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Nunca troque seus princípios por um objetivo

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 03/09/2013 by Joe

Princípios e ética

As pessoas que abrem mão daquilo em que acreditam para alcançar um determinado objetivo terminam frustradas com suas realizações. Se você não mantiver seus princípios éticos, não conseguirá alcançar a satisfação.

Um bom exemplo vem de um estudante da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, que há alguns anos foi expulso da instituição. Influenciado por colegas, ele falsificou todos os documentos de sua proposta da admissão: histórico escolar, cartas de recomendação, suas atividades.

Sua proposta era tão boa que ele foi aceito na universidade. Durante o curso, ele teve um ótimo desempenho mas, quando estava próximo da formatura, simplesmente confessou a fraude.

Esse aluno era uma pessoa bem intencionada, proveniente de uma família que procurava viver de acordo com seus princípios; por isso, a ideia de ter falsificado documentos o atormentava a tal ponto que ele preferiu abrir mão do diploma a obtê-lo com base em uma fraude.

O fato é que suas realizações estariam sempre calcadas em uma mentira, e isso, para ele, transformavam-nas em fracasso.

Estar feliz e ter um comportamento ético são atitudes que se reforçam mutuamente. Pessoas que se sentem antiéticas têm menos chances de se sentirem felizes.

By David Niven, no livro “Os 100 segredos das pessoas felizes”.

O que é a vida?

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14/08/2013 by Joe

O que é a vida

Vida não é manter um placar. Não é quantos amigos você tem, ou o quanto você é aceito. Não é sobre se você tem planos para este final de semana, ou se você está sozinho. Não é sobre quem você está namorando, quem você já namorou, ou quantas pessoas você já teve e se você nunca teve ninguém.

Não é sobre quem é sua família, ou quanto dinheiro ela tem. Ou que tipo de carro você dirige. Ou quando você foi mandado à escola. Não é sobre o quanto você é bonito ou feio, ou que roupas você usa, que sapatos você calça, que tipo de música você ouve.

Não é sobre se seus cabelos são loiros, vermelhos, pretos ou castanhos. Ou se sua pele é muito clara ou muito escura. Não é sobre que graduação você tem, o quão esperto você é, o quão esperto os outros pensam que você é, ou o quão inteligente os testes dizem que você é.

Não é sobre que clubes você frequenta, ou o quanto você é bom no seu esporte. Não é sobre representar o seu ser inteiro em um pedaço de papel e ficar vendo quem irá aceitar o seu “eu” que está escrito.

A vida não é isso! Mas a vida é, sim, sobre quem você ama e quem você machuca. É sobre quem você faz feliz ou infeliz propositalmente. É sobre manter ou trair a verdade. É sobre amizade, usada como algo sagrado ou como uma arma…

É sobre o que você diz e pensa, às vezes contundente, às vezes encorajador. É sobre iniciar rumores e contribuir para fofocas mesquinhas. É sobre que julgamentos você já passou e por quê. E como seus julgamentos foram espalhados ou difundidos…

É sobre quem você tem ignorado com total controle e intenção. É sobre ciúme, medo, ignorância e vingança. É sobre carregar internamente o amor e o ódio, deixando-os crescer e espalhando-os…

Vida é tudo aquilo com que preenchemos o espaço entre nós e nossos amigos, nossa família, nossos colegas, e também os nossos desafetos e até mesmo as pessoas que sequer conhecemos, a quem às vezes dizemos “bom dia”, às vezes não dizemos nada…

Agora me diga: como você tem preenchido esse espaço?

Desconheço a autoria.

As faces do medo

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 03/04/2013 by Joe

As faces do medo

Pense um pouco: como você reage quando se sente inseguro?

Em geral, quando agimos de modo instintivo, acabamos expressando o medo de uma forma disfarçada, como se fosse outra emoção, ou temos algum tipo de comportamento inadequado à situação.

O ideal é sair do círculo vicioso das reações instintivas e passar a analisar cada situação, tomar decisões e, então, agir adequadamente.

Mas, infelizmente, a maioria das pessoas, assim como qualquer outro animal, tende a ter uma destas reações instintivas quando está com medo: ou ataca o que o ameaça, ou simplesmente foge do que representa o perigo!

Vamos imaginar um atleta na véspera da final do campeonato. A pressão é grande, as cobranças são muitas, o futuro de sua carreira depende dos seus resultados no dia seguinte.

