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Hormônio da felicidade

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/08/2014 by Joe

Hormônio da felicidade

Sabe quando o dia não poderia estar mais estressante e tudo que você espera é chegar logo em casa e comer uma barra inteira de chocolate enquanto assiste à novela? Você não é a única. O chocolate é um dos alimentos que ajuda a liberar endorfina, neuro-hormônio associado à sensação de prazer e bem-estar. O problema é que chocolate engorda e não podemos recorrer a ele sempre que precisarmos de uma dose extra de bom humor.

Quando estamos bem, e relaxados, com mais disposição e menos ansiosos, pode colocar toda a culpa na endorfina. Ela é produzida pela hipófise, assim como a adrenalina e o cortisol, e tem como principais funções dar a sensação de prazer, de euforia e de analgesia. A grande vantagem é que nós mesmos podemos produzir essas sensações boas com atividades bastante simples.

Agora a má notícia para os preguiçosos de plantão: a produção de endorfina está diretamente ligada à prática de atividades físicas. Basicamente, esse hormônio é produzido com atividade aeróbica, caminhada rápida ou corrida de 30 minutos. Se a pessoa faz meia hora de exercícios diários, a endorfina se mantém circulando por cerca de duas horas. Se participa de uma maratona, a endorfina se mantém elevada por 72 horas, o que são três dias de bem-estar.

Estudos mostram que esse hormônio melhora a memória e o sistema imunológico (você fica mais resistente à doenças e infecções), remove os radicais livres (tem efeito antienvelhecimento), melhora a concentração, o humor, a resistência, a disposição física e mental, além de ter efeito analgésico e aliviar dores.

Por garantir todas as sensações ligadas ao prazer e ao bem-estar, a endorfina ainda é utilizada por médicos para tratar doenças, como a depressão. Esse hormônio auxilia muito, não só contra a depressão, mas para tratar a ansiedade também. Além da medicação, é fortemente recomendável a prática de atividades aeróbicas. Como a pessoa que sofre de depressão não tem o ânimo para sair de casa, é preciso insistir para que comece uma atividade. Vai com preguiça, vai com raiva, mas tem que ir. Assim que a endorfina começa a ser liberada, com apenas meia hora de exercícios, ela sente os efeitos e já relaxa.

Além da prática de atividades físicas, existem algumas outras maneiras de estimular a hipófise a trabalhar na liberação da endorfina. Veja abaixo uma lista com sete outras maneiras de estimular seu próprio corpo a produzir alegria e felicidade:

1. Deliciar-se com chocolate
Muitas pessoas, especialmente as mulheres, associam muito o chocolate à sensação de bem-estar. Isso acontece porque ele estimula a liberação de endorfina pela hipófise. No entanto, não é tão eficiente quanto a atividade física, além de engordar.

2. Apimentar
A pimenta tem um componente chamado capsaicina, que é utilizado até em pomadas, e que tem o poder de aliviar a dor. Isso acontece porque ele estimula a liberação da endorfina. Usar pimenta na alimentação melhora o humor, a imunidade e acelera o metabolismo. É um alimento muito bom.

3. Abusar das agulhas
A acupuntura ajuda a aumentar a produção de endorfina. As agulhas são colocadas nos terminais nervosos, gerando um impulso que faz com que a hipófise libere endorfina. Depois da prática de atividades aeróbicas, diria que a acupuntura vem em segundo lugar na eficiência.

4. Sexo
O orgasmo é maravilhoso! Além de estar associado à prática de alguma atividade aeróbica, o excitamento que o precede também estimula a liberação do hormônio. Aliás, esse excitamento é o mesmo de quando se está torcendo em um jogo de futebol e seu time faz um gol.

5. Ouvir música
Se for uma música que você goste, ela também ajuda na liberação da endorfina. Mas só se for uma canção que se goste muito ou que relembre momentos agradáveis.

6. Rir é sempre o melhor remédio.
Não é dar uma risadinha, é rir com gosto, gargalhar mesmo. Mas as pessoas parecem envergonhadas de dar uma boa gargalhada. Disfarçam, colocam a mão na boca, ficam vermelhas, eu não entendo isso. Uma vez ouvi alguém dizer: “ria muito, mas gargalhe sem vergonha”. É exatamente isso que precisamos. Uma boa comédia no teatro ajuda as pessoas gargalhar junto com todos!

