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Ensinando o cavalo a voar

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/08/2013 by Joe

Cavalo branco

Vamos dividir a palavra “preocupação” em duas partes: pré + ocupação. Ou seja, ocupar-se de algo antes que aconteça. Tentar resolver problemas que ainda não tiveram tempo de se manifestar. Imaginar que as coisas, quando chegam, sempre escolhem seu pior aspecto. Há, é claro, muitas exceções. Uma delas é o herói desta pequena estória:

“Um velho rei da Índia condenou um homem à forca. Assim que terminou o julgamento, o condenado lhe pediu:

– “Vossa Majestade é um homem sábio e curioso a respeito de tudo que seus súditos conseguem fazer. Respeita os gurus, os sábios, os encantadores de serpentes e os faquires. Pois bem. Quando eu era criança, meu avô me transmitiu a técnica de fazer um cavalo branco voar. Não existe mais ninguém neste reino que saiba isto, de modo que minha vida deve ser poupada”.

O rei imediatamente mandou trazer um cavalo branco.

– “Preciso ficar dois anos com este animal” – disse o condenado.

– “Você terá dois anos!” – respondeu o rei, a esta altura já meio desconfiado – “Mas se este cavalo não aprender a voar, você será enforcado!”

O homem saiu dali com o cavalo, feliz da vida. Ao chegar em casa, encontrou toda a família em prantos.

– “Você está louco?” – gritaram todos – “Desde quando alguém desta casa sabe fazer um cavalo voar?”

– “Não se preocupem – respondeu ele – Primeiro, nunca alguém tentou ensinar um cavalo a voar, e pode ser que ele aprenda. Segundo, o rei está muito velho e pode morrer nesses dois anos. Terceiro, o animal também pode morrer e eu conseguirei mais dois anos para treinar um novo animal. Isso sem contar a possibilidade de revoluções, golpes de Estado, anistias gerais. Finalmente, se tudo continuar como está, eu ganhei dois anos de vida, e neles poderei fazer tudo o que tiver vontade. Vocês acham pouco?”

Assim como o homem de nossa estória, devemos aprender a olhar a situação com otimismo. Para cada possibilidade adversa, muitas outras favoráveis poderão ser encontradas e, com muita fé e determinação, o que parecia impossível logo será realidade.

Não esmoreça nunca. Mesmo que tudo indique o contrário, creia: o seu cavalo pode voar!

By Paulo Coelho, no livro “Histórias para pais, filhos e netos”.

Somos o que pensamos

Posted in Ciência with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 25/05/2011 by Joe

A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado. Seja através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos. Basta que você os aceite. Essa ação sempre acontecerá, independente de trazer ou não resultados positivos para você.

Um cientista de Phoenix, no Arizona, queria provar essa teoria. Precisava de um voluntário que chegasse às últimas consequências. Conseguiu um em uma penitenciária. Era um condenado à morte, que seria executado em uma cadeira elétrica. O cientista lhe propôs participar de uma experiência científica na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a última gota. Ele teria uma chance de sobreviver caso o sangue coagulasse. Se isso acontecesse, ele ganharia a liberdade, caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor.

O condenado aceitou, pois era preferível do que morrer na cadeira elétrica, e ainda teria uma chance de sobreviver. Ele foi colocado, então, em uma cama alta, dessas de hospital, e amarraram seu corpo para que não se movesse. Fizeram um pequeno corte em seu pulso. No chão, logo baixo do pulso, foi colocada uma pequena vasilha de alumínio e dito a ele que ouviria o gotejar de seu sangue.

Na verdade, o corte foi superficial e não atingiu nenhuma veia ou artéria, mas foi suficiente para que ele sentisse o pulso sendo cortado. Sem que ele soubesse, debaixo de sua cama havia um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem seu pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que era o sangue dele que estava pingando na vasilha de alumínio. Ou seja, era o soro do frasco que gotejava.

De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento ia diminuindo. Com isso, o condenado acreditava que era seu sangue que estava diminuindo. Com o passar do tempo, ele foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando a válvula foi, finalmente, fechada … ele teve uma parada cardíaca e morreu! Sem ter perdido uma gota de sangue!

O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre, ao pé da letra, tudo que lhe é enviado e aceito pela pessoa, seja positivo ou negativo e que sua ação envolve todo o organismo, quer seja na parte psíquica quer seja na parte orgânica.

Essa experiência é um alerta para que aprendamos a filtrar o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado; simplesmente grava e executa o que lhe é enviado.

Desconheço a autoria.

Eu sempre alerto para os moldes que nos são impostos, as crenças e valores que nos impõem a sociedade, a família, a escola, a igreja e, principalmente, a mídia, sem que questionemos se eles são reais, se nos são convenientes, ou apenas fruto de mentes manipuladoras ou doentias! Ou, pior ainda, de nossas próprias mentes que vivem “alucinando” situações, criando alguns scripts perigosíssimos, transformando-nos em nossos piores inimigos!

Somos o que pensamos e acreditamos ser! Portanto, preste atenção, e reflita sobre o que você anda fazendo consigo mesmo!!!

By Joemir Rosa.

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