É natural que ele se sinta ameaçado e sinta medo do que vai enfrentar. Então, ele pode optar pela reação de ataque: brigar com o técnico, reclamar dos colegas que não estão ajudando a equipe, ou se irritar por qualquer bobagem.

Ou ainda pode escolher a reação de fuga: reclamar de dores no corpo para não ter de competir, ficar com saudades de casa, ter crises de choro, sentir-se incapaz de disputar a partida do dia seguinte.

Em um caso como esse, se o médico da equipe disser para o atleta que está tudo bem com o seu corpo e que ele está apenas com medo do desafio, o atleta pode virar sua agressão contra o médico.

Raramente uma pessoa que está assustada percebe ou admite isso, pois é bastante comum que o medo se apresente disfarçado. Ele assume várias faces, que não permitem que ele seja identificado à primeira vista.

Então, a pior de todas essas questões é: como você pode agir de modo diferente, se você nem se dá conta de que está agindo dessa maneira, simplesmente porque está com medo?

É preciso reconhecer a presença do medo. São muitos os sinais de que o medo está presente. Algumas das máscaras que o medo usa são: a paralisia, a distração, a irritação, a solidão e o desespero.

Talvez agora você esteja querendo perguntar:

– “Mas, Roberto, como é que eu faço para me livrar dessas máscaras?”

O primeiro passo é se perguntar se, naqueles momentos em que um desses comportamentos está presente em sua vida, você, na verdade, não está com medo de algo. Identificar esse medo é fundamental.

Para lidar com o medo, é fundamental perceber quando ele está por perto e reconhecer a necessidade de agir de modo diferente.

Pare um pouco agora e pense: será que você não está mascarando algum medo neste momento?

By Roberto Shinyashiki.

Vá além dos seus limites

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 02/04/2013 by Joe

Expandindo limites

Você já parou para pensar quais são os seus limites? O que é que você pode ou não realizar na sua vida, independentemente do setor, seja ele profissional, pessoal, financeiro, familiar? Onde aprendemos o que é ou não possível fazer?

Normalmente aprendemos isso na nossa educação familiar, escolar e profissional. Além disso, no decorrer da nossa vida isso também acontece em relação às pessoas com as quais convivemos, respeitamos e admiramos. Isso, com certeza, ajuda a cada um de nós a melhorar nossa capacidade de interação com as pessoas em geral, pois a grande maioria continua definindo seus limites baseados nisso.

Porém, você já parou para pensar que só existe uma pessoa como você? Podem existir pessoas parecidas, talvez assustadoramente iguais, mas não são iguais. A sua existência é única. Você é único. A estrada da sua vida é sua e de mais ninguém. É resultado de suas escolhas, experiências e aprendizagem e daquilo em que você acredita ou não.

Acontece exatamente dessa forma, como você percebe e se relaciona com mundo em que vive é fruto de como você vê o mundo e você vê o mundo baseado naquilo que acredita sobre ele. Imagine a seguinte situação: você foi apresentado a um problema no seu trabalho. Se você pensar que não é capaz de resolvê-lo, não será capaz de resolvê-lo realmente. Vou explicar: quando você determina um comando para a sua mente, ela naturalmente busca como realizar a tarefa. Se a primeira informação que ela recebe é de que você não é capaz de fazer isso, sua criatividade se fecha pois, afinal, não vai adiantar nada, não dá pra fazer mesmo e suas sensações físicas tendem a ser de desconforto, irritação e até de mau humor.

Emoções limitadoras são ativadas reforçando sua incapacidade de realizar aquela atividade, projeto ou mesmo uma meta de produção. E com todo o seu corpo e mente jogando contra, vai ser muito difícil ganhar esse jogo. Dessa forma, utilizamos todo o grande potencial humano para não realizar as tarefas, ou resolver problemas e, assim, passamos a ter mais um problema, pois começamos a acreditar que não somos bons o suficiente.

Nesse ponto, a sua autoestima começa a ser comprometida, seu grau de certeza em relação à vida fica abalado. Você pode se perguntar se acontece tudo isso apenas por causa de um problema que pensou não ser capaz de realizar. Sim, em segundos isso ocorre, e cada vez mais você vai ter menor capacidade de resolver problemas, atingir objetivos e realizar metas.