7. Ver um filme de terror
É estranho, mas eu só consigo explicar isso da seguinte maneira: a hipófise, glândula que produz a endorfina, também produz a adrenalina, hormônio que geralmente é liberado quando nos preparamos para fazer um grande esforço físico ou estamos com medo. Provavelmente, quando liberamos adrenalina, liberamos um pouco de endorfina também.

By Joemir Rosa com base em textos científicos.

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Como está sua autoestima?

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Autoestima

Como está a sua autoestima? O que fazer para que ela se mantenha alta?

Autoestima é a capacidade que uma pessoa tem de confiar em si própria, de se sentir capaz de poder enfrentar os desafios da vida, é saber expressar de forma adequada para si e para os outros as próprias necessidades e desejos, é ter amor-próprio.

Em suma, é saber que você tem o direito e merece mesmo ser feliz!

E para ser feliz sua autoestima deve estar num bom nível, quanto maior, melhor!

Por outro lado, a baixa autoestima gera ansiedade, medo, depressão, fobias, enfim, uma série de outros problemas!

Algumas pessoas costumam confundir autoestima com egoísmo. Uma pessoa com boa autoestima nunca é egoísta! Ao contrário, aquele que ama a si próprio, respeita-se e, automaticamente, respeita as outras pessoas e jamais desejará prejudicá-las.

O egoísta, por sua vez, só pensa em si próprio, nunca se importando com ninguém.

E quem são as pessoas com baixa autoestima? Quais são os seus traços característicos mais comuns? Geralmente são pessoas que:

– possuem tendências perfeccionistas e que precisam se sentir no controle de tudo o que acontece à sua volta, o que provoca altos níveis de stress;

– culpam os outros pelos seus problemas, pois sempre se consideram vítimas;

– reagem rapidamente com raiva e esta é quase sempre dirigida de maneira errada para a pessoa errada;

– temem correr riscos;

– dificilmente encaram os outros nos olhos por muito tempo;

– têm pouca concentração e geralmente são causadores de problemas;

– têm pouca habilidade em ficar focado em algo por muito tempo;

– constantemente estão cometendo erros e tendo acidentes, especialmente de carro;

– tendem a ser negativistas;

– com frequência não dão certo no casamento porque se casaram pelos motivos errados;

– tendem a abusar de álcool, drogas ou fumo;

– geralmente estão acima do peso normal;

– preocupam-se demasiadamente com as críticas e comentários dos outros a seu respeito.

– por preocuparem-se demais com o que os outros pensam sobre elas, as pessoas com baixa autoestima evitam, a todo custo, emitir suas opiniões, gostos, valores, pensamentos e sentimentos.

A baixa autoestima revela uma pessoa que não expressa os seus sentimentos, que os guarda a sete chaves. Na tentativa de ocultar os seus sentimentos para os outros, ela acaba tornando-se mentirosa para si mesma.

Um exemplo para entender melhor: suponha que você está muito triste, mas não quer que seu amigo (a) saiba (digamos que você deseja passar a imagem de uma pessoa “forte”, que nunca demonstra momentos de infelicidade, de “fraqueza”). Pois bem, você estará mentindo para si mesma e quando faz isso, você se sente diminuída e o seu amor-próprio também cai drasticamente!

Oras, se não queremos que o outro saiba o que sentimos, vamos, pouco a pouco, evitando manter relações interpessoais, pois não queremos correr o risco de, sem querer, revelar nossos verdadeiros sentimentos.

Mas o que faz uma pessoa querer guardar os seus sentimentos para si própria quando o natural é sempre querer expressá-los?

Há várias razões para isso: ela pode ter crescido num ambiente de pouco amor e afeto, onde não se encorajava a expressão das emoções, mas ela pode, também, ter optado em não expressá-los com receio de gerar brigas no ambiente familiar ou mesmo por achar que suas emoções seriam mal entendidas ou que, ao revelá-las, estaria magoando alguém.

Não importa qual tenha sido o motivo que leva uma pessoa a ocultar suas emoções. Manter as emoções ocultas internamente gera a diminuição da autoestima!

