Arquivo para Combate

Escolha

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , on 20/07/2015 by Joe

Escolha

Escolha, entre todas as escolhas que tiver, aquela que seu coração mais gostar, e persiga-a até o fim do mundo.

Mesmo que ninguém compreenda, como se fosse um combate. Um bom combate, o melhor de todos, o único que vale a pena.

O resto é engano, é perdição.

By Caio Fernando Abreu.

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Sair de cena

Posted in Comportamento, Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30/09/2014 by Joe

Saindo de cena

Uma das coisas que aprendi com pessoas de grande sabedoria é saber sair de cena, deixar o palco, sair da roda, mudar de assunto. Saber o momento exato de fazer com que os holofotes fiquem sobre os outros e não sobre você.

No mundo competitivo em que vivemos, a sua presença “marcante” pode marcar demais. A sua ideia “brilhante” pode brilhar demais. A forma “inovadora” de pensar pode inovar demais. E nem sempre as pessoas estão dispostas a deixar você brilhar impunemente.

É hora de sair de cena. Nem que seja por um tempo! É preciso fazer os outros pensarem que você desistiu. É preciso dar a chance das pessoas acharem que você não quer mais estar no palco.

Mas saber sair de cena é uma arte tão importante quanto saber entrar em cena. Todo ator sabe disso. Assim, é preciso sair de cena com classe. É preciso sair de cena com a discrição de um lorde inglês.

Quando as pessoas sentem-se ameaçadas por você e começam a ter respostas agressivas desproporcionais, talvez seja a hora de sair de cena!

Quando você, sem ter desejado ou planejado, começa a aparecer muito na sua área de atuação ou no seu setor de trabalho, talvez seja a hora de sair de cena por um tempo.

Saber sair de cena é também saber mudar de assunto. Quando as pessoas vêm lhe perguntar ou comentar sobre o seu sucesso, sobre seus bens materiais, seu possível enriquecimento, etc., querendo fazer você falar sobre você – é hora de mudar de assunto. É hora de sair de cena!

Os sábios sabem que você nada ganhará falando de você mesmo para os outros. Nem bem, nem mau. Mude de assunto. Saia de cena. Não caia nessa armadilha. Quando o embate se apresentar com poderosos – e você conhece o poder destrutivo desses poderosos – pense bem antes de entrar no combate.

Talvez você ganhe mais saindo de cena. Deixe a briga de cachorro grande para grandes cães. Saiba sair de cena. Você terá outras oportunidades. Você ganhará outras batalhas com menos estresse, com menores esforços.

É preciso fazer um grande esforço de sabedoria para saber quando sair de cena. É preciso ter uma grande capacidade artística para saber como sair de cena.

Será que temos tido a sabedoria e a arte de sair de cena, deixar o palco, mudar de assunto, na hora certa, no momento exato ?

Pense nisso!

Sem estresse…

A hora de falar vem sempre depois da hora de ouvir!

By Luis Almeida Marins Filho.

O Mestre Samurai

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/08/2014 by Joe

O Velho Samurai

Há muito tempo, no Japão antigo, viveu um velho Samurai que morava em um pequeno vilarejo. Seu nome era Hatori Hanzo. Foi um grande general do imperador e lutou inúmeras batalhas e guerras.

Já velho, decidiu se aposentar, já que não havia mais guerras e seu país estava em paz. No vilarejo onde vivia, ele ensinava a arte de combate aos jovens e era respeitado e admirado por todos.

Certo dia, chegou ao vilarejo um samurai mais jovem, procurando por Hanzo, sabendo que ele era um lendário samurai. Assim que o encontrou, lançou um desafio:

– “Então você é o lendário Hatori Hanzo! Vejo que não passa de um velho, mas mesmo assim, venho aqui desafiá-lo”.

O velho samurai aceitou o desafio e, ao amanhecer do dia seguinte, foi ao centro do vilarejo onde estava seu desafiante que, arrogantemente, xingou, blasfemou, cuspiu e ofendeu Hanzo.