Olhe ao seu lado, entre as pessoas com quem você convive. Quanto mais problemas essa pessoa é capaz de resolver, normalmente ela é mais bem remunerada, seu trabalho é necessário, seu poder de decisão tende a crescer. Isso ocorre porque essa pessoa acredita que é capaz de fazer aquilo a que se propõe. Cada vez mais coisas que antes pareciam ser improváveis, de serem realizadas, serão realizadas. Situações adversas serão resolvidas por quem acredita ser capaz de realizar e busca os recursos necessários para isso.

Talvez você seja assim, talvez não, mas o fantástico é que você pode mudar isso se quiser. Se você acreditar que pode, da mesma forma sua mente começará a trabalhar para viabilizar aquilo que você deseja. Opções começarão a aparecer, você perceberá mais claramente o que tem de aprender para realizar aquilo que deseja, pois o alicerce já foi formado. Você acreditou no seu poder de superação e realização.

Henry Ford, o criador da Ford e das linhas de produção, no início do século passado já nos dizia: “se você pensa que pode, ou se você pensa que não pode, não importa. De qualquer forma você está certo”.

Agora, neste exato momento que você está lendo este artigo, você pode ir além dos seus limites. Convido você a tomar uma decisão: vou fazer deste dia um grande dia! Vou escolher emoções positivas que me permitam aprimorar as minhas habilidades empresariais, comerciais, de relacionamento com clientes e colegas de trabalho para que eu seja capaz de realizar mais do que estou normalmente acostumado a realizar.

Desta forma, você começa a expandir o seu padrão de comportamento. Que emoções são essas? Alegria, entusiasmo, bom humor, positividade (otimismo) são alguns exemplos. Associe a isso determinação, coragem, comprometimento, amor e a disposição de continuar crescendo e se superando e descobrirá como você é capaz de ir além dos seus limites.

By Jô Furlan.

Pessoas sensíveis

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/11/2012 by Joe

Nenhum de nós pode escolher as coisas que nos acontecem, algumas boas, outras más. Mas todos nós podemos escolher nossa resposta às coisas que nos acontecem. Você não é prisioneiro das reações.

Algumas pessoas dizem que são muito “sensíveis”, que se magoam facilmente, que se decepcionam com amigos, colegas e família e com aquilo que outros dizem ou fazem. Tais pessoas, que se dizem “muito sensíveis”, na verdade não têm muita sensibilidade.

Pessoas sensíveis (por definição) são capazes de obter uma gama maior de informações sensoriais e emocionais vindas de outros e, portanto, geralmente são muito mais compreensivas, calmas e raramente se desapontam com os comportamentos alheios, exatamente porque sua sensibilidade aguçada mostra mais do que as aparências, evitando que se desapontem. Além disso, pessoas sensíveis jamais dizem que são sensíveis.

Então, o que são aquelas pessoas que a todo momento se definem como sensíveis, que ficam deprimidas por razões aparentemente pequenas e cujos dias são destruídos por uma advertência do chefe, por uma crítica dos colegas, por uma frase mal construída de um membro da família? Elas não são sensíveis?

Não.

Tais pessoas são reativas – o contrário de sensíveis. Pessoas reativas não pensam. Ou melhor, pensam que pensam, quando somente reagem emocionalmente a qualquer coisa, sem refletir, sem controlar, sem observar o todo, como crianças.

Todos nós somos reativos, vez ou outra, mas conforme amadurecemos nos tornamos menos reativos e mais sensíveis, já que escolhemos nossas respostas. Quando somos crianças, simplesmente reagimos (o que é natural), por isso adultos reativos são, normalmente, acusados de um comportamento infantil e birrento.

Uma pessoa sensível (por obter mais informações que estão à sua volta) raramente perde o controle, mesmo quando atacada porque, sendo sensível, ela observa e escolhe a melhor resposta. Raramente reage, como um animal faminto faria.

Você não tem o poder de escolher aquilo que te acontecerá hoje, amanhã ou depois. Mas você tem o poder de escolher a melhor resposta que dará a tudo o que vai te acontecer. Resposta não é reação. Reação é sinônimo de programa automático. Resposta é sinônimo de escolha.

Seja mais sensível a partir de agora, evitando dizer a primeira coisa que lhe venha à mente, mesmo que seja algo que você diz pra você mesmo. Escolha as palavras, escolha os pensamentos, escolha as respostas, fugindo da armadilha que torna a vida das pessoas reativas sempre dependente de cada problema que acontece.