Mesmo que alguém tenha a vida toda tentado guardar seus sentimentos, esta pessoa não está destinada a sofrer seus efeitos negativos para o resto de sua vida… a menos que ela faça esta escolha.

E por que alguém iria querer viver em um estado de baixa autoestima?

Não existe comportamento sem uma motivação ou objetivo: todo comportamento tem um propósito. Pode ser um modo de chamar a atenção para nós mesmos, ou dar a si mesmo uma desculpa para o seu próprio fracasso, por exemplo.

E se você quer parar de sofrer, está na hora de começar a mudar… Nunca é tarde para isso!

E por onde você vai começar? Primeiro, comece com você. Você tem que construir o seu amor-próprio. E se não consegue fazer isso sozinho, busque ajuda profissional adequada!

Quanto mais verdadeiro você for com você mesma, melhor será o conceito que você tem de si mesma e maior será a sua autoestima.

By Drª Olga Tessari, psicóloga, escritora e palestrante.

Salada de bacalhau

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29/12/2012 by Joe

Salada de bacalhau

Mundialmente apreciado, o bacalhau tem uma história que poderíamos dizer que é milenar.

Existem registros de processamento do bacalhau na Islândia e na Noruega datados do século IX. Os Vikings são considerados os pioneiros na descoberta do Cod gadus morhua, espécie que era farta nos mares que navegavam. Como não tinham sal, apenas secavam o peixe ao ar livre, até que perdesse quase a quinta parte de seu peso e endurecesse como uma tábua de madeira, para ser consumido aos pedaços nas longas viagens que faziam pelos oceanos.

Mas deve-se aos bascos – povo que habitava as duas vertentes dos Pirineus Ocidentais, do lado da Espanha e da França – o comércio do bacalhau. Os bascos conheciam o sal e existem registros de que, já no ano 1000, realizavam o comércio do bacalhau curado, salgado e seco. Foi na costa da Espanha, portanto, que o bacalhau começou a ser salgado e depois seco nas rochas, ao ar livre, para que o peixe fosse melhor conservado.

O pescado possui baixo teor de gordura e é rico em proteínas de elevado valor biológico. Contém altos teores de vitaminas A, E, B6 e B12, sódio, cálcio, fósforo, magnésio e de Ômega 3. Abaixo você confere algumas dos principais nutrientes encontrados no bacalhau e seus respectivos benefícios para a saúde:

Ácidos graxos do Ômega 3: este elemento possui um forte efeito protetor para a saúde do coração e importante função no desenvolvimento de cérebro.

Ômega 3: melhora a concentração, a memória, as habilidades motoras, aumenta a motivação, diminui os triglicérides, diminui a pressão sanguínea, previne o batimento cardíaco irregular, aumenta a fluidez do sangue e ainda neutraliza o stress.

Vitamina A: tem ação protetora sobre a visão, pele e mucosas.

Vitamina E: melhora a oxigenação celular, ajuda nas dores menstruais, aumenta a energia muscular e é essencial em processos de cura.

Vitamina B12: age sobre os glóbulos vermelhos, células nervosas, equilíbrio hormonal, na beleza da pele e também ajuda o sistema de imunização do corpo e no controle dos níveis de glicose no sangue.

Cálcio: necessário para a contração dos músculos, contração e expansão das artérias, secreção de hormônios e enzimas e envio de mensagens através do sistema nervoso.

Magnésio: ajuda na contração muscular e metabolismo energético.

Sódio: importante eletrólito para a transmissão nervosa, contração muscular e equilíbrio de fluidos no organismo.

Fósforo: possui papel muito importante na formação de ossos e dentes, intervindo também nas reações químicas em que se libera energia.

O hábito brasileiro de saborear bacalhau é herança da colonização portuguesa, que começou a se disseminar a partir do descobrimento do Brasil. Mas somente com a chegada da corte portuguesa e dos comerciantes lusos no país, no início do século XIX, que o consumo do pescado foi impulsionado e difundido entre a população.

A primeira importação oficial do produto aconteceu em 1843. Hoje, cerca de 95% do bacalhau consumido no Brasil tem sua origem na Noruega.

Neste final de ano de temperaturas altíssimas, nada melhor do que um prato nutritivo, muito saudável e refrescante na passagem de ano!

Espero que gostem!!

