganhar o dia é ganhar mesmo: ganhar um aumento, ganhar na loteria, ganhar um pedido de casamento, ganhar uma licitação, ganhar uma partida de jogo.

Mas para quem valoriza apenas as mega-vitórias, sobram centenas de outros dias em que, aparentemente, nada acontece e, geralmente, são essas pessoas que vivem dizendo que a vida não é boa, e seguem cultivando sua angústia existencial, mesmo já tendo seu super apartamento, sua bela esposa, seu carro do ano e um salário aditivado.

Nas últimas semanas meus dias foram salvos por detalhes.

Uma segunda-feira valeu por um programa de rádio que fez um tributo aos Beatles e que me arrepiou.

Na terça meu dia não foi em vão porque uma pessoa que amo muito recebeu um diagnóstico positivo de uma doença que poderia ser mais séria.

Na quarta o dia foi ganho porque o aluno de uma escola me pediu para tirar uma foto com ele.

Na quinta uma amiga que eu não via há meses ligou me convidando para almoçar.

Na sexta o dia não partiu inultilmente, só por causa de um cachorro-quente delicioso.

E assim correm os dias, presenteando a gente com uma música, um crepúsculo, um instante especial que acaba compensando 24 horas banais.

Claro que tem dias que não servem pra nada, dias em que ninguém nos surpreende, o trabalho não rende e as horas se arrastam, sem falar naqueles dias em que tudo dá errado: batemos o carro, perdemos um cliente e o encontro da noite é desmarcado.

Pois estou pra dizer que até a tristeza pode tornar um dia especial, só que não ficaremos sabendo disso na hora, e sim lá adiante, naquele lugar chamado futuro, onde tudo se justifica.

É muita condescendência com o cotidiano, eu sei, mas não deixar o dia de hoje partir inutilmente é o único meio de a gente aguardar com entusiasmo o dia de amanhã …

By Martha Medeiros.

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