E observe aqueles que dizem que são “sensíveis”. Olhe o comportamento dessas pessoas. Você verá que elas são completamente dependentes dos humores dos outros e dos acontecimentos externos. Elas simplesmente reagem, por mais que racionalizem e se enganem, afirmando que suas reações são causadas por sua suposta sensibilidade. Sempre apresentarão razões para suas dores e tristezas, mas ainda assim estarão somente reagindo.

Você tem o poder de escolher aquilo que é melhor. Você pode! Porque, como afirma Stephen Covey: “Entre o que acontece comigo e minha reação ao que acontece comigo, há um espaço. Neste espaço está minha capacidade em escolher minhas respostas e definir meu destino”.

Desconheço a autoria.

Cortesia

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 16/12/2010 by Joe

Qualidade de vida é fundamental, mas quase ninguém para pra pensar que a vida pode ser muito melhor e mais simples se incorporarmos pequenos gestos e atitudes que podem fazer a maior diferença no nosso cotidiano e – claro – também na vida.

Ser cortês no trabalho, em casa ou em qualquer outro lugar fará com que você receba de volta, pelo menos, um sorriso. E isso, também pode melhorar seu dia, seu humor, sua vida.

Abrir a porta do carro para a sua namorada ou amiga não é apenas um ato elegante em desuso. É uma forma de cortesia que demonstra o seu respeito e carinho pela pessoa.

No trabalho, sempre que for buscar um café ou água, não custa perguntar se alguém quer e trazer com prazer – pelo menos para quem senta ao lado ou os colegas mais próximos.

Mesmo que você não fume, esvazie os cinzeiros de quem senta perto ou mesmo em casa. E, claro, faça-o sem reclamar ou fazer cara feia…

Ainda sobre reclamar – há pequenos inconvenientes no dia-a-dia que realmente incomodam: ter que manobrar o carro na garagem para dar passagem a outro, ou tirar o lixo de casa. Estes são exemplos prosaicos, no entanto, como são inevitáveis, é melhor que encaremos com um certo humor, sem fazer pesar a quem está perto o “sacrifício” que estamos fazendo.

Ser cortês também está ligado a não ser folgado. Por isso, no carro de alguém ou mesmo em casa, não mude a estação de rádio ou o canal da TV sem consultar o dono do carro ou as pessoas que estão junto. E lembre-se: “por favor” e “obrigado” são palavras essenciais…

Em supermercados não faltam ocasiões para ser gentil. Deixe aquela senhora ou senhor idoso passar na frente na fila dos frios ou da carne. Mas, principalmente, na fila do caixa quando você está com o carrinho lotado e atrás de você está uma pessoa com apenas um ou dois volumes, dê um sorriso e deixe passar.

Você sabe que seu colega adora determinada bala, bombom ou bolacha. Se, de vez em quando você aparecer com alguns para ele(a) pode ter certeza que não vai parecer uma cantada, mas sim que você é uma pessoa que pensa e sabe dar atenção aos outros – entre outras coisas.

Saindo da sua garagem, em esquinas ou em cruzamentos, mesmo que esteja com pressa, vá com calma e deixe o nervoso, atacado ou estressado, seguir na sua frente. Em vez de buzinar, xingar e fazer cara feia, sorria e pense em seu bem estar. Nada é mais importante que o seu bom humor.

Para os homens, ser gentil com as mulheres é uma questão de princípios. E não apenas com aquela na qual está interessado. É essencial a cortesia em todos os momentos e até mesmo no modo de falar ou pedir alguma coisa, principalmente em cargos de chefia.

Você vê aquele casal lutando com o carrinho de bebê na escada rolante e o outro filho pela mão. Custa ajudá-los com o carrinho?

Depois de ir a um jantar na casa de seu amigo(a) ou chefe é extremamente gentil – e sempre bem-vindo – ligar para agradecer o convite, completando que adorou o jantar.

Procure incorporar a cortesia em sua vida. No elevador, em filas e, principalmente, em lugares difíceis ou situações de crise.

Essa é a diferença entre o sujeito insignificante, igual a todos e aquele de quem todo mundo lembra quando quer companhia.

By Cláudia Matarazzo.

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