Salada de bacalhau

Ingredientes

1 kg de bacalhau em postas dessalgadas
2 xícaras (chá) de leite
1 ¼ kg de batatas
3 maçãs verdes
1 pimentão amarelo em rodelas
1 pimentão vermelho em rodelas
12 azeitonas sem caroço
4 ovos cozidos
1 cebola pequena ralada
cheiro-verde picado
azeite a gosto

Modo de preparo

Coloque o bacalhau de molho no leite por cerca de duas horas. Isso o deixará mais macio. Depois desse prazo, escorra o leite e ferva o peixe na água por 50 minutos.

Escorra novamente (reserve a água), desfie-o em lascas grandes e reserve. Na água reservada, cozinhe as batatas em rodelas. Escorra e reserve.

Retire o miolo das maçãs e corte-as com a casca em fatias finas. Corte em rodelas os pimentões e dê uma escaldada com água quente para que fiquem crocantes. Parta as azeitonas ao meio, os ovos cozidos em rodelas, e reserve tudo.

Em uma panela, refogue a cebola ralada no azeite e depois salpique o cheiro-verde.

Passe as lascas de bacalhau por esse refogado e reserve.

Unte uma travessa grande com azeite e disponha as batatas, o bacalhau, as maçãs, os pimentões, as azeitonas e os ovos. Regue generosamente com azeite e sirva na temperatura ambiente.

By Joemir Rosa.

Exercícios de Neuróbica

Posted in Ciência with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13/03/2012 by Joe

A Neuróbica consiste na inversão da ordem de alguns movimentos comuns em nosso dia-a-dia, alterando nossa forma de percepção, sem, contudo, ter que modificar nossa rotina.

O objetivo é executar de forma consciente as ações que levam à reações emocionais e cerebrais. São exercícios que vão desde ler ao contrário até conversar com o vizinho que nunca dá “bom dia”, mas que mexem com aspectos físicos, emocionais e mentais do nosso corpo.

“São esses hábitos que ajudam a estimular a produção de nutrientes no cérebro desenvolvendo suas células e deixando-o mais saudável”, explica Mariuza Pregnolato, psicóloga especialista em análise comportamental e cognitiva.

Quanto mais o cérebro é treinado, mais afiado ele ficará, mas para isso não precisa se matar nos testes de QI ou nas palavras cruzadas para ter resultados satisfatórios. “Estas atividades funcionam, mas a Neuróbica é ainda mais simples. Em vez de se inscrever em um super desafio de matemática e ficar decorando fórmulas, que tal vestir-se de olhos fechados ou andar de trás para frente?”, sugere a especialista. A proposta da neuróbica é mudar o comportamento rotineiro para “forçar” a memória. Por isso, é recomendável virar fotos de cabeça para baixo para concentrar a atenção ou usar um novo caminho para ir ao trabalho.

O programa de exercícios da Neuróbica oferece ao cérebro experiências fora da rotina, usando várias combinações de seus sentidos – visão, olfato, tato, paladar e audição, além dos “sentidos” de cunho emocional e social.

“Os exercícios usam os cinco sentidos para estimular a tendência natural do cérebro de formar associações entre diferentes tipos de informações, assim, quando você veste uma roupa no escuro, coloca seus sentidos em sinal de alerta para a nova situação. Se a visão foi dificultada, e é isso que faz com que você sinta o efeito dos exercícios, outros sentidos serão aguçados como compensação”, explica Mariuza.

Para estimular o paladar, uma dica bacana é fazer combinações gastronômicas inusitadas. Já pensou em misturar doce com salgado? Maionese com leite condensado?

A Neuróbica não vai lhe devolver o cérebro dos vinte anos, mas pode ajudá-lo a acessar o seu arquivo de memórias. “Não dá para aumentar nossa capacidade cerebral; o que acontece é que com os exercícios você consegue ativar áreas do seu cérebro que deixou de usar por falta de treino”, explica Mariuza. “Você só estimula o cérebro se o exercita; por isso, quem sempre esteve atento a esta questão terá menos problemas de saúde cerebral, como demência e doenças cognitivas, como Alzheimer”.