O velho apenas ficou imóvel, sem dizer qualquer coisa e sem se alterar com as ofensas que o seu desafiante atirava em sua direção…

Logo entardeceu e todos estavam espantados pois o lendário Hatori Hanzo não reagia.

– “Estaria ele com medo?!”, todos se perguntavam.

Depois de horas, frustrado, o jovem e arrogante samurai deu as costas ao velho Hanzo, e foi embora se vangloriando de uma vitória que não existia.

Um dos jovens alunos de Hanzo se aproximou e perguntou:

– “Mestre, o senhor poderia tê-lo vencido com apenas um golpe e ter calado aquele verme! Por que ficou calado, imóvel, sem revidar?”

Com um olhar paciente e um sorriso no rosto, Hatori Hanzo respondeu ao seu aluno:

– “Se alguém lhe oferecer um presente e você não aceitar, a quem pertence o presente?”

O aluno respondeu:

– “Ele pertencerá a quem me ofereceu”.

– “Exato” – respondeu Hanzo – “O mesmo acontece com alguém que te insulta, blasfema, xinga… se você não aceitar, tudo isso retorna a quem lhe ofereceu”.

“A honra não está em vencer seu oponente com apenas um golpe, mas sim em ensinar-lhe a disciplina e o respeito através de superioridade moral. A maior batalha é aquela que não acontece”.

Desconheço a autoria.

Saindo de cena

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , on 01/11/2011 by Joe

Uma das coisas que aprendi com pessoas de grande sabedoria é saber sair de cena, deixar o palco, sair da roda, mudar de assunto. Saber o momento exato de fazer com que os holofotes fiquem sobre os outros e não sobre você.

No mundo competitivo em que vivemos, a sua presença “marcante” pode marcar demais. A sua idéia “brilhante” pode brilhar demais. A forma “inovadora” de pensar pode inovar demais. E nem sempre as pessoas estão dispostas a deixar você brilhar impunemente.

É hora de sair de cena. Nem que seja por um tempo! É preciso fazer os outros pensarem que você desistiu. É preciso dar a chance das pessoas acharem que você não quer mais estar no palco.

Mas saber sair de cena é uma arte tão importante quanto saber entrar em cena. Todo ator sabe disso. Assim, é preciso sair de cena com classe. É preciso sair de cena com a discrição de um lorde inglês.

Quando as pessoas sentem-se ameaçadas por você e começam a ter respostas agressivas desproporcionais, talvez seja a hora de sair de cena!

Quando você, sem ter desejado ou planejado, começa a aparecer muito na sua área de atuação ou no seu setor de trabalho, talvez seja a hora de sair de cena por um tempo.

Saber sair de cena é também saber mudar de assunto. Quando as pessoas vêm lhe perguntar ou comentar sobre o seu sucesso, sobre seus bens materiais, seu possível enriquecimento, etc., querendo fazer você falar sobre você – é hora de mudar de assunto. É hora de sair de cena!

Os sábios sabem que você nada ganhará falando de você mesmo para os outros. Nem bem, nem mau. Mude de assunto. Saia de cena. Não caia nessa armadilha. Quando o embate se dará com poderosos – e você conhece o poder destrutivo desses poderosos – pense bem antes de entrar no combate.

Talvez você ganhe mais saindo de cena. Deixe a briga de cachorro grande para grandes cães. Saiba sair de cena. Você terá outras oportunidades. Você ganhará outras batalhas com menos estresse, com menores esforços.

É preciso fazer um grande esforço de sabedoria para saber quando sair de cena. É preciso ter uma grande capacidade artística para saber como sair de cena.

Será que temos tido a sabedoria e a arte de sair de cena, deixar o palco, mudar de assunto, na hora certa, no momento exato ?

Pense nisso!

Sem estresse…

A hora de falar vem sempre depois da hora de ouvir!

By Luis Almeida Marins Filho.

A Lenda Pessoal

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/08/2011 by Joe

– O que é a Lenda Pessoal, Mestre?