21 exercícios para você começar a treinar:

O desafio da neuróbica é fazer tudo aquilo que contraria ações automáticas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional. Por isso:

1. Use o relógio de pulso no braço direito;

2. Ande pela casa de trás para frente;

3. Vista-se de olhos fechados;

4. Estimule o paladar, coma comidas diferentes;

5. Leia ou veja fotos de cabeça para baixo concentrando-se em detalhes nos quais nunca tinha reparado;

6. Veja as horas num espelho;

7. Troque o mouse do computador de lado;

8. Escreva ou escove os dentes utilizando a mão esquerda – ou a direita, se for canhoto;

9. Quando for trabalhar, utilize um percurso diferente do habitual;

10. Introduza pequenas mudanças nos seus hábitos cotidianos, transformando-os em desafios para o seu cérebro;

11. Folheie uma revista e procure uma fotografia que lhe chame a atenção. Agora pense em 25 adjetivos que ache que descrevam a imagem ou o tema fotografado;

12. Quando for a um restaurante, tente identificar os ingredientes que compõem o prato que escolheu e concentre-se nos sabores mais sutís. No final, tire a prova dos nove junto ao garçom ou chef;

13. Ao entrar numa sala onde estejam muitas pessoas, tente determinar quantas pessoas estão do lado esquerdo e do lado direito. Identifique os objetos que decoram a sala, feche os olhos e enumere-os;

14. Selecione uma frase de um livro e tente formar uma frase diferente utilizando as mesmas palavras;

15. Experimente jogar qualquer jogo ou praticar qualquer atividade que nunca tenha tentado antes.

16. Compre um quebra-cabeças e tente encaixar as peças corretas o mais rapidamente que conseguir, cronometrando o tempo. Repita a operação e veja se progrediu;

17. Experimente memorizar aquilo que precisa comprar no supermercado, em vez de elaborar uma lista. Utilize técnicas de memorização ou separe mentalmente o tipo de produtos que precisa. Desde que funcionem, todos os métodos são válidos;

18. Recorrendo a um dicionário, aprenda uma palavra nova todos os dias e tente introduzi-la (adequadamente!) nas conversas que tiver;

19. Ouça as notícias na rádio ou na televisão quando acordar. Durante o dia escreva os pontos principais que se lembrar;

20. Ao ler uma palavra, pense em outras cinco que começam com a mesma letra;

21. A proposta é mudar o comportamento rotineiro. Tente, faça alguma atividade diferente com seu outro lado do corpo e estimule o seu cérebro. Se você é destro, que tal escrever com a outra mão?

Outra atitude indispensável para manter a memória sempre afiada é prestar atenção na qualidade de vida. O neurologista Ivan Okamoto sugere um estilo de vida mais tranquilo, com alimentação balanceada, sem vícios e com a prática regular de exercícios físicos para manter o corpo e a mente saudáveis.

“A melhor maneira de manter a memória em dia é cuidar da saúde, por isso é importante evitar cigarro e bebidas alcoólicas, seguir uma dieta equilibrada, praticar exercícios e exercitar o cérebro. Manter a atividade mental, seja trabalhando ou participando de alguma atividade em grupo, ajuda a elevar a autoestima e deixar a memória a todo vapor”, explica o especialista.

Fonte: Site Minha Vida – Bem Estar.

Neuróbica

Posted in Ciência with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 12/03/2012 by Joe

A Neuróbica é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável. Ações como escovar os dentes com a mão que você não está acostumado ou andar pela casa de olhos fechados, criam novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em nosso cérebro: é assim que a Neuróbica funciona.

A Neuróbica é muito diferente de outros tipos de exercício cerebral, que em geral envolvem quebra-cabeças, palavras cruzadas, exercícios de memória e várias espécies de testes. Em vez disso, os exercícios da Neuróbica usam os cinco sentidos de novas maneiras, a fim de aumentar o impulso natural do cérebro para formar associações entre diferentes tipos de informações.

As associações (juntar um nome a um rosto, ou um aroma a um alimento, por exemplo) são os blocos que constroem a memória e a base da maneira como aprendemos. Criar deliberadamente novos padrões associativos é uma parte fundamental do programa da Neuróbica.

Reunir as descobertas da neurociência com o que os cientistas já sabem sobre os nossos sentidos leva diretamente ao conceito de usar o poder associativo dos cinco sentidos para ajudar na capacidade cerebral de criar seus próprios nutrientes naturais. Resumindo, com a Neuróbica você pode desenvolver seu próprio alimento cerebral, sem drogas e sem dietas.

A palavra Neuróbica é uma alusão deliberada ao exercício físico. Assim como as formas ideais de exercícios físicos enfatizam o uso de muitos grupos musculares diferentes para aumentar a coordenação e flexibilidade, os exercícios cerebrais ideais envolvem a ativação de muitas áreas diferentes do cérebro, de novas maneiras, para ampliar o alcance da ação mental. Por exemplo, um exercício como a natação torna o corpo mais apto em geral, capaz de fazer qualquer exercício. Da mesma forma, a Neuróbica torna o cérebro mais ágil e flexível.

Assim, você pode assumir qualquer desafio mental, seja de memória, desempenho de tarefa ou criatividade. Isso acontece porque a Neuróbica usa um método baseado na maneira como o cérebro funciona, não apenas em como fazer o cérebro funcionar.

Não existe nenhuma mágica na Neuróbica. A magia está na extraordinária capacidade do cérebro de converter certos tipos de atividade mental em auto-ajuda. Felizmente, para todas as pessoas que têm uma vida movimentada, não há necessidade de encontrar um tempo ou lugar especial para realizar os exercícios neuróbicos. A vida cotidiana é a academia da neuróbica cerebral. Ela exige que você faça duas coisas que pode estar negligenciando em seu estilo de vida: experimentar o inesperado e mobilizar a ajuda de todos os seus sentidos ao longo do dia.

Quantas vezes começamos um exercício e acabamos desistindo por falta de motivação ou por não encontrarmos tempo para realizá-lo. É por isso que os exercícios neuróbicos são projetados para se ajustarem ao que você faz num dia comum: levantar, ir para o trabalho, trabalhar, fazer compras, comer, relaxar. A Neuróbica propõe a adoção de um novo estilo de vida. Basta efetuar pequenas mudanças em seus hábitos diários para transformar as rotinas cotidianas em exercícios para o “desenvolvimento da mente”. É o equivalente a melhorar sua condição física usando a escada em vez do elevador, indo até o mercado a pé em vez de usar o carro. A Neuróbica não vai lhe devolver um cérebro de vinte anos, mas pode ajudá-lo a acessar o arquivo de memórias e experiências que um jovem de vinte anos não possui. E pode ajudar também a manter seu cérebro vivo, mais forte e em melhor forma, à medida que você vai envelhecendo.

Muitos exercícios neuróbicos desafiam o cérebro ao reduzir sua dependência da vista e audição, estimulando os sentidos menos usados do olfato, tato e paladar a desempenharem um papel mais proeminente nas atividades diárias. Ao fazer isso, circuitos quase nunca ativados da rede associativa de seu cérebro são utilizados, aumentando a flexibilidade mental.

By Lawrence, Katz e Rubin, no livro: “Mantenha seu Cérebro Vivo”.

Observação: no post de amanhã publicarei alguns exercícios que ajudarão você a ter um cérebro mais ágil, ativo e saudável!

Neuróbica 2

Posted in Ciência with tags , , , , , , , , , , on 09/06/2010 by Joe

A Neuróbica é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável. Ações como escovar os dentes coma a mão que você não está acostumado ou andar pela casa de olhos fechados, criam novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em nosso cérebro: é assim que a Neuróbica funciona.

A Neuróbica é muito diferente de outros tipos de exercício cerebral, que em geral envolvem quebra-cabeças, palavras cruzadas, exercícios de memória e várias espécies de testes. Em vez disso, os exercícios da Neuróbica usam os cinco sentidos de novas maneiras, a fim de aumentar o impulso natural do cérebro para formar associações entre diferentes tipos de informações. As associações (juntar um nome a um rosto, ou um aroma a um alimento, por exemplo) são os blocos que constroem a memória e a base da maneira como aprendemos. Criar deliberadamente novos padrões associativos é uma parte fundamental do programa da Neuróbica.

Reunir as descobertas da neurociência com o que os cientistas já sabem sobre os nossos sentidos leva diretamente ao conceito de usar o poder associativo dos cinco sentidos para ajudar na capacidade cerebral de criar seus próprios nutrientes naturais. Resumindo, com a neuróbica você pode desenvolver seu próprio alimento cerebral, sem drogas e sem dietas.