– É a sua bênção, o caminho que Deus escolheu para você aqui na Terra. Sempre que um homem faz aquilo que lhe dá entusiasmo, está seguindo sua Lenda. Acontece que nem todos têm coragem de enfrentar seus próprios sonhos.

– Por que razão?

– Existem quatro obstáculos. O primeiro: ele escuta, desde criança, que tudo o que desejou viver é impossível. Cresce com essa idéia e, à medida em que acumula anos, acumula também camadas de preconceitos, medos, culpas. Chega um momento em que sua Lenda Pessoal está tão enterrada em sua alma que não consegue mais vê-la. Mas ela permanece ali.

Se ele tem coragem de desenterrar seus sonhos, então enfrenta o segundo obstáculo: o amor. Já sabe o que deseja fazer, mas pensa que irá ferir aqueles que estão à sua volta se largar tudo para seguir seus sonhos. Não entende que o amor é um impulso extra e não algo que o impede de seguir adiante. Não entende que aqueles que realmente lhe desejam bem estão torcendo para que seja feliz e estão prontos para acompanhá-lo nessa aventura.

Depois de aceitar que o amor é um estímulo, o homem está diante do terceiro obstáculo: o medo das derrotas que irá encontrar em seu caminho. Um homem que luta pelo seu sonho sofre muito mais quando algo não dá certo, porque não tem a famosa desculpa: “ah, na verdade eu não queria bem isso…”

Ele quer, sabe que ali está apostando tudo, e sabe também que o caminho da Lenda Pessoal é tão difícil como qualquer outro caminho – com a diferença que, nesta jornada, está o seu coração. Então, um guerreiro da luz precisa estar preparado para ter paciência nos momentos difíceis, e saber que o Universo está conspirando a seu favor, mesmo que ele não entenda.

– As derrotas são necessárias?

– Necessárias, ou não, elas acontecem. Quando começa a lutar pelos seus sonhos, o homem não tem experiência e comete muitos erros. Mas o segredo da vida é cair sete vezes, e levantar-se oito vezes.

– Por que é tão importante viver a Lenda Pessoal, se vamos sofrer mais que os outros?

– Porque, depois de superadas as derrotas – e sempre as superamos – nos sentimos com muito mais euforia e confiança. No silêncio do coração sabemos que estamos sendo dignos do milagre da vida. Cada dia, cada hora, é parte do Bom Combate. Passamos a viver com entusiasmo e prazer. O sofrimento muito intenso e inesperado termina passando mais rápido que o sofrimento aparentemente tolerável: este se arrasta por anos, e vai corroendo nossa alma, sem que percebamos o que está acontecendo – até que um dia já não podemos nos livrar da amargura, e ela nos acompanha para o resto de nossas vidas.

– E qual é o quarto obstáculo?

– Depois de desenterrar seu sonho, usar a força do amor para apoiá-lo, passar muitos anos convivendo com as cicatrizes, o homem nota – do dia para a noite – que o que sempre desejou está ali, à sua espera, talvez no dia seguinte. Então vem o quarto obstáculo: o medo de realizar o sonho pelo qual lutou toda a sua vida.

– Mas isso não faz o menor sentido!

– Oscar Wilde dizia: “A gente sempre destrói aquilo que mais ama”. E é verdade. A simples possibilidade de conseguir o que deseja faz com que a alma do homem comum encha-se de culpa. Ele olha à sua volta e vê que muitos não conseguiram, e então acha que não merece. Esquece tudo o que superou, tudo o que sofreu, tudo o que teve que renunciar para chegar até onde chegou.

Conheço muita gente que, ao ter a Lenda Pessoal ao alcance da mão, fez uma série de bobagens e terminou sem chegar até o seu objetivo quando faltava apenas um passo. Este é o mais perigoso dos obstáculos, porque tem uma certa aura de santidade: renunciar!”

By Paulo Coelho, da série “Diálogos com o Mestre”.

Quem dobrou o seu paraquedas hoje?

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 07/07/2011 by Joe

Charles Plumb era piloto de um avião bombardeiro na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões de combate, seu avião foi atingido por um míssil. Plumb saltou de paraquedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.

Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisseia e o que aprendera na prisão.

Certo dia, num restaurante, foi saudado por um desconhecido:

– Olá, você é Charles Plumb, não? Era piloto no Vietnã, foi atingido e teve de saltar de paraquedas, não é mesmo?

– Sim, mas como sabe? – perguntou Plumb.

– Fui eu quem dobrou o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?

Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:

– Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje! Muito obrigado!!!

Mais tarde, já sozinho, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:

“Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse sequer um ‘bom dia’? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro”.

Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.

Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua plateia:

– Quem dobrou seu paraquedas hoje?

Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos paraquedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual.

Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido. Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém ou ainda, simplesmente, de dizer algo amável.

Que tal a partir de hoje procurarmos nos dar conta de quem prepara nosso paraquedas de cada dia e agradecer-lhe? Ainda que não tenhamos as melhores palavras ou algo de importante a dizer, diga, ao menos, um “bom dia”, “obrigado”, “por favor”, de um sorriso …

As pessoas ao teu lado notarão esses gestos e te retribuirão preparando o teu paraquedas com o mesmo cuidado e afeto. Com certeza, se todos nós, a cada momento, nos preocuparmos com os paraquedas dos próximos, todos lucraremos. Todos precisamos uns dos outros … agradeça sempre!

Desconheço o autor, mas agradeço pela linda mensagem que nos alerta sobre como podemos viver melhor e em harmonia com todos! Um ótimo dia a todos!!

Saindo de cena

Posted in Reflexão with tags , , , , , , on 11/12/2009 by Joe

Uma das coisas que aprendi com pessoas de grande sabedoria é saber sair de cena, deixar o palco, sair da roda, mudar de assunto. Saber o momento exato de fazer com que os holofotes fiquem sobre os outros e não sobre você.

No mundo competitivo em que vivemos a sua presença “marcante” pode marcar demais. A sua idéia “brilhante” pode brilhar demais. A forma “inovadora” de pensar pode inovar demais. E nem sempre as pessoas estão dispostas a deixar você brilhar impunemente.

É hora de sair de cena. Nem que seja por um tempo! É preciso fazer os outros pensarem que você desistiu. É preciso dar a chance das pessoas acharem que você não quer mais estar no palco.

Mas saber sair de cena é uma arte tão importante quanto saber entrar em cena. Todo ator sabe disso. Assim, é preciso sair de cena com classe. É preciso sair de cena com a discrição de um lorde inglês.

Quando as pessoas sentem-se ameaçadas por você e começam a ter respostas agressivas desproporcionais, talvez seja a hora de sair de cena!

Quando você, sem ter desejado ou planejado, começa a aparecer muito na sua área de atuação ou no seu setor de trabalho, talvez seja a hora de sair de cena por um tempo.

Saber sair de cena é também saber mudar de assunto. Quando as pessoas vêm lhe perguntar ou comentar sobre o seu sucesso, sobre seus bens materiais, seu possível enriquecimento, etc., querendo fazer você falar sobre você – é hora de mudar de assunto. É hora de sair de cena!

Os sábios sabem que você nada ganhará falando de você mesmo para os outros. Nem bem, nem mau. Mude de assunto. Saia de cena. Não caia nessa armadilha. Quando o embate se dará com poderosos e você conhece o poder destrutivo desses poderosos, pense bem antes de entrar no combate.

Talvez você ganhe mais saindo de cena. Deixe a briga de cachorro grande para grandes cães. Saiba sair de cena. Você terá outras oportunidades. Você ganhará outras batalhas com menos estresse, com menores esforços.

É preciso fazer um grande esforço de sabedoria para saber quando sair de cena. É preciso ter uma grande capacidade artística para saber como sair de cena.

Será que temos tido a sabedoria e a arte de sair de cena, deixar o palco, mudar de assunto, na hora certa, no momento exato ?

Pense nisso!

Sem estresse …

A hora de falar vem sempre depois da hora de ouvir!

By Luis Almeida Marins Filho

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