A palavra Neuróbica é uma alusão deliberada ao exercício físico. Assim como as formas ideais de exercício físico enfatizam o uso de muitos grupos musculares diferentes para aumentar a coordenação e flexibilidade, os exercícios cerebrais ideais envolvem a ativação de muitas áreas diferentes do cérebro, de novas maneiras, para ampliar o alcance da ação mental. Por exemplo, um exercício como a natação torna o corpo mais apto em geral, capaz de fazer qualquer exercício. Da mesma forma, a Neuróbica torna o cérebro mais ágil e flexível.

Assim, você pode assumir qualquer desafio mental, seja de memória, desempenho de tarefa ou criatividade. Isso acontece porque a Neuróbica usa um método baseado na maneira como o cérebro funciona, não apenas em como fazer o cérebro funcionar.

Não existe nenhuma mágica na Neuróbica. A magia está na extraordinária capacidade do cérebro de converter certos tipos de atividade mental em auto-ajuda. Felizmente para todas as pessoas que têm uma vida movimentada, não há necessidade de encontrar um tempo ou lugar especial para realizar os exercícios neuróbicos. A vida cotidiana é a academia da neuróbica cerebral. Ela exige que você faça duas coisas que pode estar negligenciando em seu estilo de vida: experimentar o inesperado e mobilizar a ajuda de todos os seus sentidos ao longo do dia.

Quantas vezes começamos um exercício e acabamos desistindo por falta de motivação ou por não encontrarmos tempo para realizá-lo. É por isso que os exercícios neuróbicos são projetados para se ajustarem ao que você faz num dia comum: levantar, ir para o trabalho, trabalhar, fazer compras, comer, relaxar. A Neuróbica propõe a adoção de um novo estilo de vida. Basta efetuar pequenas mudanças em seus hábitos diários para transformar as rotinas cotidianas em exercícios para o “desenvolvimento da mente”. É o equivalente a melhorar sua condição física usando a escada em vez do elevador, indo até o mercado a pé em vez de usar o carro. A Neuróbica não vai lhe devolver um cérebro de vinte anos, mas pode ajudá-lo a acessar o arquivo de memórias e experiências que um jovem de vinte anos não possui. E pode ajudar também a manter seu cérebro vivo, mais forte e em melhor forma, à medida que você vai envelhecendo.

Muitos exercícios neuróbicos desafiam o cérebro ao reduzir sua dependência da vista e audição, estimulando os sentidos menos usados do olfato, tato e paladar a desempenharem um papel mais proeminente nas atividades diárias. Ao fazer isso, circuitos quase nunca ativados da rede associativa de seu cérebro são utilizados, aumentando a flexibilidade mental.

By Lawrence, Katz e Rubin, no livro: “Mantenha seu Cérebro Vivo”.

Neuróbica

Posted in Ciência with tags , , , , , , on 25/04/2010 by Joe

Trocar de mão para escovar os dentes é bom para o cérebro. O simples gesto de trocar de mão para escovar os dentes, contrariando a rotina e obrigando  estimulação do cérebro, é uma nova técnica para melhorar a concentração, treinando a criatividade e inteligência, é um exercício de Neuróbica.

Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões. Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin, em 2000, revelam que a Neuróbica, a “aeróbica dos neurônios”, é uma nova forma de exercício cerebral projetado para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro.

Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso: limitam o cérebro.

Para contrariar essa tendência é necessário praticar exercícios “cerebrais” que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa.  O desafio da Neuróbica é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional.

Tente fazer um teste:

– use o relógio de pulso no braço direito;
– escove os dentes com a mão contrária da de costume;
– vista-se de olhos fechados;
– ande pela casa de costas;
– estimule o paladar comendo coisas diferentes;
– veja fotos de cabeça para baixo;
– veja as horas num espelho;
– faça um novo caminho para ir ao trabalho;
– converse com o vizinho que nunca dá bom dia;

A proposta é mudar o comportamento rotineiro.

Tente, invente, faça alguma coisa diferente e estimule o seu  cérebro. Vale a pena tentar!

By Joe

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